BLOG GERANDO DEMANDA
30mai/120

Meu colega de trabalho e insuportável…

As atitudes do seu colega de trabalho estão interferindo na sua produtividade? Seu comportamento está criando algum tipo de problema para você e seus relacionamentos profissionais? Listei alguns tipos de pessoas difíceis que encontramos diariamente dentro da empresas e como poderemos lidar com elas:

1. Explosivo: esse tipo de pessoa não fica apenas nervosa, ela fica furiosa e explode, como uma criança tendo um ataque histérico. O Explosivo geralmente reage assim porque se sente muito frustrado ou com medo, e essa é a maneira de manter o controle e ele espera resolver as coisas de seu jeito.

Como lidar: uma estratégia é ouvir até o Explosivo terminar de expressar seus sentimentos. Então, quando ele se acalmar novamente, aja como se ele fosse uma pessoa normal e lógica, como se a fúria nunca tivesse acontecido. Essa estratégia pode ser eficiente, porque o Explosivo fica, frequentemente, envergonhado depois de uma explosão.

Se o Explosivo pedir desculpas, aceite-as para ajudá-lo a se sentir melhor. Uma vez que a situação tenha voltado ao controle, ele vai preferir ser visto como uma pessoa responsável, um adulto racional. Então, ajude-o a sentir-se assim, da melhor maneira que você puder e siga em frente, deixando o incidente no passado.

2. Reclamador: está frequentemente se queixando de alguma coisa e culpando pessoas, a organização ou o sistema em geral. Encontra problemas onde eles não existem ou contribui para a criação deles, a fim de que possa reclamar.

Como lidar: não leve essas reclamações muito a sério, uma vez que o Reclamador vai estar provavelmente se queixando mais para descarregar a tensão; ou seja, ele não espera de fato uma ação construtiva resultante de suas reclamações.

Uma boa técnica é usar audição refletiva: com suas próprias palavras, você repete com suas palavras o que ouviu o Reclamador falar. Assim você valida ou toma conhecimento do que ele está dizendo. Você mostra que ouviu e entendeu e demonstra seu respeito por ouvir, não importa se você concorda ou não com as reclamações. Pergunte o que ele poderia querer fazer para resolver o problema e depois encerre a conversa.

 

3. Emburrado: o jeito de lidar com uma situação que está deixando aborrecido ou preocupado é ficando distante. É como um caracol que se esconde dentro de sua casca até a ameaça de perigo passar. Você sente que ele o está evitando repentinamente. Você percebe uma tensão ou uma reserva em sua expressão e sente que existe alguma barreira na comunicação, mas ele não lhe dá nenhuma explicação e nega que exista um problema se você perguntar.

Como lidar: se um Emburrado estiver lhe aplicando um tratamento baseado no silêncio, uma estratégia é ser paciente e esperar, se você puder, até que ele saia de sua casca. No entanto, se você quiser enfrentar o problema na hora, não confronte o Emburrado diretamente, perguntando o que está errado ou o aborrecendo e implorando para ele lhe falar sobre o problema.

Uma boa alternativa é educadamente perguntar: você tem parecido distante nesses últimos dias. E se alguma coisa o está perturbando, talvez eu possa fazer algo para ajudá-lo? Essa gentil e educada pergunta poderá funcionar, porque o Emburrado geralmente tem medo de possuir sentimentos negativos ou de fazer algo errado.

4. Sensível: é altamente reativo a qualquer crítica ou sugestão de que ele possa estar errado ou possa ter cometido um erro. Ele reage dessa maneira porque tem um profundo senso de inferioridade.

Como lidar: um bom método para lidar com o Sensível é tentar apoiá-lo e mimá-lo. Assim, você o ajudará a se sentir melhor com ele mesmo e mostrará que ele é respeitado e valorizado. E ele sentirá menos necessidade de autoproteção. Esse método é especialmente útil em uma crise na qual o Sensível esteja aborrecido com você ou com mais alguém. Com a crise contida, você poderá retornar a uma relação mais normal, com base racional.

5. Preocupado: pensa que as coisas vão, provavelmente, dar erradas e elas geralmente vão, porque em geral a atitude do Preocupado o leva a lidar com os outros e reagir às situações cotidianas de um jeito, que faz as coisas parecerem mais difíceis. O Preocupado se sente mais confortável com seu ponto de vista pessimista, porque ele está muito acostumado com sua experiência negativa do mundo e de sua própria falta de sorte.

Como lidar: uma boa estratégia para lidar com um Preocupado é apresentar os fatos calma e confidencialmente, para responder a seu cenário extremamente pessimista. Então, se seus fatos puderem mudar o ponto de vista dele, vocês dois poderão trabalhar juntos com sucesso.

Agora se, depois de explicado a real situação e se ele começar a dar respostas do tipo "mas e se", e para cada solução que você apresentou ele vier com um problema é hora de tirar o time de campo.

 

Fonte: http://menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/742-ii-parte-meu-colega-de-trabalho-e-insuportavel

28mai/120

Como anda a gestao de problemas da sua equipe?

Vamos supor uma equipe comercial, que tem metas individuais e de grupo (ou seja, todos ganham pelo resultado de todos). Um vendedor dessa equipe tem um cliente com um sério problema que pode impactar todo o resultado do grupo.


 

De quem é o problema?

Opção A: Do gerente

Opção B: De todos na equipe

Opção C: Do vendedor

Opção D: NDA

R.: O problema, o cliente, o vendedor, o gerente e a equipe.

Esse dilema da equipe é muito comum e as respostas são as mais variadas possíveis. Não sei se existe uma resposta adequada a todos os casos. Tentei fazer uma análise dos contras de cada opção e como seria em uma equipe com alto nível de maturidade.

Caso você tenha optado pela opção A (Gestor) – significa que temos uma equipe onde a tomada de decisões está centralizada na figura do gestor. No caso de um problema, o gestor é acionado, ele sabe a solução e traz o problema para si. No médio prazo esse gestor estará atolado de coisas operacionais, sem tempo para nada e a o resultado da equipe vai começar a cair. Tudo que acontecer a equipe terá na figura do gestor a solução, ou seja, estabelecemos um processo de co-dependência.

Caso você tenha optado pela opção B (Equipe) – você não estará sozinho, pois essa é a opção mais comum. Eu gosto muito daquele ditado que diz que cachorro que tem dois donos, morre de fome. Se todo mundo tomar as dores do problema e quiser resolvê-lo para mostrar sua capacidade, sua inteligência ou ego, vamos ter uma equipe com sua produtividade reduzida, pois estarão pensando no problema e seu trabalho individual pode acumular. Ou, em alguns casos, teremos uma equipe cheia de reuniões, pois como decidem e se apoiam em conjunto precisam desse processo para tomada de decisões.

Caso você tenha optado pela opção C (Vendedor) – podemos ter um problema na resolução do problema dependendo do nível de pró-atividade do vendedor. Se ele não der muita bola para o problema, todos perdem. Se ele fizer demais, ele pode perder ou receber sanções do gerente. Na maioria dos casos, o vendedor vai cozinhando o problema em banho maria e quando a coisa explode, vira urgência para todo mundo.

E existe uma resposta certa para o dilema da equipe?

Acho que nem existe uma resposta correta, todos os comentários foram super válidos e aplicáveis. Se eu fosse dar uma resposta (o que não significa que seja a certa) ela seria:

Uma equipe madura tem a capacidade de tomada de decisão individual, com apoio do gestor que “lidera” esse processo ao invés de “fazer” o processo. Um problema que tem dois donos é um problema! A resposta certa é um conjunto das três opções, mas com o vendedor assumindo.

Uma equipe com um alto nível de maturidade teria o seguinte posicionamento: o vendedor é o dono do problema, afinal o cliente é dele. Ele colabora com o time questionando se alguém já teve problema similar (compartilha e busca conhecimento) e se já teve uma solução. Caso alguém na equipe tenha um expertise para esse problema, ele individualmente busca essa competência, sem roubar tempo dos demais.

Enquanto isso, dentro do seu poder de decisão, faz de tudo para o cliente não ser prejudicado, mesmo que isso signifique reduzir o seu ganho pessoal neste momento, com a visão de manter o ganho a longo prazo. Caso chegue a algum impasse, ele coleta as possíveis soluções e em uma reunião individual com seu gestor decide o que deve ser feito. O problema é resolvido e apresentado em uma reunião de equipe de forma a compartilhar o aprendizado.

Claro que existem muitas variáveis no caminho, mas esse cenário seria o mais produtivo e colaborativo a ser implantando em uma equipe de alta produtividade.

Por Christian Barbosa

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/ 

 

21mai/120

O FIM DAS LOJAS TRADICIONAIS ?

Crescimento do comércio virtual deve levar os estabelecimentos físicos a se reinventarem

O novo papel das lojas de tijolo e cimento diante do crescimento agressivo das vendas on-line: esse foi o tema que dominou a 101ª convenção da National Retail Federation, mais importante evento do varejo global, que aconteceu em janeiro, em Nova York. Para se ter ideia do tamanho do problema, basta dizer que no último final de ano o chamado e-commerce (comércio eletrônico) fi cou com 15% do total de vendas do varejo americano, percentual bem maior que o de 5% registrado em 2005. Segundo previsões da Forrester, consultoria especializada no ramo, essa proporção deve chegar a 20% no Natal de 2012. Por isso, não é surpresa que executivos de empresas varejistas americanas estejam apostando no declínio das lojas físicas nos próximos anos. Apesar de esses estabelecimentos ainda controlarem 91% do comércio, estima-se que tal índice baixe para 73% em até cinco anos. E que depois caia ainda mais, para perto de 63%.

Diante desse cenário, as empresas estão tratando de repensar a loja. Uma pesquisa da consultora de tecnologia Cognizant sugere que um bom começo seria corrigir os principais focos de insatisfação dos consumidores: não encontrar na loja os produtos que procuram, grandes filas no caixa e vendedores despreparados. Mas só isso não seria sufi ciente. Um estudo produzido pela consultoria Deloitte revela que é preciso fazer melhorias nos estabelecimentos. A “loja 3.0”, como a equipe da Deloitte batizou esse novo formato, seria principalmente um lugar destinado a proporcionar experiências de compra diferenciadas e interações mais próximas entre clientes e vendedores, contando com novos processos tecnológicos capazes de levar algumas das facilidades do mundo virtual para as instalações de tijolo e cimento.

Entre as saídas encontradas pelos comerciantes americanos estão ainda maior oferta de serviços e investimentos na educação dos clientes, o que significa ensiná-los a usar os produtos para obter melhores resultados. E curadoria, com os funcionários das lojas
fazendo o papel de “guias”, ajudando consumidores a garimpar novidades.  Fazem também parte dessa nova estratégia programas de incentivo e relacionamento, assim como causas sociais de interesse da comunidade. Se considerarmos que no Brasil as vendas on-line estão subindo em ritmobem mais acelerado que os das lojas tradicionais, talvez esse novo modelo também chegue por aqui bem mais cedo do que se imagina.

Por

LUIZ ALBERTO MARINHO É CONSULTOR EM MAR KE TING DE VAREJO.
MANDE SEUS COMENTÁRIOS PARA
O E-MAIL: GOL@TRIP.COM.BR

Fonte:  REVISTA GOL - edição Abri;/2012 - 121 - pg. 148

11mai/120

Fotos intimas caem na internet: saiba como evitar exposicao e reduzir danos

Ana Ikeda*
Do UOL, em São Paulo
Apesar de casos como o da atriz Carolina Dieckmann, que teve fotos íntimas expostas sem sua autorização na internet, serem os que ganham notoriedade na mídia, o problema tem sido cada vez mais comum com pessoas fora do mundo das celebridades. A falta de cuidado com arquivos que contêm informações sensíveis pode acabar custando caro, causando danos irreparáveis, já que é quase impossível retirar totalmente o conteúdo da internet uma vez que ele foi publicado. Veja a seguir algumas dicas de especialistas em segurança consultados pelo UOL Tecnologia para evitar a exposição desses dados.

Privacidade exposta: Isso pode acontecer com qualquer um

A primeira dica é a mais óbvia: evite produzir fotos de si mesmo em situações (para lá) de íntimas. Casos de pessoas famosas (a atriz Scarlett Johansson também foi uma das vítimas mais recentes) indicam que o hábito dos casais em gravarem vídeos e fotos de sua intimidade não é acompanhado do cuidado em manter esses arquivos longe de terceiros. “Isso é cada vez mais recorrente, tanto com famosos como não famosos”, alerta Gisele Arantes, especialista em direito digital e sócia do PPP Advogados.

A maioria dos casos no Brasil que vão parar na Justiça envolve namorados que, ao terminar a relação, publicam na internet fotos e vídeos das namoradas, como forma de vingança. “A sensação de impunidade que as pessoas têm na frente do computador ainda é muito grande, as pessoas acham que estão no anonimato, o que contribui ainda mais para a prática”, diz a advogada.

Cuide dos seus dados online como você cuida da sua carteira, da sua bolsa

Você não tem o costume de deixar sua carteira cheia de dinheiro ou a sua bolsa largada em qualquer lugar sem alguma vigilância. Então por que agir assim em relação aos seus dados na internet? “Cuidar da segurança online deve ser uma rotina. Dois ou três minutos que você perde a mais ajustando uma configuração de privacidade podem economizar alguns meses ou anos de dor de cabeça”, aconselha Wanderson Castilho, especialista em crimes digitais e membro no Conselho da Cyber Defense Education (CDE).

Faça o check-list dos cuidados básicos de segurança

Mesmo que você não saiba muito sobre tecnologia, existem cuidados simples que evitam o acesso fácil aos seus arquivos. Computadores, celulares e tablets possuem a opção de travamento por senha. Você só consegue usá-los depois de digitar uma senha numérica ou alfanumérica (com letras e números; veja aqui como criar uma “forte”).

Outra precaução é manter instalado no dispositivo, inclusive nos smartphones e tablets, um software antivírus. Eles podem detectar e eliminar ameaças comuns que circulam na internet, como vírus e cavalos de troia (trojans).

“Existem programas maliciosos [trojans] são enviados por e-mail como anexo ou estão presente em links. Uma vez instalados no computador, permitem que o cibercriminoso controle remotamente a máquina, capturando os dados que lhe convier”, detalha Patrick Faria, especialista em segurança da informação da Módulo.

Isso inclui, por exemplo, a senha que você digita no banco online e até as imagens que sua webcam faz. Portanto, também vale redobrar a atenção quando for abrir algum link ou anexo enviado por e-mail, mesmo que tenha sido enviado por alguém de sua confiança.

Criptografia: saiba o que é e use

Há uma série de ferramentas que utilizam a criptografia, uma espécie de embaralhamento dos dados digitais, que só podem ser vistos por quem tiver uma senha para reorganizá-los no formato original, para proteger seus arquivos de bisbilhoteiros e gente com más intenções. E isso vale não apenas para “fotos íntimas”: você gostaria que alguém olhasse sua declaração de imposto de renda? Seus comprovantes bancários?

Uma delas, indicada por Castilho, é a  TrueCrypt, gratuita. Ela cria, seja no disco rígido do seu computador ou em um pen drive, uma espécie de “fortaleza digital”. “Quando o usuário transferir arquivos para esse local, os dados são criptografados. Se o computador for para a assistência técnica, por exemplo, os técnicos conseguem ver a pasta, mas não têm acesso aos seus arquivos, pois é necessário digitar uma senha”, explica.

Se não quer usar esses softwares de criptografia, outra opção é apagar os arquivos do disco rígido do computador e deixá-los salvos em um mídia externa (um HD portátil, pendrive, CD). Mas ainda assim, existem softwares que recuperam arquivos deletados, para ter certeza de que eles não seriam pegos, o usuário deveria deletá-los com ferramentas especiais.

Também existem aplicativos que apagam as mensagens e arquivos enviados alguns segundo após a visualização, mas é preciso ter “coragem” para confiar na eficiência deles.

Evite assistências técnicas “genéricas”

A defesa contratada por Carolina Dieckmann não comenta a linha de investigação sobre o vazamento das fotos da atriz nua na internet. Mas, elas supostamente podem ter sido vazadas após o computador pessoal da atriz passar por manutenção na assistência técnica.

Se você é uma pessoa pública ou não, os especialistas fazem coro para alertar: evite levar seu computador, celular ou tablet para conserto em empresas que não são reconhecidas no mercado, que foram indicadas “pelo amigo do amigo do amigo”. “Empresas especializadas vão respeitar a confidencialidade da informação, assinar um termo de responsabilidade junto ao usuário”, diz Castilho.

Já Faria é mais cauteloso em relação ao efeito do termo de responsabilidade firmado com a assistência técnica. “A recomendação é que a pessoa procure uma empresa conhecida e assine o contrato de serviço em que haja a cláusula de confidencialidade. Isso não evita a divulgação, mas dá segurança jurídica ao cliente se ele precisar acionar a empresa”, afirma.

Não confie em redes Wi-Fi públicas

Para quem usa smartphones e tablets, encontrar uma rede de internet sem fio pública é motivo de alegria (e economia do plano de dados 3G). Mas é preciso ter muita cautela ao se conectar ao Wi-Fi aberto.

“Se o usuário não tem uma solução de criptografia, o que é o mais comum, deve evitar o Wi-Fi público. Não dá para saber se por trás dessa rede existem geradores que conseguem ‘ler’ tudo o que é trafegado naquele ponto de acesso”, avisa Patrick Faria, especialista em segurança da informação da Módulo. Dessa forma, se alguma informação sensível for enviada pelo Wi-Fi público, pode ser capturada e reproduzida.

Minhas fotos, vídeos ou dados foram parar na internet. E agora?

O primeiro passo, indica a advogada Gisele Arantes, é tentar remover esse conteúdo da internet, procurando os provedores (como, por exemplo, sites de busca). “Você, por meio de um advogado, notifica os provedores. A partir dessa notificação, eles também passam a ser responsáveis pela divulgação daquele material, você avisou a empresa que alguém está usando o serviço dela para cometer ilícitos.”

Segundo Gisele, também é possível procurar uma delegacia especializada em crimes digitais, além de entrar com uma ação para que sejam revelados os registros eletrônicos que identificam as pessoas responsáveis pela divulgação do material na internet.

Para isso, lembra Faria, é preciso preservar a prova, principalmente se o conteúdo “vazou” de um dispositivo pessoal. “Evite mexer no computador porque isso pode prejudicar a investigação forense, com a perda da prova do acesso.”

Após isso, a vítima deve buscar a reparação de danos, que pode ocorrer tanto na esfera cível como na criminal, dependendo do caso. “No caso da atriz, por exemplo, houve a tentativa de extorsão, que terá punição na esfera criminal. Mas nem sempre isso ocorre. Existem casos em que o namorado divulga imagens da namorada, que tem punição na esfera cível”, diz.

“Dificilmente você vai conseguir eliminar o conteúdo totalmente da internet, mas pelo menos dos sites mais acessados vai conseguir”, avisa Gisele, que revela ainda que a indenização conseguida por algumas vítimas é alta – em casos recentes, os ex-namorados tiveram de indenizar em R$ 50 mil e R$ 10 mil as parceiras que tiveram fotos íntimas publicadas na internet sem autorização.

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/05/10/caso-carolina-dieckmann-exposicao-de-fotos-intimas-e-comum-saiba-como-evitar.jhtm

*Com colaboração de Camila de Lira

7mai/120

Gerando Demanda em Manaus

7mai/120

Gerando Demanda em Belem

 

7mai/120

Qual e a cultura da sua loja?

*Por Harry J. Friedman

Quando você entra em uma loja qualquer, em qualquer lugar, a qualquer hora, por apenas alguns minutos, geralmente é capaz de perceber das seguintes maneiras a cultura de serviços da empresa:

• Os vendedores parecem ter sido contratados para ignorar você;

• Os vendedores ajudarão somente se requisitados;

• Os vendedores são insistentes e excessivamente efusivos quando avistam você e sua carteira;

• Os vendedores são profissionais habilidosos e fazem da compra uma experiência prazerosa.

Certamente existem mais categorias que podem ser identificadas nas operações de varejo, ou como discutiremos neste artigo, “culturas”. Cada loja tem sua própria cultura. Mas existe uma pergunta a ser feita:

A visão que seu cliente tem da cultura de sua loja é a que você quer que ele tenha?

Uma grande rede de varejo na Costa Oeste dos EUA cria a mesma impressão em todos os que compram em suas lojas. Não importa a quem se pergunte ou a qual filial nos referimos, a resposta sempre é: “Esta empresa tem o melhor atendimento ao cliente. É um lugar agradável para fazer compras e o nível de serviço ao cliente é sempre excelente.”

Por atuar na área de consultoria de varejo, frequentemente sou perguntado como essa rede varejista consegue isso. Também ouço comentários do tipo: “Eles devem gastar uma fortuna em treinamento.” Entretanto, depois de fazer uma pesquisa, descobri que essa empresa não dá um treinamento substancial aos seus funcionários, nem na área de atendimento ao cliente, nem treinamento de vendas. Então, como conquistaram esse tipo de cultura de serviço nas suas lojas? A resposta tem duas partes.

Primeiro, existe um sistema de remuneração que incentiva as vendas, e a gerência monitora as métricas de desempenho de seu pessoal. Certamente, esta é uma razão, mas não a única para explicar a origem desta cultura de atendimento de qualidade superior, com pouco ou quase nenhum treinamento formal.

Isso acontece desde o processo de seleção. Os candidatos respondem a três perguntas:

1. A primeira pergunta é: “Por qual razão você acha que nossa empresa é mais conhecida?” A resposta é sempre:“Excelente atendimento ao cliente.” É garantido. Qualquer um que conheça essa empresa sabe que isso é verdade;

2. Depois é perguntado: “O que você acha que significa atendimento ao cliente?” A resposta é simples. As pessoas não precisam de treinamento para saber o que é atendimento ao cliente. Tudo o que precisa é ser, você mesmo, um cliente. Uma resposta típica é: “Fazer todo o possível para que o cliente se sinta completamente satisfeito”;

3. A terceira pergunta é: “A que clientes você daria esse tipo de atendimento?” Naturalmente, os candidatos respondem: “A todo e qualquer cliente”;

4. Finalmente, o entrevistador reconhece que a visão do candidato condiz com a da empresa e diz algo do gênero: “Você está contratado. No momento em que você não der a todo e qualquer cliente um ótimo atendimento, não trabalhará mais aqui. Você entendeu?” O candidato diz: “Sim” e começa a trabalhar.

Agora a loja carrega o fardo de acompanhar o desempenho de seus funcionários e, consequentemente, demitir aqueles que não mantenham o padrão excelente de atendimento ao cliente. O fato é que esse acompanhamento funcionava no início, quando a cultura da empresa estava sendo fundada, mas não funciona mais.

Hoje, essa rede de lojas tem poucos casos disciplinares, relacionados ao atendimento ao cliente, que resultam em demissão. Não é mais necessário. A própria cultura da empresa se perpetua e cuida dos casos fora do padrão.

Primeiramente, a maioria das pessoas nem se candidata se não estiver disposta a fornecer o tipo de atendimento ao qual está acostumada a receber na loja. Em segundo lugar, como todos que trabalham na empresa se comportam da mesma forma, se um colaborador não veste a camisa, logo é visto de maneira negativa por seus colegas de trabalho. A responsabilidade pelo padrão de atendimento ao cliente é mantida, de certa forma, pelos próprios vendedores.

Construindo sistemas que durem, mesmo que seu pessoal não

Essa rede de varejo é o exemplo perfeito de uma empresa que cria um sistema no qual novas pessoas podem ser inseridas, independente da manutenção ou não da equipe atual. As pessoas vão embora e você tem que começar de novo, mas os sistemas não, nunca. Os sistemas são a espinha dorsal da maioria das organizações de varejo bem sucedidas. Essa loja tem um sistema que inclui altos padrões de atendimento ao cliente. Quando um funcionário a deixa e é substituído, o novo funcionário deve ajustar-se aos padrões estabelecidos pela empresa. Ela simplesmente insere as pessoas no sistema.

Em contraste, outra grande varejista tem um sistema de autoatendimento, mas uma política de trocas e devoluções bem consistente e liberal. Os clientes não esperam receber atendimento na loja, mas sabem que se tiverem qualquer problema com um produto serão atendidos prontamente. Essa é a cultura em particular que a empresa escolheu e construiu. Uma cultura reconhecida e identificada pelo cliente como sendo daquela empresa, como era a intenção.

Mensagens culturais confusas

Em algumas lojas, entretanto, os clientes recebem mensagens confusas. Por exemplo, você já esteve em alguma loja e recebeu um atendimento adequado ou excelente, mas quando voltou para devolver algo, descobriu que a política de trocas era desprezível? Ou uma empresa que é gerenciada pelo proprietário ou por um gerente muito responsável, que dá seu toque pessoal aos negócios, mas se você é atendido por outra pessoa, tem problemas?

Esses são exemplos perfeitos de mensagens confusas que são dirigidas aos clientes. Se você fizer uma pesquisa na porta dessas lojas, que não tem uma cultura definida, terá uma infinidade de respostas. Em alguns casos, os clientes, provavelmente, nem conseguirão pensar em qualquer coisa específica para dizer, pois a loja não causou nenhuma impressão neles.

Recentemente, depois de visitar sete lojas de um cliente, para o qual estava prestando consultoria, isso ficou evidente pra mim. Enquanto entrava na loja, toda a equipe parecia indolente, entediada e indiferente ao cliente. Ao contrário, outra loja que visitei, pouco tempo depois, estava cheia de alegria, rostos sorridentes e uma preocupação genuína com o cliente. Senti isso imediatamente, não só por parte dos vendedores, como também dos clientes que estavam na loja. Todos pareciam estar se divertindo.

Quando me reuni com ambos os gerentes no dia seguinte (nenhum deles estava na loja quando estive lá), foi fácil distinguir quem era o responsável por cada uma delas. O proprietário não tinha ideia das extremadas diferenças entre as duas lojas, até que eu lhe chamei a atenção.

E sua empresa? Dê uma olhada na cultura que está imperando na sua loja atualmente. Esse é o tipo de cultura que você planejou? Foi um acidente ou foi construída? Se você não está contente com o que vê, está na hora de mudar. Decida qual imagem você quer passar para seus clientes e comprometa-se hoje a fazer isso acontecer.

*Harry J. Friedman é um aclamado consultor internacional especializado em vendas e gestão no Varejo. Ex-proprietário de uma bem-sucedida rede de lojas, fundador e presidente do The Friedman Group, autor e treinador de mais de 500 mil varejistas, ele criou o sistema de vendas e gerência no Varejo mais utilizado no mundo.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/482-qual-e-a-cultura-da-sua-loja

Categorias: Vendas Sem Comentários
3mai/120

Voce esta sobrecarregado?

Sua vida está no limite? Cheio de tarefas para fazer e pouco tempo? Nada de esporte, tempo para você, tempo para os amigos? Anda sempre cansado e não tem disposição para fazer nada de útil?

Se você está assim você não é o único, muita gente está vivendo sem equilíbrio. É mais comum do que você imagina. Muita gente vive ocupada, nunca tem tempo para nada, mas essa não é a questão. O que temos que nos perguntar é se estamos ocupados com as coisas que realmente deveríamos estar.

Já parou para pensar que na maior parte dos casos estamos sobrecarregados porque simplesmente aceitamos essa situação em algum momento? Muita gente gosta de estar assim, dá status, dá poder, dá automotivação. A questão é até quando.

A verdade é que não é “chique” viver sem agenda pra nada, sair do escritório todos os dias muito tarde, não ter final de semana, não fazer esporte, não se divertir. Na verdade é bem triste o que você pode estar fazendo da sua vida.

Acorda! Se você enfartar hoje de estresse por causa da sua rotina, todo mundo vai chorar e a vida vai continuar. Ninguém é insubstituível. Ou você pega leva com você ou a vida vai pegar pesado por você!

Estamos quase no meio do ano, eu costumo recomendar uma pausa estratégica nesse período para “revisar os objetivos anuais, o equilíbrio, os resultados obtidos”. Analise como foram seus meses até aqui e veja se quer repetir esse padrão.

Sempre é possível dizer um não, limitar seus horários, delegar mais, aprender técnicas modernas de gestão do tempo, usar melhor seu e-mail, permitir ao time tomar decisões, mudar de emprego, começar um esporte, etc. Você que manda na sua vida, não é?

As pessoas não fazem o que deveriam fazer e por isso perdem seu equilíbrio, que por consequência leva a perda do seu resultado mais cedo ou mais tarde!

Para pensar!

Fonte : http://blog.maistempo.com.br/2012/05/02/voc-est-sobrecarregado/