BLOG GERANDO DEMANDA
24ago/120

A importancia da Tecnologia da Informacao e sua aplicacao nas empresas

A TI hoje é um instrumento imprescindível para a expansão dos negócios. Isto ficou muito claro quando as empresas passaram a dobrar ou triplicar seu faturamento logo depois de implantar sistemas informatizados.

Muitos investimentos em TI possibilitam oportunidades de negócios, em três vertentes principais:

  • INOVAÇÃO EM PRODUTOS E SERVIÇOS, que permitem às empresas lançarem-se à frente da concorrência, com novidades revolucionárias estabelecendo  novos padrões e muitas vezes abrindo significativa dianteira em relação a seus competidores, inclusive pela redução do tempo que se leva da concepção ao efetivo lançamento de um novo produto.
  • VANTAGENS DE DIFERENCIAÇÃO OU DE CUSTO, que lhes permitem consolidar sua participação nos mercados em que atuam.
  • MERCADOS (ESCOPO E NICHO) que viabilizam, para a empresa, a possibilidade de atuação junto a clientes que até então não podiam ser atendidos, fosse por uma questão geográfica, fosse pela dificuldade de atendimento específico e segmentado a determinado tipo de mercado.

Há uma infinidade de modelos conceituais para se entender a questão da estratégia tecnológica, mas há um particularmente útil e de fácil entendimento. Trata-se de classificar a POSTURA da organização frente a inovações tecnológicas, identificando-se quatro possíveis atitudes:

1 – LÍDER: neste caso, a organização assume, conscientemente, que correrá os riscos inerentes ao pioneirismo, apostando nos benefícios que poderá auferir ao se consolidar antes da concorrência.

2 – SEGUIDOR RÁPIDO: Esta postura é uma opção menos arriscada. Na prática, o que se faz é ficar muito atento ao que os concorrentes mais dinâmicos do mercado fazem, aprender com seus erros e lançar produtos e serviços inovadores antes da maioria dos concorrentes.

3 – SEGUIDOR LENTO: Trata-se de uma opção de menor risco. A ideia básica consiste em seguir a média do mercado, beneficiando-se não só do amadurecimento das tecnologias como também de seu menor custo.

4 – SEGUIDOR TARDIO: Aquele que por último adota as novidades tecnológicas. Esta postura normalmente se observa apenas nos setores menos dinâmicos e menos organizados da economia.

É preciso enfatizar que nenhuma das posturas acima é intrinsecamente boa ou ruim, depende de vários motivos e aspectos. Uma empresa pode ser um seguidor líder em alguns setores e ser seguidor lento em outros, porém com opções conscientes, fruto de profunda análise dos negócios, sua estratégia e seus fatores de sucesso.

Como acompanhar e manter-se informado sobre as tendências e evolução da TI, e conhecer o que existe e o que está surgindo, para não ficarmos obsoletos e investir com garantia?

Como saber se estamos utilizando a tecnologia certa ou errada.?

Um exemplo de tecnologia errada é aquela em que, independente da atividade, porte ou situação, não ter perspectiva de evolução no mercado.

Os investimentos em TI são altos e temos que acompanhar as tendências, conhecer, manter-se informado em âmbito local ou em termos mundiais.

O acompanhamento das tendências é crítico para os negócios, uma vez que erros de estratégia tecnológica costumam ser difíceis de reverter e em geral custam caro em termos de investimento realizado.

As feiras de negócios são excelentes para mostrar a tecnologia aplicada, coisa diferente do que se vê nas feiras técnicas e pode-se observar dois aspectos importantes: soluções que impactam os aspectos operacionais e táticos dos negócios e as aplicações voltadas para o contexto estratégico.

A tecnologia aplicada não deve ser decidida pela área de TI. Isto é estratégia dos negócios e deve ser decidido pelas áreas de negócios, marketing, comunicação, etc. Os gestores de negócios têm que se envolver com TI, para que as decisões das aplicações não sejam apenas comprometidas com preciosismo tecnológico e pouco alinhamento com as estratégias dos negócios das empresas.

Os profissionais de TI devem decidir questões de infra-estrutura técnica (servidor, rede, etc) e a TI aplicada (impactos no negócio) tem de ser decisão dos executivos que devem saber e estudar o que a TI pode fazer pela sua empresa.

 

Wanira Salles

Gerente de Negócios da Feira Office PaperBrasil Escolar

Maiores informações acesse: http://www.officepaperescolar.com.br/2012/index.asp

 

 

 

 

fonte: http://www.officepaperescolar.com.br/blog/

 

 

 

20ago/120

Como vencer a concorrencia com as lojas virtuais?

Varejistas de “tijolo e concreto” precisam aderir ao comércio multicanal e oferecer uma experiência na loja tão atraente quanto às vantagens de preço encontradas na internet


*Por Daniel Couto

Os smartphones revolucionaram os hábitos e a experiência de consumo até mesmo em estágios anteriores à compra. Hoje, com um aparelho em mãos se tornou muito mais fácil pesquisar e comparar preços e informações sobre produtos, inclusive quando o consumidor está em uma loja física, influenciando diretamente sobre a decisão da compra. Dentre as inúmeras inovações trazidas pela mobilidade, aplicativos como Amazon Price Check, lançado no final de 2010, mexeram com a estabilidade dos varejistas, que se viram diante do desafio de elaborar estratégias capazes de agregar maior valor à experiência de consumo de seus clientes. O que os profissionais de varejo precisam saber é que eles estão em vantagem nessa disputa.

Para se tornarem mais competitivos em relação a esses aplicativos e superar a prática do “showrooming” – quando o comprador vai até a loja conferir o produto pessoalmente e, depois, o adquire de um concorrente online por um preço bem menor – os varejistas de “tijolo e concreto” precisam aderir definitivamente ao comércio multicanal e oferecer uma experiência no interior da loja que seja tão atraente quanto às vantagens de preço encontradas na internet. Mudar a abordagem de “nós vendemos para o cliente” para “somos parceiros do cliente para resolver seus problemas e satisfazer suas necessidades” é imprescindível na tentativa de promover o compartilhamento de informações e integrar a experiência de compra online/offline. Ao invés de ser encarado como um rival, o comércio online e multicanal pode ser o principal aliado dos varejistas para alcançar e conduzir experiências positivas com os clientes – e vendas – fortalecendo ainda mais os negócios.

Construir uma experiência multicanal no varejo consiste em oferecer ao consumidor uma interação convincente e consistente através dos múltiplos canais, criando um ambiente em que os clientes podem pesquisar e trocar informações sobre produtos e serviços em um canal e realizar a compra em outro. Isso incentiva o consumidor a interagir com o varejista – independente do canal escolhido – ao invés de dirigi-lo a outro.

Dessa maneira, os smartphones podem proporcionar maiores oportunidades para lojistas físicos do que para os virtuais. Se esses varejistas souberem agregar maior valor às experiências de consumo, seja enviando ofertas personalizadas aos clientes via smartphones enquanto eles caminham pelos corredores dos shoppings ou fornecendo um aplicativo capaz de informar onde é o local mais próximo para se comprar determinado produto acompanhado de um cupom de descontos, poderão colocar de lado a vantagem de preço oferecido pelo e-commerce. Além dessas estratégias, os varejistas também podem oferecer outras opções de atendimento multicanal, tais como comprar online/pegar na loja, o que torna ainda mais fácil os consumidores obterem o que querem, como querem, quando querem e onde querem.

Se até a Amazon está planejando abrir lojas de varejo, é porque eles também reconhecem o valor de um modelo multicanal eficaz, no qual os consumidores podem desfrutar de uma experiência no interior da loja física que resulta no impacto sobre a decisão de compra e sobre a percepção total do negócio. Varejistas de “tijolo e concreto” estão à frente das lojas online, mas para continuarem em vantagem devem oferecer uma experiência de compra multicanal que realmente atenda – e, talvez, até de maneira superior – às necessidades e expectativas dos clientes.

*Daniel Couto é diretor-geral de operações da hybris para a América do Sul

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios/marketing/972-como-vencer-a-concorrencia-com-as-lojas-virtuais

16ago/120

Aprenda cinco licoes com a Olimpíada para conquistar medalha de ouro no trabalho

Não são apenas os atletas que, em suas vitórias ou derrotas, tiram lições das Olimpíadas. O que se passa nos jogos pode também ser aplicado em outro ambiente igualmente competitivo – o empresarial.

Os paralelos traçados entre o mundo dos esportes e a vida corporativa costumam embasar palestras e cursos ministrados por nomes como Bernardinho, do vôlei. Há lógica nesse tipo de relação: conceitos como os de liderança, planejamento estratégico e trabalho em equipe são a razão do sucesso tanto em quadras, campos e tatames como em salas de escritório.

A medalha de ouro do ginasta brasileiro Arthur Zanetti é um bom exemplo de como a busca constante de novas competências, aliada ao equilíbrio mental, leva aos melhores resultados. O próprio Zanetti creditou seu lugar mais alto no pódio a estratégia e concentração.

Após conquistar, no ano passado, a medalha de prata na categoria argolas masculino do Campeonato Mundial de Ginástica Artística, o ginasta e seu técnico, Marcos Goto, optaram por treinar séries de movimentos mais complexas e trabalhar o aspecto psicológico para suportar bem a pressão nas Olimpíadas. Resultado: vitória em Londres.

Para o funcionário de uma empresa, a medalha de ouro pode equivaler a uma promoção ou a um aumento salarial. E atingir esses objetivos também requer preparo e determinação.

"Às vezes o profissional se pergunta por que não foi promovido e se esquece de avaliar se realmente deu o seu melhor para tanto. É preciso superar-se, ir atrás de novidades todos os dias”, observa Cezar Tegon, diretor de novos produtos e serviços da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) – Nacional. Para ele, o que garante o emprego não é o conhecimento técnico, e sim o comportamento de buscar o novo constantemente.

 Pé no chão

A renovação inclui o aprendizado com as perdas e a análise frequente de oportunidades e ameaças. Essas características estão atreladas à persistência para alcançar metas, o que às vezes implica “acreditar quando ninguém mais acredita”, determina Tegon.

Foi algo próximo disso o que se percebeu na vitória do nadador francês Laure Manaudou nos 50 metros livre. Ele chegou a Londres pouco cotado, mas convicto de que poderia conseguir uma medalha.

A crença na própria capacidade, porém, não pode ser ilusória. Conhecer os seus limites é importante para não se frustrar e não frustrar o outro – seja ele o chefe, a empresa, o técnico ou a torcida do Brasil. “As pessoas não falam ‘Eu não consigo’, querem ser super-heróis. E sempre veem problemas e deficiências nos outros, e não em si mesmas”,  afirma o consultor da ABRH.

E não raro elas são treinadas nas companhias para que corrijam seus pontos fracos – e não para intensificarem seus pontos fortes, o que é um erro, segundo Tegon.

“Em uma comparação com a Fórmula 1, quando você já viu o Michael Schumacher ser treinado para trocar pneu? Ele treina para dirigir. As pessoas brilham quando estão focadas em suas aptidões. As empresas, ao contrário, buscam as fraquezas de todo mundo para trabalhá-las, querem planificar os funcionários para que façam melhor o que fazem mal”, diz.

Para alcançar a vitória na carreira

Mantenha o foco no que gosta de fazer

Muitos atletas começam a treinar ainda na infância. As pessoas em geral, porém, nem sempre têm uma convicção tão precoce do trabalho que gostariam de desempenhar. O importante, no caso, é identificar, ainda que não tão cedo, o tipo atividade que realmente o motiva. É nele que deve investir para construir uma carreira de sucesso.

Saiba trabalhar em equipe

Mesmo nos esportes individuais, a habilidade em se relacionar é imprescindível para chegar ao pódio – haja vista, por exemplo, a necessidade de o atleta estar em sintonia com seu técnico. Nos esportes coletivos, a exigência de saber interagir com os colegas de profissão é ainda mais evidente. Essa premissa vale ainda para os contatos com membros de outras equipes, uma vez que conhecer e eventualmente incorporar seus métodos também é uma forma de se aprimorar.

Mente sã, competência em ação

Tanto nas Olimpíadas como nas empresas, o controle emocional é tão importante quanto o desenvolvimento de competências; é preciso saber lidar com a pressão e as frustrações constantes nesses ambientes. Recuperar-se rapidamente de um baque e tirar lições das derrotas são características fundamentais para se sobressair nas competições esportivas e nas corporativas.

Jamais se acomode

Atingir um determinado patamar e achar que ali está à prova de adversários – e de adversidades – é o primeiro passo para a queda. É necessário buscar novos desafios, pois sempre haverá alguém disposto a tomar essa posição. Recordista e bicampeão mundial dos 50 metros livres, o nadador César Cielo talvez não imaginasse que fosse superado por um francês que chegou a Londres pouco cotado.

Conheça seus limites

Por mais que você confie no próprio taco, não dá para ser bom em tudo. Aceite que determinadas habilidades não fazem parte de seu DNA, ou acabará frustrando a si mesmo e aos que o rodeiam. Em vez de tentar ser o melhor em provas que exigem competências que não tem, priorize o desenvolvimento de seus pontos fortes.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2012/08/10/aprenda-cinco-licoes-com-a-olimpiada-para-conquistar-medalha-de-ouro-no-trabalho.jhtm

14ago/120

Lounge do Conhecimento na Office Paper

13ago/121

O que e mais importante…

Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim. O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.

Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.

Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: "Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golfe são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo etc...

A areia representa todas as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golfe e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.

Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito.

Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golfe em primeiro lugar. O resto é apenas areia". Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: "que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo".

News Motivacional Prof. Menegatti 337/2012

Acesse http://menegatti.srv.br/newsatual/

10ago/120

Todos os funcionarios podem ser vendedores

Quantas pessoas têm em sua empresa? 20, 30, 40, 100 pessoas? O que elas fazem? Cada um tem o seu papel bem definido? Ótimo, sua empresa está bem estruturada! Parabéns! Já é um bom começo.

Mas a locomotiva que move a empresa para frente é a área de vendas. Dependendo do quanto ela pedalar, sua empresa cresce mais ou menos. Os demais departamentos dependem disso. Agora, imagina se você tivesse o apoio de todos para melhorar a área de vendas…

Toda a empresa tem que vender. Todos pedalam.

A cada contato com o cliente dentro do ciclo de relacionamento com sua empresa há uma oportunidade de novas vendas. Esse contato pode ser feito pelo marketing, pela manutenção, pelo SAC, etc. E se as pessoas não estiverem preparadas elas vão deixar passar esse momento, ou pior, nem vão perceber que a oportunidade ocorreu.

E também não adianta a pessoa da área de serviços trazer a notícia de uma oportunidade que ele identificou no cliente para a área de vendas simplesmente. Ele deve ter a capacidade de QUALIFICAR esse cliente e DESPERTAR seu senso de urgência. Deve conhecer bem os produtos e serviços de sua empresa e quais perguntas deve fazer para gerar o interesse do cliente por sua companhia.

Ao invés de ter uma área de vendas com 5 vendedores, você terá uma empresa com 100 vendedores! Todos vão farejar as situações nos clientes para trazer oportunidades para a empresa de uma forma já qualificada. E a imagem do seu negócio ficará bacana junto ao cliente: você está sendo pró-ativo e sugerindo melhorias. Consequentemente, estará vendendo!

Como fazer isso? Missão-Visão-Valores? Isso não funciona. Você até pode colocar no mural para as visitas olharem e acharem que sua empresa é organizada, mas só para isso serve. Se você quiser realmente que funcione, você deverá trazer o pessoal para perto dessa missão e visão. Os sócios diretores da empresa devem dar o exemplo dos valores em seu comportamento no dia a dia.

Todos deverão saber para o que serve o seu produto e serviço, os benefícios, que problemas eles resolvem para os clientes. Se tiver a oportunidade, vale até colocar algumas pessoas para um estágio temporário na área de vendas.

Desperte o vendedor que há em cada um dos colaboradores e veja o que vai acontecer. E deixe bem claro: todos vendem, é uma lei! Não tem missão, visão ou valor mais importante no mundo dos negócios.

*Leandro C. Lopes é diretor da L3CRM, empresa especializada em Consultoria, Treinamento e Gestão de Relacionamento com Cliente.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/837-todos-os-funcionarios-podem-ser-vendedores

8ago/120

A influencia da ansiedade no mundo corporativo

Metas, cobrancas e expectativas no mundo corporativo, sao fatores que incidem diretamente no psicologico das pessoas, bem como na ansiedade dos profissionais. Conhecer o que causa este sentimento é um trabalho de autoconhecimento e paciencia, aprender a lidar com a ansiedade e um exercicio diario de administração de caracteristicas pessoais e, também, um convite para aplicacao da tolerancia no mundo corporativo.

 

 

Somos cobrados constantemente, por metas e ideias que possam melhorar um departamento ou, até mesmo, o negócio da empresa. Para os mais jovens domar o imediatismo é uma das metas a serem vencidas, pois, eles não possuem a paciência necessária para passar pelas fases e exigências que as empresas estipulam para alcançar cargos e salários mais altos.

A ansiedade é um quadro de excitação psíquica, desencadeada por uma ameaça configurada pela mente, os sintomas são a pressa, a tensão, desconforto físico, aceleração da mente e predomínio de ideias negativas. Para o Dr. Issac Efraim, médico psiquiatra e especialista em ansiedade, “o esgotamento é a consequência do quadro de ansiedade crônica, repetidos quadros de ansiedade aguda ou, até mesmo, Síndrome do Pânico, em que o sintoma principal é a falta de energia física e psíquica”, explica.

No mundo corporativo este é um quadro recorrente e de alta incidência (acima dos 30%), e é o principal diagnóstico dos executivos no consultório, junto com o diagnóstico de depressão. O excesso de estímulos e de pressão, a necessidade de obter resultados, medo da perda do emprego, situação financeira difícil, situação econômica do país complicada, acirramento de competição entre empresas e, principalmente, dentro da organização em que atua, são os principais motivos para o aumento da ansiedade.

As conseqüências em seu nível disfuncional diminuem a produtividade, tira a clareza, impossibilita visão estratégica, diminui o ritmo de resultados positivos, embora, acelere a pessoa, causa doenças psicossomáticas como infarto e hipertensão e, também, aumenta o stress.

Para reverter o quadro de ansiedade e não deixá-la tomar conta da situação é necessário uma mudança de pensamento, segundo Cecília Camargo Rosárioconsultora da Atitude Desenvolvimento Empresarial, “a ansiedade nada mais é do que um sistema de defesa do nosso corpo, se pensarmos em um determinado assunto de forma positiva, é possível evitá-la”.

Como a inquietação está associada ao futuro, definir um plano de trabalho com metas possíveis, que atendam a necessidade tanto do profissional, quanto da corporação, podem levar a uma diminuição de ansiedade do colaborador. Duas dicas fundamentais para mudar este quadro, segundo Rosário, são “após construir uma visão positiva da situação, estabeleça seus limites e não faça comparações com outras pessoas”.

Como administrar a ansiedade

O ser humano está acostumado à comparação, e hoje, devido à alta tecnologia  e ao padrão estabelecido pelas redes sociais e pelos meios de comunicação, faz com que se comparem diariamente com pessoas bem sucedidas profissionalmente, e até mesmo na vida pessoal.

Administrar a ansiedade torna-se palpável e é um grande diferencial para quem almeja conquistas no mercado de trabalho, segundo Fernando Elias José, psicólogo e mestre em cognição humana pela PUC RS e especialista em terapia cognitivo-comportamental, “a maneira mais eficaz de preparar-se é administrar as características pessoais, reavaliar conceitos e conscientizar-se de suas necessidades, buscando desenvolver virtudes e competências individuais para lidar com o todo”. A empresa que perceber seus colaboradores poderá oferecer a eles a oportunidade de auto-desenvolvimento que fará grande diferença no mercado, assim como, o profissional empenhado em desenvolver seu potencial junto à empresa.

Os profissionais precisam desenvolver suas habilidades nas relações humanas, pois no decorrer da vida e principalmente no ambiente corporativo e no mercado de trabalho, em que existem muitas pressões e concorrência envolvidas, existirão situações que causarão ansiedade e os tirarão da zona de conforto, mas que, ao encará-las como desafios, certamente terão melhores condições de superá-las. As empresas, por sua vez, devem respeitar as diferenças e aprender a comunicar-se criteriosamente com cada indivíduo, obtendo, desta forma, o melhor resultado, tanto para o funcionário, quanto para a organização.

Fonte: A influência da ansiedade no mundo corporativo | Portal Carreira & Sucesso

6ago/120

Tres Dicas para voce negociar melhor….

1 - Concentre-se na oportunidade: Uma série interessante de estudos experimentais sugere que os negociadores, que se concentram no que esperam alcançar antes da negociação, se saem melhor em negociações de preço do que aqueles que se concentram no que querem evitar. Os que escreveram sobre o que pretendiam alcançar se saíram muito melhor do que os que escreveram sobre os erros que estavam tentando evitar.

2 - Sua apresentação deve vencer o filtro cultural: Para chegar ao fechamento da venda, você deve "beijar, cumprimentar ou apertar as mãos?”. A cultura é muito importante em uma negociação. Você e seu cliente podem possuir perspectivas culturais muito diferentes em relação ao objetivo da negociação, à comunicação e aos comportamentos. Um silêncio prolongado significa respeito, surpresa ou uma tática para que o outro lado fale alguma coisa? Quando a sua negociação atravessa fronteiras culturais ou passa por outras divisas, um foco na cultura pode ajudar na criação e na exigência de valor.

3 - Aprenda as palavras exatas: Faça isso inicialmente e, em seguida, deixe que a adaptação ocorra naturalmente. Eis as palavras: "Como o senhor sabe, Henry Ford foi um dos maiores executivos que o mundo já teve. Todas as vezes que Ford se via numa situação como esta em que o senhor se encontra hoje, ele se sentia muito como o senhor se sente. Se era a coisa certa, ele queria ter certeza e a fazia. Se era a errada, queria também ter certeza, e a evitava. Não é mais ou menos assim que o senhor se sente, também? “Eis o que o Ford costumava fazer. Pegava uma folha de papel comum e traçava no meio dela uma linha vertical. No lado esquerdo escrevia sim e, sob essa palavra, listava todas as razões favoráveis à decisão. No lado direito, sob o não, relacionava todas as razões contrárias”. Quand o usar essa técnica a coluna do SIM dever ser sempre maior do que a do NÃO.

Fonte: News Motivacional [nº: 336/2012] Prof. Menegatti - Acesse http://menegatti.srv.br

Categorias: Vendas Sem Comentários
3ago/120

Pesquisa mostra perfil do pequeno varejista brasileiro

Mais de 70% dos comerciantes usaram recurso próprio para abrir negócio e mais da metade pretende ampliar a loja


Agência Brasil

Um levantamento apontou que 77% dos empresários de pequeno e médio porte do varejo usaram recursos próprios para abrir o negócio. Do restante, 9% pediram dinheiro emprestado a parentes, 7% recorreram a financiamentos bancários e 7% disseram ter utilizado recursos de terceiros, empréstimos financeiros e outros.

Os dados fazem parte da pesquisa inédita Retrato do Empreendedor do Varejo, encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). O varejo consiste na venda de produtos ou serviços em pequenas quantidades direto ao consumidor.

De acordo com a consulta, 53% dos entrevistados pretendem investir no negócio, como ampliação na loja, compra de equipamentos ou contratação de pessoal. A aplicação de recursos leva em conta que 57% dos empresários descartam aumento da inadimplência no setor.

A pesquisa constatou que 40% dos donos de negócios já trabalhavam no setor do varejo antes. Apenas 34% nunca haviam atuado no ramo e os 26% restantes deram continuidade aos negócios de família.

De acordo com o presidente do Comércio Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro, o levantamento é para conhecer o perfil do empresário varejista. “Ainda não temos políticas públicas direcionadas para o desenvolvimento do varejo, muito porque não conhecemos esse perfil”, disse.

Segundo o estudo, o perfil do varejista é “homem de 42 anos, com ensino médio, que já trabalhou no varejo, tem faturamento bruto médio de R$ 60 mil por mês, empresa familiar e não usou financiamento bancário na hora de abrir o próprio negócio”.

Pelizzaro ressaltou que a política de redução de juros e de acesso ao crédito “ainda não alcançou” o sistema financeiro nacional. “A ideia é mostrar quais as necessidades do varejo, para que o banco customize linhas de créditos específicas e diferenciais. O varejo precisa de linha de crédito diferenciada durante o ano, porque eles trabalham com segmentos e datas específicas”, explicou.

Entre os receios dos varejistas, está a carga tributária que preocupa 47% dos empresários. A falta de mão de obra qualificada, os juros altos, o endividamento das famílias e o desemprego também foram citados como dificuldades de se tornar empreendedor do varejo no Brasil.

O levantamento foi feito em junho com varejistas em todas as capitais do país.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/credito-e-financas/873-pesquisa-mostra-perfil-do-pequeno-varejista-brasileiro

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