BLOG GERANDO DEMANDA
30nov/120

Vencendo seus limites como lider…

Diante das provações, as pessoas melhoram ou pioram. Espero que sua opção como líder seja a de tornar-se uma pessoa melhor. Baseado nessa informação, separei algumas dicas para você:

  • Reserve um tempo, ainda hoje, para escrever todos os limites que você conhece em sua vida. Comece concentrando-se nas características interiores, que podem incluir qualidades de caráter, habilidades de liderança e capacidade de relacionamento. Então, prossiga para os limites exteriores, os quais podem estar relacionados com circunstâncias, idade e assim por diante.

Agora organize os limites em três categorias:

1.     Limites que eu posso ampliar: planeje o modo como você vai abordar pessoalmente estas questões.
2.     Limites que os outros podem ampliar: procure mentores que possam ajudá-lo nesta tarefa.
3.     Fatos da vida: acostume-se com eles, pois você não pode mudá-los.

Você precisa ter interesse nos resultados: as pessoas notam a diferença entre um líder que é mero espectador, e outro, participante do jogo. Elas têm muito maior respeito por alguém que tem interesse no resultado de sua mensagem. Um bom líder pode mandar o povo para a batalha, mas um grande líder conduz as pessoas no meio da luta e elas o respeitam porque ele está se colocando sob risco junto delas.

Prof. Menegatti

Fonte: http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/1084-vencendo-seus-limites-como-lider

28nov/120

Dicas de Memorizacao na leitura de um livro

Tire o maximo de proveito e absorva todo o conhecimento de sua leitura com 10 dicas de compreensao e memorizacao dos livros quer sejam tecnicos ou instrutivos.

Confesso que, assim como muita gente, tenho o objetivo de ler um livro por mês, mas nem sempre isso acontece. Assim como também não acontece de realizarmos outras tarefas antes planejadas.

Proponho-me humildemente a dividir com você, uma maneira toda particular de extrair conhecimento duradouro e autoaplicável dos livros ou qualquer outro texto que lemos, de modo que possamos tirar o máximo de conhecimento e conseguir uma memorização plena sobre o que desejamos aprender.

Acredito que existem no mínimo dois tipos de leituras e elas são:

  • A leitura para entretenimento e contemplação que é a leitura prazerosa, no qual a gente viaja por lugares e sensações como se estivéssemos dentro da narração.
  • A outra, é a técnica e instrutiva, a que fazemos quando desejamos aprender coisas novas sobre trabalho ou nossa vida pessoal.

E é sobre esta segunda que pretendo me fixar, pelo fato de ser esse modelo de leitura que geralmente desejamos memorizar:

LEIA O LIVRO DUAS VEZES NO MÍNIMO
Uma leitura proveitosa começa com essas duas lidas no seu texto:

A primeira leitura deve ser rápida, porém completa. Assim você começa a ter uma noção de todo o formato do texto e suas intenções. Observe que você se sentirá tentado a passar correndo por alguns capítulos, mas resista. Leia todo o texto. Isso é muito importante para completar o processo.
A segunda leitura, que pode ser feita de um a três dias depois da primeira, é mais concentrada, atenta aos detalhes que começarão a surgir em quantidade, dado a leitura rápida que já fez do texto.

Caso você não tivesse feito a primeira, completa e rápida, não notaria tantos detalhes como notará agora.

Essas duas leituras iniciais, darão a você, uma visão espacial e profunda do texto. Isso se deve ao fato de que na primeira não conseguimos perceber os detalhes, precisamos fazer isso duas vezes para começar a absorver e memorizar melhor o conteúdo, pois conseguimos perceber maiores detalhes. Mas isso ainda não é suficiente para absorver todos os conceitos do conteúdo.

FAÇA PARADAS FREQUÊNTES

Já durante a segunda leitura, mencionada no tópico acima, comece a fazer paradas eventuais. Pense sobre o que leu, medite, revise e tente fazer uma conexão mental sobre como pode colocar aqueles princípios em prática em sua vida pessoal ou profissional. Perceba que o sentido de tudo aquilo que está escrito deve fazer sentido com a sua expectativa sobre o texto e que muitas vezes o trabalho de memorização pode ser um pouco demorado, mas dará um grande resultado em sua vida.

MANTENHA CONSIGO UM BLOCO PARA ANOTAÇÕES

Tenha o caderno de qualquer tamanho sempre à mão. Utilize-o cada vez que estiver lendo o livro. Anote os pontos que vierem à sua cabeça e estiverem fazendo sentido para sua vida, conforme explanado acima. Na prática, a cada livro que você comprar ou emprestar, precisará comprar um caderno. Esse investimento vale a pena.

Esses pontos importantes anotados farão grande diferença ao final do processo de memorização.

No horário de almoço, no ônibus, na fila do banco, no salão de cabelereiro e outros tantos, você pode tirar o caderno da bolsa e voltar a lê-lo. Mesclando a leitura do livro, com a dos pontos anotados no caderno. Você vai virar doutor, no assunto.

Você também deve ter um segundo bloco de anotações que precisa ser um de bolso, no qual mais a frente falaremos sobre.

UMA VEZ POR MÊS, REVISE SEU CADERNO
Uma vez a cada trinta dias aproximadamente, separe cerca de meia hora para revisar mais profundamente seu caderno de anotações. A releitura tem poderes incríveis de fixação.

PRATIQUE O QUE ESTÁ APRENDENDO
O ser humano aprende fazendo. Comece a testar os pontos que lhe parecem úteis e aplicáveis. Você irá notar, conforme vai repetindo o procedimento, que novos e melhores comportamentos surgirão em sua vida. A repetição leva a excelência. Disse sabiamente Aristóteles que “O ser humano aprende fazendo”.

 

Pense a respeito.
Sucesso e vamos à leitura.

Junior Portare é professor de cursos de pós-graduação na Fundação Getúlio Vargas. Palestrante e empresário. Fala para aproximadamente 12.000 por ano em empresas, associações, igrejas e universidades de todo o país.

Autor do best-seller “Dinheiro dá em Árvore” o palestrante é constantemente convidado para entrevistas TV’s, rádios, internet e outros meios.  -    www.JuniorPortare.com.br

26nov/120

Seis dicas para aumentar seu poder de persuasao

Por : Caio Lauer - Catho On Line

Quase tudo que queremos depende, em diferentes níveis, da atitude de outra pessoa. Podemos conseguir isto através de poder, que é uma maneira insustentável ao longo do tempo, ou por meio da persuasão e influência. Este processo parte do princípio de convencer uma pessoa por meio de ideias que a sensibilize.

Na prática, não existem muitas diferenças entre persuasão e influência. O que difere uma da outra é que a primeira é algo mais incisivo e direto, seja em uma negociação ou venda, por exemplo. Já a influência é algo mais natural e intrínseco, construída no dia a dia de trabalho. “Sempre encontramos resistência das pessoas, e o segredo é saber expressar para os outros o nosso ponto de vista. É mostrar de maneira clara os benefícios e vantagens de concordar com uma ideia ou ação”, explica Eduardo Ribeiro, professor da Integração Escola de Negócios. Para ele, a influência e a persuasão tem a ver com trocas, com algo que pode ser intercambiado por coisas que as pessoas valorizam.

Qualquer que seja o trabalho as pessoas esperam que os colegas contribuam dentro de limites razoáveis. Qualquer um pode influenciar ou ser influenciado. Influência é particularmente importante quando a cooperação é necessária e há resistência, ou quando aquilo que se pede é custoso para o outro ou muito difícil de ser obtido. “A persuasão e influência são aliados importantes no dia a dia, tanto no ambiente corporativo quanto no pessoal. Aplicando corretamente estes princípios, é possível engajar pessoas e conduzir todos a buscarem o mesmo objetivo, reduzindo obstáculos e resistências”, ressalta Tiago Sereza, gerente da Catho Educação.

 

Dicas para influenciar e persuadir

Confira, a seguir, seis dicas fundamentais para desenvolver o poder de influência e persuasão, apresentadas pelo professor Eduardo Ribeiro:

 

Agradabilidade: Gentileza gera gentileza. O profissional precisa construir uma imagem de pessoa agradável, que cumprimenta, que dá “bom dia”, e que convive com seus colegas de maneira harmoniosa.

Persuasão racional: Mais conhecida como a tática do argumento. É transmitir uma informação construindo, ao mesmo tempo, um raciocínio com vantagens e consequências positivas para o receptor da mensagem.

Comunicação: É saber transmitir uma ideia de forma adequada ao receptor e ao ambiente que se encontra. A forma correta de influenciar alguém é saber quem é esta pessoa e tratá-la como ela gostaria de ser tratada, seja em um tom mais calmo ou mais desafiador.

 

Pressão social: Parte do princípio de que o humano precisa seguir o bando. Quando um vendedor tem boas indicações, com certeza o cliente irá comprar deste profissional. A indicação é um forte artifício de persuasão.

Reciprocidade: Quando recebemos o favor de uma pessoa, normalmente ficamos com o sentimento de dívida com a mesma. Ser solícito desperta a vontade dos outros ajudarem, mais cedo ou mais tarde.

Coalisão: Uma tática importante é se unir a outros profissionais. A forma mais comum é através do networking. A rede de contatos traz muitas informações sobre o meio em que o profissional atua, além de auxiliar na indicação de como abordar outro profissional ou empresa conhecida deste grupo de pessoas.

 

Fonte: Seis dicas para aumentar seu poder de persuasão | Portal Carreira & Sucesso

22nov/120

11 habitos de pessoas muito improdutivas

São Paulo - De aplicativos a métodos para lá de sofisticados para tornar o tempo mais rentável: nunca os profissionais tiveram tantos recursos para gerir a maneira como utilizam as horas, minutos e segundos que recheiam o expediente. Mesmo assim, muita gente ainda vive uma agenda caótica e um fim de mês de poucos resultados.

Confira abaixo quais os hábitos que mais contribuem para este cenário:

Hábito 1 Deixar a vida os levar

O principal erro de quem não consegue manter a agenda (e a vida) em dia é não planejar. “É aquela pessoa que faz tudo de última hora e não prevê o que pode acontecer”, diz o Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo e fundador da consultoria TRIAD PS.

De fato, ao longo do dia (em alguns setores mais, em outros menos) imprevistos acontecem. E isso sempre determina um novo arranjo na ordem de prioridades. O problema não é este tipo de dinâmica, mas sim não controlar os itens que já são conhecidos previamente.

“Para planejar, você não precisa saber tudo que irá acontecer, mas pelo menos uma parte”, diz. “Se você nunca sabe nada, acaba não andando para frente, apenas patinando”.

Como mudar? Não se atenha apenas ao planejamento do dia seguinte. No mínimo, planeje os três dias que se seguem. Jamais lote sua agenda de compromissos, deixe sempre um espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas. Dedique o tempo restante para aquilo que não estava no seu calendário previamente.

Hábito 2 Acreditar que tudo é para ontem

Por não olhar de uma maneira criteriosa para o próprio tempo, há quem veja tudo (e todos) como prioridade. Resultado? “A pessoa faz tudo e lota sua agenda de coisas desnecessárias”, diz Barbosa.

Como mudar? Tenha uma postura crítica diante de cada demanda que cruza seu caminho. “Atividades importantes estão relacionadas com tempo e trazem resultado. As urgentes têm de ser feitas imediatamente. Essa diferenciação é vital”, diz.

 

Hábito 3 Subestimar as ferramentas de produtividade

Atire a primeira pedra quem nunca começou e abandonou rapidamente um novo aplicativo ou estratégia para gerir melhor o tempo. Mas, de acordo com o especialista, este é um outro deslize clássico de quem não consegue manter a vida em dia.

“Não é com duas ou três semanas que seu cérebro será treinado. Os resultados aparecem só a partir da quarta ou quinta semana”, diz o especialista.

Como mudar? Encare com mais seriedade (e estratégia) as ferramentas de produtividade (como agenda e aplicativos de gestão do tempo). Firme um compromisso com você mesmo de usar um (e apenas um) deles. Para tirar o máximo de vantagem destes programas, siga algum método de gestão do tempo.

Hábito 4 Supervalorizar o e-mail

Checar o e-mail toda hora, responder todas as mensagens sem qualquer critério é a senha para se perder no trabalho.

Como mudar? Determine horários para checar seus e-mails de acordo com sua rotina de trabalho. Não se renda à tentação de abri-lo a todo momento e responder todas as demandas.

Hábito 5 Ser viciado em redes sociais

De acordo com pesquisa da Triad, 85% dos profissionais brasileiros acessam redes sociais durante o expediente. Segundo Barbosa, não há nenhum problema neste hábito. “Não sou contra as redes sociais, entre uma tarefa e outra você até pode ver. Mas fazer isso com frequência pode te prejudicar”.

Como mudar? Assim como com o e-mail, determine horários fixos para acessar as redes sociais. E não se renda a tentação de sabotá-los ou estendê-los.

Hábito 6 Espalhar todas as informações

Agenda, post-it, lista de tarefas do Google, aplicativos. A lista de recursos para tornar a vida mais organizada é imensa. Mas o excesso deles na rotina pode atrapalhar. “Tem gente que coloca tudo o que tem para fazer nestas várias ferramentas. E, porque fez anotações em locais obscuros, não consegue se planejar direito”, afirma o especialista.

Como mudar? Foque em apenas uma ferramenta para organizar sua rotina. Faça uso dela de maneira estratégica.

Hábito 7 Não delegar

De medo de perder a própria posição a não ter ao seu redor pessoas com treinamento suficiente, os motivos que fazem com que os profissionais não saibam delegar tarefas são inúmeros. Mas a consequência, quase sempre, é a mesma: trabalho para além da conta e uma agenda caótica.

Como mudar? Tenha consciência de que crescimento na carreira sempre implica em mais responsabilidades. Mas isso não significa que você tenha que abraçar o mundo sozinho. Quanto mais delegar, mais tempo terá para se dedicar às tarefas da nova função com excelência.

“Atividades confidenciais e estratégicas que dependam da sua decisão devem ser executas por você. Tarefas mais operacionais podem ser delegadas”, diz Barbosa.

Hábito 8 Ser fã incondicional de reuniões

Viver o expediente com as portas fechadas em uma reunião definitivamente não é sinônimo de produtividade. Ao contrário. Segundo pesquisa recente da Triad, apenas 1/3 das reuniões são consideradas produtivas pelos funcionários. “As reuniões não têm qualidade, não são planejadas, são muito longas e não atingem os objetivos propostos”, diz.

Como mudar? Não faça reuniões para tudo. Quanto mais claro e pontual for o objetivo da reunião, melhor. Tenha como meta fazê-las curtas. O tempo ideal? Meia hora. O limite? Duas. E nada além disso.

Hábito 9 Roubar o tempo alheio

Por ter uma agenda caótica, quem é improdutivo tende a atrapalhar todos que cruzam seu caminho profissional. “É aquela pessoa que delega demais para a mesma pessoa. Por não anotar informações, liga para checar dados. Pede tarefas no fim do expediente”, diz.

Como mudar? Analise o tempo dos outros antes de passar qualquer demanda. Não fique centrado apenas nas suas necessidades.

Hábito 10 Ser desorganizado

Organização é palavra de ordem para quem quer ter dias produtivos. Quem já sofreu para encontrar um arquivo em meio a confusão da mesa ou do computador sabe bem o que isso significa.

Como mudar? Quanto mais sua mesa estiver limpa, organizada e funcional mais você economizará tempo produtivo. Por isso, dedique-se a manter tudo, desde anotações até arquivos no computador, segundo uma lógica.

Hábito 11 Não ter tempo para si mesmo

Pessoas improdutivas não são as que mais se dedicam a sua vida pessoal. Ao contrário. No sufoco para manter a rotina profissional em dia, elas são as que mais sabotam o tempo dedicado para assuntos para além do expediente. “A produtividade está diretamente ligada à energia. Se a pessoa não tem tempo para descansar, perde a energia e, com isso, a disposição para trabalhar”, diz Barbosa.

Como mudar? Pense na sua agenda de forma a dedicar tempo, sim, para você mesmo e para outros assuntos pessoais. “Se a gente não tem tempo para quem faz diferença na nossa vida, no leito de morte, iremos nos arrepender pois é isso que faz a vida valer a pena”, afirma o especialista.

Fonte : http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/11-habitos-de-pessoas-muito-improdutivas?page=1

21nov/120

Saiba como ser amigo do seu chefe no Facebook sem perder o emprego

“Adicionar ou não o chefe nas redes sociais?” Essa é uma pergunta cada vez mais comum em ambientes corporativos, com a popularização de sites como Facebook, Google+, Twitter e Instagram. A dúvida muitas vezes deixa novos funcionários em uma sinuca de bico, afinal nem tudo que postamos nas redes sociais pode ou deve ser visto pelos colegas de trabalho. Mas como se comportar para aumentar o número de amigos no mundo virtual sem perder a privacidade?

Um estudo feito em 11 países pela AVG Technologies – famosa pelo antivírus de mesmo nome – buscou uma resposta. Foram ouvidos jovens trabalhadores entre 18 e 25 anos em países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. Desses entrevistados, pelo menos um quarto declarou ter relação de amizade com os chefes nas redes sociais.

O estudo apontou algumas dicas essenciais para um bom convívio profissional na rede, para você estabelecer laços virtuais e aproveitar as oportunidades de crescimento profissional criados pelo “networking” das redes. Veja abaixo:

 

1. Não poste quando estiver com raiva – Um a cada oito entrevistados revelou ter postado comentários ofensivos no Facebook em relação à empresa em que trabalha ou ao próprio chefe após um dia ruim de trabalho. Isso também pode ser um problema para conseguir emprego no futuro, caso um empregador queira “conhecê-lo” por meio de seu perfil na rede social e veja posts ofensivos. Pare e pense: você se sentiria à vontade para dizer em voz alta no escritório o que está pensando em publicar? Se a resposta for não, não poste.

 

2. Use suas opções de privacidade – Mas se você quer manter a liberdade de dizer o que pensa sem se expor no Facebook, há uma solução para os seus problemas: é possível distinguir grupos ou pessoas específicas que não recebem todas as suas atualizações, ou ainda bloquear determinadas pessoas – chefes ou colegas de trabalho – em certos posts. No Japão e na República Checa, mais de 70% dos entrevistados disseram colocar colegas de trabalho em listas de restrição.

 

3. Respeite as regras – Muitas empresas têm restrições de acesso e regras de conduta para seus funcionários nas redes sociais. Naquelas em que simplesmente é proibido entrar no Facebook, Twitter, Google + etc., não há o que fazer. Mesmo que não haja uma razão clara para o veto, regras são regras. Acostume-se com a ideia de manter contato com seus amigos fora do horário de expediente. O mesmo vale para as empresas que recomendam aos funcionários não comentar temas relacionados ao trabalho ou pedem discrição nas redes sociais. Use o bom senso: tome cuidado ao postar fotos potencialmente constrangedoras da festa da empresa.

 

4. Limpe seus rastros – Pelo menos 43% dos entrevistados fizeram uma “varredura” em sua vida passada nas redes sociais recentemente. Isso é importante, por exemplo, para quem já está na internet desde a adolescência e tinha blogs, fotologs e contas de outras redes sociais em desuso. Você não acessa, mas elas continuam disponíveis, com opiniões que não necessariamente você apoiaria hoje. Também é valido fazer um busca no Google por registros com o seu nome. Nunca se sabe o que podem ter escrito sobre você na internet. Tente olhar seus perfis nas redes sociais sob a perspectiva de um empregador.

 

5. Escolha bem suas fotos – Cerca de 300 milhões de fotos são postadas todos os dias no Facebook, e com o crescimento do Instagram – rede social de compartilhamento de imagens – está cada vez mais tentador “compartilhar momentos” com os amigos na internet. Mas cuidado! Se você não protege suas publicações, fique atento para não deixar seu chefe saber que você viajou no fim de semana e por isso não terminou aquele relatório atrasado. E, claro, escolher bem a foto do perfil é fundamental.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2012/11/20/saiba-como-ser-amigo-do-seu-chefe-no-facebook-sem-perder-o-emprego.jhtm

 

20nov/120

Os realizadores, os conformados e os procrastinadores.

Por Christian Barbosa

Uma forma fácil de entendermos o ritmo produtivo e evolução das pessoas é dividi-lo em três grandes grupos:

  • Os realizadores – são aqueles que saem do lugar e fa zem alguma coisa seja para atingir seus objetivos, dar saltos na carreira, viver melhor seus relacionamentos e ter mais saúde e prosperidade em todos os sentidos.
  • Os conformados – são aqueles que já assumiram que simplesmente não dá pra mudar, que a vida é assim mesmo, que ele não nasceu com o “rabicó” virado para a lua e que acredita que time que está empantando pelo menos não tá perdendo.
  • Os procrastinadores – são aqueles que até tem vontade d e mudar, de fazer algo diferente, que se motivam para criar planos, mas na hora H alguma coisa os impede de dar o próximo passo.

A parte triste dessa divisão é que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já teve um desses perfis presente na sua rotina. Não é verdade? Ninguém é 100% realizador. Com certeza, o Bill Gates, Steve Jobs, Sílvio Santos, João Doria ou qualquer outro desses personagens que são extremamente bem sucedidos, já tiveram seus dias de procrastinadores e conformados.

Só que essas pessoas tem uma coisa em comum: eles conseguem administrar esses perfis e voltam rapidamente para o perfil realizador. Eles entendem que ninguém é inabalável, mas que todos tem uma capacidade inigualável de seguir em frente, no perfil adequado.

Em qual perfil você está vivendo hoje em dia? Que tal aproveitar que praticamente 50% do ano já foi embora para começar a viver no perfil mais adequado?

Entrar no perfil dos realizadores não é uma coisa do outro mundo, se eu pudesse definir 5 passos chave para começar a realizar, eles seriam:

1 – Aprenda a administrar bem o tempo que você tem para ter mais energia para focar nas coisas que você gostaria de realizar.

2 – Defina 1-2 pequenas ou médias realizações que gostaria de ter nesse próximo semestre, compartilhe com uma pessoa de extrema confiança e siga os passos nesse post para montar o objetivo.

3 – Crie uma disciplina mental de pelo menos diariamente ler e revisar os planos dessas realizações. Algo que o mantenha conectado ao que deve ser feito.

4 – Ache uma forma de vencer a procrastinação ou o confirmismo quando ele aparecer. Pode ser um vídeo, um filme motivador, um amigo que possa dar força, uma saco de porrada, etc. Toda vez que eu fico desmotivado, eu visito o site do meu concorrente mais medíocre e que faz o maior sucesso nos EUA, impressionante como isso me anima e me faz sair do lugar.

5 – Faça um mapa mental com as possibilidades de mudanças, próximos passos, idéias ou pequenas coisas que podem te ajudar a chegar no seu resultado. A função desse exercício é colocar sua mente para criar ações executáveis e não apenas “contemplações conformistas”.

Se não conhecer a técnica de mapas mentais, rabisque em uma folha de papel uma linha de um ponto A para o ponto B e no meio da linha comece a colocar pequenas ações (ou idéias) que vão te ajudar a chegar lá, depois refine esse rascunho em ações com datas na agenda. Veja esse exemplo:

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/2010/06/21/os-realizadores-os-conformados-e-os-procrastinadores/

19nov/120

Controle do Stress

Não há regras - Encare o stress da sua própria maneira

Mariana Teodoro

São muitos os artifícios sugeridos por especialistas, livros ou páginas na internet para ajudar pessoas estressadas a encontrarem o bem-estar. “Medite, respire fundo, pratique exercícios, relaxe, seja positivo, evite discussões” fazem parte do arsenal de recomendações para aliviar as tensões. Porém, o problema de seguir essas e outras dicas genéricas é que elas nem sempre funcionam igual para todo mundo.

Segundo a terapeuta holística Tatiana Girardi, que mantém o blog Espaço do Bem-estar, as regras gerais anti-stress nem sempre são eficazes porque cada indivíduo lida com as emoções de modo distinto e, portanto, enfrenta o stress conforme sua própria visão de mundo. “Justamente por cada um encarar o stress de uma forma, seria incoerente impor regras generalizadas para eliminá-lo”.

O primeiro passo, então, para quem busca o bem-estar é identificar quais caminhos são bons para si. “Cada pessoa deve procurar o que faz mais sentido para que ela se sinta mais relaxada, calma e serena. Se para alguns é meditar, para outros pode ser calçar um tênis e correr. O segredo é descobrir o que faz bem para você, independente de ser bom para o outro”, afirma a terapeuta.

Desabafar sobre um problema, por exemplo, é uma dica corriqueira para evitar o stress, pois quantas vezes não ouvimos dizer que guardar mágoas faz mal. Mas se para alguns falar dos problemas pode trazer conforto, para outros essa não é uma ideia tão boa assim. “Expor a vida aos amigos e familiares pode, para alguns, causar ainda mais stress, pois eles podem ser mal compreendidos ou até se arrependerem por falar demais. Nesse caso, uma saída é escrever e colocar todo incômodo e questionamento no papel”, diz Tatiana.

E, deste modo, pensando em estratégias e experimentando alternativas que é possível compreender as melhores saídas para o alívio do próprio stress. Por isso, pare e reflita se o que você anda fazendo para ter mais tranquilidade no dia a dia está funcionando bem ou se é hora de repensar a rotina e mudar suas atitudes!

Fonte : http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/nao-ha-regras.htm

14nov/120

Qual a musica certa para o seu negocio?

A maioria das empresas se preocupa com o visual, mas esquece que a música que toca em suas lojas, pode acelerar ou tornar mais lentas as funções físicas dos clientes, modificar seus sentimentos e, assim, alterar o comportamento.

Canso de entrar em lojas, com perfil de roupas clássicas e para executivos, tocando músicas eletrônicas e rock. Comecei a perceber que o perfil das pessoas que trabalham nessas lojas é de pessoas jovens, com idade entre 20 a 30 anos, que replicam para seu ambiente de trabalho as músicas que ouvem nas “baladas”.

Mal sabem eles que o rock faz com que o cliente ande mais rápido. Você até pode usar esse tipo de música para quando sua loja estiver superlotada e você não esteja conseguindo dar um atendimento de qualidade.

O som utilizado em uma loja pode deixar uma impressão positiva ou não, o que será determinante no volume das vendas. Por isso vale a pena ter cuidados extras para explorar o potencial sonoro.

Prof. Menegatti

Fonte : http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/1081-qual-a-musica-certa-para-o-seu-negocio

12nov/120

Como escolher o que vai ser exposto na vitrine

Confira dicas de como montar uma vitrine atrativa que ajude no desempenho das vendas

Redação Lyderis

Um dos itens mais importantes do visual merchandising é, sem dúvida, a vitrine. Ela é responsável por despertar a atenção do consumidor e indicar o que ele encontrará no interior da loja. Ou seja, é uma ferramenta que vai muito além de mostrar preços. Portanto, os itens que vão estar nela e produtos a serem escolhidos contam bastante para o desempenho das vendas.

Por exemplo, existem papelarias com vitrines cheias de produtos, de várias categorias, indicadores de promoções e lançamentos, causando no final de tudo uma tremenda poluição visual. Verifique o que pode estar em excesso ou em escassez para poder trabalhar melhor esses pontos. A dica para isso é a seguinte: verifique o que pode estar em excesso ou em escassez para poder trabalhar melhor esses pontos. Olhe e veja se não acha informação demais. Se você conseguir entender tudo de forma clara, pergunte ainda a um amigo ou seus vendedores e veja se o visual da vitrine agrada a maioria.

Também não adianta colocar objetos fora do alcance dos olhos. Note que em lojas de celulares, por exemplo, como são itens pequenos, as vitrines sempre vão até metade com produtos e o resto fica livre mesmo, mas você consegue enxergar de perto todos os modelos e consegue avaliar o que cada um tem em configurações e preços. Limpeza visual é fundamental.

Como escolher o que vai ser exposto na vitrine

Selecione muito bem o que chamará atenção das pessoas que passam pelo seu estabelecimento. Nada de colocar a coleção completa que acabou de chegar na sua loja; opte por poucos itens mas que sejam eficientes para incitar a venda. Não coloque todos os produtos tão expostos assim: isso só causa uma confusão na imagem da vitrine. Ao contrário, coloque poucos objetos, mas que sejam motivadores, que incentivem a compra.

Uma dica? Veja as vitrines de shopping, de qualquer segmento. Elas mostram apenas algumas peças das linhas que são lançamentos, sempre incitando o cliente entrar para ver as demais e um letreiro simples. Limpeza visual, clareza e simplicidade, apenas incitando a curiosidade do cliente para que ele busque mais itens no interior do estabelecimento.

Escolha os melhores produtos do seu estoque ou os mais vantajosos em preços e coloque expostos de maneira que tenham relação entre si. É possível montar um ambiente de escritório, com artigos office e de informática, ou criar uma pequena mesa de estudos, com os mais novos cadernos, agendas e outros acessórios escolares. Jamais deixe sua vitrine sem itens ou com um grande espaço vazio – isto mostra descuido com a sua loja, não é bom para o marketing da empresa.

Para quem tem uma forte atuação com eletrônicos, os itens promocionais são os que mais chamam a atenção. No caso de novos produtos na loja, mostre também, mas não abuse da quantidade e lembre-se de expor os produtos que estão em alta. Você pode fazer uma vitrine apenas de lançamentos de um lado e uma apenas de promoções de outra e deixe os itens por lá ao menos por uma semana. Não é legal trocar todos os dias, aparenta insegurança do empreendedor ou do departamento de marketing.

Dicas para decorar sua vitrine

Pense em qual tipo de recado que você pretende passar aos seus clientes. A criatividade deve ser muito usada no momento da decoração. Procure ideias em revistas, nos concorrentes, veja o que as grandes varejistas estão fazendo. Visite as melhores lojas, aquelas que são referência no seu setor, e procure observar como os produtos estão na vitrine.

Observar as mudanças e como eles colocam os produtos é uma maneira simples de aprender e conseguir boas dicas para organizar a vitrine da sua loja.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios/marketing/1389-como-escolher-o-que-vai-ser-exposto-na-vitrine

9nov/120

Isencao tributaria para material escolar tem parecer favoravel em audiencia

Projeto terá que se adequar às exigências da Receita Federal e distinguir material escolar do material de uso geral

Redação Lyderis e Rádio Câmara

Como noticiado pelo Portal Lyderis, setores de papelaria e da indústria gráfica apelaram aos deputados pela aprovação de projeto do Senado (PL 6705/09) que dá isenção fiscal para produtos escolares fabricados no Brasil . A matéria foi tema de audiência pública, nesta quinta-feira, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

De acordo com o texto em tramitação, a fabricação de material escolar fica isenta de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) enquanto que a comercialização teria alíquota zero de Pis/Pasep e de Cofins. A isenção incidiria sobre produtos como caderno, cola, borracha, mochila, agenda e pincel, por exemplo.

A proposta, no entanto, foi rejeitada, em maio, pela Comissão de Educação da Câmara, sob o argumento de que o benefício aos empresários reduziria os recursos investidos em educação por meio de impostos. Autor do projeto, o senador José Agripino (DEM-RN) rebateu o argumento da Comissão de Educação da Câmara na rejeição do projeto e destacou que seu principal objetivo, ao apresentar a proposta, foi "reduzir a evasão escolar".

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica, Fábio Mortara, ressaltou durante a audiência que a carga tributária sobre o setor é muito pesada e prejudica diretamente o estudante. "A taxação inibe novos investimentos, estimula a importação e, acima de tudo, impede que a gente tenha uma educação mais barata e mais acessível para a população brasileira", disse Fábio. "Nós estamos convictos de que, com uma pequena renúncia fiscal, estaremos dando um grande passo para, de fato, resgatar a questão da educação nesse País".

Os empresários citaram o exemplo de uma caneta de um real, que tem cerca de 50 centavos só em impostos federais, estaduais e municipais. Agenda escolar, borracha, régua e mochila de estudantes sofrem incidência de tributos em cerca de 40% de seu preço final.

Parecer favorável

O relator do projeto na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Leonardo Gadelha (PSC-PB), sinalizou que dará parecer favorável à matéria. "É patente para todos os brasileiros que nós temos uma carga tributária muito elevada: carga de país muito rico e serviços de país muito pobre", ressaltou. "É necessário, então, que possamos fazer a revisão dessas alíquotas. Ao fazer com que os produtos escolares tenham um preço mais acessível, a gente vai permitir que mais estudantes tenham acesso a um material de melhor qualidade”.

Gadelha ressaltou, no entanto, que o texto será alterado para se adequar a orientações técnicas da Receita Federal quanto ao alcance da isenção também para produtos estrangeiros e à diferenciação clara entre material escolar e de uso geral.

"Nós podemos tentar encontrar um ponto de equilíbrio e deixar isso claro: quais os produtos de uso escolar e quais os produtos que têm um uso mais abrangente", observou Gadelha. "Então, podemos atender o objetivo de tornar mais acessíveis os materiais escolares, sem fazer com que isso seja aberto para todo tipo de produção”.
Renúncia fiscal

A Receita Federal prometeu enviar à comissão, em breve, o cálculo da renúncia fiscal, que deverá constar explicitamente do projeto de lei. O coordenador-geral de tributação da Secretaria da Receita Federal, Fernando Mombelli, disse que, tecnicamente, o principal problema do projeto é a falta de distinção entre o que é produto escolar ou não.

Mombelli argumentou, ainda, que a isenção não poderá ser dada apenas aos produtos fabricados no Brasil , pois desrespeitaria acordos internacionais do País firmados no âmbito da Organização Mundial do Comércio.

Solução para o impasse

Para solucionar o possível impasse em torno da abrangência da isenção, levantado pela Receita Federal, o presidente da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares , Rubens Passos, sugeriu a adoção dos conceitos de uma portaria governamental que já traz a definição do que é material escolar.

Já o presidente da Associação dos Distribuidores de Papelaria do Brasil , Luiz Renato Souza, disse que a isenção tributária será imediatamente revertida para o preço final do material escolar, reduzindo os custos para o consumidor.

Fonte: http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/impostos/1401-isencao-tributaria-para-material-escolar-tem-parecer-favoravel-em-audiencia