BLOG GERANDO DEMANDA
27jul/111

O VAREJO E A FASCINACAO DIGITAL

Quão comum é observar as pessoas recebendo e enviando mensagens à uma velocidade tão incrível!

Notebooks, netbooks e palm-tops interligados magicamente.

Em qualquer lugar, alguém está clicando com uma câmera em um celular, armazenando algo em seu tablet, trocando informações.

A internet não é mais a rede mundial de computadores, e sim a rede mundial de pessoas.

Este povo todo procura nossas lojas para comprar equipamentos, suprimentos e acessórios de tecnologia.

Estarão nossos vendedores e balconistas preparados para atender tal demanda?

Ou será que nossos clientes já nem entram mais em nossas lojas com medo de ouvir: Desculpe, eu não posso te ajudar, não conheço ou não tenho o produto disponível...

Gente, este mercado é nosso.

 

Os fascinados e seus tipos

Baseando-me em alguns personagens mitológicos, gostaria de lhes apresentar quatro tipos de fascinados digitais.

 

As medusas.

Petrifiicando e sendo petrificados pelo olhar “malígno” destes olhares digitais e nada fazendo para prepararem suas lojas e assim,  lucrarem com este mercado.

 

As quimeras.

Trata-se daqueles que acham tal papo de fascinação digital é apenas mais uma fantasia, uma febre, que logo vai passar e que não vale a pena investir em tal mercado: Grave erro, o mundo digital não veio pra ser mais uma opção ao analógico,  veio pra substitui-lo.

 

Lembro-me das sereias.

A fascinação do belo.

Gente que tem até colocado em suas prateleiras o produto, mas apenas porque achou bonitinho, sem se preparar com o conhecimento necessário para estar inserido neste novo contexto.

 

Mas, felizmente, temos os fênix!

Assim como as mitológicas aves, estão renascendo das próprias cinzas.

Muitas são as lojas investindo em treinamentos.

Transformando sua velha fachada numa coisa mais sofisticada, mais nobre, mais tecnólogica, exatamente com a carinha deste novo consumidor.

Um consumidor exigente, às vezes até chatinho, mas doido para gastar, para levar um papel com alta qualidade para casa, para transformar suas imagens em sonhos impressos.

Trata-se de alta resolução.

Não estou falando dos pixels e mega-pixels.

Estamos falando da alta resolução, da alta atitude, de sair do marasmo e da mesmice e preparar-se para receber com muita alegria este povo que, vem com tudo em busca de câmeras, papéis com definição fotográfica, pilhas e carregadores, cartões de memórias, pen-drives, cartuchos para impressão, doidinhos para chegar em casa e experimentar algo que realmente lhes assegure a satisfação do investimento no novo brinquedinho.

Prepare-se. Treine seu pessoal.

Transforme seus atendentes em consultores de imagem e impressão.

Cerque-se de fornecedores experientes no assunto.

Troque a agonia da morte lenta de seu negócio pela renovação fanstástica do seu sucesso!

 

João Luiz Gabassi

25jul/110

Carater Nao Se Ensina, Se Vive!

Numa tarde de domingo, o pai e seus dois filhos chegam ao parque de diversões, e dirigem-se à bilheteria, onde o pai pergunta:

- Olá, boa tarde. Quanto custa a entrada?

- São R$20,00 para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos. A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

- O menor tem três anos e o maior sete anos – respondeu o pai.

O rapaz da bilheteria então comentou:

- Poxa, se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos, eu não notaria a diferença, e você poderia ter economizado R$ 20,00.

O pai então respondeu:

- É verdade, talvez você não notasse a diferença, mas meus filhos saberiam que eu menti.

 

Fonte: http://menegatti.srv.br/index.php/fabulas/577-fabula-e-parabola

 

13jul/110

10 passos para ficar seguro

Aprenda a proteger seu computador, sua rede doméstica, suas informações pessoais e até mesmo seu celular

Bons conselhos de segurança são difíceis de encontrar. Muitos especialistas oferecem ajuda, mas nem todas as suas dicas são precisas ou atualizadas, e muitas são referentes apenas à segurança no PC, o que o deixa vulnerável em outras áreas. Por isso selecionamos estas dicas simples e essenciais - um “programa de 10 passos” - para ajudá-lo a manter seu PC, seu smartphone, seus gadgets e suas informações pessoais a salvo. São conselhos práticos e fáceis de seguir, para que você possa ficar seguro sem perder a cabeça durante o processo.

1. Proteja sua rede Wi-Fi

A rede Wi-Fi de sua casa está protegida com uma senha? Pois deveria. Você pode não se importar se seus vizinhos pegam uma carona em sua conexão para acessar a internet, mas alguém com interesses mais sinistros pode tirar proveito de sua generosidade (e falta de proteção) para ganhar acesso a informações armazenadas em seus computadores domésticos.

A melhor forma de se proteger contra intrusos na rede Wi-Fi é usar um método de criptografia na rede. A maioria dos roteadores suporta métodos como WEP, WPA e WPA-2. Os dois últimos são os mais recomendados, já que oferecem muito mais proteção do que o WEP, que pode ser facilmente quebrado por um intruso determinado.

Outra forma de se proteger é impedir que seu roteador anuncie o nome da rede (SSID). Com isso ela não irá aparecer na lista de redes disponíveis em computadores e smartphones nas proximidades, se tornando na prática “invisível”: apenas pessoas que sabem o nome dela conseguirão acessá-la.

O procedimento para implantar estas duas medidas de segurança varia de roteador para roteador. Consulte o manual que veio com seu aparelho para instruções detalhadas.

2. Criptografe seus HDs e pendrives

HDs externos e pendrives são verdadeiros “baús do tesouro” para os ladrões interessados em informações pessoais. E também são a fonte mais comum de “vazamentos” de informações: se você perder um pendrive, HD externo ou notebook em cujo HD estão dados privados, como o orçamento de sua empresa ou suas declarações do imposto de renda, estará em perigo. Felizmente, há técnicas de criptografia que podem lhe dar uma camada extra de proteção além de uma simples senha de login no sistema.

De forma simplificada a criptografia “embaralha” os arquivos no HD, tornando-os inacessíveis a qualquer um que não conheça a senha, ou chave, usada no processo. As versões Ultimate e Business do Windows 7 vem com o BitLocker, uma ferramenta que lhe permite criptografar todo o conteúdo do disco rígido. Uma alternativa é o TrueCrypt (truecrypt.org), uma ferramenta Open Source gratuita que pode criptografar um HD inteiro, apenas uma porção dele ou um disco externo como um pendrive.

Usuários do Mac OS X tem o FileVault, que permite criptografar todo o conteúdo da pasta pessoal (Home Folder) do usuário, e a próxima versão do sistema, conhecida como Lion, será capaz de criptografar um disco rígido inteiro. Quem usa uma distribuição Linux como o Ubuntu também tem a opção, durante a instalação, de criptografar todos os arquivos em sua pasta pessoal.

Outra opção é usar pendrives e HDs equipados com sistemas de criptografia por hardware. Alguns deles tem leitores de impressão digital para segurança e comodidade extras: você não precisa decorar uma senha, basta passar o dedo sobre o leitor para ter acesso aos arquivos.

3. Mantenha seu software sempre atualizado

Uma das mais simples, porém mais importantes, medidas de segurança que você deve tomar é manter o software em seu PC sempre atualizado. E não estou falando só do Windows aqui: Adobe, Apple, Mozilla e outros desenvolvedores lançam periodicamente correções de bugs e de falhas de segurança em seus softwares. Criminosos constantemente exploram estas falhas, e o Adobe Reader é um alvo constante.

Não é incomum  versão mais recente de um programa popular trazer recursos de segurança completamente novos. Por exemplo, o Adobe Reader X, a mais nova versão do leitor de PDFs da Adobe, tem algo chamado “Protected Mode” para evitar ataques por Malware. Se você ainda usa uma versão mais antiga do Adobe Reader, não estará se beneficiando destas melhorias de segurança.

Muitos dos softwares vem com um sistema de atualização automática que informa quando uma nova versão está disponível. Não ignore estas mensagens: instale as atualizações assim que puder. Sabemos que isso pode ser um incômodo, mas pode acabar evitando grandes dores de cabeça mais à frente.

4. Instale sempre a versão mais recente de seu anti-vírus

Se você está rodando uma versão de um anti-vírus lançada dois ou três anos atrás, está correndo perigo, mesmo que ele esteja sendo atualizado regularmente. A tecnologia usada nestes programas melhorou significativamente nos últimos anos, o que resulta em novas técnicas para detecção de ameaças. Os anti-vírus atuais não usam mais apenas arquivos de “assinaturas” para identificar malware: em vez disso usam técnicas de estudo de comportamento para identificar e neutralizar mesmo ameaças que ninguém nunca tenha visto antes. E dada a frequência com que novas ameaças surgem “à solta”, a capacidade de se proteger contra agressores desconhecidos é essencial.

5. Proteja seu smartphone


Se você usa seu smartphone da mesma forma que uso o meu, ele provavelmente contém toneladas de dados pessoais, como endereços de e-mail, fotos, contatos na agenda, aplicativos para o Twitter e Facebook e mais. Este acúmulo de informações valiosas torna os smartphones um alvo tentador para ladrões e criminosos cibernéticos, e é por isso que eles estão se tornando o próximo grande campo de batalha no mundo da segurança.

Smartphones Android já estão sendo vítimas de trojans e outros tipos de malware, e especialistas em segurança concordam que estas pragas ainda estão em sua infância. Pior ainda, muitos usuários não pensam em seus smartphones como sendo computadores (mas eles são), então não tomam as mesmas precauções que tomariam em um PC. Se você ainda não instalou um programa de segurança em seu Android, deveria. A maioria deles é gratuita, e é melhor ter um e nunca usar do que ser pego desprevenido.

Se você tem um smartphone Android, a primeira coisa que deve instalar é um programa anti-vírus. Além de procurar por malware, estes programas também podem ter recursos como “exclusão remota” (permitindo que com um comando via SMS você apague tudo o que está armazenado no smartphone caso ele seja perdido), rastreamento via GPS (para localizá-lo se tiver sido roubado) e bloqueio de mensagens indesejadas via SMS.

Nosso favorito nesta categoria é o Lookout Mobile Security. Ele não só vasculha o aparelho em busca de malware já instalado, como inspeciona cada novo programa instalado e dá o alerta caso ele seja perigoso. Outros anti-vírus populares, porém pagos, são o Norton Mobile Security, da Symantec, e o AVG Antivirus Pro, da AVG Technologies.

Como a Apple adota uma política de distribuição muito mais restritiva em sua App Store, os usuários de iPhones não tem que se preocupar tanto com malware, embora sempre seja possível que alguma coisa passe desapercebida. A Apple não permitiu o lançamento de nenhum aplicativo antivírus na App Store, mas há algumas opções para melhorar a segurança.

Uma é um serviço da própria Apple chamado Find My iPhone, que é oferecido gratuitamente a qualquer proprietário de um iPhone, iPad ou iPod Touch. Com ele é possível rastrear um aparelho perdido, excluir todos os dados armazenados, definir remotamente uma senha de acesso e até mostrar na tela do aparelho um recado com som (para que você possa encontrar o aparelho na bagunça do seu escritório, por exemplo).

Uma última dica: quando escolher um anti-vírus para seu smartphone, é melhor ficar com as empresas mais tradicionais neste mercado. Assim você não corre o risco de ser infectado por um malware se passando por programa de segurança.

6. Instale um plugin para verificar os links

Ameaças à sua segurança podem estar escondidas em páginas web aparentemente inócuas. Sites legítimos podem ser hackeados, criminosos manipulam mecanismos de busca para que suas páginas infectadas apareçam em primeiro nos resultados e sites aparentemente seguros podem abrigar malware. Embora não haja como se proteger completamente destes ataques, usar um verificador de links poede protegê-lo de muitos deles.

Estas ferramentas geralmente mostram pequenos ícones ao lado dos links em resultados de buscas e outras páginas web para indicar se o site para o qual o link aponta é confiável, perigoso ou questionável. Muitas delas também adicionam um indicador na barra de ferramentas de seu navegador para sinalizar problemas com o site que você está visitando.

Várias opções estão disponíveis, entre elas o AVG LinkScannerMcAfee SiteAdvisorSymantec Norton Safe Web LiteWeb of Trust, todos disponíveis gratuitamente. E muitos pacotes de aplicativos de segurança também incluem um verificador de links.

7. Não se esqueça da segurança física

Um ladrão pode pegar um notebook que foi deixado em cima de uma mesa e desaparecer em segundos. E um ladrão que tem seu notebook também tem acesso a todos os seus arquivos e informações pessoais. Um cabo de segurança não é garantia de proteção contra furtos (afinal, um bandido determinado sempre pode cortar o cabo), mas impede os chamados “crimes de oportunidade”.

A Kensington é provavelmente a empresa mais conhecida neste segmento: os cabos também são conhecidos como “Trava Kensington”, e o slot onde são conectados ao computador como “slot Kensington” ou “slot K”. A Targus é outra empresa que é especializada em equipamentos de segurança para notebooks, incluindo uma trava que soa um alarme quando alguém tenta mover o notebook ou cortar o cabo.

Bisbilhoteiros também são outro risco à segurança. Para impedir a visualização não autorizada de informações em seu PC, sempre Bloqueie a sessão quando tiver de se afastar do computador. É fácil: basta teclar a combinação Tecla do Windows + L. Para voltar ao trabalho, tecle “Ctrl+Alt+Del” (não se preocupe, seu micro não vai reiniciar) e digite sua senha de login.

Outra forma de proteger o que está na tela é usar um filtro de privacidade, uma película instalada sobre a tela que só permite a visualização por quem estiver diretamente à frente dela. Se o companheiro de viagem na poltrona ao lado do avião tentar olhar o que você está fazendo no notebook, verá apenas uma tela preta. Várias empresas, entre elas a Targus e a 3M, fabricam este tipo de acessório, que pode ser encontrado nas boas lojas de informática.

8. HTTPS é seu amigo


Na hora de navegar na web, proteja-se usando uma conexão segura (HTTPS) sempre que possível. O protocolo HTTPS criptografa a conexão entre seu PC e o servidor que hospeda a página web que você está acessando. Embora isso não garanta que o servidor é seguro, pode ajudar a impedir que alguém intercepte os dados da conexão no meio do caminho e invada sua conta.

Muitos sites usam HTTPS por padrão: quando você compra um item em uma loja online ou acessa seu serviço home banking, por exemplo, seu navegador irá se conectar ao site via HTTPS automaticamente. Mas você pode (deve!) ir um passo além e habilitar o uso de HTTPS no acesso a serviços como o Facebook, Twitter e GMail.

No Facebook, acesse sua conta e clique no botão Conta no canto superior direito da tela. Selecione a opção Configurações de Conta no menu e procure o item Segurança de Conta na página que surge na tela. Clique no botão Editar, marque a opção que diz Navegação segura (https) e clique em Salvar.

No Twitter (com a nova interface) acesse sua conta, clique em seu nome de usuário no canto superior direito da tela e selecione o item Configurações no menu. Marque a opção Sempre usar HTTPS no fim da página e clique em Salvar.

Já no GMail, clique no ícone da engrenagem no canto superior direito da tela e selecione o itemConfigurações do Google Mail. Na aba Geral, item Conexão do navegador, marque a opção Sempre usar https. Depois basta clicar no botão Salvar alterações no rodapé da página.

9. Evite computadores e Wi-Fi públicos

Embora sejam convenientes, redes Wi-Fi abertas e computadores disponíveis ao público (como em uma biblioteca ou LAN House) devem ser evitados, já que podem expor suas informações pessoais. Computadores públicos, por exemplo, podem estar infectados com spyware como “keyloggers”, projetados para capturar tudo o que é digitado (incluindo seus nomes de usuário e senhas) e enviar esta informação para criminosos.

O mesmo podem ser dito das redes Wi-Fi abertas. Criminosos podem criar redes que parecem legítimas (por exemplo, com o nome do hotel onde você está), mas que na verdade foram projetadas para coletar informações. Mesmo redes legítimas podem lhe deixar vulnerável se o criminoso usar algo como o plugin Firesheep para o Firefox, que permite “sequestrar” sessões de várias redes sociais.

Mas às vezes você não tem outra escolha a não ser usar uma rede Wi-Fi aberta ou um computador público. Nesse caso não o use para acessar o site do banco, suas redes sociais ou sua conta de e-mail, ou qualquer outro serviço que necessite de um login e senha. E se você tem acesso a uma VPN, use-a!

10. Fique esperto com as senhas

Você provavelmente já sabe que usar senhas óbvias ou fáceis de descobrir como “senha”, sua data de nascimento ou o nome de seu bichinho de estimação é uma péssima idéia. Mas então como deixar suas senhas mais seguras?

Em primeiro lugar, você precisa de uma senha longa (ao menos 8 caracteres) e forte para cada uma de suas contas online. Hackers frequentemente tentam ganhar acesso a uma conta usando um “ataque dicionário”, ou seja, tentando palavras comuns (como “rapadura”) como sua senha. Portanto não as use. Em vez disso tente criar combinações de letras, números e símbolos. E nem pense em colocar símbolos no lugar de uma letra em uma palavra comum (como “rapadur@”), já que esse é um truque manjado. Você também pode fortalecer uma senha usando uma mistura de letras maiúsculas e minúsculas.

Basicamente, quanto mais complexa a senha, melhor. Mas tente usar alguma coisa da qual consiga se lembrar, como algum tipo de mnemônico que incorpore vários símbolos alfanuméricos e que ninguém mais conheça.

Se lembrar de múltiplas senhas fortes é um desafio, portanto um gerenciador de senhas pode ser uma boa idéia. Uma opção interessante é o LastPass, gratuito e que se integra aos principais navegadores do mercado (IE, Firefox, Chrome, Safari, Opera) e tem clientes para aparelhos móveis (com iOS, Android, BlackBerry OS e Symbian). Com apenas uma senha forte (usada no login) o LastPass armazena as senhas de todos os seus outros sites para você, pode preencher formulários de login automaticamente e ainda traz ferramentas como um gerador de senhas seguras configurável.

 

fonte : http://pcworld.uol.com.br/dicas/2011/07/13/10-passos-para-ficar-seguro/paginador/pagina_2

7jul/110

Atendimento: Posso Ajuda-Lo?

Por incrível que pareça a maioria das empresas estão perdendo seus clientes pela falha nos pequenos detalhes... vou dar um exemplo. Antes que o cliente entre na loja os vendedores já dispara: "Posso ajudá-lo em alguma coisa?"... E o que o cliente responde: "Não, estou só olhando."

 

Fazem sempre essa pergunta e rece­bem 5O vezes por dia a mesma resposta durante anos - e o mais incrível ainda, nunca deixam de fazê-la. Este é o motivo por que continuam a fazer as mesmas vendas a vida inteira.

Como seria melhor ouvirmos: "Bom dia. Se tiver alguma pergunta meu nome é Ana. Enquanto isso pode olhar à vontade, pelo tempo que quiser."  Uma empresa que vem utilizando esse novo formato de atendimento é a Arezzo. Quando entramos na Arezzo, tem uma moça uniformizada, maquiada e com um belo sorriso no rosto: “Bem vinda a Arezzo. Se tiver alguma pergunta meu nome é Ana. Estamos com vários lançamentos. Fique a vontade."  Geralmente o cliente agradece e pergunta o preço ou detalhes de um produto que chamou a atenção.

O que aprendemos com isso: Jamais faça uma pergunta que convide a uma resposta negativa.  E o que é uma pergunta que convida a uma resposta negativa? Vamos pegar o nosso exemplo: Posso ajudá-lo com alguma coisa? Essa é uma pergunta que pode ser respondida com um sim ou um não. Se dá ao cliente essa opção, você marca as cartas contra si mesmo. As pessoas escolhem o não sobre o sim 90% vezes quando o vendedor lhes dá essa escolha.

Fonte: http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/254-palestra-de-atendimento

 

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