BLOG GERANDO DEMANDA
19dez/130

Sera que da troca?

troca

Véspera de Natal é sinônimo de shoppings e comércio de rua lotados para as quase inevitáveis compras de presentes. E uma boa parte desse movimento costuma voltar logo após as festas de fim de ano: é o período da troca, ou da devolução de produtos com defeito ou que não atenderam à expectativa.

Como as trocas de produtos recebidos como presentes são muito comuns nas lojas no início de ano, o consumidor deve ficar muito atento, para não ter seus direitos
desrespeitados.  O Código garante ao consumidor um prazo de 30 dias para reclamar sobre vícios aparentes ou de fácil constatação, no caso de produtos não duráveis (como alimentos, flores). Para itens duráveis, como roupas e eletrodomésticos, o prazo é de 90 dias, contados a partir do recebimento da mercadoria.

Nunca é demais lembrar que o consumidor consciente, ao presentear alguém, deve optar por itens que agradem  mas que também não causem endividamento
desnecessário.

ESTÁ COM DEFEITO : Quando os produtos apresentam algum defeito de funcionamento ou avaria, a loja é obrigada a realizar a troca.

NÃO GOSTOU:  Em se tratando de produtos sem defeito, a maioria dos estabelecimentos comerciais faz a troca, sem a necessidade de o cliente justificar o motivo. Mas é bom lembrar: esse serviço é considerado uma cortesia da loja, já que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) não prevê a troca nessa situação.

COMPRA VIRTUAL : Para compras pela internet, telefone ou catálogos, a orientação é distinta. Nesses casos, como não é possível ver o produto antes de efetuar a compra, o Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento. Ou seja, o consumidor pode desistir da compra ou do produto sete dias após a realização do negócio ou do recebimento da mercadoria.

PROCON ORIENTA

  • Antes da compra, verifique as condições para troca
  • Guarde a etiqueta de identificação do produto
  • Quando possível, guarde o cupom fiscal

Fonte : Jornal do Consumidor 909 - produzido pela Prefeitura de São José dos Campos-SP

 

 

16dez/130

Feliz Natal

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11dez/130

Como criar novos habitos…

novos habitos

Para criar um novo hábito leva tempo e muita paciência. Assim como um fruto que precisa de toda uma estação para crescer, nossos novos hábitos podem levar alguns meses para ficarem enraizados em nós. Quando você tenta amadurecer rapidamente um fruto, ele perde o sabor. Nos Estados Unidos, os tomates são normalmente colhidos antes do amadurecimento, a fim de que não fiquem machucados durante o transporte até o supermercado. Então, antes de serem vendidos, os tomates verdes são vaporizados com CO2, o que os torna vermelhos instantaneamente. Tomates vaporizados são comestíveis, mas não é páreo para o sabor de um tomate deixado para maturar lentamente no pé.

Então, nós precisamos saber que:

1.     Aprendemos lentamente: é comum termos de aprender uma lição quarenta ou cinquenta vezes para realmente captá-la. O problema se repete periodicamente, e pensamos “De novo, não! Eu já aprendi isso!”, mas esquecemos muito depressa as lições aprendidas e retornamos aos velhos padrões de comportamento. Por isso, precisamos de explicações repetidas vezes.

2.     Temos muito a desaprender: muitas pessoas vão ao psicólogo com um problema pessoal que levou anos para se desenvolver e dizem: “Preciso que você dê um jeito em mim. Tenho uma hora”. Ingenuamente esperam uma solução rápida para uma dificuldade enraizada há anos. Como a maioria de nossos problemas, todos os nossos hábitos ruins não se desenvolvem da noite para o dia.

3.     Crescer é doloroso: não há crescimento sem mudanças, não existem mudanças sem medo ou perdas e não há perda sem dor. Toda mudança envolve perda de algum tipo. Você deve se livrar dos velhos hábitos para experimentar os novos. Tememos essas perdas, mesmo que nossos antigos costumes estejam fadados ao fracasso, pois como um par de sapatos usados, eram ao menos confortáveis e conhecidos

 

Fonte : http://menegatti.srv.br/newsatual/ 

9dez/130

Ex-capitao do Bope e consultor do “Tropa de Elite” da 10 dicas de lideranca

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Paulo Storani, 51, foi capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) do Rio de Janeiro de 1994 a 1999, o que lhe rendeu a função de consultor dos filmes "Tropa de Elite" 1 e 2.

Mestre em antropologia, pós-graduado em administração pública e em gestão de recursos humanos, hoje ele dá palestras sobre como construir equipes de alto desempenho baseado nos métodos de treinamento do Bope.

O Bope é uma tropa de elite da polícia do Rio de Janeiro, chamada em situações em que os pelotões normais da PM não conseguem resolver o conflito. Por causa da dificuldade, cada trabalho do Bope sempre é chamado internamente de missão.

"Os momentos de crise exigem mais da gente. Missão exige sacrifício. Transforme seus objetivos em missões para alcançá-los", declara Storani.

Veja as dicas do ex-capitão do Bope para formar um time qualificado e bem-sucedido na sua empresa:

1 – Seja transparente e objetivo: explique claramente qual é o trabalho e deixe que as pessoas decidam se querem participar dele ou não.

2 – Mostre o valor do trabalho: apenas enxergando o valor daquela tarefa é que as pessoas vão se dedicar o suficiente para alcançar os resultados desejados.

3 – Tenha voluntários: Storani diz que todos os membros do Bope são voluntários. Eles correm mais riscos no seu trabalho e não recebem a mais por isso. Ele acredita que voluntários se dedicam mais, pois estão ali porque querem, ou seja, veem o valor do trabalho ou se identificam de alguma maneira com a causa. Isso aumenta o comprometimento.

4 – Faça uma seleção rígida: escolha os funcionários por sua qualidade técnica, experiência e, principalmente, pela determinação. Ela fará com que a equipe coloque as ações em prática.

5 – Prepare a equipe: mobilize e capacite seus funcionários. Defina o papel e a importância de cada um, exaltando o time. "Se tiver alguém desmotivado, ele puxa os outros para baixo. Da mesma forma, se tiver alguém interessado apenas em fazer sua parte, ele pode passar por cima de outros para isso, desestabilizando a equipe", declara Storani.

6 – Faça um planejamento: elabore um plano de ação para atingir o resultado esperado para a missão. Tenha estratégias e táticas.

7 – Tenha um plano B: Storani diz que o plano ideal dificilmente é executado, geralmente por limitações de tempo e financeiras. Por isso, tenha caminhos alternativos que levem ao objetivo.

8 – Execute o plano com excelência: o ex-capitão do Bope define excelência como "o melhor desempenho, com máxima segurança e mínimo esforço, ou seja, sem desperdício".

9 – Tenha um padrão de qualidade: o padrão de qualidade não deve ser baseado no melhor integrante da equipe e, sim, no pior. Afinal, se ele faz parte da equipe, deve ser considerado.

10 – Avalie resultados e aprenda: confirme as ações positivas e corrija as que deram errado. Storani diz que, no treinamento, há um tanque de água gelada para onde os soldados vão quando fazem alguma atividade errada. "Lá, eles têm duas opções: pedir para sair do Bope ou voltar para a atividade, correndo o risco de retornarem ao tanque se errarem de novo. O que parece uma punição é, na verdade, uma superação, pois quando saem do tanque molhados e gelados, eles se dedicam com muito mais energia para a missão", afirma.

fonte : http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2013/11/21/ex-capitao-do-bope-e-consultor-do-tropa-de-elite-da-10-dicas-de-lideranca.htm#fotoNav=1

6dez/130

Como espantar o cliente

espantar cliente

Vender mais. Essa é a necessidade que se renova todo santo dia. Se a empresa é do varejo, distribuição ou uma loja, a necessidade é exatamente a mesma. 

E, já que ganhar novos clientes e também mantê-los, custa tão caro e é tão difícil, o que você não pode é permitir que seu cliente vá embora de sua empresa, seja espantado para os braços “receptivos” do seu concorrente.

Os  bons vendedores, devem não somente, estarem atentos ao que fazer mas, também, ao que não fazer. Ai vão algumas práticas de vendas (dos maus vendedores, corrigindo), que você deve evitar a todo custo, para não espantar seus valorosos clientes:

ENROLAR O CLIENTE
Vou te contar um segredo: seja o cliente novo ou seja ele “da casa”, ele não é bobo.
Certa vez, vendi um grande lote de impressoras para um cliente importante, do nordeste do Brasil e essas impressoras ainda não estavam em estoque. E “enrolei” o cliente por mais de uma semana. Tempo depois, durante um evento desse fabricante de impressoras, conheci pessoalmente o cliente que me disse que só seguia comprando de minha empresa, porque tínhamos o melhor preço e assim que alguém cobrisse o preço, ele iria embora. Cliente não é bobo.

FALAR DEMAIS
Nossos clientes querem duas coisa fundamentais de nós. Que lhe demos muita margem e que o ajudemos a vender os produtos que compram de nós. Baseado nisso, procure falar coisas relacionadas à isso. Costumo dizer em minhas palestras de vendas que os bons vendedores falam somente, até o cliente colocar o pedido. Depois disso, somente depois, no pós-vendas. (leia mais sobre pós-vendas, aqui).

NÃO DEIXAR O CLIENTE RESPIRAR
Na venda de varejo tem aquele vendedor que não sai de perto do cliente. Na vendas corporativas, tem vendedor que liga a cada cinco minutos querendo saber o comprador “tem posição”.  O segredo é a postura. No corporativo, postura pró ativa: pergunte antes, qual o tempo que o cliente leva para decidir e combine quando será sua próxima ligação. No varejo, postura elegante: diga ao cliente que você está ali, no campo de visão dele para o que precisar.

FAZER PERGUNTAS ERRADAS NA HORA ERRADA
Precipitar-se pode jogar fora uma venda. Tanto no varejo como na venda corporativa, o cliente tem muito a dizer. Escute com o máximo de atenção para que as perguntas sejam assertivas. Perguntar como ele gostaria de pagar se ele já perguntou no início, se você aceita cartão, é uma forma de querer perder a venda.

MENOSPREZAR O CLIENTE
Existe uma máxima em vendas que é nunca menospreze um cliente. Você já deve ter visto isso acontecer: aquele cliente pequeno virar grande e um grande quebrar. “Ler o livro pela capa” é um tiro no pé em vendas. Balanceie sua carteira com grandes, médios e pequenos clientes. Além de bom para empresa, é sábio para você e para o seu bolso, à longo prazo.


Junior Portare é diretor de vendas e marketing da Portare mochilas, professor de cursos de pós-graduação na FVG – Fundação Getúlio Vargas e palestrante comportamental.
Co-fundador do projeto de capacitação de vendedores: http://www.GerandoDemanda.com.br

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