BLOG GERANDO DEMANDA
1fev/160

Cinco dicas para uma lista de tarefas que voce realmente consiga seguir

Organização é uma qualidade essencial para o sucesso e crescimento de um negócio. Fazer uma lista de tarefas diariamente ajuda a não deixar nada para trás e ser mais produtivo. O problema é quando são tantas atividades que fica difícil conseguir riscar os itens dela.

Se esse é o seu problema, o site The List Producer (http://zip.net/bxsNz3 - endereço encurtado e seguro) elaborou cinco dicas que podem ajudá-lo na hora de fazer a lista e realizar as atividades:

1 - Seja específico

seja especifico

É possível que sua lista não esteja específica o bastante. Em vez de escrever "responder e-mails", coloque "responder para fulano sobre a festa". Isso faz com que a ação seja mais simples, dando uma sensação de dever cumprido ao poder riscá-la da lista.

2 - Priorize

prioridades

Revise os itens da lista e veja o que precisa ser feito primeiro. Selecione essas atividades mais urgentes e coloque em uma lista separada.

3 - Seja realista

seja realista

É preciso avaliar se as tarefas da lista são possíveis de ser cumpridas, ou estará fadado ao fracasso antes mesmo de começar as atividades.

4 - Divida

Hands and puzzle isolated on white background

Se a tarefa é muito grande ou trabalhosa, a divida em pedaços menores e faça um pouco por dia. Fazer listas menores aumenta a sensação de estar conseguindo realizá-la.

5 - Delegue

delegue

Ter muitas atividades pode significar que não está conseguindo delegá-las de forma adequada. Será que você precisa fazer tudo ou tem alguém que pode ajudar?

 

Fonte : http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/01/27/cinco-dicas-para-uma-lista-de-tarefas-que-voce-realmente-consiga-seguir.htm

 

14dez/150

A importancia do comportamento do vendedor durante a venda

bom comportamento

Vendedores se comportam com calma, humildade e competência em todos os momentos.

Ninguém quer comprar de alguém que está em uma montanha-russa emocional, física ou financeira. Ninguém, além de você, seu supervisor imediato e seus entes queridos, deve perceber que há desafios de qualquer espécie em sua vida.

A menos que sejam extremamente simpáticos, os clientes não se importam com que tipo de dia, semana ou mês você está tendo. Ao mesmo tempo, todas as pessoas do planeta são intuitivas. Elas captam as vibrações ou nuances de cada situação.

Tranquilize seus potenciais clientes de que eles foram sábios ao decidirem procura-lo, sábios ao considerar a compra de seu produto e sábios ao tomar uma decisão hoje, não importando o que esteja acontecendo em seu campo pessoal ou profissional.

Você não conseguirá fazer isso se estiver preocupado com o último telefonema que recebeu de seu cônjuge ou com a meta de vendas que ainda não foi atingida ou com a próxima coisa que você tem de fazer depois de encontrar-se com aquelas pessoas.

Vamos observar a área médica para ter um bom exemplo disso.

Se você se consulta com um bom médico, terá a impressão de que, quando está com ele, você é o paciente mais importante do mundo.

Tanto você quando ele podem saber que há uma sala de espera cheia de pessoas que precisam dos conhecimentos dele, mas por aqueles poucos minutos você está na sala a sós, e ele está totalmente concentrado em você.

Está ouvindo calmamente a sua série de sintomas. Ele pode estar balançando a cabeça em sinal de compreensão. Talvez esteja fazendo anotações e perguntas. Isso faz você se sentir importante.

Ele não lhe parece arrogante quanto ao seu conhecimento médico superior... ao contrário, parece ser um grande conselheiro, que está sendo sincero quanto à tentativa de fazer você se sentir melhor.

Você não começa a se perguntar se ele está tendo um dia ruim ou se a sua vida familiar é estável ou se o seu ramo de negócios está sendo afetado.

Nunca lhe passará pela mente que algo possa estar acontecendo a ponto de afetar o julgamento dele sobre a sua doença atual. Isso porque ele é um profissional treinado e competente.

Isso é o que você deve fazer com cada cliente.

Quando você os faz se sentir importantes e os ajuda a tomar decisões sábias, eles vão querer ajuda-lo em troca, provavelmente recomendando os seus serviços e, melhor ainda, comprando novamente de você.

Fonte : http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-importancia-do-comportamento-do-vendedor-durante-a-venda/91830/

19nov/150

3 regras para vender bem e deixar o cliente satisfeito

cliente satisfeito

Quais as regras básicas para vender bem e deixar o cliente satisfeito?
Escrito por Enio Klein, especialista em vendas

As expectativas do clientes em relação a um produto ou serviço são determinantes para que fique ou não satisfeito em sua compra. Quando suas expectativas são atendidas ou superadas, certamente ele ficará satisfeito. Mas se, ao contrário, o que comprar ficar aquém do que ele ou ela esperava, ficará decepcionado e, consequentemente, insatisfeito.

Por outro lado, para ser considerado um bom negócio, a venda precisa ser rentável e lucrativa, preservando suas margens. Um negócio bom para os dois lados, chamado de ganha-ganha, ocorre quando é lucrativo para quem vende e gera satisfação em quem compra.

1. Saiba o que seu cliente espera

A primeira regra básica para um negócio ganha-ganha é você procurar entender quais as reais expectativas do cliente em relação a determinado produto ou serviço. Ofereça aquilo que o cliente espera, talvez um pouco mais, mas evite vender alguma coisa que ele não precise. Aquilo que ele não precisa, não agrega valor e, sob a ótica do cliente, encarece a oferta. Algumas perguntas e uma escuta atenta o levará a definir melhor o que seu ou sua cliente espera ou precisa, e você terá mais chance de acertar a oferta.

2. Justifique seu preço para o consumidor

Uma segunda regra importante é fazer um preço justo para sua oferta. Preço, como sabemos, é um assunto muito sensível. O correto entendimento do que o seu ou a sua cliente espera permitirá oferecer o produto adequado pelo preço justo, o que sempre deixará seu cliente mais satisfeito, sem que você tenha que abrir mão de sua margem, concedendo descontos desnecessários. Cliente, quando está satisfeito com o que está comprando e entende os preços praticados, geralmente, não pede descontos.

Se o cliente busca preços, é importante qualificar bem as alternativas. Existem produtos com características diferentes e preços diferentes. A regra que você deve seguir aqui é descrever com muita clareza qual a diferença entre as características entre os diversos produtos e serviços. Se possível, apresente uma oferta, mas é importante que fique claro para seu ou sua cliente que os preços são diferentes e quais as razões.

Neste caso, mesmo que abra mão de determinada característica por um preço mais baixo, estará entendendo os motivos e tomando uma decisão consciente. Sempre deixe claro o que ele está comprando. Sua honestidade sempre deixará sua ou seu cliente satisfeito. E, ainda neste caso, você não teve que conceder descontos desnecessários.

3. Não dê descontos se ele acaba com suas margens ou engana o cliente

Clientes gostam de negociar. Pressionam por descontos. É sempre um grande prazer ou satisfação conseguir um desconto extra em um produto ou serviço. Faça este agrado, mas nunca as custas de suas margens ou deixando o cliente, por omissão ou falta de informação, “comprar gato por lebre”, só para ter a impressão de ter levado vantagem. A satisfação do cliente é importante, assim como a rentabilidade do negócio para sua empresa.

Ganha-ganha

A regra de ouro para vender bem e deixar o cliente satisfeito é sempre ter em mente que bons negócios devem ser vantajosos para os dois lados. Vendedor e cliente precisam, respectivamente, vender a preço justo e comprar aquilo que está esperando por este valor. Qualquer outra alternativa é, certamente, um mau negócio.

Enio Klein é gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor de vendas e marketing da BSP - Business School São Paulo.

Fonte : http://exame.abril.com.br/pme/noticias/x-regras-basicas-para-deixar

Categorias: Vendas Sem Comentários
17nov/150

10 licoes de negocios a aprender com Moises, de “Os Dez Mandamentos”

10 mandamentos

A novela "Os Dez Mandamentos", da Rede Record, conta a saga de Moisés para libertar o povo hebreu da escravidão e levar até a Terra Prometida, atual Jerusalém. Para isso, segundo a tradição, o profeta conseguiu manter seu povo unido numa travessia de 40 anos, que passou pelo deserto e atravessou o mar Vermelho. Segundo Márcio Belintani, teólogo e consultor do Sebrae-SP (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa), respeitando o contexto histórico e religioso, é possível extrair 10 lições empreendedoras de sua atuação

Moises-guilherme-winterVISÃO | Moisés olhou em perspectiva para deixar um legado. Para isso, segundo a tradição, transmitiu seus conhecimentos. "Durante toda a sua trajetória, ele procurou preparar a sua sucessão e passou todos os seus ensinamentos a Josué que, ao final da jornada, entrou na Terra Prometida, enquanto Moisés pode vê-la apenas de longe, já que foi proibido por Deus de adentrar." Belintani, do Sebrae, diz que um bom líder não deve ter medo de passar seus ensinamentos e nem de preparar o seu sucessor. "Ele precisa saber que não é insubstituível e que vai precisar de alguém para assumir o seu lugar quando acabar a sua missão"

 

desertoOUSADIA | Quando Moisés entendeu o seu "chamado divino" para libertar o povo hebreu da escravidão, segundo a tradição, soube que seria necessário abrir mão do conforto do reino onde foi criado e enfrentar o Faraó, considerado Deus de dois mundos; além disso, precisaria arriscar a própria vida para iniciar uma peregrinação; o mesmo ocorre com o empreendedor, que precisa se arriscar, encarar obstáculos e acreditar nos ideais antes de abrir uma empresa, de acordo com Belintani, consultor do Sebrae

 

moises e jetroPREPARO | Antes de sair em peregrinação, Moisés passou por um período de formação pessoal e de aperfeiçoamento, segundo a tradição. "Ele buscou informações sobre o que acontecia no seu reino, sobre as estratégias do Faraó e começou a formar a seu ideal de reino", diz o consultor do Sebrae. Segundo ele, a busca por informação deve ser contínua para o empreendedor. "Ele deve fazer o seu plano de negócio, que pode ser aperfeiçoado a cada dia. Depois de estabelecida a empresa, ele não pode parar de se atualizar sobre o mercado e ver o que pode melhorar"

 

moises e faraoAUTOCONFIANÇA | Ao longo da sua trajetória, Moisés precisou negociar com o Faraó diversas vezes, e ele sempre optava pelo contato direto, ou seja, face a face, mesmo correndo risco por confrontar a autoridade máxima do Egito na época, segundo a tradição. "A relação face a face agrega valor e otimiza os resultados, por isso deve ser mantida", afirma o téologo e consultor do Sebrae Márcio Belintani

 

moises e hebreusMOTIVAÇÃO | Segundo a tradição, Moisés conseguiu mostrar para o povo hebreu que o período de escravidão deveria acabar e havia algo melhor reservado para ele: a Terra Prometida. Mas, para alcançá-la, todos teriam de brigar para conquistar a sua liberdade. "O mesmo vale para o empreendedor. Uma equipe motivada produz mais e traz mais resultados", afirma o consultor do Sebrae

 

osdezmandamentosPERSISTÊNCIA | Os obstáculos que apareceram ao longo da trajetória de Moisés não o impediram de libertar seu povo, segundo a tradição. "Sua fé o fez conseguir sobreviver ao deserto, às pragas e, ainda, convencer o povo sobre a existência da Terra Prometida", diz Belintani; segundo o consultor do Sebrae, o empreendedor também deve persistir. "Os primeiros anos de uma empresa são difíceis, mas um grande líder não pode desistir nunca. Ele precisa se manter forte para conseguir transformar o seu sonho em realidade"

moisés-e-arãoLIDERANÇA | Quando o movimento começou a tomar força, segundo a tradição, Moisés percebeu que não iria conseguir manter a liderança sozinho. Ele, então, delegou poder a 70 príncipes para poder organizar melhor o povo. "Um grande líder não pode achar que tudo depende dele. Ele deve aprender a delegar tarefas e fazer um bom planejamento para obter sucesso", declara o teólogo e consultor do Sebrae

 

osdezmandamentos4COMPROMETIMENTO | A lealdade de Moisés com seu povo, segundo a tradição, foi determinante para cumprir a missão. "Ele sabia que sem comprometimento com as pessoas sua jornada não seria atingida", diz o consultor do Sebrae. Para ele, o mesmo vale para o empreendedor. "É preciso colaborar com os seus funcionários para eles se sentirem mais seguros e atingirem um bom desempenho e dar total atenção ao cliente, que é o grande responsável pela existência do seu negócio"

images

FOCO | Moisés somente se tornou um grande líder para os hebreus e para o povo de Israel por ter foco e não se desviar do "chamado de Deus", segundo a tradição. "Ele foi íntegro e firme nas suas decisões para cumprir a sua missão", declara o consultor do Sebrae. Para ele, o empreendedor também precisa ser fiel aos seus ideais para cumprir as suas decisões

 

CTkLk-rW4AAPArISEGURANÇA | Na travessia do Mar Vermelho, quando as águas se abrem dando passagem a Moisés e ao povo, segundo a tradição, ele mostrou firmeza de decisão mesmo sendo uma ideia aparentemente impossível: "Diante do desafio apresentado e, perante o temor do povo, Moisés responde com propriedade e faz aquilo que acredita ser a melhor decisão", diz o teólogo e consultor do Sebrae Márcio Belintani

 

Fonte : http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/album/2015/11/17/10-licoes-de-negocios-a-aprender-com-moises-de-os-dez-mandamentos.htm#fotoNav=10

12nov/150

COMPETITIVIDADE – QUEM E SEU CONCORRENTE ?

DCF 1.0

Quem são os verdadeiros concorrentes de uma Padaria? E de um pequeno Supermercado? Como competir no mundo globalizado?

Ao retornar de uma viagem ao interior do estado num dos postos de serviços à beira da estrada acabei me deparando com uma cena inusitada. Dois vendedores de frutas trocaram sopapos na minha frente porque ambos disputavam a preferência do consumidor. Ou seja, eu.

Isso me fez recordar de um fato presenciado por mim há algumas décadas, quando eu ainda era vendedor de uma multinacional de produtos alimentícios. Naquela ocasião eu visitava um pequeno supermercado de um bairro distante quando – de repente – entrou um sujeito no estabelecimento e, sem mais nem menos, esmurrou o comerciante que eu estava atendendo.

Acalmados os ânimos consegui apurar que ambos eram concorrentes próximos. Ou seja, tanto o agressor quanto o agredido tinham pequenos comércios numa mesma calçada. Será que era isso que eles denominavam de “competitividade”? Tentar aniquilar um colega de negócios só porque ele estava próximo? Talvez eles não soubessem – naquela época – que um dos segredos de qualquer negócio é exatamente o contrário: _ ser o melhor, sem precisar bater nos outros.

No mundo moderno, onde a competitividade é abundante é necessário que os pequenos empresários saibam identificar quem é o seu verdadeiro concorrente. Eles devem refletir sobre outros campos onde existe muita competição. Por exemplo: _ quais são os concorrentes de um piloto de Fórmula Um? Os outros pilotos ou o cronômetro?

Se você vende livros, o seu concorrente é a livraria da esquina ou a Internet? E se você vende tênis de grife, o seu competidor é o camelô adiante ou as lojas do shopping de Miami e Orlando? Mas, se você vende um produto que não é muito bom, então, nesse caso, você realmente não tem concorrentes, você tem inimigos. Ou seja, seus próprios clientes.

Quem poderia derrotar a melhor seleção de futebol do mundo, a não ser ela mesma? A melhor adversária de uma organização talvez seja ela mesma. Na verdade os concorrentes mais ajudam do que atrapalham, pois são eles que forçam as empresas a inovarem e a crescerem.

Conheço pessoas – e você também – que ao retornarem de suas viagens ao exterior trazem em suas bagagens biscoitos, lápis, tempero, etc, em quantidade suficiente para dois anos de consumo. Sabe com que estão concorrendo? Com as padarias, bazares e as quitandas do próprio bairro onde essas pessoas moram.

Numa economia globalizada os concorrentes são do mundo inteiro, pois no mundo empresarial baseado na inovação os concorrentes são inusitados. Ou seja, as telecomunicações concorrem com as passagens aéreas; a televisão concorre com o varejo; os computadores concorrem com os despachantes – por exemplo.

E numa economia moderna onde o cliente é o rei, os concorrentes são os próprios clientes apaixonados ou rancorosos, pois assim podem construir ou destruir a imagem de uma empresa e seus produtos. Sendo assim, nos dias atuais, onde a competitividade entre as organizações – pequenas, médias e grandes – é avassaladora, mais do que nunca é preciso associativismo e cooperativismo.

Hoje vivenciamos o momento da Gestão Compartilhada daqueles que antes eram inimigos nos negócios e o melhor exemplo disso são as redes de compras formadas por pequenos supermercados, farmácias e padarias. Diante disso, é necessário que os empresários entendam que é preciso unir-se a fim de poder competir com o mundo todo – esse, realmente o maior concorrente de qualquer negócio.

Julio César S. Santos

 

FONTE : http://ekoeducacaocorporativa.com.br/competitividade-nas-pequenas-empresas/#more-2840

3nov/150

Viver sobrecarregado no trabalho pode ser fuga

Se esticar o expediente virou rotina na sua vida –e tudo bem, porque, ao chegar em casa, sente-se angustiado--, pode ser que de forma inconsciente esteja se refugiando de problemas pessoais na vida profissional.

As razões variam. "Uma pessoa com baixa autoestima pode ter a sensação de ser reconhecido apenas na carreira, uma vez que trabalha bastante", afirma Regiane Cristina de Souza, professora de psicologia do trabalho da UEM (Universidade Estadual de Maringá), no Paraná. Também pode ser uma maneira de não encarar relações pessoais problemáticas, diz a especialista.

Mas encontrar equilíbrio e se dedicar a atividades prazerosas que não estejam relacionadas ao trabalho é fundamental para promover bem-estar e qualidade de vida.

Confira estratégias para identificar se está exagerando na jornada profissional e se organizar melhor.

1 - Pare, pense e se avalie

pense
Reflita quantas horas da sua semana dedica a atividades que não envolvem o trabalho, como exercícios físicos, cinema, leitura e programas com a família e os amigos ? Quando há épocas do ano ou do mês que se trabalha mais, ok. Mas se todo o tempo não tem nada mais importante do que o trabalho, é preocupante?, diz Regiane.

2 - Encare os problemas

encare seus problemas
Em curto prazo, o trabalho dá sentido à vida e traz sensação de reconhecimento. Mas, mais cedo ou mais tarde, as situações pessoais que não foram resolvidas voltam à tona e talvez já não tenham mais solução. Portanto, esforce-se, assim como faz diante dos desafios profissionais, para não empurrar mais os seus problemas para debaixo do tapete.

3 - Organize a sua rotina

to do list
Planeje a sua próxima semana ainda na sexta-feira, com a ajuda de uma agenda, para que não tenha de fazer horas extras. Elenque os compromissos e o prazo estabelecido para cumprir cada um. Dessa forma, conseguirá realocar as atividades, sem prejuízos na jornada de trabalho, quando um imprevisto surgir. ?O planejamento favorece a organização da mente, que se reflete na vida pessoal e profissional?, afirma a professora.

4 - Estabeleça prioridades

Prioridades1

Com as tarefas listadas, priorize as que são mais importantes. ?Hoje em dia, nas organizações, todas as demandas são consideradas urgentes. Mas tem de avaliar: se tudo for urgente, nada mais é?, declara Rafael Chiuzi, especialista em psicologia do trabalho pela USP (Universidade de São Paulo).

5 - Delegue mais

delegue
O excesso de trabalho e de horas extras pode ser consequência da sua dificuldade em transferir as responsabilidades para outras pessoas da equipe. Se for o caso, terá de se forçar a confiar mais no desempenho dos pares. Saber trabalhar em grupo é uma competência apreciada pelas organizações e pode ajudá-lo a ter mais tempo para desenvolver projetos pessoais.

6 - Elimine distrações no trabalho

distraidos
Skype, WhatsApp, Facebook e outras redes sociais são vilões da produtividade, de acordo com Renata Nigri, especialista em gestão de negócios pelo IBMEC (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais), no Rio de Janeiro. O que não significa que você precisa parar de usar, mas, sim, separar momentos pontuais do dia para se dedicar a essas redes. Por exemplo, ao fim de cada tarefa cumprida.

7 - Converse com seu chefe

chefe
Quando se sentir sobrecarregado, convoque uma reunião com o seu superior e exponha o problema. Mas vá com calma, sem tom de cobrança, porque, por entregar resultados sempre, ele pode não ter percebido o excesso de trabalho ? Antes de reclamar, pense em alternativas para solucionar a questão?  fala Sylvia Ignacio da Costa, professora do curso de Gestão de RH da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.

 

Fonte : http://mulher.uol.com.br/comportamento/listas/viver-sobrecarregado-no-trabalho-pode-ser-fuga.htm

29out/150

7 maneiras de chamar a atencao de seus clientes

Segundo a empresa Nutty Bavarian, 9 em cada 10 clientes relatam que, ao pensar na marca, a primeira coisa que têm em mente é o aroma de suas castanhas, facilmente notado por quem passa pelos quiosques da rede. A assinatura olfativa da empresa foi a estratégia utilizada para se diferenciar em meio à infinidade de elementos que impactam alguém que caminha pelos corredores de um shopping center.

Essa marca registrada nasceu de um processo rotineiro na preparação do produto. “Não é uma coisa que a gente usou no começo como marketing. É um cheiro natural do processo em que torramos as castanhas com nossa fórmula à base de canela. Hoje em dia, com as pessoas olhando sem parar para as telas dos celulares, encontramos no aroma uma maneira de atrair os clientes”, afirma Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian, empresa que chegou ao Brasil há 20 anos e deve faturar R$ 51 milhões em 2015.

Práticas como essa estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, segundo o consultor do Sebrae São Paulo Gustavo Carrer. “O marketing sensorial está sendo muito explorado no varejo em diversos segmentos. As empresas identificaram que quando você trabalha com mais de um sentido a chance de se destacar é muito maior”, afirma.

Especialista no assunto, Carrer dá dicas sobre como fisgar os clientes utilizando técnicas tradicionais de vitrinismo, além das novas tendências de marketing sensorial. Confira:

1. Na vitrine, menos é mais

home-MenosMais
A seleção dos produtos expostos em uma vitrine é o primeiro cuidado a ser tomado. “Quando você coloca muitas opções de produtos, o cliente pode ter dificuldade de fazer uma leitura rápida”, afirma o consultor.

2. Misture produtos de diferentes preços

roupas
Em uma época de crise, o recomendado é exibir um mix de produtos que deve ir desde lançamentos até peças com valores mais acessíveis. “Além de romper a barreira natural de o cliente ter que entrar na loja para conhecer todo o cardápio de produtos, a iniciativa pode quebrar a ideia errada que algumas vitrines constroem de que a loja em questão contêm apenas itens de valor elevado”.

3. Ajude o cliente a se ver com o produto

interativa
Uma alternativa para tentar dialogar com o cliente é utilizar elementos na vitrine que o ajudem a visualizar-se consumindo o produto em questão. Com uma cenografia simples, é possível contar uma história em que o cliente seja o personagem principal. “Quando alguém vê a vitrine de uma loja de roupas, por exemplo, ele imagina uma ocasião em que esteja utilizando aquela roupa. Alguns objetos podem ajudar a construir essa projeção”, diz.

4. Vá além do som ambiente
flautadulce-377x320
Marcas norte-americanas como Hoolister e Aeropostale utilizam como som ambiente uma seleção de músicas feita a partir das preferências de seu público. Fugindo do convencional, Carrer dá outro exemplo de estímulo auditivo a ser utilizado. “Ano passado estava passando por uma calçada na Alemanha e ouvi um canto de pássaros muito agradável. Quando olhei pra cima, percebi os alto falantes que direcionavam o som para a calçada e faziam com que os pedestres parassem bem em frente a uma vitrine. É automático: quem passa pela loja faz uma associação da marca com esse som agradável”.
5.  Aposte nas assinaturas olfativas

aromamarketing
Na mesma linha da Nutty Bavarian, empresas estão seguindo uma tendência que vai além da aromatização do ambiente. Marcas têm desenvolvido perfumes especificamente para suas lojas com a intenção de que, ao sentir aquele aroma, os clientes rapidamente se lembrem da empresa, como um cartão de visitas.

6. Explore o tato e o paladar

images
Para empresas do ramo alimentício, a degustação aparece como uma boa alternativa para fisgar os clientes. No segmento de moda e de calçados, é interessante expor o produto de uma maneira que o cliente tenha uma interação tátil, sentindo a textura e o peso dos objetos.

7. Faça o cliente pensar fora da telinha

Foursquare-Check-In
Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Ao invés de disputar a atenção dos clientes com a tela do celular, faça com que sua empresa esteja lá também. “Através de alguns softwares e soluções tecnológicas, já é possível rastrear a geolocalização de um cliente previamente cadastro em seu sistema. Ao identificar que ele está nas redondezas, entre em contato pela ferramenta de mensagens mais imediata. É a oportunidade, por exemplo, de oferecer um vale-compras ou alguma vantagem do tipo para este cliente”, afirma o consultor.

 

Fonte : http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/10/7-maneiras-de-chamar-atencao-de-seus-clientes.html

26out/150

Concorrencia… Ameaca ou referencia?

Leader of competition. Concept. 3d illustration.

 

É inegável que, por várias vezes, a concorrência nos causa certos desconfortos.

Seja pelo fato de uma nova empresa atuar na nossa região, ações arrojadas de concorrentes já existentes, enfim, motivos é o que não nos faltam para ficarmos atentos em relação aos concorrentes.

Mas você já parou para pensar em como a concorrência pode nos ser útil?

Não estou falando só dos velhos jargões, do tipo: “Ah, obrigado aos meus concorrentes que me fazem acordar mais cedo”, “me fazem ser melhor a cada dia”, o que é também válido.

Quero dizer, o quanto a nossa concorrência, além dos benefícios citados acima, pode nos auxiliar, e até mesmo servir de referência em como sermos melhores e, se necessário, mudar a rota.

Imaginemos que você tem um concorrente tecnicamente “quase perfeito”.

Uma das saídas pode ser você “humanizar” mais seu atendimento.

Uma panificadora concorrente que faz o melhor pão francês da cidade: procure chegar o mais perto possível da qualidade do pão francês dela, mas busque, por exemplo, produzir o melhor pão doce.

Resumindo: já que você sabe ser impossível viver sem concorrentes, ao invés de enxergá-los como ameaça, pense em como criar diferenciais competitivos sobre os pontos fracos deles.

Mas lembre-se, divulgue da melhor maneira possível esses diferenciais, sem, é claro, falar mal da concorrência.

 

Não permita que sua mente seja seu maior concorrente.

 

Fonte : http://blog.reval.net/concorrencia-ameaca-ou-referencia/#.Vi4nkberTIV

23out/150

7 verdades sobre a felicidade que voce precisa saber

10-dicas-para-a-felicidade-de-acordo-com-a-ciencia

Como multiplicar sorrisos?

É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Navegue pelas imagens para conferir algumas verdades libertadoras.

1. Boa parte da felicidade depende só de você

felicidade

Enquanto 50% da forma como vivenciamos a felicidade têm origem genética e 10% estão ligados ao ambiente, 40% dependem diretamente do estilo de vida que adotamos. Ou seja: das escolhas que fazemos. Se a saúde e a boa forma não foram suficientes para motivá-lo a adotar uma atividade física regular, faça isso por seu bem-estar emocional. Outra decisão acertada é garantir que na agenda haja tempo para a família, os amigos e o ócio.

2. Mais dinheiro não significa necessariamente mais felicidade

dinheiro

A relação dinheiro x bem-estar existe. Contudo, uma vez satisfeitas as necessidades gerais - alimentação, moradia, segurança, saúde, conforto -, o capital parece ter pouco a contribuir com a reserva de felicidade. Uma pesquisa recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que para 69% dos brasileiros de todas as classes sociais é mais importante ter tempo para a família que ganhar mais. E o que dizer dos ganhadores da loteria? Estudo das Universidades de Massachusetts e Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que um grupo de sortudos ganhadores e outro de paraplégicos experimentavam níveis de felicidade similares, passado um ano do fato que mudou suas vidas.

3. Seu cérebro é um scanner, sintonize-o no positivo

pense-positivo

A Mayo Clinic, um dos centros de pesquisa mais respeitados do mundo, tem investido pesado em investigações sobre felicidade. Sorte a nossa, que podemos ter acesso a evidências de que embora o cérebro humano tenha se mantido focado nas experiências negativas com o objetivo de sobreviver às ameaças, hoje podemos fazer a opção por ver o mundo por um prisma positivo. Após um período de exercícios específicos, o cérebro aprende a escolher a felicidade em detrimento do sofrimento.

4. Pessoas gratas são mais felizes

Gratidão

O exercício da gratidão é capaz de oferecer benefícios físicos, sociais e emocionais. Dr. Robert Emmons, pesquisador e professor da Universidade da Califórnia, comprovou os efeitos positivos de sentir-se grato em diferentes estudos. Em um deles, verificou que o reconhecimento cotidiano de situações às quais somos gratos pode tornar-nos até 25% mais felizes. A gratidão reduz ainda uma série de emoções tóxicas, como a inveja, o ressentimento e o arrependimento. A propósito: reconhecer diariamente aspectos positivos é uma das ferramentas para que o cérebro passe a escanear a vida de maneira mais positiva.

5. Pessoas felizes vivem mais

Young people jumping on Mission Beach, San Diego, California, USA

Os níveis de satisfação com a vida são proporcionalmente inversos aos níveis de estresse. E o estresse, entre outros, compromete a resposta do sistema imunológico. De acordo com uma ampla pesquisa da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, ser otimista na meia idade pode somar bons 7,5 anos à expectativa de vida. Se os otimistas se estressam? Sim, claro. Contudo, são capazes de retomar rapidamente a um estado mental e físico positivo.

6. Felicidade é contagiante

felicidade-332192-1

A positividade tem caráter ressonante - e isso também tem sido especulado e comprovado nos laboratórios. Pessoas que conseguem alcançar um estado de fluidez (flow) na vida são capazes de exercer importante influência em seus núcleos familiares e sociais. São capazes de contaminar com saúde suas relações.

7. Repense a forma como consome

compra

O consumismo pode funcionar como um supressor de felicidade, ao contrário do que muitos acreditam. Prefira experiências a bens materiais - viagens, por exemplo, são usualmente relacionadas a emoções positivas. E mais: experimentos científicos mostram que pessoas que gastam com os outros são mais felizes que aquelas para quem o dinheiro é exclusivamente para uso pessoal.É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Confira algumas verdades libertadoras.

 

fonte : http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/7-verdades-sobre-a-felicidade-que-voce-precisa-saber#8

 

21out/150

5 tipos de cliente que enlouquecem ate o melhor vendedor

cliente-dificil-498x273

 

São Paulo – Em épocas de pouca venda, nenhum cliente pode ser jogado fora, correto? Depende. Se sua equipe está se desdobrando e, mesmo assim, o lucro nunca chega, talvez seja a hora de olhar melhor para suas vendas e ver quais delas trazem maior retorno.

Essa priorização é importante porque os pequenos empreendedores não costumam ter uma grande equipe de vendas. “Às vezes, é melhor você selecionar um cliente, mas que será bem atingido. Com essa venda, você proporciona um valor agregado, que é o atendimento, e ganha referências”, explica Mário Rodrigues, diretor do IBVendas. Por exemplo, se você tem um pequeno restaurante e recebe 200 pessoas, haverá um atendimento ruim e muitos nunca mais voltarão. Se você atender poucos de uma forma eficiente, quem não conseguiu entrar saberá que tentar na próxima vez é uma boa pedida.

Porém, essa dificuldade em atender diferentes consumidores pode ser uma deficiência da sua equipe de vendas (o que diferencia um vendedor profissional de um amador?). “Cada vez mais, o empreendedor deve capacitar seus funcionários para atender diversos clientes. Na maioria das vezes, as equipes são mal preparadas e isso gera uma rotulação do consumidor como exigente”, alerta Tonini Júnior, especialista em atendimento e vendas da Práxis.

Essa espécie de preconceito também é ressaltada pelo especialista em vendas Marcelo Ortega. “Um grande erro é julgar o cliente e levá-lo até certo tipo de produto, sem fazer uma boa entrevista de vendas. Esse julgamento pela aparência impede a construção de uma grande venda. Você não fala em termos que o motivem a adquirir o produto ou serviço do seu negócio, porque não foi além do ‘posso ajudar?’”.

Mas tem como, durante a conversa, identificar quais são os clientes que podem exigir muito da sua equipe e render pouco? Veja, a seguir, como identificar cinco tipos de compradores que geram uma dor de cabeça nos que vendem seu produto ou serviço - e o que fazer diante dessa situação:

1. O que sempre pede um desconto

É comum que consumidores negociem um preço melhor na hora de comprar. Porém, saiba que esse é um sinal de que seu produto ou serviço não está sendo reconhecido como algo de valor, que traz um benefício. Por isso, mesmo que você se desdobre para atender esse cliente, ainda há chance de ele sair reclamando. Afinal, ele não é o seu público-alvo.

O que fazer? Segundo Rodrigues, esse é um tipo de cliente que não deve ser atendido, porque ele não tem sinergia com seu negócio e pode se transformar em um detrator da marca na primeira insatisfação. “Os clientes que mais tomam seu tempo e mais dão trabalho costumam ser os que geram menor rentabilidade. Eles pedem coisas fora do padrão, mas não valorizam seu esforço”, explica. “Foque no cliente que sabe consumir, pode pagar e dá o devido retorno à sua empresa”.

Se você está vendendo um bem maior, como um imóvel ou um carro, Ortega recomenda fazer perguntas sobre a forma de pagamento e o tempo em que esse dinheiro será entregue. Caso seu comércio seja mais simples, é preciso tentar validar o valor do seu produto ou serviço, convencendo até mesmo quem não teria como pagar aquele preço. “Com um bom atendimento, talvez ele irá comprar mais de um produto, mesmo que contraia uma dívida. O preço não vira mais uma questão”, afirma o especialista.

2. O sabe-tudo

Um típico cliente que exige maior preparação são os que conhecem muito bem o que querem comprar. Eles sabem muito sobre o produto ou serviço – às vezes, até mais do que os próprios vendedores, que ficam com receio na hora de atendê-lo e acabam com uma venda frustrada.

O que fazer? Segundo Tonini Júnior, esse é um tipo de cliente que exige um lado mais técnico do vendedor. Na hora da conversa, reforce características específicas do produto, já que seu consumidor leva essas especificidades em consideração. Mas, para que seu vendedor saiba do que está falando, é preciso ter investido em treinamento anteriormente.

3. O que adora conversar

Oposto ao cliente sabe-tudo, este tipo de consumidor é carente de informação mais técnica. Eles gostam muito de falar e dão exemplos e opiniões pessoais. Para os vendedores que não possuem paciência e resiliência, essa pode ser uma negociação desafiadora e que leva muito tempo.

O que fazer? Na hora da conversa, fale como o produto ou serviço pode ser útil especificamente para aquele cliente, pensando no lado mais pessoal, recomenda Tonini Júnior. “A apresentação deve ser baseada em benefícios, o que essa pessoa ganhará com isso. É importante, por isso, saber mais hábitos de vida e de consumo do cliente”. Isso pode acelerar a venda, porque o discurso fica mais focado no seu consumidor.

4. O que vai na sua loja, mas já se decidiu por outra

Alguns consumidores já fecharam um acordo, mas vão na sua empresa apenas para ver se a cotação do produto ou do serviço está na média do mercado. Esse é um cliente que dá trabalho pedindo informações, mas que não irá comprar: apenas faz uma “consultoria gratuita” no seu negócio.

O que fazer? Para saber se esse consumidor está lá apenas para saber seu preço, Rodrigues recomenda fazer perguntas, procurando entender o motivo pelo qual o cliente quer comprar. “Quando ele não responde e insiste em sonegar informação, já sei que ele quer informações apenas para comparar. Ele não deixa você acertar a real necessidade dele”.

Por isso, Ortega recomenda que a marca deve se dedicar mais ao cliente antigo do que o que está orientado apenas pelo valor (veja por que esse pós-venda dos consumidores fiéis é tão importante assim). “Esse último tipo de cliente não abre espaço para que você entendê-lo antes de atendê-lo. Priorize seus consumidores que sabem que o preço não é o único ponto da sua proposta”, aconselha.

5. Os maus pagadores

Os clientes inadimplentes não poderiam ficar de fora dessa lista. Mas é preciso diferenciar aquele inadimplente que está com um problema momentâneo (e irá cumprir suas obrigações assim que possível) daquele que compra já sabendo que não irá pagar. “Esses não são clientes. São pessoas que agem de má fé, mau pagador por intenção”, explica Rodrigues.

O que fazer? Se você negocia com empresas, a solução é simples, explica Ortega: consulte o estado financeiro desse parceiro em entidades como empresas de crédito. Mas, se você vende direto para o consumidor final (em uma loja, por exemplo), a situação fica mais complicada. Já Rodrigues recomenda trabalhar com formas mais seguras de pagamento, como a garantia do cartão de crédito. Ou seja: nada de pegar cheques ou emitir boletos se os inadimplentes rondam seu negócio. Outro conselho é cultivar um cadastro de clientes: mesmo que isso não previna um inadimplente recente, impede a volta dos mais antigos.

 

Fonte : http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-tipos-de-cliente-que-enlouquecem-ate-o-melhor-vendedor

Categorias: Vendas Sem Comentários