BLOG GERANDO DEMANDA
31out/120

O futuro de jovens e veteranos no mercado de trabalho

Estamos assistindo a uma verdadeira transformação nas relações humanas, provocada principalmente pelos paradoxos e pelas virtudes da geração de jovens que começou a dominar a sociedade.
Compree
nder o jovem da geração Y é entender o futuro e se adaptar a ele. Afinal, todos querem ser jovens para sempre.

Quando os primeiros representantes da geração Y ingressaram no mercado de trabalho, há cerca de 10 anos, as empresas tiveram que conviver com uma nova visão. Bem informados, questionadores e com sede de crescer profissionalmente, esses jovens desafiaram lideranças e foram chamados de ansiosos, infieis e insubordinados.

Hoje, essa geração começa a chegar aos 30 anos. Após uma década de convívio com esses jovens no trabalho, alguns mitos podem ser desfeitos e algumas verdades, comprovadas. Atualmente o cenário do mercado de trabalho é outro.

O crescimento da economia, a crise europeia e a busca por talentos em diversas áreas fazem do Brasil um novo pólo de atração. Estrangeiros e profissionais brasileiros da geração X que fizeram carreira no exterior estão retornando ao país, atraídos por prospostas tentadoras, fato que acaba inflando o mercado de trabalho local e reduzindo, mais ainda, as oportunidades para os jovens da geração Y.

Considerado improdutivo décadas atrás, o profissional  da geração X, hoje com 60 anos, está pronto para inovar, aprender e colaborar com empresas e instituições. Já o jovem não precisa mais começar a trabalhar antes dos 20 anos para construir uma carreira sólida, uma vez que o mercado está muito mais flexível e as relações de trabalho mudaram significativamente.

Nesta obra, o autor procura trazer uma nova perspectiva sobre o que é ser e permanecer jovem. Apresenta os ‘ciclos da vida’ e, por meio deles, busca demonstrar aos leitores que as gerações devem estar interligadas e dependem umas das outras. Deve explicar também como surgiram tantas gerações e como é possível estabelecer um convívio harmônico entre elas e como deve ser o futuro da geração Y e de seus veteranos.

Jovens para sempre  Como entender os conflitos de gerações
Autor: Sidnei Oliveira
Editora: Integrare Business – 128 páginas – R$35,00

Fonte: O futuro de jovens e veteranos no mercado de trabalho | Portal Carreira & Sucesso

29out/120

A era do vendedor 2.0

No contexto atual, vendedor deve ser mais ativo, aliando conhecimento e tecnologia na palma das mãos

*Por José Ricardo Ferreira

Ao procurar no dicionário de língua portuguesa o significado da palavra “vender”, uma das definições encontradas é “apresentar-se, anunciar-se, exibir-se”. Ou seja, todas as características de um bom vendedor.

Sim, antigamente esse representante precisava ser tudo isso e muito mais. Ele era não só a interface entre o fabricante e o comerciante, mas toda a imagem do produto, desde os benefícios até o formato da embalagem. Todos os diferenciais do produto eram expostos nas primeiras vendas, desde características como agregar valor até a fase da conquista do cliente. Como podemos dizer, o vendedor era “o cara”.

Passaram-se os anos e essa figura foi ganhando novas atribuições. Surgiu o e-commerce, surgiram tecnologias. O vendedor deixou de ser aquele ser praticamente místico, capaz de negociar um copo de gelo para um esquimó. Muitos consumidores, e até comerciantes, passaram a até renegar o vendedor, preferindo escolher e comprar por conta própria.

Mas essas mesmas tecnologias hoje propiciam a volta do vendedor, mas não puramente com os bons dons de convencimento. Ele vem (ou deve vir) munido de mais. É a mais pura versão do vendedor 2.0.

Esse personagem vem com dispositivos móveis, acessibilidade, flexibilidade, conteúdo multimídia, e muito mais coisa. É o poder do conhecimento atrelado à tecnologia na palma das mãos.

Segundo pesquisa da consultoria alemã Research2Guidance, especializada em TI e indústrias emergentes, entre 2011 e 2013, o desenvolvimento de aplicações móveis deve crescer 800% em todo mundo.

Esse cenário possibilita e amplifica o vendedor 2.0. Hoje ele não precisa mais anunciar e exibir o produto, tem apenas que estar acompanhado de um tablet ou um smartphone.

Além do fator apresentação, a integração 100% é outro grande diferencial que essa figura traz. Antigamente ao tomar um pedido, o vendedor poderia demorar até dois dias para voltar à companhia e dar início ao processo de faturamento e entrega dos produtos. Com a mobilidade é possível realizar tudo em tempo real, como uma simples compra no e-commerce, ganhando em velocidade e praticidade.

Ou seja, a mobilidade traz uma série de benefícios. Independente do acesso via internet, pode-se trabalhar com as informações, emitir pedido, fazer o roteiro de visitas, acompanhamento das ações de marketing etc. Já do lado do comprador, ele tem não só vantagens como agilidade e apresentações do produto, mas algo muito mais importante: confiabilidade. Ali, às mãos do vendedor, em um tablet ou smartphone, está a representação virtual de tudo que o que foi acordado entre as partes, é a segurança e relação de confiança entre o vendedor e o lojista.

Essas são apenas algumas das características desse novo vendedor, que de místico passou a atuar como um verdadeiro profissional altamente atualizado para apresentar, anunciar e exibir.

* José Ricardo Ferreira é Diretor Comercial da Entire Technology Partners, uma das principais fornecedoras de soluções de comércio eletrônico para o mercado corporativo

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/682-a-era-do-vendedor-20

 

 

26out/120

Vendas: Necessidades dos Clientes…

Um princípio básico do Marketing é: “descubra necessidades e preencha-as”. Como as empresas descobrem as necessidades das pessoas? Entrevistando e escutando os clientes e depois desenvolvendo soluções adequadas para cada caso. Como hoje restam poucas necessidades que já não tenham sido identificadas e atendidas, o jeito é criar novas necessidades.

Veja esses exemplos:

Carros: As tendências também criam novas necessidades. A regressão etária desperta o interesse dos mais velhos se sentirem e parecerem mais novos e isso faz aumentar o consumo de produtos como carro esportivos, cirurgias plásticas e exercícios físicos.

Eletrônicos: Akio Morita da Sony disse certa vez: “Não suprimos mercados. Criamos mercados”. Este pensamento nos permite entender que os consumidores jamais pensaram em gravadores e câmeras de vídeo, maquinas de fax, computadores manuais, wallkman, palmtop, vídeo-games, TV LCD, dentre tantos outros, até que estes produtos foram lançados no mercado.

Cosméticos: As vezes, certas crenças precisam ser destruídas. Muitas necessidades são obscurecidas pela percepção limitada que as empresas têm com relação aos seus clientes. A indústria de cosméticos é um exemplo. Durante anos as mulheres usaram maquiagem apenas para se tornarem mais atraentes para os homens, ao passo que hoje, muitas pessoas usam tais produtos para cuidar de sua pele.

Prof. Menegatti

fonte: http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/325-artigo

25out/120

Almoco na mesa de trabalho em geral mais engorda que alimenta

Quantas vezes você já ouviu algum de seus colegas de trabalho dizer – ou você mesmo disse – que, por ter muito o que fazer, não iria sair para almoçar e pediria um delivery – ou comeria um lanchinho qualquer da máquina de guloseimas?

Fazer da mesa de trabalho um local de refeição é uma prática comum em nosso atribulado cotidiano. Mas, se com tal atropelo, eventualmente se ganha um tempo extra para concluir aquele relatório ou checar os e-mails que vinham se acumulando, é fato que esse hábito não vai angariar benefício algum para a saúde – muito pelo contrário.

Um dos aspectos que potencializam o prejuízo alimentar causado por esse tipo de “almoço executivo” diz respeito ao duvidoso teor nutritivo de boa parte do que o motoboy entrega nas embalagens para viagem.

A pizza, por exemplo, é um prato cheio – de gorduras saturadas e de farinha branca. Esses componentes “enchem”, mas alimentam pouco.

O trio hambúrguer, fritas e refrigerante, por sua vez, é um combo das chamadas calorias vazias. Trata-se de um termo que categoriza comidas e bebidas que fornecem uma “energia momentânea”, mas carecem de valor nutricional, explica a nutricionista Julia Vasconcellos, sócia da Nutrição Corporativa, empresa que atua em projetos de alimentação balanceada no ambiente de trabalho.

De qualquer forma, mesmo com essas opções de cardápio é possível fazer uma refeição mais saudável. Em relação à pizza, há recheios com ricota, mozarela de búfala, abobrinha e berinjela, menciona Vasconcellos. “Quem tem colesterol alto deve evitar a de calabresa”, alerta.

Se for pedir um lanche daqueles “pelo número”, prefira um sanduíche de frango grelhado, substitua as batatas por uma salada e troque o refrigerante por um suco light. E esqueça o sundae de sobremesa.

Alternativas reconhecidamente mais benéficas, como a culinária japonesa, também não dispensam precauções na escolha dos itens do menu. “É preciso tomar cuidado com as frituras”, especifica a nutricionista. “E não se recomenda abusar do shoyu [molho de soja], que tem muito sódio.”

 

Comer em frente à TV

Existe outro inconveniente em “botar a mesa” entre o telefone e o mouse. Almoçar em frente ao computador é comparável a fazê-lo assistindo à televisão, adverte Vasconcellos.

O local não propicia um estado de relaxamento favorável para uma mastigação adequada e não contribui para a sensação de saciedade que advém de prestar atenção ao que se ingere. Dessa maneira, “há a tendência de comer porções maiores”.

Além disso, perde-se a chance de realizar aquela salutar caminhada entre o quilo e o escritório.

 

Inanição

 

Simplesmente “pular” o almoço com a justificativa de que compensará essa abstinência no jantar ou que já tomou um café da manhã reforçado também não é um bom negócio.

“Isso poderá causar uma compulsão alimentar à noite”, diz Vasconcellos. E vai fazer com que o corpo, para se adaptar à falta da refeição, produza hormônios e consuma reservas, desequilibrando seus níveis de vitaminas e nutrientes.

O almoço, lembra, em geral é nossa maior fonte de ferro. Assim, caso resolva negligenciá-lo sistematicamente, não se espante se alguém disser que seu desempenho no trabalho anda um tanto anêmico.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2012/10/25/almoco-na-mesa-de-trabalho-em-geral-mais-engorda-que-alimenta.jhtm

23out/120

Vendedor, saiba dizer NAO ao desconto!

Veja quatro maneiras de negar um desconto sem perder a venda e o cliente


 *Por Mário Rodrigues

Afinal, que vendedor nunca ficou desmotivado diante de um pedido de desconto? Por que insistem, se já sabem o preço da mercadoria? Mesmo sem condições de dar abatimento no valor, caso o cliente diga que só leva se houver o acordo, não se desespere. Dê a volta por cima, pois este é um sinal de que uma compra pode estar prestes a acontecer.

Ao contrário do que parece óbvio, dar desconto não garante o fechamento. Pode, inclusive, atrapalhar a venda. Acredite, o cliente não precisa disso para fechar o negócio. O que ele busca, de fato, é a certeza de que está fazendo o melhor, como se fosse um check list.

Todos nós temos um comportamento semelhante em relação ao processo de tomada de decisão, dividido em três partes, e este é o segredo do jogo. Primeiramente, ativamos uma necessidade e passamos a buscar uma solução para satisfazê-la. Depois, em um segundo momento, a assumimos, ou a ativamos, e admitimos ter um problema para ser resolvido. Logo, começamos a buscar incessantemente uma solução.

Na terceira fase, já sabemos tudo sobre aquele produto ou serviço e estamos prontos para comprar a ideia. Essa é a hora na qual só nos preocupamos com duas coisas: o preço e o risco. É por isso que o cliente fica repassando todos os pontos tratados durante a exposição do produto e serviço, como se estivesse com medo de ter esquecido algo e se decepcionar, ou ainda, encontrar algo melhor depois.

No processo cognitivo da tomada de decisão (MNCA – modelo de negociação por cognição acompanhada), na terceira ou última frase, a sensação do risco que uma decisão representa é a variável que mais pesa ou incomoda o cliente. Por esse motivo, o preço é a última ferramenta de negociação.

Ser um bom vendedor não é ceder sempre. Lembre-se que é preciso mostrar segurança e, por isso, você não deve titubear nas respostas. No entanto, é importante aprender a dizer pelo menos quatro “NÃOs”. São eles:

1 – Não é possível mexermos nesse preço.

2 – Não, esse é o preço justo para remunerar o valor de nosso produto.

3 - Não tenho como mexer no preço sem tirar parte do que estou lhe oferecendo.

4 – Não tenho como diminuir o preço, quero que fique seguro de que está fazendo o melhor negócio.

O cliente pode, sim, ter uma oferta que ele julgue ser de valor similar e estar, de fato comparando preço. Isso ocorre quando ele não fecha após o quarto não. Nessa hora você deve recuar e, no lugar de dar um desconto, que pode gerar insegurança e levá-lo a fazer novas comparações, busque aumentar o valor de sua oferta por meio da diferenciação do produto que está oferecendo. Enxergue o processo como a ação de torcer um pano molhado: se cair uma gotinha, você torce novamente até ter a certeza de que ele está seco. É isso que os compradores fazem, naturalmente, com os vendedores no processo de compra. Portanto, fique atento quando estiverem “te torcendo” em uma negociação e bons negócios!

* Mário Rodrigues atua como Vendedor Profissional, Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) e Treinador de Vendas. O principal diferencial dos seus treinamentos é ensinar de negociação, vendas e liderança, como quem vivencia isso diariamente.

fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/1301-vendedor-saiba-dizer-nao-ao-desconto

Categorias: Vendas Sem Comentários
19out/121

Veja sete licoes do MMA para a sua carreira

Imagine que o octógono onde são realizadas as lutas de MMA (em inglês, artes marciais mistas) seja o seu ambiente de trabalho. Dificilmente você terá de enfrentar os golpes precisos de um Anderson Silva, mas é fato que deverá estar preparado para desafios tão impactantes quanto.

 

No dia a dia das empresas, também existem as horas certas para atacar e para defender. De nada adiantaria, por exemplo, tomar coragem para pedir um aumento ou propor um projeto dispendioso em época de contenção dos gastos da companhia.

 

Não fugir da raia é outro imperativo tanto no ringue como diante de um problema que o encurrala contra a grade corporativa. “É preciso encarar o adversário”, metaforiza Luiz Pagnez, especialista em RH e “headhunter” (caçador de talentos) do portal Recrutando.com – e não considerá-lo como um bicho de sete cabeças.

“Abrir espaço” mesmo quando quase tudo parece perdido configura uma das características do perfil dos vencedores. Para tanto, é necessário treinar habilidades continuamente e desenvolver novas técnicas, além de estudar os oponentes – ou a concorrência.

 

Mas nada de jogo sujo: respeito é fundamental para construir uma carreira de sucesso. No octógono não há tapete, mas no escritório, sim – e puxá-lo equivale a um chute em pontos, digamos, frágeis do colega de profissão.

 

Se o juiz para a luta e você é “demitido” do embate, não desanime. Nesse momento, analise o que deu errado e reverta o placar a seu favor por meio do aprendizado com a derrota.

 

A pedido do UOL Empregos, o especialista elaborou sete dicas que podem ajudar a vencer qualquer "disputa de cinturão" no mercado de trabalho. Confira:

 

1) Esteja bem preparado

Treinar suas habilidades, conhecer novas técnicas e estudar a estratégia do adversário são mandatórios para quem se dispõe a entrar no octógono, assim como uma boa formação. Para se desenvolver na carreira, é preciso estar atento às novidades de sua área e estudar a estratégia da empresa em que trabalha.

 

2) Demonstre coragem

Nas principais lutas do MMA, é comum os atletas se encararem durante a pesagem que antecede o embate. É um momento simbólico, em que eles demonstram sua coragem frente ao desafiante. No mundo corporativo, não é preciso ficar encarando o seu chefe, mas você deve mostrar que não tem medo de assumir desafios e que não abaixa a cabeça diante dos problemas.

 

3) Respeite o adversário

Apesar de se tratar de uma luta, o primeiro gesto dos atletas ao soar o gongo é um ligeiro cumprimento tocando os punhos, sinal de respeito e profissionalismo. Nem é preciso falar que respeito é fundamental para quem quer conseguir bons resultados de sua equipe, por mais que determinadas situações exijam que você seja duro.

 

4) Não fuja da luta

No MMA, o atleta que não mostra combatividade perde pontos. Também na empresa, o funcionário que foge dos desafios é desvalorizado.

 

5) Estude o oponente

Para ter sucesso no MMA, o atleta precisa dominar diversos estilos – alguns de luta em pé, como karatê e boxe, e outros de luta no chão, como judô ou jiu-jitsu. No mercado de trabalho, os profissionais também precisam buscar sempre diferentes e melhores formas para resolver cada situação, usando conhecimentos de várias disciplinas.

 

6) Assuma a responsabilidade

Fechado o octógono e após soar o gongo, não tem para onde correr, é preciso partir para o combate. O mesmo acontece quando surge um problema na empresa. Muitas vezes o “jogo” deixa de ser da equipe e você precisa encarar o desafio sozinho. Arregace as mangas e resolva. Se você enrolar e ficar esperando “soar o gongo”, correrá o risco de ser “finalizado”.

 

7) Não transforme divergências profissionais em inimizade

Perdendo ou ganhando, no final da luta os atletas se cumprimentam e encerram ali sua rivalidade. Na empresa, são comuns os confrontos entre pontos de vista, e ser flexível torna-se uma qualidade importante para evitar que essas divergências culminem em antipatias entre membros da equipe.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2012/10/18/veja-sete-licoes-do-mma-para-a-sua-carreira.jhtm

18out/120

Indicadores – Ticket Medio

Este é um dos vários indicadores que compõem nosso painel de controle de vendas.

O ticket médio ou cupom médio nada mais é do que a divisão do valor total vendido em um período dividido pelo total de vendas realizadas neste mesmo período.

Por exemplo: Em um mês minha loja (confecções, móveis, farmácia, posto, conveniência) vendeu R$ 50.000,00 em 1000 vendas (ou tickets) meu ticket médio neste período foi de R$ 50,00.

 

Para que serve esta informação?

Esta importantíssima informação serve para você ver quanto eficiente é sua loja e/ou seus vendedores, pois se você melhorar seu ticket médio em, por exemplo, R$ 5,00, nas mesmas 1.000 vendas no mês, estamos falando em um acréscimo de R$ 5.000,00 de vendas adicionais sem gastar NENHUM centavo em propaganda.

 

Quando faço consultorias e treinamentos para farmácias, por exemplo, o ticket médio delas varia de R$ 18,00 a R$ 35,00 por venda (ticket) esta variação depende do grau de treinamento, região entre outra série de variáveis, mas voltando ao assunto ticket médio, nestas farmácias normalmente os vendedores (sim, vendedores) mais experientes tem seu ticket médio muito acima da média da loja. Por que isso? É claro que eles formaram uma carteira fiel de clientes, conhecem seus clientes pelo nome, suas necessidades, e também os produtos de sua loja.

Analisando estes números, podemos propor campanhas para os vendedores baseados em aumento do ticket médio de cada um, quem apresentar maior crescimento, ganha mais pontos, você pode atrelar a premiação ao aumento do ticket médio da loja também para que todos "entrem na brincadeira".

Repare que com este desafio, as vendas adicionais são estimuladas, as idéias para expor melhor os produtos afloram, e todos ganham, e, de novo, SEM GASTAR NENHUM CENTAVO EM PROPAGANDA, somente estimulando o cérebro do seu pessoal.

Logo após sua loja aumentar o tícket médio, é hora de você aumentar o fluxo de clientes na loja.

 

Outra idéia para ticket médio: Se o abastecimento médio do seu posto é de R$ 20,00 por abastecida, crie uma promoção para aumentar este número, não seja ganancioso exigindo que o cliente complete o tanque toda vez, mas aumente para R$ 30,00 ou R$ 50,o0, e a cada abastecimento destes ele ganha um cupom para um prêmio ou benefício (lavagem, etc).

Desta maneira utilizamos um indicador muito conhecido a anos pelo varejo a nosso favor e como ferramenta de treinamento de sua equipe.

Você não conhecia o ticket médio? Seu concorrente já está utilizando a muito tempo!!!

 

A tempo: Seu maior concorrente vai surgir quando você menos espera, fazendo mais que você faz, cobrando mais barato que você cobra!

 

Mas ainda dá tempo!!! Prepare-se e prepare sua equipe, ela vai te manter no topo!

 

Abs. Eng Lorenzo Busato

http://www.hafidme.com/colunista/lista/id/14

17out/120

Um sorriso pode mudar tudo :)

 

16out/120

Gerando Demanda em SP – Market Place

15out/120

Como explorar mais o ponto de venda?

Interação com consumidores, catálogos virtuais, tecnologia como decoração. Veja como potencializar sua loja e as vendas


*Por Luis Henrique Stockler

A interação entre ponto de venda e consumidor é algo ainda pouco explorado no varejo brasileiro. O grande varejista, aliás, não utiliza muito além de manequins e vitrines, mas já é possível observar alguns sinais de mudança. A tecnologia, por exemplo, é um caminho sem volta que já desponta seus benefícios em nível nacional, rompendo os limites de uma loja física, fazendo com que alcance crescimento em vendas, sem depender tanto do PDV.

Um técnico treinado pode mostrar as vantagens de uma geladeira ao consumidor sem ter que, necessariamente, estar diante do produto. As ferramentas de venda passam a ser catálogos virtuais disponíveis nos terminais computadorizados, já sinalizando ao cliente as opções de cores, estoque e prazo entrega do produto, por exemplo. Lançar mão desse tipo de tecnologia permite que o número de itens oferecidos ultrapasse as áreas de exposição da loja.

A interação é outro ponto interessante a ser observado. Alguns varejistas já se atentaram para esse chamariz e utilizam recursos que vão desde o touch screen, até o escaneamento do corpo e das reações dos consumidores, passando por equipamentos com promotoras 3D que conversam com o cliente e ativações promocionais que criam sensações e experiências diferentes com o consumidor. E os clientes gostam destas novidades. O que manda é a criatividade, mesmo com pontos de venda cada vez mais caros, o varejista brasileiro enxerga nas novas tecnologias uma possibilidade de tornar seu negócio mais viável, não só para ele, mas também para os consumidores.

Obviamente que o uso destes artifícios modernos exige também um investimento, mas que não é alto se comparado ao que pode resultar: “caro é o que não vende”. Essa é uma frase que todo e qualquer empresário deve ter em mente na hora de decidir no que investir. A partir disso, deve-se monitorar e aprimorar. É como um site, que deve estar sempre recheado de novidades e assuntos de interesse para quem o visita.

Não é possível classificar como uso de tecnologia uma televisão dentro de uma vitrine, que mostre desfiles de moda o tempo todo. A ideia é ter uma ferramenta dinâmica, que não pode ser engessada e estática. O funcionário também não deve ser o único a operá-la, afinal, o cliente também precisa se familiarizar com o que está sendo apresentado, se sentir parte desta inovação.

O uso de novas tecnologias não exclui a necessidade de pessoas. A humanização no atendimento é algo que nunca vai deixar de existir, pois o contato e a socialização são fundamentais para as pessoas e sem essa essência a experiência de compra não é completa. O que se deve fazer, por exemplo, é permitir que todos se conectem ainda mais através de produtos, como alguém que compra um par de óculos e em seguida consegue compartilhar com amigos a sensação de ter esta novidade, fazendo com que todos sejam parte da ação, isto é a tecnologia sendo aplicada.

As próprias tecnologias de imagem, como filmes e vídeos, e também a iluminação dentro dos pontos de venda não são explorados para dar ao cliente a possibilidade de vivenciar experiências de compras diferenciadas. A decoração pode ser utilizada como tecnologia para levar o consumidor a um mundo lúdico, por exemplo. Em resumo, a sensação de compra deve ser como um parque de diversões, despertar sensações distintas nas pessoas, fazer com que elas conheçam possibilidades diferentes e se sintam incentivadas a participar desta operação chamada varejo. É como diz Philip Kotler: “O marketing consiste na tomada de ações que provoquem a reação desejada de um público-alvo”.

*Luis Henrique Stockler é palestrante credenciado na ABF – Associação Brasileira de Franchising - e, na área acadêmica, ministra aulas de gerenciamento de franquias e marketing na FIA/PROVAR e gerenciamento imobiliário para varejo na FGV-SP.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios/marketing/1262-como-explorar-mais-o-ponto-de-venda