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23jun/140

Você é do tipo “vendedor folheto ambulante”? Cuidado!

Vendedor precisa se atentar para não cair na “Síndrome do Pato”. Entenda o que isso quer dizer

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* Mário Rodrigues

É muito comum nos deparamos, nos mais diversos ambientes, com pessoas que fazem de tudo um pouco, porém não se destacam em nada. Isso não é necessariamente um erro, mas em alguns casos a dedicação a muitas atividades pode custar caro, especialmente no mundo das vendas. Os profissionais da área devem tomar cuidado para não sofrer da chamada “Síndrome do Pato”, que, com um nome engraçado, faz alusão ao animal: o pato canta, mas seu canto não é o mais bonito das aves; nada, mas existem aves que nadam muito melhor que ele; anda, mas não com muita desenvoltura; e voa, mas não para muito longe.

É muito comum que vendedores, especialmente os menos experientes, sofram com isso. Aquele profissional que tenta vender todos os produtos da empresa acaba não especializando e não tendo o conhecimento suficiente sobre nenhum deles. Em alguns casos, torna-se o que chamamos de “folheto falante” ou “tabela de preço ambulante” e ele próprio, sem perceber, se transforma no maior prejudicado, pois os clientes podem não criar a confiança necessária para realizar a compra e deixam de enxergá-lo como a melhor solução para atender suas necessidades. No final do mês, isso pode fazer com que a meta não seja batida.

Há ainda alguns vendedores que tentam vender para todo mundo, muitas vezes não planejam as visitas e acabam explorando pouco o território e a carteira de clientes, gastando muito tempo ao ir de um lado da cidade para outro no mesmo dia. Uma alternativa para que isso não ocorra é atuar como o foco no processo de compra, ajudando o cliente a satisfazer as necessidades, conhecidas ou não, e se especializar na venda de soluções.

Fazer cursos, ir a palestras e workshops, entender do segmento, saber quem são seus concorrentes e o que eles oferecem são coisas que diferenciam o profissional, além de fazer com que o vendedor gere mais confiança ao cliente e tenha mais segurança nas negociações. Em determinados casos, bater metas não significa vender mais, mas vender com “mais qualidade”.

Querer fazer tudo e não ser especialista em nada não é bom para a empresa e muito menos para o vendedor. Um profissional motivado e focado em um tipo de segmento traz mais benefícios que aquele que se diz conhecedor e especialista em tudo. O tempo no mundo das negociações é precioso, e saber quando se dedicar a um ou outro cliente é uma das habilidades mais importantes em um vendedor. Busque se preparar, planeje sua atuação para fugir da “Síndrome do Pato” e se destaque na profissão.

* Mário Rodrigues atua como Vendedor Profissional, Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) e Treinador de Vendas. 

 

fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/3099-voce-e-do-tipo-vendedor-folheto-ambulante-cuidado

Categorias: Vendas Sem Comentários
16jun/140

Voce e uma pessoa controladora no trabalho (e na vida)?

controladora

Começamos o ano com metas, projetos e desejos a serem desenrolados ao longo dos 365 dias que estão por vir. Outros objetivos são de longa data, sonhos de infância, ambições profissionais, planos de carreira. "Como você se vê daqui a 5 ou 10 anos?", perguntam. Muito do que vivemos no presente está ligado a planos traçados em relação ao futuro, por vezes carregados de expectativas, boas ou ruins. E o futuro próximo está a segundos de distância: ao final desta frase, ele já será parte do passado.

 Mas são tantas variáveis que podem interferir no que foi planejado e mudar completamente o curso dos acontecimentos. Pessoas, condições climáticas, contextos socioeconômicos, geopolíticos… Na prática, temos controle de muito pouco. Não podemos controlar as pessoas ao nosso redor, se vamos ter esse ou aquele emprego, se a tão desejada promoção vai acontecer de fato.

Saber lidar com as variáveis e se adaptar bem às mudanças não é apenas um requerimento de mercado, é de vida. Mas o que acontece de improviso, que não estava previsto no script, pode ser um grande problema para os mais controladores.

"Existem dois perfis básicos de pessoas: as que sofrem mais e as que sofrem menos com essa situação. Para sofrer menos é melhor ser mais adaptável, mais desprendido de suas expectativas. Pegar mais leve, assumir, principalmente no ambiente de trabalho, que quase nada está no nosso controle. Até um líder de alto nível também tem que responder para alguém", acredita o coach Miguel Vizioli.

Segundo Vizioli, quanto maior a necessidade de controlar, maior tende a ser a frustração. E, em geral, é difícil lidar com esse tipo de comportamento no trabalho, porque o profissional controlador não dá liberdade às pessoas, que também se frustram e podem se rebelar contra essa necessidade.

"Tem pessoas que são compulsivas por controlar, porque têm a ideia de que controlar significa cercar todas as variáveis, tudo vai ser previsto e ela pode se preparar. Isso é complicado, é uma espécie de clausura psicológica. Ninguém quer ficar com esse cara, porque tudo tem que ser do jeito dele", exemplifica.

A distância das pessoas é um dos sinais a que o profissional pode se atentar para avaliar se tem ou não um perfil controlador. Em geral, o coach explica que os outros colegas e subordinados não conseguem ter muita proximidade ou profundidade no relacionamento. Se a pessoa se frustra demais, é outra evidência da necessidade de controle. Um recurso que o especialista recomenda para descobrir se esse realmente é o caso é pedir feedback e estar aberto para ouvir os outros.

"Quando é uma neurose, a pessoa perde o controle quando as coisas saem do previsto e existe muita rigidez no comportamento. A solução é buscar a raiz dessa necessidade de ter tanto controle, iniciar um processo de autoconhecimento, conversando com as pessoas, fazer coaching ou terapia. Outros caminhos que a gente às vezes sugere: meditação, yoga, procurar algum hobby em que a pessoa realmente não tenha controle nenhum, como dança e teatro", sugere.

fonte : http://empregocerto.uol.com.br/info/dicas/2014/05/28/voce-e-uma-pessoa-controladora-no-trabalho-e-na-vida.html

13jun/140

O IDIOTA E A MOEDA

o idiota e a moeda

Por Arnaldo Jabor

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.

Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.

 

Leia mais: 7 textos motivacionais para sua reflexãoMAJTec – Seu espaço http://www.majtec.com.br/sabedoria-e-motivacao/textos-motivacionais-2/#ixzz34WUZNooh
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9jun/140

Vencendo o Estresse das Vendas… Parte II

espantar cliente

4. Decepção: você presta um bom serviço e na hora H o seu cliente decide pelo seu concorrente. O que fazer nessa hora? Simplesmente se encher de autoconfiança e dizer: “Parabéns. Espero que esteja satisfeito”. Mas não se dê por vencido, telefone de tempos em tempos para as pessoas que o rejeitaram e pergunte se o produto está atendendo suas expectativas? No primeiro deslize de seu concorrente, você terá a oportunidade certa para ter seu cliente de volta.

5. Medo: outro inimigo das vendas e tremendo fator de estresse. O medo constitui-se no sentimento que impede as pessoas de correrem atrás daquilo que desejam na vida. Medo do fracasso, da rejeição. Todos temos medo de alguma coisa. A dica para vencer o medo é que você procure fazer exatamente aquilo que você mais teme e assim controlará esse sentimento negativo.

6. Tempo: em vendas o compromisso com o tempo é um fator de estresse, especialmente porque exige muita disciplina e determinação. Você que é vendedor, não espere trabalhar apenas 40 horas semanais. Vendedores de sucesso sabem que o tempo desempenha um grande papel na construção desse sucesso. A dica é: use sua agenda e mantenha a disciplina aos horários estabelecidos, evitando assim ficar rolando seus compromissos.

7. Cotas: são estressantes quando inatingíveis ou fáceis demais. Assim, enquanto alguns vendedores não conseguem atingir suas cotas, outros as atinge muito facilmente. Em vez de motivar, passa a desmotivar. Estabelecer corretamente as cotas de vendas, de forma a serem difíceis, porém atingíveis é uma boa maneira de lidar com profissionais altamente competitivos.

Fonte : News Motivacional [nº: 428/2014]  http://menegatti.srv.br/

2jun/141

Vencendo o Estresse das Vendas…-Parte 1

stress no trabalho

Trabalhar em vendas implica em saber lidar com pequenas coisas que acontecem no dia a dia de alguns vendedores:

1. Culpa: muitos sabem o que devem fazer mas não fazem. Outros sabem o que não devem fazer e mesmo assim, fazem. E acabam por se sentirem culpados. Se você sabe que isso irá acontecer, a dica é: não faça. Isso é maturidade. Se você sabe que tem de fazer as coisas e sabe também que não vai fazer, estará desprezando um traço muito importante: a disciplina.

2. Rejeição: faz parte da profissão de vendedor saber lidar com ela, sinaliza a razão pela qual você pode ter mais sucesso. É preciso administrar melhor esse sentimento, esperá-lo, conhecê-lo e ter a consciência de que ninguém rejeita você, e sim a sua proposta ou seu produto/serviço. Assim, você deve enfrentar diariamente os clientes que sempre o rejeitaram e encarar a rejeição com leveza de espírito.

3. Objeção: encarada como uma rejeição, mas que na verdade é apenas e tão somente uma forma do cliente saber mais sobre sua empresa, produto e serviço. Ao contrário do que se pensa, é uma excelente ponte para se relacionar mais e melhor com os clientes, afinal de contas quem faz objeção, deixa claro o interesse de comprar de você. A dica é: ouça com muita atenção e trabalhe sério suas argumentações para cativar e convencer o cliente.

Fonte : News Motivacional [nº: 427/2014] - Prof. Menegatti http://menegatti.srv.br/