BLOG GERANDO DEMANDA
30nov/110

Fidelizacao de Clientes como Diferencial Competitivo

Ser fiel é ser digno de fé; ser leal a seus compromissos; que não falha, seguro.

Diante desses significados, é correto dizer que seus clientes são fiéis? Que são leais à sua marca? Que não falharão e seguramente continuarão fazendo negócios com sua empresa? Na maior parte das vezes, a resposta é não.

O objetivo da fidelização é reter os clientes, evitando que migrem para a concorrência, e aumentar o valor dos negócios que eles proporcionam. As empresas desejam clientes fiéis para obter vantagens financeiras. Já nos relacionamentos pessoais, a fidelidade está diretamente ligada a vantagens emocionais.

Se somos leais a nossos amigos e companheiros porque construímos relacionamentos baseados em emoções, por que não agir da mesma forma no relacionamento com nossos clientes, dos quais esperamos lealdade? Como nos relacionamentos pessoais, fidelidade não se compra; se conquista a longo prazo através de atitudes que transmitam confiança, respeito, cuidado, atenção e carinho com o outro. E fidelização é um processo contínuo de conquista da lealdade, porque nenhum cliente é fiel de vez em quando - nem para sempre.

E por que fidelizar?

Segundo Philip Kotler, conquistar novos clientes custa entre 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes. Então, o esforço na retenção de clientes é, antes de tudo, um investimento que irá garantir aumento das vendas e redução das despesas.

Clientes fiéis são muito mais propensos a comprar através de mais de um canal (telefone, loja, internet, etc) e tendem a consumir mais. E quanto mais fiéis, maior a vida útil da carteira de clientes da empresa, menor o custo de recuperação de clientes e maior valor financeiro agregado à marca.

Clientes fiéis reclamam quando têm uma experiência ruim, porque querem ver seu problema resolvido, acreditam na marca/empresa e querem melhorá-la. Já os clientes infiéis vão embora sem o menor remorso e pior - ainda falam mal da empresa. Segundo Kotler, 95% dos clientes insatisfeitos não reclamam, apenas deixam de comprar, e Terry Vavra, consultor americano, afirma que um cliente insatisfeito costuma contaminar outros 13, enquanto que um satisfeito influencia apenas 5.

Quanto uma empresa pode estar deixando de ganhar? Além da perda do cliente insatisfeito, há a perda de outros que são influenciados negativamente e o custo de recuperar esses clientes perdidos, se a empresa decidir investir nessa recuperação.

Da Satisfação à Fidelidade

Todo cliente espera sair satisfeito de uma transação comercial e também espera que a empresa esteja empenhada em satisfazê-lo. Mas ter um cliente satisfeito não garante sua fidelidade.

O que influencia na satisfação dos clientes? Produtos e serviços de qualidade, preço percebido como justo, condições de pagamento satisfatórias, cumprimento de prazos e compromissos assumidos pela empresa, disponibilidade dos produtos/serviços, entrega adequada, escuta atenciosa, diálogo de compromisso, descontos e ofertas especiais e facilidade da compra.

A satisfação se mede através da relação entre o que o cliente recebeu ou percebeu e o que esperava ter ou ver (percepção x expectativa). Se a percepção é maior do que a expectativa, o cliente fica muito mais satisfeito do que esperava. Mas se for menor, frustra-se e não registra positivamente a experiência.

Como as expectativas dos clientes aumentam com o tempo, eles tendem a não mais se satisfazer se a empresa não conseguir acompanhar as mudanças de suas necessidades e desejos, o que demanda tempo e investimento.

A satisfação pode ser obtida em uma única transação, mas a fidelidade só se conquista a longo prazo. Nada garante que um cliente satisfeito recusará as ofertas da concorrência. Já um cliente fiel pensará duas vezes antes de trair.

A tênue linha que separa a satisfação total da fidelidade deve ser coberta por um escudo de confiança. Somente através de uma relação de confiança entre clientes e empresa pode-se criar barreiras para a ação da concorrência. As pessoas confiam em quem os respeita, os ouve e os surpreende. E são fiéis quando e enquanto confiam.

E como tornar fiéis os clientes satisfeitos?

Primeiramente, os clientes precisam ser identificados, porque não se estabelece uma relação com quem não se conhece. A partir daí, aprender sobre eles, suas necessidades e seus desejos, utilizando essas informações para estreitar o relacionamento e conhecê-los cada vez mais. Isso dá à empresa um diferencial e cria barreiras de confiança tornando inconveniente a migração para um concorrente, porque o novo relacionamento começaria do zero, sem nenhum conhecimento de ambas as partes.

No longo prazo (não se esqueça que fidelidade mede-se em longo prazo), a única garantia é a "dor da mudança": o custo da migração, a inconveniência de mudar. A grande vantagem competitiva que sua empresa possui é o conhecimento de seus clientes. Todo o resto a concorrência pode oferecer a qualquer momento.

Cristina Moutella é especialista em Comunicação em mídias interativas e Gestão de projetos web e conteúdos. Site: http://cmoutella.sites.uol.com.br

Fonte: http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Fidelizacao%20de%20clientes%20como%20diferencial%20competitivo.htm

Categorias: Vendas Sem Comentários
28nov/110

Afastamentos por doencas mentais disparam no pais

O mercado de trabalho tornou-se um foco de doenças como depressão e estresse. A tendência já se reflete em forte aumento no número de brasileiros afastados pelo INSS por esse tipo de problema de saúde, informa reportagem de Érica Fraga e Venscelau Borlina Filhopublicada na Folha desta sexta-feira.

As concessões de auxílio-doença acidentário --que têm relação com o trabalho-- para casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram 19,6% no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado.

Esse aumento foi quatro vezes o da expansão no número total de novos afastamentos autorizados pelo INSS.

Nenhum outro grupo de doença provocou crescimento tão forte na quantidade de benefícios de auxílio-doença concedidos entre janeiro e junho deste ano.

"Há ondas de doenças de trabalho. A onda atual é a da saúde mental", diz Thiago Pavin, psicólogo do Fleury.

Mudanças adotadas pelo Ministério da Previdência Social em 2007 facilitaram o diagnóstico de doenças causadas pelo ambiente de trabalho. Isso levou a um forte aumento nas concessões de benefícios acidentários para todos os tipos de doença em 2007 e 2008.

Os afastamentos provocados por casos de transtornos mentais e comportamentais, por exemplo, saltaram de apenas 612 em 2006 para 12.818 em 2008. Mas, depois desse ajuste inicial, tinham subido apenas 5% em 2009 e recuado 10% em 2010.

Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1011732-afastamentos-por-doencas-mentais-disparam-no-pais.shtml

 

24nov/110

Equipe Feliz gera Resultados

Estamos vivendo uma época de similaridade no mercado. A grande parte dos produtos e serviços são muito parecidos, qualidade já não é mais diferenciação, é mais do que a obrigação e quem não tiver vai sair do mercado a curto prazo.

O fator preço merece um comentário adicional, mas também já não é tão decisivo como foi em outras épocas. Com o advento da tecnologia e especificamente dos sites de comparação de preço, o consumidor está mais do que nunca no comando. Ele pode rapidamente observar quem tem o melhor preço a oferecer e na maioria dos casos a diferença é praticamente nula.

Outra  semana estava em uma livraria e vi uma cena que com certeza vai ser mais comum a cada dia. Uma pessoa do meu lado após consultar o preço do livro, começou a navegar no seu smartphone em um site de comparação de preços e viu que o livro estava um pouco mais caro na livraria do que o preço online de outra loja. Ele chamou o vendedor, mostrou o site e perguntou se ele conseguia cobrir a diferença de R$ 7,50 para ele levar o livro.

O vendedor com muita má vontade respondeu que ele não podia fazer nada para cobrir o preço e saiu andando. O cliente deixou o livro e o DVD que ele estava na mão e foi embora da loja. Provavelmente pensará duas vezes em voltar naquela livraria. Provavelmente não foi a diferença que fez ele desistir da compra, mas o atendimento, a falta de carinho com o cliente.

Em um mundo similar e high-tech, o empreendedor precisa estar preocupadíssimo em criar o que faz a verdadeira diferença: uma equipe feliz e de boa vontade para atender seu consumidor. Isso verdadeiramente supera qualquer tipo de processo, certificações de qualidade, sistemas de informática. Pessoas felizes fazem um atendimento excepcional e criam uma equipe feliz, que por conseqüência gera clientes satisfeitos e que com certeza vão voltar e indicar aos amigos.

Isso é óbvio, simples, mas é raro hoje em dia, não é verdade? Qual a última vez que você se lembra de um atendimento excepcional? Sua empresa tem esse tipo de atendimento que você espera? Seu concorrente tem?

Muitos empreendedores acreditam que pessoas felizes são feitas apenas por salários maiores e isso não é verdade. Dinheiro é importante, mas não é tudo. Existem pequenos “mimos” que custam pouco para a empresa e podem ajudar a criar uma equipe mais satisfeita, como por exemplo:

  • Dia do Aniversário – Experimente dar meio período de bônus para o funcionário que fizer aniversário, assim ele pode curtir esse tempo com a família e fazer coisas importantes no seu dia especial.
  • Dê tempo para eles – Processos, sistemas, metas dependem de pessoas e pessoas dependem de tempo. Invista em treinamentos e softwares de administração de tempo e produtividade, com foco em ajudar pessoas a terem maior equilíbrio na sua vida pessoal X profissional. Os resultados são visíveis rapidamente.
  • Alinhe semanalmente o time nas metas importantes da empresa e faça com que pequenas atividades ajudem a refletir nos indicadores das metas, visivelmente.
  • Faça uma pesquisa de sugestões e veja como melhorar o clima na empresa. Pequenas ações podem dar excelentes resultados.
  • Recompense e comemore. Não se esqueça que pequenas vitórias devem ser recompensadas e comemoradas. Por que só fazemos festa de final de ano? Que tal uma festa por fechar um mês acima da metas?

O que faz sua empresa única no mercado? Sua equipe respira e vive esses valores? Da próxima vez que pensar em como melhorar os resultados da empresa, não se esqueça de pensar em como tornar pessoas felizes. Isso deve fazer parte da sua estratégia empreendedora e não apenas do departamento de recursos humanos.

autor : Christian Barbosa

fonte: http://blog.maistempo.com.br/2010/03/02/equipe-feliz-gera-resultados/

21nov/110

Os maleficios da fofoca

 

Boatos, inverdades e polêmicas. Estes são fatores que infectam o ambiente de trabalho e prejudicam a produtividade de uma organização. Historicamente, os fofoqueiros sempre estiveram presentes em qualquer empresa, independente do porte, segmento ou atuação. Com a exigência cada vez maior de postura profissional, este perfil já vem diminuindo, mas ainda existe.

A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. “Costumo dizer que, quem fala de um, fala de todos. É só uma questão de oportunidade. Existe o fofoqueiro ativo e o passivo; aquele que faz o comentário e aquele que é condizente e escuta sempre”, opina Waleska FariasCoach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem.

Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o quê e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.

Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”, indica Edson Félix, consultor de carreiras.

Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”, afirma Waleska, após levantamento feito junto a empresas para as quais presta consultoria, como Grupo Pão de Açúcar, Globosat, Neoenergia, Contax, e Habib’s.

Postura do líder

O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.

“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”, conta Félix. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.
Autor: Caio Lauer

Fonte: Os malefícios da fofoca | Portal Carreira & Sucesso

17nov/110

Reserve um tempo para seu marketing pessoal

Independente da área que você trabalhe, é imprescindível que você invista um tempo para desenvolver seu marketing pessoal. Os publicitários dizem que quem não aparece não é lembrado e isso é a mais pura verdade! Você pode ser um profissional excepcional, mas se tiver outra pessoa no mesmo nível de competência com um marketing pessoal melhor trabalhado, com certeza ele que vai levar a promoção, não é verdade?

marketing

Tenho recebido muitos pedidos para escrever sobre esse assunto, algumas pessoas acham que posso falar bem sobre isso, vamos ver. O foco desse post (que será dividido em duas partes) vai ser dar algumas dicas que uso na minha vida pessoal e que vejo alguns amigos aplicarem (aqueles que tem um excelente marketing pessoal). Vale a leitura de algum livro sobre o assunto para aprofundar, se você tiver uma dica deixa nos comentários para o pessoal.

1 – Pelo que você quer ser lembrado?

Desenvolver uma marca pessoal começa por definir a sua meta de trabalho. Infelizmente não dá para ser bom em tudo, você pode conhecer muitas coisas, mas precisa ser bom de verdade em alguma coisa. E isso exige foco, o que é difícil. Profissionais que não tem foco, não constróem uma marca pessoal, pois a mensagem é divergente. Não tem como fixar você como o cara de….

Autor Foco (é o cara de)
Gustavo Cerbasi Finanças Pessoais
Reinaldo Polito Falar em Público
José Dornelas Empreendedorismo
Christian Barbosa Gestão de Tempo
Renato Alves Memorização
Você ???

As tentações para fugir do foco são gigantescas. Eu já tive proposta para escrever sobre relacionamentos, cultura digital, falar em público, tecnologia, liderança, mas sempre fugi. Quando mais eu foco em gestão de tempo, mais credibilidade eu ganho e mais minha rede aumenta. É um ciclo. Se não fosse isso com certeza você não estaria me lendo hoje, eu seria um genérico e de genéricos o mundo tá cheio. Não que o genérico não possa crescer, ele pode, e pode ser muito bom nisso, mas sem dúvida é mais difícil. Particularmente, quando vejo um novo palestrante ou autor, eu vejo o histórico, se é o “faz tudo” a primeira impressão não é muito boa (o que pode mudar ao longo do tempo).  Agora se ele só fala sobre aquilo, parece que tenho mais segurança no que a pessoa for falar. E você?

Foco exige tempo, um plano de carreira nesse sentido. É preciso reservar tempo para ler, participar de eventos, feiras, pesquisar na Internet, escrever sobre o tema, palestrar sobre isso.

2 – Crie um KBASE pessoal

Ao longo do seu dia-a-dia vai esbarrar em uma série de conteúdos (digitais ou físicos) sobre o assunto que você quer focar. Talvez você não o utilize neste momento, mas possa precisar dele no futuro. A sugestão é criar uma pasta (física ou digital) chamada KBASE (de knowledge base ou base de conhecimento) e arquivar lá com categorias bem definidas.

Essa gestão de conhecimento pessoal é bastante útil para apresentações, artigos ou consultas. Organização economiza tempo no futuro e ajuda a gerar conteúdo.

3 – Escreva sobre o Tema

A construção de uma marca começa com a propagação dessa marca e a Internet bloggé o melhor caminho. Você poderia começar com um blog, aonde poderia escrever artigos e opiniões sobre seu tema, discutir assuntos pertinentes ou simplesmente republicar estudos ou pesquisas.

Quanto mais conteúdo e atualizado, mais destaque você terá. Leva tempo mas acontece. O Google vai trabalhar por você. Além disso, vai começar também a se destacar com seus colegas na empresa. É preciso ter tempo e disposição para escrever. Eu me disciplinei a pelo menos uma vez por semana atualizar esse blog com alguma coisa útil. Quando estou inspirado à periodicidade aumenta.

Se eu não atualizar vai contra meu marketing pessoal, você vai pensar: ele tá sem tempo!!! (vai dizer que nunca pensou isso??? Eu vivo recebendo e-mails do tipo: “quero ver se você responde mesmo…” ahahaha). Duvide dos caras de gestão de tempo que tem blog e nunca atualizam ou mandam a assessora atualizar, tem algo estranho ai né?!

Se quiser começar um blog de uma olhada nos sites www.wordpress.com  ouwww.blogger.com são bons sistemas para blogueiros iniciantes e avançados.

Por enquanto é isso! No próximo post vou trabalhar a questão de imprensa, publicação de artigos, vestuário e um exemplo de roteiro para planejamento de tempo para fazer seu marketing pessoal!

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/2010/07/26/reserve-um-tempo-para-seu-marketing-pessoal/

16nov/111

Procurando Emprego?


Hoje em dia é comum recrutadores fazerem uso das redes de relacionamento na hora de selecionar candidatos para preenchimento de suas vagas.  A Ambev, por exemplo, usa o Orkut para lançar o programa de trainee e selecionar os candidatos.

A rede internacional de res¬taurantes e lanchonetes Viena presente na maioria dos shoppings brasileiros, usou o Linkedin, a rede social voltada para a área profissional, para contratar o seu novo diretor de RH. O detalhe é que o candidato pode ser de qualquer lugar no mundo.

Se você usa Orkut, Twitter, Facebook, Youtube, Linkedin, aqui vão algumas dicas na utilização dessas ferramentas:

• Mantenha o perfil sempre atualizado e utilize uma foto relacionada à trabalho e nunca ao lazer.

• Torne-se seguidor de sites e de profissionais da sua área e de empresas que atuem no mercado de trabalho de seu interesse.

• Ao escrever, não mencione que está com sono, preguiça ou cansado. Não fale mal do seu emprego, e se falar bem, exponha resultados práticos que ajudaram na sua carreira.

• Não participe de comunidades como “Odeio segunda-feira”, “Odeio trabalhar”, “Odeio meu chefe” e assim por diante.

Colocando o nome do candidato no Google, as empresas fazem uma pré-avaliação do candidato, identificam seu perfil, valores e interesses pessoais, analisam se ele é adequado à cultura e ao ambiente de trabalho.

Por isso, se você está procurando emprego, preste muita atenção com o que coloca na web, pois as informações são públicas e, dependendo do que é encontrado nos sites, você pode ser descartado da seleção, antes mesmo de uma entrevista pessoal.

Fonte: http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/623-artigo

 

 

10nov/110

Apetite pode ser alterado por estresse

O consumo compulsivo de três pacotes de salgadinho e de biscoito por dia, sem contar as refeições básicas, resultou em 44 kg a mais no peso do consultor de telecomunicações Frederico Vitols, 46, nos últimos dois anos e meio.

O estresse e as metas excessivas o fazem "descontar a ansiedade na comida". As consequências puderam ser vistas nas roupas, que passaram para o tamanho grande, e nos exames de sangue -os níveis de colesterol e triglicérides estão acima do normal.

Os problemas de saúde não foram suficientes para que ele trocasse o emprego em que está há nove anos. "Tenho bom retorno financeiro e quero mudar a forma de enfrentar os problemas, não de companhia", afirma Vitols.
Negligenciar o tempo destinado à refeição é o primeiro erro. "Comer compulsivamente ou não sentir fome pode resultar em transtorno sério", adverte Aratangy.Ter a rotina alimentar afetada pelo estresse da vida profissional é algo comum, "mas pouco reconhecido pelos profissionais", avalia Eduardo Aratangy, psiquiatra do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do HC (Hospital das Clínicas) de São Paulo.

Uma perda de apetite "aparentemente normal" fez com que o relações-públicas Marcus de Araújo, 52, perdesse 5 kg em um mês. Desenvolveu gastrite, devido à má alimentação, que evoluiu para uma hérnia de hiato (fraqueza do músculo do diafragma).

O motivo de almoços esquecidos e jornadas de trabalho sem comer foi a fusão da indústria em que atuava com uma empresa concorrente. "Fui encostado para não ser demitido", lembra Araújo. Com suspeita de anorexia nervosa, o profissional pediu demissão e recuperou-se.

Para José Roberto Leite, psicobiólogo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), deixar de comer por causa do estresse, como fez Araújo, não é costume do brasileiro. "Em geral, as pessoas exageram na comida."

Sondagem feita no fim de 2010 com mil profissionais pela Isma-Br (International Stress Management Association; associação de estudo do estresse) mostra que 21% deles alimentavam-se compulsivamente em momentos de estresse e 11% reduziam a quantidade de comida.

RECAÍDA

Profissionais que tiveram algum distúrbio alimentar severo no passado, como anorexia, "têm predisposição a recaídas", alerta a nutricionista Marle Alvarenga, coordenadora do Genta (Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares).

A analista de redes sociais T.G., que pediu para não ser identificada, tratou-se da anorexia dos 17 aos 20 anos. Com 1,60 m, chegou a pesar menos de 40 kg. Hoje, aos 25, diz ter tido recaída por causa de problemas com a chefe.

"Com o nervosismo, perco o apetite e esqueço de comer", conta ela, que costuma alimentar-se uma vez ao dia.

Fonte : http://classificados.folha.com.br/empregos/1002002-apetite-pode-ser-alterado-por-estresse.shtml

9nov/110

Vendas para o Natal em shoppings devem crescer 6,5%, projeta Alshop

 

A associação estima um gasto médio de R$ 450 milhões em decoração natalina nos 766 shoppings ativos do país, valor 7% superior ao mesmo período do ano anterior.

 

As vendas em shoppings para o Natal podem ter aumento de  6,5% em relação ao mesmo período de 2010. A previsão é da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop), que realizou a pesquisa com membros do seu conselho varejista, além de diversos centros de compras que atuam em diferentes locais no país.
A associação estima um gasto médio de R$ 450 milhões em decoração natalina nos 766 shoppings ativos do país, valor 7% superior ao mesmo período do ano anterior.

Segundo levantamento da associação, o tíquete médio de gasto para as compras neste Natal está compreendido entre R$ 85 e R$ 125, com preferência para brinquedos, produtos tecnológicos, além de itens de vestuário.

Para atender à demanda prevista, a indústria dos shoppings estima a contratação de 140 mil novos funcionários com incremento de 7% no índice de postos de trabalho para o fim do ano.

Fonte : http://www.ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-comercio-varejo/56511-Vendas-para-Natal-shoppings-devem-crescer-projeta-Alshop.html

Categorias: Vendas Sem Comentários
7nov/110

Encare os problemas da maneira certa

Uma dica importante: Resolva problemas, não se torne parte deles.

Se você quer resolver os problemas das pessoas, antes de qualquer coisa deve analisar se tem ideias errôneas a respeito deles. Você não poderá resolver problemas se não os encarar da maneira certa.

Infelizmente, muitos aprenderam a trabalhar com pessoas que têm pensamentos totalmente errados a respeito de como construir uma carreira de sucesso.

Pare um minuto e reflita: a pessoa que lhe ensinou princípios profissionais realizou os objetivos que você quer realizar?

Se ela não realizou esses objetivos, no máximo ela vai contaminar suas boas ideias com essas falácias, e seu resultado final vai ser prejudicado.

Observe se você acredita nestas ilusões:

  • “O problema vai se resolver sozinho.”
  • “Quanto mais tempo passar, melhor ficará para resolver o problema.”
  • “Agora estou muito ocupado para cuidar disso.”
  • “Pior do que está não pode ficar.”
  • “Alguém vai resolver isso para mim.”

Se você tem alguma dessas crenças, existe perigo à vista!

Quem ensinou você a acreditar nesses pensamentos era uma pessoa de sucesso? Duvido!

As pessoas de sucesso sabem que os problemas têm de ser resolvidos na hora. Quando há turbulência, é preciso que o comandante assuma o comando do avião imediatamente. Se você quer aproveitar um problema para crescer, saiba que você tem de agir instantaneamente, assumindo a responsabilidade por ele.

Abandone suas ilusões em relação aos problemas e prepare-se para aprender a lidar com eles de verdade.

É assim que você deve pensar e agir para poder realizar todos os seus objetivos, pois os seus resultados criam credibilidade. E quando as pessoas confiam em você é aí que acontecem as maiores oportunidades para fazer uma diferença positiva no mundo e consolidar a sua carreira.

Pense sobre isso!

Artigo retirado do blog do Roberto Shinyashiki

http://shinyashiki.uol.com.br/blog/2011/10/encare-os-problemas-da-maneira-certa/