BLOG GERANDO DEMANDA
28nov/131

9 dicas para trabalhar em equipe

1. Seja paciente

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Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal “cada cabeça uma sentença”. Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

2. Aceite as ideias dos outros

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As vezes é difícil aceitar ideias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

3. Não critique os colegas

nao critique

As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as ideias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as ideias, nunca a pessoa.

4. Saiba dividir

dividir

Ao trabalhar em equipe, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

5. Trabalhe

trabalhe

Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

6. Seja participativo e solidário

participativo

Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue

dialogo

Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje

planeje

Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no “pensamento de grupo”

trabalho em grupo

Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

fonte: Brasil Escola / http://blog.99jobs.com/9-dicas-para-trabalhar-em-equipe/

 

26nov/130

Troque a autocritica pela autocompreensao

autocritica

 

Autor: Eduardo Shinyashiki

Hoje em dia, no contexto profissional, não é mais suficiente apenas a competência técnica para conseguir resultados, mesmo que ela seja indispensável. Quando analisamos as causas pelas quais uma pessoa competente não consegue atingir o objetivo pretendido, ou quando entra em estado de estresse e atua abaixo das suas capacidades, percebemos que o fator humano começa a ter um peso maior e se manifesta com mais força em relação ao aspecto técnico.

A forma como o ser humano reage às pressões externas e às exigências profissionais, por exemplo, faz toda a diferença entre a realização e o fracasso. Uma excessiva autocrítica leva a pessoa a não se considerar boa o suficiente, a ter dúvidas sobre o próprio valor e a se sentir inadequada e vulnerável ao contexto externo. A pressão interna e a cobrança influenciam negativamente o humor, o pensamento, a autoconfiança, as decisões e ações.

Às vezes não percebemos o quanto podemos ser duros e exigentes com nós mesmos. Quantas vezes nos pegamos criticando nosso trabalho e forma de agir, sentir e expressar? Treinar a autocompreensão no lugar da autocrítica permite fazer uma avaliação mais clara e objetiva da situação e dos pontos a serem melhorados ou fortalecidos.

No estado de autocrítica, quando não atingimos uma meta, entramos em uma sensação de fracasso generalizado e com a tendência de atribui-lo unicamente a si mesmo e à própria incapacidade, vivendo um contínuo sentimento de inadequação.

A autocrítica disfuncional não permite considerar os sucessos obtidos e os aspectos positivos da pessoa, pois leva a atenção aos erros e insucessos. A pessoa convive com um constante diálogo interno negativo que a acusa e a julga constantemente, perdendo o foco.

Quando a autocompreensão está presente, essa sensação é substituída pela avaliação das possíveis causas e das razões da falta de resultados para poder se preparar aos próximos passos. Desenvolvê-la significa avaliar-se com um olhar mais objetivo para poder entender melhor a realidade. O diálogo interno negativo, então, é substituído pela voz interior, pela capacidade de falar consigo mesmo de forma não punitiva, mas positiva e motivadora para ir em busca de soluções.

A autocompreensão, portanto, leva à aceitação, à autoestima e à identificação das próprias capacidades, competências e pontos fortes, que nos permite ter motivação e perseverança para superar os limites mesmo nas dificuldades.

Fonte: Troque a autocrítica pela autocompreensão | Portal Carreira & Sucesso

19nov/130

Pesquisa mostra como e feita a decisao de compra no volta as aulas

Dados da Disney indicam que 80% das crianças pedem para comprar os itens que estão na mídia, o que influencia a decisão dos pais

volta as aulas
Por Jaqueline Santos

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope, encomendada pela Disney Brasil - com entrevistas de crianças e adolescentes entre seis e 16 anos e mães de 28 à 45 anos, das classes A, B, C e D - a compra escolar é um momento de negociação entre pais e filhos.

A pesquisa afirma que os pais estão à procura de produtos de qualidade com bom preço, enquanto os filhos buscam os personagens favoritos. De acordo com o estudo, 50% dos pais entrevistados não levam o produto que o filho solicitou e os que levam aproveitam para educar financeiramente a criança ou o adolescente.

Outro dado relevante apontado na pesquisa é que 80% das crianças pedem para comprar os itens desejados influenciados pelo que está na mídia. De acordo com a companhia, as crianças são pautadas pelos personagens de sucesso, o que os amigos gostam, ou seja, pelos itens que traduzam a atitude atual. As meninas procuram o que está na moda, enquanto os meninos pedem o que os amigos gostam.

No que se refere ao caderno ideal, o estudo aponta que os pais preferem capas duras e espirais reforçados, já os filhos não abrem mão de folha decorada, adesivo e qualidade.

Todas as classes aceitam pagar mais caro para agradar o filho, e, segundo o Ibop, e a decisão da compra é da criança.

Sobre os lugares que os pais preferem adquirir os itens escolares as papelarias, os bazares de bairro e a internet foram os estabelecimentos mais citados.

No que se refere ao kit escolar oferecido pelo governo, 43% responderam que recebem o material, mas 80% não usam devido a falta de atratividade e problema de qualidade.

Fonte : http://www.lyderis.com.br/volta-2013/2503-pesquisa-mostra-como-e-feita-a-decisao-de-compra-no-volta-as-aulas

18nov/130

COMO SER UM SUCESSO EM VENDAS

POR NERILDO BEZERRA

Que não há mais “produtos que se vendam sozinhos”, isso todo mundo sabe. Outra pedra no caminho dos profissionais de vendas é que os métodos tradicionais eram baseados unicamente na reputação do produto e não funcionam mais. Hoje o mercado exige uma equipe de vendas que se concentre no atendimento das necessidades específicas de cada cliente, e para ser um sucesso em vendas, você precisa de algumas habilidades, vamos lá!

GOSTAR DE VENDER: Sim, continua sendo fundamental. Você tem que ser o cara que produz receitas para a empresa. Não vai conseguir isso reclamando do tempo, da crise, do trânsito e da alta do dólar, assim não vende nem mel pra abelha. Lembre-se mais do que um produto, você vende um sonho, uma solução.

CONHECER BEM O PRODUTO: O seu e também o dos concorrentes. Terá de saber quais as vantagens de cada um a ponto de poder discorrer sobre suas particularidades e tendências do setor. Assim, você se torna peça valiosa, um consultor do cliente na tomada de decisões.

CONHECER BEM O CLIENTE: Use a empatia e coloque-se no lugar dele. Arregace as mangas por ele. Saiba o que dá lucro e o que pode agregar valores. Para isso, você precisa saber quais são as reais necessidades de quem compra.

PENSE EM GANHAR-GANHAR: Faça um teste com cada transação, se o negócio for bom para você e para o cliente, esse é um bom negócio. Se não for bom para um dos dois lados, esqueça. Fazer a coisa certa mesmo quando isso se traduz em deixar de vender, significa preocupar-se mais com relacionamento do que com a venda. O resultado disso é que você ganhará a confiança do cliente e, portanto, o terá como parceiro de longo prazo.

FACILITAR A VIDA DO CLIENTE: Como? Seja parte da solução e não dos problemas dele. Cumpra os prazos prometidos, apareça na hora marcada, tenha sempre uma solução ou um novo produto que agregue valor ao negócio do cliente.

VENDER VALORES: Mais do que vender apenas um preço, é preciso vender um conjunto de qualidades. Para isso, o vendedor tem de agir com honestidade, com responsabilidade e com boa educação. Não se comporte como quem deseja fechar o negócio o mais rápido possível. Esse comportamento é inimigo da honestidade. Fale a verdade sempre. Aquela marca de produto tem recebido constantes reclamações dos seus clientes? É melhor falar já para não perder o cliente e seus amigos depois.

Perceberam que são ações simples, mas que darão um impacto imenso no relacionamento com os clientes e, consequentemente, nas vendas. O que você está esperando para começar? Mexa-se.

Por: Nerildo Bezerra

Fonte :http://www.agapedobrasil.com.br/catalogo_palestrantes#ancora

 

Categorias: Vendas Sem Comentários
6nov/130

11 habilidades que o mercado exige e a faculdade nao ensina

Sair da formatura com notas elevadíssimas em todas as disciplinas não é garantia de que o recém-formado seja um excelente profissional. Ao contrário.

Especialistas consultados são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.

“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.

1.  Ser multicultural (na prática).

Multicultural
Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.

No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.

E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto.

2. Trabalhar em equipe.

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Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz Casagrande.

Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirma o especialista.

“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande.

3. Fazer networking.

networking
Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.

“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz.

4.  Ser interdisciplinar.

interdisciplinar
Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.

“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.

5. Falar em público.

falar em publico
“Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, CEO da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.

6. Como escolher a carreira.

escolher a carreira
A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.

O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.

Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.

7. Liderar e gerir pessoas.

liderar e gerir
Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.

8. Contratar.

contratacao
“Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.

“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho delas em vez de pessoas com características complementares a dela”, afirma.

9. Negociar.

negociar
Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.

10. Ler ambientes.

adaptar
No mundo corporativo é preciso ser autentico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.

11. Portar-se em uma reunião.

reunião
“As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.

Fonte : http://blog.99jobs.com/11-habilidades-que-o-mercado-exige-e-a-faculdade-nao-ensina/

 

 

4nov/130

Os bons vendedores ouvem mais…

ouvir mais

 

Um treinador de basquete de uma universidade, ao recrutar um jovem jogador ainda no colegial que estava se tornando famoso no Texas, após vê-lo jogar numa partida importante para o campeonato estadual, foi visitar o rapaz e seu pai. Explicou-lhes as limitações das bolsas oferecidas pela instituição que representava e ofereceu uma bolsa parcial. Pai e filho não disseram uma só palavra.

Embora o treinador já tivesse negociado várias ofertas de bolsas com muitos pais espertos e ambiciosos, perturbou-se com aquele silêncio. Não esperava que um garoto de dezessete anos fosse se mostrar difícil. Então, melhorou sua oferta, acenando com uma bolsa total.

Mais tarde, o treinador veio a saber que o silêncio do garoto não era uma tática de negociação. Ele era tímido e seu pai era ingênuo. Para os dois, a oferta inicial fora tão generosa que não sabiam o que dizer.

Existe uma maneira de saber se um vendedor é um principiante ou um vendedor experiente. É a maneira como o outro lado lida com o silêncio. Um profissional só fala para melhorar a ausência de palavras. Um amador fala demais, provavelmente para preencher o vácuo criado pelo silêncio. Se desejar uma rápida concordância do seu cliente, apenas fique sentado e não diga nada.

Você ficará surpreso como sua resposta virá em segundos.

Fonte : Palestrante Prof.Menegatti - News Motivacional [nº: 398/2013]

1nov/131

Gerando Demanda pelo Conhecimento chega pela primeira vez a Campo Grande

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Pela primeira vez, o projeto Gerando Demanda pelo Conhecimento fez o evento no estado de Mato Grosso do Sul. Nos dias 23 e 24 foi realizado o projeto no Grand Park Hotel, na cidade de Campo Grande. Gerando Demanda é o projeto criado pela CHTech para treinar vendedores do segmento de office, papelaria e informática, com patrocínios da Procalc, Chamex, BIC, Multilaser, PLUS, Dello, Imex, Foroni, Summit, Libreria e Francal Feiras. O evento ocorreu com palestras de manhã, tarde e a noite. As palestras tiveram temas: Prepare sua loja para volta às aulas (Fred Gorgulho), Vendas avançadas (Fabio Nemer), Merchandising (Fabiano Ghessi), Principio dos melhores vendedores do mundo (Jr. Portare), Capacitação e Retenção de Talentos (Fabio Nemer) e o Poder das metas (Jr. Portare).

Tivemos uma presença de mais de 140 pessoas durante todo o evento, com praticamente todos os principais clientes da cidade participando. A empolgação se resume nos semblantes dos participantes depois das palestras. A Célia, compradora da Leitura de Campo Grande, disse que foi uma grande oportunidade participar destas palestras e as dicas de como preparar a loja para volta às aulas do Fred Gorgulho vão ajudar muito no dia a dia. A Lucimar, também da Leitura, disse que o aprendizado foi maravilhoso e reflete para toda a sua vida. A palestra do Jr. Portare a ensinou que vale a pena investir no cliente. Durante o intervalo entre as palestras, os patrocinadores puderam mostrar o show room montado, as novidades e os produtos para os vendedores. Esta interação com quem vende os produtos no dia a dia é muito importante para criar um relacionamento mais próximo com a indústria.

No dia seguinte, o projeto fez um evento inédito: Montamos um show room comercial numa sala para uma rodada de negócios. Os patrocinadores levaram condições especiais para o comércio local fechar negócio ali mesmo. Além de poder ver os produtos ao vivo, as condições formatadas pelos patrocinadores geraram negócios, a CHTech, Imex, Multilaser tiveram vários pedidos fechados no dia. Este novo formato deverá ser implementado em algumas praças a partir de 2014.

O Gerando Demanda vai percorrer ainda 2 praças em 2013, o próximo será no dia 12 de Novembro em Campinas, no hotel Vila Rica e o último será em São Paulo no dia 03 de Dezembro, onde faremos um evento especial somente para vendedores de que trabalham com corporativos.

O projeto já está sendo preparado para 2014 e haverá muitas novidades e novas praças para visitarem. Empresas novas que estiverem interessados em participar como patrocinador no projeto, deverá entrar em contato com email: contato@gerandodemanda.com.br .

 

Fonte: Marketing Gerando Demanda

Responsável: Lucas Huang/ Marília Maciel

email: contato@gerandodemanda.com.br

tel: (12) 3932-0188