BLOG GERANDO DEMANDA
27set/120

Impulsionador de vendas: Facebook vira grande aliado das papelarias

Sem gastar, Papel Fantasia ganha seguidores e conquista consumidor com vídeos e ações promocionais. Veja dicas


Por Jaqueline Santos

O Brasil está entre os 10 países que mais acessam as redes sociais. Somente o Facebook, a rede com mais adeptos por aqui, conta com mais de 56 milhões de usuários, de acordo com o estudo da Experian Hitwise. De olho neste crescimento e alcance, muitas papelarias têm utilizado esta ferramenta como uma verdadeira aliada.


Mais do que números, Roberto Georges, proprietário da Papelaria Papel Fantasia, de São Paulo, viu na rede social um meio para a divulgação do seu mix de produtos. “Decidi criar uma Fan Page em 2011 para mostrar os nossos produtos e conseguir atingir o público alvo sem gerar custo para a loja. Hoje temos quase 3 mil seguidores”, afirma.

Desde que entrou na era digital, a Papel Fantasia posta vídeos, fotos e realiza sorteios de produtos. “Eu faço todas as ações no Facebook, e através dos posts e dos vídeos consigo mostrar para o meu público o que tenho de novo na loja e também as características dos produtos sem gastar nada”, explica Georges.

Dos diversos vídeos postados por Georges, alguns destacam-se pela originalidade com que ele apresenta os produtos. No vídeo abaixo, o proprietário da Papel Fantasia mostra os detalhes e diferenciais das agendas do Pequeno Príncipe, em um cenário repleto de flores. Mais de 600 pessoas “curtiram” este post.

O poder dos sorteios

Os sorteios são as ações que mais geram “curti” e engajamento - participação e envolvimento de determinado perfil ou grupo de pessoas em relação a um tema ou assunto. Atualmente, mais de 139 marcas possuem mais de 1 milhão de usuários, conquistados por meio de atividades promocionais.

A eficiência da ação promocional também é comprovada pela Papel Fantasia. Com uma campanha do Pequeno Príncipe, personagem que está de volta aos holofotes devido ao desenho em versão 3D transmitido no Discovery Kids, a página da papelaria conquistou mil novos “curti” nos últimos dez dias. “Sortear itens dá muito certo. Esta ação do Pequeno Príncipe irá gratificar quatro ganhadores com uma agenda do personagem”, comenta Georges.

Os produtos apresentados pela Papel Fantasia na rede social já representam de 5 a 10% das vendas, mas George acredita que este número ainda pode aumentar muito. “Confio no crescimento das vendas por meio das redes sociais, tanto que agora estamos presentes no Twitter também”, finaliza o papeleiro.

Conhecer o consumidor é sempre um bom caminho

Para alcançar os mesmo resultados positivos da papelaria Papel Fantasia, Carolina Zaine, co-fundadora da Vert Inteligência em Mídias Sociais, ressalta que os varejistas não podem confundir mídia social apenas com publicidade. O ideal é utilizar a ferramenta para criar um diálogo engajador com seu público. “A melhor abordagem é a conversa. Para isso deve-se avaliar como seu público se comporta e desenvolver esses diálogos, por meio de vídeos, por exemplo, que acabam aproximando de fato o cliente”, afirma Zaine.

Os vídeos são muito bem vindos, mas precisam ser produzidos de maneira que agregue algo ao público, segundo a especialista em mídias sócias. Em relação às promoções, Carolina ressalta que é preciso tomar cuidado. “Muitas ações são feitas de maneira incorreta, por isso, é preciso cautela. O Facebook disponibiliza as guidelines, ou seja, regras de como fazer promoções dentro desta rede. Fique atendo a essas regras. Se alguém denunciar sua página, você pode até ser banido”, alerta a especialista.

Através de um bom relacionamento nas redes sócias é possível construir um público consumidor, mas o objetivo não pode ser somente a venda, e sim o relacionamento. “O trabalho de mídia social é o único que permite humanizar a marca, isso agrega um valor imenso, que nenhum outro meio permite”, finaliza Carolina.

Fonte: http://lyderis.com.br/dicas-e-negocios/marketing/1180-facebook-vira-grande-aliado-das-papelarias

 

24set/120

Dilemas de um funcionario…

Se chama o chefe de "você"... É folgado.

Se cumpre estritamente as normas... Não tem iniciativa.

Se é atencioso... É puxa-saco.

Se não é... É arrogante.

Se fica depois da hora... Está fazendo média.

Se sai na hora certa... É desinteressado.

Se questiona... É indisciplinado.

Se critica... É insubordinado.

Se diz-se satisfeito... É hipócrita.

Se diz-se insatisfeito... É ingrato.

Se não tem trabalho... É porque não procura.

Se tem muito trabalho... É lerdo.

Se faz cursos... É aproveitador.

Se não os faz... Não tem vontade de crescer.

Se procura conhecer outros serviços... É dispersivo.

Se só entende do seu... É bitolado.

Fonte : news motivacional Prf. menegatti n.343/2012 http://menegatti.srv.br/

20set/120

Gerando Demanda em Curitiba

19set/120

Paixao e carater valem mais do que o talento

Vivemos em um mundo louco por talentos. Seja no cinema, teatro, televisão, esportes ou meio empresarial. A maioria de nós enaltece os talentosos, como se fossem modelos únicos de sucesso. É indiscutível que o talento conta muito, mas nem sempre é garantia de sucesso absoluto.

Há outros atributos que são sine qua non para alcançar o topo. A competência, o caráter e a paixão pelo trabalho valem mais do que o talento. As pessoas produzem mais e melhor quando estão motivadas intrinsecamente (paixão pelo trabalho), ou seja, impulsionada por prazer, interesse, satisfação e uma sensação de desafio pessoal pela tarefa que está realizando.

Veja o caso do atleta de futebol que enfrenta o seu antigo clube. Quase sempre, para mostrar que o seu valor não foi devidamente reconhecido, se empenha tanto que vira o craque do jogo, ainda que seja apenas um jogador mediano. Além disso, do que adianta você contar com um atleta talentoso, mas indisciplinado, de caráter duvidoso e que não agrega para o bom ambiente do grupo?

O mundo dos negócios não é diferente. A área de marketing e vendas, por exemplo, exige muita dedicação para encontrar o melhor caminho comercial. Neste setor, não há solução óbvia ou simplista. Nele, quase sempre, o sucesso vem acompanhado de dedicação acima dos padrões habituais. Não basta ser talentoso, pois somente uma pessoa extrinsecamente motivada e comprometida se doará o suficiente para obter desempenho superior.

Considere, portanto, que nem sempre vence o talentoso. A vida está cheia de exemplos de artistas habilidosos que terminam a vida dependendo de ajuda financeira atletas que foram famosos e não conseguem ter uma vida digna ou mesmo grandes empresários do passado amargando uma vida de restrições. Além disso, quem não teve um colega de sala de aula brilhante e que não conseguiu ser bem sucedido financeiramente?

É preciso considerar que o sucesso não cai do céu, ele é construído com dedicação, requer trabalho árduo, enquanto a maioria está à beira da praia tomando cerveja gelada e comendo peixe frito. Mas, se é assim, como agir para atrair essas pessoas para o nosso lado? Naturalmente, a maioria de nós já conhecemos, pois elas sempre estão em evidência em suas áreas de atuação.

No entanto, nem sempre é fácil atraí-las para o nosso time, pois são muito valorizadas em suas colocações. Então, resta o desafio de encontrar novos candidatos. E é justamente aí que começa o grande desafio. Então, quando você entrevistá-los, pergunte por que eles fazem o que fazem, quais são as suas decepções profissionais e como seria o seu emprego dos sonhos?

Caso você veja “fogo” em seus olhos e entusiasmo em suas palavras, pode estar convencido de que está diante de um potencial campeão capaz de transformar sonhos em realidade. Mas, tem outro detalhe: pessoas com desempenho superior valorizam trabalhar com líderes vencedores.

Finalmente, considere o que costumava dizer o ilustre vice-presidente e grande empresário José de Alencar: “O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.” Portanto, ser talentoso já não é mais o bastante!
Pense nisso e ótima semana,

Por Evaldo Costa

fonte: http://www.hafidme.com/colunista/lista/id/16

17set/120

As 12 atitudes que mais desmotivam funcionario

Veja o que faz um funcionário perder a vontade de trabalhar na sua empresa


*Por Marcos Assi

Não falha. Sempre que converso com alguém sobre gestão, a pergunta acontece: "Como posso motivar a minha equipe?". A maioria das pessoas começa em um novo emprego com a motivação muito alta. Estão empolgados e querem fazer um bom trabalho. Mas, conforme o tempo passa, a motivação acaba. E não é porque os gerentes e diretores falharam em motivar suas equipes. Mas porque os sistemas organizacionais, as políticas corporativas e, sim, porque ações dos gestores muitas vezes desmotivam a equipe. Como um gestor pode desmotivar seus funcionários? Vou contar algumas maneiras:

Surpresas na avaliação anual dos funcionários: A maior parte das pessoas vê as avaliações anuais como uma forma de melhorar o desempenho. Mas, as pessoas têm de saber como estão e o que fazer para melhorar o ano todo. Quando os gestores esperam até a avaliação para dizer que algo deve melhorar, a equipe sente-se mal.

Microgestão: A maior parte das pessoas gostaria de ter algum grau de autonomia no trabalho. A microgestão - dizer em detalhes como cada tarefa tem de ser cumprida - impede esta autonomia. Dá a impressão de que o gestor vê seu subordinado como incompetente e incapaz de tomar decisões. A pior forma de microgestão é dizer às pessoas como fazer algo, sem explicar porque tal tarefa é importante.

Críticas públicas: Se você vai criticar algo, faça isso em particular. Criticar publicamente inclui gritar tão alto que toda a equipe pode ouvir, mesmo quando a porta de sua sala está fechada - e uma atitude como essa é certamente desmotivante aos seus subordinados, e não apenas ao que foi criticado.

Solicitar um comportamento e recompensar quem não o segue: Um dos meus primeiros chefes dizia que nossa prioridade era um ambiente de produção estável, mas eu logo percebi que os colegas que recebiam promoções não eram os que seguiam as regras nos testes de software. As recompensas iam para os desenvolvedores que consertavam bugs no meio da noite - normalmente, problemas que eles mesmos haviam criados. Os certinhos continuaram a trabalhar longe dos holofotes - ou começaram a criar bugs para atrair a atenção.

Metas inatingíveis: Muitos gestores acreditam que, sem prazos, as pessoas relaxam e perdem tempo. Afirmam que é preciso trabalhar em todo o tempo disponível, e que os profissionais têm de ser pressionados para dar tudo de si. A maioria das pessoas vai fazer de tudo para alcançar uma meta viável. Mas, se achar que aquilo é impossível, a motivação vai pelo ralo.

Perguntar algo e depois ignorar:  Um gestor pergunta à equipe quanto tempo é necessário para fazer algo. E, então, diz que aquele prazo é muito extenso e o corta pela metade. Esta equipe foi desmotivada três vezes: tem um prazo inatingível, teve seu julgamento profissional ignorado, e foi ridicularizada publicamente. Eles estarão mais motivados a provar que o gestor está errado do que para cumprir a meta proposta.

Tratamento especial: Chefes não precisam tratar todos os subordinados da mesma forma, mas devem tratá-los com igualdade.

Frases vazias: Parece que há uma lista interminável de frases teoricamente motivadoras. "Apenas faça!", "Falhar não é uma opção!", "Pense fora da caixa!". Em alguns casos, artifícios como esses podem realmente funcionar, mas não consigo pensar em algum agora. Problemas reais respondidos com frases vazias soam para os funcionários como: o gestor não tem ideia de como agir; ou o gestor não entende o problema.

Pessoas são custos: Quando a redução de custos é sinônimo de redução de pessoal, a mensagem que fica é que pessoas não são investimentos.

Algumas pessoas são mais valorizadas do que outras: Quando há rankings e classificações entre as pessoas, a mensagem é clara: a companhia valoriza quem está no topo, e quem está lá em baixo sabe que é candidata a sair no próximo corte. E o restante? Continua trabalhando, desmotivadamente.

Empregados não são confiáveis: Uma vez trabalhei para uma empresa na qual duas pessoas, em um departamento de 800, abusaram da política de uso do táxi. Depois do incidente, a vice-presidente decidiu que ela teria de aprovar pessoalmente qualquer despesa de mais de cinco dólares. Ficou claro que ela pensava que ninguém na companhia era confiável.

Empregados não são capazes de tomar boas decisões: Dezenas de assinaturas, formulários e demoras para aprovações não apenas atrasam o trabalho, mas fazem as pessoas entenderem que não são capazes de tomarem decisões sozinhas.

 *Marcos Assi é diretor e consultor da Daryus Consultoria e Treinamentos, professor da Saint Paul Escola de Negócios, da FIA (Labfin) e do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios.

 

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/1116-as-12-atitudes-mais-desmotivadoras

13set/120

Voce e um procrastinador?

Você sabe o que é um procrastinador? O termo, que parece um palavrão cabeludo, é designado àquele que costuma empurrar com a barriga tarefas e obrigações, deixando para depois o que se deve ser feito agora. Mas nem por isso seu significado deixa de ter um lado nocivo. Afinal, procrastinar afeta a vida, principalmente a profissional, explica o psicólogo Alessandro Vianna. "É no trabalho que esse comportamento fica mais evidente por causa da pressão e da cobrança cada vez maiores nos ambientes corporativos", diz.

Para Vianna, esse é o tipo de comportamento de que se fala pouco, embora se pratique em larga escala. Esse hábito aparentemente corriqueiro pode se tornar crônico, a ponto de causar muito estrago. "Vira um circulo vicioso que piora com o tempo". Tudo começa com o adiamento de uma obrigação importante no trabalho, que acaba gerando inevitavelmente ansiedade e angústia. Só que em vez de se livrar das próximas tarefas para evitar esses sentimentos, a pessoa passa a adiar seus compromissos mais e mais.

Em um cenário corporativo, no qual cobrança, responsabilidade e competitividade se acentuam de forma crescente, procrastinar é como dar um tiro no próprio pé. Segundo a consultora de Recursos Humanos e de Gestão Maria Inês Felippe, procrastinar nos tempos de hoje prejudica a carreira porque reflete no descumprimento de prazos e entrega de um trabalho sem qualidade –por ser realizado na última hora.

"É natural que, às vezes, surjam pequenos momentos de preguiça", explica Maria Inês. "Mas esse não é o estado frequente de quem é comprometido e motivado. Por isso é importante ficar atento à frequência com que as tarefas estão sendo postergadas". E cuidado para não se enganar ao usar a velha desculpa do pouco tempo –a ineficiência em administrá-lo não pode ser justificativa para o descumprimento das obrigações. Especialmente quando se perde minutos e até mesmo horas navegando em redes sociais, nos sites favoritos e checando exageradamente e-mails, diz a especialista em RH.

"Sempre reforço em treinamentos a importância de aprender a se planejar e de separar as tarefas urgentes das importantes para atingir objetivos", afirma Maria Inês.

Uma das características do procrastinador crônico, segundo o psicólogo Vianna, é realizar várias coisas ao mesmo tempo, justamente para fugir daquilo que realmente deve ser feito. E aí está outro grande problema, que pode afetar não apenas a vida profissional, como a pessoal. A começar, prejudicando a autoestima. "A pessoa passa a acreditar que não é capaz", explica. "Com o tempo, essa sensação pode desencadear até depressão."

O procrastinador crônico também está sujeito a desenvolver transtorno de ansiedade. A psiquiatra do Hospital Albert Einstein Mara Fernandes Maranhão explica que a repetição de sentimentos negativos, como ansiedade, estresse e angústia, gerados entre quem vive adiando obrigações, predispõe alterações químicas no cérebro. "Mas é importante saber distinguir se o hábito de procrastinar levou a uma doença psiquiátrica ou se essa atitude já é o resultado de um problema psíquico", afirma a médica.

Natureza humana

Faz parte do comportamento humano dar preferência ao que lhe dá prazer imediato, tirando  da frente aquilo que é chato, difícil, complicado. É o que explica a psiquiatra Mara Fernandes Maranhão, do Hospital Albert Einstein. O ideal, contudo, é ter capacidade e disciplina para abrir mão de um prazer imediato em prol de um benefício no futuro. E um procrastinador tem dificuldade de equalizar esse processo –mesmo que seja para seu próprio bem. "Pessoas passivas ou impulsivas tentem a agir dessa forma", diz a médica.

A capacidade de controlar os impulsos naturais também está relacionada à serotonina, um neurotransmissor produzido pelo cérebro. De acordo com Mara, pessoas com alteração nessa atividade cerebral estão mais propensas à ansiedade e depressão e, portanto, mais vulneráveis à procrastinação. "É a maneira que elas encontram para aliviar a angústia causada pela necessidade de realizar uma tarefa", explica.

 

CONTROLE O IMPULSO DE ADIAR

- Identifique a repetição desse tipo de comportamento;

- Reconheça que adiar uma obrigação é infinitamente mais incômoda do que realizar o que dever ser feito;

- Faça as coisas chatas primeiro e deixe as mais prazerosas e fáceis para o final: serve como motivação para novos desafios e traz segurança;

- Verifique se você não está procrastinando por ter pouco conhecimento ou habilidade para desenvolver a tarefa. Se for isso, é hora de mudar, seja estudando ou conversando com o chefe;

- Veja se o problema é falta de motivação: analise a carreira para ver se a função e o emprego estão dentro das expectativas;

- Se procrastinar já virou um tormento na sua vida, procure ajuda.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/09/12/voce-e-um-procrastinador-controle-essa-caracteristica-para-nao-prejudicar-sua-carreira.htm

10set/120

Aparencia e o mundo dos negocios

Há um estudo que da Universidade Federal Fluminense revelou que as pessoas consideradas bonitas possuem rendimento entre 5 e 10% superior aos demais, pensei nisso sob o ponto de vista do Marketing Pessoal não há combinação mais poderosa do que competência e estética.

As pessoas que são competentes e acham que isto basta devem repensar seus conceitos. Você não tem uma segunda chance para causar uma primeira boa impressão, as primeiras impressões são sempre lembradas, mas lembre-se que é a última que sempre fica registrada na mente das pessoas com as quais você acabou de manter contato. Por mais inteligente que seja, se não tiver a oportunidade de demonstrar sua capacidade, seu conhecimento ficará oculto dos demais, um anônimo. Preocupar-se com a aparência deixou há muito de ser uma questão de vaidade. No competitivo mercado de trabalho e com os recursos cosméticos existentes, nem o homem, nem a mulher podem se dar ao luxo de descuidarem de sua aparência, até porque quem se cuida se ama.

Muito se fala sobre pessoas belas sem muita inteligência. É preciso entender que ser somente bonita (o) também não lhe garante sucesso profissional, pois, hora ou outra,  com certeza a competência técnica será cobrada. Sendo assim, além de dedicar-se ao desenvolvimento intelectual, o profissional deve estar atento às questões estéticas.

Algumas dicas importantes:

• Para mulheres o uso de maquiagem, de forma leve e discreta, é sempre bem vindo; os cabelos, presos ou soltos, devem estar sempre impecáveis e limpos; as roupas, sempre discretas e limpas, e claro, condizente com o tipo de empresa e trabalho.
• Homens evitem camisas abertas no peito, barba por fazer, ou ainda perfumes exagerados, cabelos e unhas aparadas é um bom principio.
• No ambiente executivo, o que se espera é que as pessoas se vistam de forma semelhante aos apresentadores de telejornal. Sobriedade, elegância e estilo nas doses certas para gerar impacto e simultaneamente uma atmosfera de credibilidade ao seu redor.
• A postura deve ser sempre discreta. Falar alto, rir e conversar demais podem remetê-la como uma pessoa mal-educada. Nesse aspecto, todo cuidado é pouco.

Mas, preste atenção às armadilhas: o objetivo da estética no mundo de negócios não é destacar sua beleza ou sensualidade, mas sua credibilidade.
Aprendendo com quem entende

Qualquer observador contumaz das manias humanas está cansado dos jogos de aparência que tomam conta das corporações e das famílias. Nas entrevistas de emprego, por exemplo, os candidatos repetem o que imaginam que deve ser dito. Num teatro constante, são todos felizes, motivados, corretos, embora muitas vezes pequem na competência.
Dizem-se perfeccionistas: ninguém comete falhas, ninguém erra...

... Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar em primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram...

... O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência, quando eu contrato e faço entrevistas busco sempre a atitude, pois a técnica em muitos casos se ensina...

... O modelo de gestão atual cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade para ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema é a competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. É o caso, por exemplo, de um cirurgião que nunca perdeu um paciente. Isso provavelmente foi resultado da humildade do profissional em reconhecer que não estava preparado para tal trabalho e a sabedoria de seus chefes em não dar o caso para um profissional não preparado. Hoje, o garoto(a) sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia, há muita gente por ai que  se tornou incompetente e não acordou para isso...

Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parecem que fazem, parecem que acreditam, parecem que amam, até parece que se saem  bem. E poucos são humildes para confessar que não sabem.... Pense Nisto. !!

Por Paulo Roberto Kroich Gomes

Fonte: http://www.hafidme.com/colunista/lista/id/15

3set/120

Maneiras para Inspirar a Lealdade do Consumidor

Se você quer minha lealdade, trate-me como minha cabelereira o faz.

 

Por Joyce Chen

Maggie, minha cabelereira, sempre me recebe com um sorriso amigável e uma conversa agradável. Quando eu estou ocupada com meu trabalho e esqueço-me de marcar uma hora, ela sempre me encaixa em seu horário apertado e me fornece um serviço impecável. Em retorno, eu sempre dou a ela uma gorjeta generosa, volto ao salão e recomendo para minhas amigas. Ela ganhou minha lealdade com seus anos de dedicação, atenção e carinho.

A maioria das marcas de hoje poderia aprender uma lição valiosa com a Maggie. Nós vimos um declínio nas métricas das marcas nos últimos 20 anos, coincidindo com as práticas online. Houve uma mudança no poder da informação, das marcas para os consumidores, que agora escolhem quando, onde, como e se eles irão se engajar com uma marca. Isso foi bom para os consumidores, mas apresentou um grande desafio para as marcas. Um estudo conduzido pelo Accenture em 2011 revelou que apenas 1 em 4 consumidores se sentem “muito leais” às marcas que usam com frequência, enquanto a mesma quantidade não professam qualquer lealdade. Isso não é um choque total, considerando que uma grande quantidade das estratégias de lealdade à marca não incentivam o consumidor a participar. A verdade chocante revelada no estudo do Accenture é que 44% dos consumidores têm maiores expectativas hoje do que há apenas 1 ano. Entretanto, as marcas não estão mantendo-se a altura dessas expectativas.

A Maggie é sim uma profissional de talento, mas isso não é uma anormalidade. Ela é uma de muitas, assim como há diversas lojas boas, companhias aéreas, lojas de esportes, cadeias de hotéis, serviços de cartão de crédito, floristas, entre outros. Lealdade não é dada, ela é conquistada. Entretanto, ela é continuamente confundida com a recompra, um “curtiu” na página do Facebook, ou pontos em um programa de fidelidade. Mais do que esses componentes, a lealdade se trata se construir uma relação de longa duração com seu consumidor, na qual as empresas devem entender e tentar se igualar as expectativas do consumidor, em termos da experiência e satisfação de necessidade, desejos e aspirações.

De acordo com um estudo sobre lealdade conduzido pelo Acxiom e Loyalty 360, a vasta maioria das marcas (84,5%), tem estratégias de retenção de clientes, mas há um problema, nem metade (48,8 %), acredita que suas estratégias estão funcionando. Outras conclusões do estudo são:

- Menos da metade das empresas pesquisadas (49,6%), sabem quem são seus melhores e mais leais consumidores;

- 70% admite que menos de 20% de seus funcionários se foca na retenção, enquanto 60% dos que responderam gastam menos de 20% do orçamento de marketing com ações de retenção.

- 40,2% das empresas tem que acessar os dados individuais do consumidor através de diferentes linhas do negócio, enquanto 34,8% afirma que os dados estão localizados em um banco central com acesso universal na empresa.

Diante de uma situação em que a lealdade é confundida com a recompra e o investimento das empresas não é focado na retenção de clientes, apenas em resultados de curto prazo, se torna difícil a tarefa de tratar clientes diferentes de forma diferente. Fazer um marketing 1to1® em um cenário como o apresentado pelo estudo da Accenture, Acxiom e Loyalty 360 é difícil, mas não impossível. Na próxima semana apresentaremos dicas de como inspirar a lealdade do consumidor.

 

fonte : http://blog.1to1.com.br/2012/07/31/3-maneiras-lealdade-parte-1/