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Marketing Olfativo

O Marketing Olfativo tem o objetivo de conquistar, consolidar e aumentar a simpatia pela empresa ou pelo produto. Isso acontece porque, quanto os clientes inspiram um perfume, as moléculas afetam o lado direito do cérebro, responsável pelas emoções.

 

 

Fonte : http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/videos-dicas/1416-marketing-olfativo

24set/140

O que e marketing: 15 dicas de como usa-lo na sua empresa

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O conhecimento sobre branding, marketing digital e posicionamento de marca pode te ajudar a alcançar melhores resultados. Aprenda com 15 dicas a estruturar sua estratégia de marketing.

O empreendedor que quer ter não apenas uma boa empresa, mas uma empresa de alto impacto, precisa ter em mente que o marketing pode ser a diferença entre o ótimo e o incrível. Por isso, a Endeavor selecionou 15 conteúdos com dicas dos melhores especialistas na área, para te ajudar a montar sua estratégia de marketing. Aprenda a estruturar sua equipe, criar uma estratégia de branding para ter o posicionamento que você deseja no mercado e entenda como explorar o marketing digital para alcançar melhores resultados online. Quanto maior o sonho, maior a disposição para enfrentar os obstáculos.

1. O que é marketing? - Se marketing não é propaganda, o que é então? Segundo Luiz Serafim, head de Marketing da 3M, a melhor forma de entender marketing é refletir sobre suas próprias experiências como consumidor.

2. Qual é o papel da área de marketing? - Aprenda 4 dicas sobre o papel da área de marketing e como envolvê-la na estratégia da sua empresa.

3. Como dimensionar o tamanho da equipe de marketing? - Descubra o tamanho ideal da sua equipe de marketing para ter um time com alta competência e visão estratégica.

4. Qual a diferença entre as equipes de marketing e de vendas e quando ocorre o casamento das duas? - O atrito entre áreas é um dos mais perigosos problemas que uma empresa pode enfrentar. Este artigo traz 3 formas de se reduzir esse conflito.

5. Como inserir a cultura de métricas na equipe de marketing? - Há pouca dúvida sobre isso: as métricas podem conduzir e melhorar a estratégia de marketing.

Branding & Posicionamento

6. O que é branding? - As ferramentas do marketing serão usadas com mais eficiência e menos custo quanto mais refinado e pensado for o conceito que as sustenta.

7. O empreendedor deve padronizar ou regionalizar a comunicação da marca? - Regionalizar é criar uma relação local sem perder a personalidade e identidade global da marca. Esse artigo traz um grande exemplo de sucesso de comunicação.

8. Como conversar com seu cliente no momento certo? - Guerra por atenção: o profissional de marketing 3.0 enfrenta muitos desafios na hora de atrair clientes, entenda quais são eles.

9. Do branding natural ao branding necessário - O branding é capaz de resgatar a essência empreendedora da sua empresa depois que você assume o papel de gestor.

Marketing Digital / Inbound Marketing

10. O que é SEO? - Como usar o SEO no seu negócio? A prática de SEO deve mudar bastante e o futuro será ao mesmo tempo desafiador e promissor.

11. Quais as melhores ferramentas de marketing digital? - Descubra 10 ferramentas de marketing online e as utilize para criar ou reinventar o seu negócio na internet.

12. Como saber o resultado gerado por cada ação de marketing? - Algumas pessoas usam as estatísticas assim como os bêbados usam os postes: mais para apoio do que para iluminação. Este artigo traz 8 programas para medir seus resultados em marketing.

13. Como criar uma estratégia de e-mail marketing? - Conheça os 3 principais pontos que podem garantir o sucesso da estratégia de e-mail marketing da sua empresa.

14. Quando vale a pena investir em links patrocinados? - Considerações de dois nerds de marketing digital obcecados por dados. Entenda como administrar campanhas e acompanhar as métricas relacionadas.

15. Como envolver a equipe de TI na estratégia de marketing digital? - É muito importante e mais vantajoso para as empresas ter estratégias de Marketing Digital que envolvem a equipe de Tecnologia.

Fonte : http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/marketing-direto/o-que-e-marketing-15-dicas-de-como-usa-lo-na-sua-empresa?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=BR_Conteudo_22.09.2014

22set/140

Seu cliente nao te atende? Descubra como recupera-lo

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Retomar os negócios com quem deixou de comprar seus produtos pode gerar altos custos ou ser sinônimo de retomadas nas vendas

Em uma época em que as empresas tornam-se cada vez mais competitivas, fidelizar clientes tem sido o principal objetivo de muitas empresas, pois retê-los, geralmente, gera custos menores do que conquistá-los ou recuperá-los. A competitividade pode também aumentar as possibilidades de migração de clientes de uma empresa para a concorrente.

Evitando isso, é possível eliminar os custos da recuperação de clientes perdidos ou inativos. No entanto, como podemos definir clientes inativos?

O consultor Yvan Nepomuceno, da Nepomuceno e Associados, de Mairiporã (SP), afirma que é possível determinar diferentes tipos de clientes inativos. "Podemos catalogar esses clientes em várias classes, que vão desde aqueles que não nos interessam, por questões de rentabilidade, logística de distribuição e outros aspectos, chegando finalmente àqueles que foram perdidos para a concorrência", analisa.

Para a Cristina Moutella, Consultora de Marketing e e-Business e sócia-diretora da F&C Consultoria, de São Paulo (SP), clientes inativos são aqueles insatisfeitos com sua empresa, perdidos por você ou conquistados por seu concorrente, e a melhor maneira de aprender com seus próprios erros é ouvi-los. O primeiro passo para recuperar os clientes inativos, segundo ela, é descobrir quem são esses clientes, com a certeza de que não existe cliente que não pode ser recuperado.

Cristina recomenda como próximo passo a definição de quais clientes devem ser recuperados. A prioridade fica com quem gerar menor custo e maior retorno. "Uma base de dados para gerenciar o processo de recuperação destes clientes, com informações sobre a evolução de suas compras, sua participação no total das vendas da sua empresa, suas necessidades e os motivos que os levaram a abandonar sua empresa permitirão que você determine se o cliente é rentável ou não e o quanto interessa ao seu negócio tê-lo de volta", explica. Por isso, enfatiza que é importante que as empresas saibam ouvir seus clientes inativos, e que deles extraiam todas as informações que possam contribuir para um eventual trabalho de recuperação dos mesmos.

Detecte a falha - Definidos os clientes que se quer recuperar, é fundamental entender o que está levando-os a deixar de comprar. Você pode estar oferecendo os melhores serviços, entregando no prazo e oferecendo um preço justo, mas seu atendimento pode deixar a desejar, por exemplo. Na execução deste processo, tudo deve ser planejado e executado de maneira correta, para garantir o sucesso da estratégia de recuperação. "Aprenda com os erros cometidos. Qualquer erro no processo de recuperação fará com que seu cliente vá embora para sempre", alerta Cristina.
A partir do momento em que a empresa passa a adotar esta postura em busca da identificação dos pontos que tornaram os clientes inativos, muda-se o foco das ações, transferindo-se as responsabilidades para a empresa que os perdeu e abrindo um leque de ações que podem ser executadas. "Recuperar clientes implica uma reengenharia envolvendo todas as áreas da empresa. Para isso, é necessário enxergar nossa empresa da mesma maneira que eles a enxergam", explica Nepomuceno.

A exemplo de Cristina, ele cita como alternativa para isso a criação de um banco de dados com todas as informações úteis para a identificação dos problemas que a empresa está enfrentando e que podem ser a razão da perda de clientes. Ele ressalta que, para isso, é fundamental manter um canal aberto de comunicação e um bom relacionamento com os clientes.

É importante observar, neste processo, que há duas situações diferentes de clientes inativos. Há os que deixaram de comprar por algum motivo particular e existem os que trocaram sua empresa por uma concorrente. De acordo com Nepomuceno, ao comprar seu produto, os clientes analisam cinco fatores: preço, qualidade, prazo de entrega e atendimento, mais a comparação do que seu concorrente oferece.

Os fatores observados neste trabalho, independentemente dos motivos que tornaram seus clientes inativos, servirão como base para as ações práticas de recuperação destes clientes. Isto significa a execução de tudo que foi constatado como necessidade dos clientes, e o primeiro passo é adequar a empresa às necessidades destes clientes, mudando o que for necessário para recuperá-los. É uma atividade que vai envolver todos os setores da empresa.

Nepomuceno destaca ainda que a importância da estrutura da empresa em termos de tecnologia e pessoal, pode influenciar diretamente nos resultados e nos custos desta reformulação da empresa em busca da recuperação dos clientes. "Empresas que não conseguem ser competitivas em função de um parque industrial ultrapassado terão custos altíssimos em sua reestruturação", enfatiza, citando como alternativa para estes casos o investimento na renovação dos produtos. Porém, há casos em que pode haver a necessidade de mudar outros fatores, como a comunicação interna, logística, atendimento, equipe de vendas, entre outros.

Resultados - Depois de identificados os motivos que levaram seus clientes inativos a deixarem de comprar de sua empresa e a elaboração de uma estratégia para a recuperação dos mesmos, é hora de colher os resultados. A realização de um bom trabalho nestas duas etapas é fundamental para a recuperação destes clientes. No entanto, este processo pode trazer mais do que isto. Para Cristina, um dos maiores méritos de todo o esforço para alcançar este objetivo é o aprendizado que estas ações podem trazer para a empresa. "Aprenda com seus clientes. Relacionamentos duradouros são construídos na base do aprendizado, da confiança e do respeito", diz a consultora.

Dicas para recuperar um cliente perdido

1 - Descubra quem são: Para saber se vale trabalhar na recuperação de seus clientes inativos, busque responder às seguintes questões:
- Seus clientes inativos são rentáveis? Vale a pena, financeiramente, investir em sua reconquista?
- Sua empresa conhece esses clientes? Sabe o suficiente sobre eles para atender suas necessidades individuais sem que aconteçam novos problemas?
- Seus clientes inativos têm características comuns ou suas perdas são pulverizadas?
- Organize um banco de dados com as principais informações destes clientes;
- Use todos os recursos que tiver para isso, como sua equipe de representantes;
- Pesquise junto aos clientes as expectativas que eles têm de sua empresa e como eles avaliam a atuação de seus concorrentes.

2 - Uma vez identificados, é preciso descobrir as causas do afastamento. Para isso, reflita:
- Sua empresa tem como medir o nível de satisfação de seus clientes?
- Por que eles estão insatisfeitos?
- O que fez com que deixassem de comprar?
- O que sua empresa fez de errado ou deixou de fazer?
- Se sua empresa recuperar esses clientes, vai conseguir mantê-los ou vai continuar decepcionando-os?
- Quais os valores e atributos percebidos por esses clientes em relação aos produtos e serviços oferecidos por sua empresa?
- Esses valores podem ser obtidos nos seus concorrentes? Onde? Como?
- Que inconvenientes seus clientes encontram ao fazer negócios com sua empresa?

Cristina Moutella. MBA em e-Business pela FGV/RJ. Consultora de Marketing e e-Business. Sócia-diretora da F&C Consultoria. e-mail: moutella@iis.com.br.

Yvan Nepomuceno é consultor de empresas com foco na recuperação de clientes inativos e ampliação da base de clientes, e é o responsável pelo Projeto Gerenciador de Vendas Análises B.I..

Fonte : http://www.gerenciadordevendas.com.br/empresa/servicos/artigos/Artigo_024.html

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13 SOLUCOES PARA MELHORAR A COMUNICACAO

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A dificuldade de se expressar é um problema recorrente entre profissionais e um dos principais obstáculos que as empresas enfrentam para obter resultados. A inabilidade de comunicação leva à má compreensão de objetivos, que leva ao esforço inútil e sem foco.

A informação mal transmitida e mal digerida causa conflitos nas equipes, o que, além de improdutivo, é desgastante para todos os envolvidos. Veja como aprimorar sua capacidade de se fazer entender no trabalho:

1 Tenha uma meta

Antes de começar uma conversa, pense no resultado. Ter foco no objetivo final faz com que a discussão tenha foco e rapidez. Quando começar a falar, diga a seu ouvinte o que você pretende. “Revele, em uma ou duas frases, o que será tratado”, diz Reinaldo Polito, professor de expressão verbal do Instituto Reinaldo Polito, de São Paulo.

2 Inclua seu interlocutor

Um bom jeito de ser ouvido com atenção é mostrar a seu interlocutor que ele faz parte da solução. Isso ajuda a pessoa a se comprometer. Para incluir o outro na conversa, use o pronome “nós”, que deixa claro que há algo a ser compartilhado. “Use o ‘você’ somente para elogiar”, diz Vera Martins, da Assertiva, consultoria de São Paulo.

3 Mantenha o respeito

Ao conversar sobre algum assunto mais delicado, demonstre respeito. Olhe nos olhos de seu interlocutor e leve os argumentos dele em consideração. “Fale com a pessoa, não para a pessoa”, diz Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori, especializado em educação corporativa, de São Paulo.

Demonstre que a conversa não é unilateral e que você também está aberto a ouvir. Tome cuidado para manter a firmeza, mas evite a agressividade.

4 Pergunte mais

Procure compreender a perspectiva da outra pessoa, fazendo perguntas para esclarecer o assunto. Repetir as palavras do interlocutor ajuda a conferir se você interpretou o que foi dito corretamente.

Para direcionar a conversa, formule questões objetivas quando tiver dúvidas, do tipo: “Quando isso aconteceu?”. Se o assunto precisar de esclarecimentos, use perguntas amplas, como: “Por que você chegou a essa conclusão?”.

5 Escute de verdade

Quando uma pessoa fala, nem sempre os outros escutam. Prestar atenção é uma qualidade importante do comunicador. Uma maneirade evitar devaneios durante uma conversa é olhar para a pessoa e não interrompê-la.

Evite planejar mentalmente uma resposta enquanto o outro ainda estiver falando — isso também distrai. Ouvir atentamente não significa virar estátua. Dê sinais de que está prestando atenção. “Acene com a cabeça e use expressões de acompanhamento, como ‘sim’ e ‘entendi’”, diz Reinaldo Polito.

6 Fique atento ao tom

Nada pior do que ouvir pedido de desculpas ou elogio que soa falso. A maneira como as pessoas interpretam o que é dito não depende apenas do conteúdo,­ mas também da forma como se fala. Lembre-se que o tom da voz e a postura corporal transmitem mensagens. “Evite o sarcasmo e a ironia”, diz Reinaldo Passadori. Fale com naturalidade.

7 Cuidado com a linguagem corporal

Seu corpo fala tanto quanto sua voz — e há muito mais tempo. A linguagem corporal foi desenvolvida pelos homens antes da linguagem falada. O cérebro é preparado para detectá-la e compreendê-la. Durante uma conversa, cuide da postura e de sua fisionomia. “Verifique se há coerência entre o que você diz e o modo como seu corpo se comporta”, diz Reinaldo Polito.

8 Faça críticas objetivas

Se for criticar, coloque o foco no comportamento inadequado, e não na pessoa. É difícil mudar uma personalidade, mas é possível ajudar alguém a ter uma atitude mais adequada com sugestões objetivas e impessoais.

9 Argumente com exemplos

Evite ser impreciso ou generalizar demais. Em vez de dizer que a pessoa se atrasa, aponte casos específicos que provem seu argumento, como lembrar que ela chegou tarde nos quatro últimos dias. No caso de uma reunião, tente usar exemplos e histórias para reforçar sua argumentação e ajudar os participantes a fixar melhor a pauta.

10 Use “e” em vez de “mas”

Se quiser fazer um elogio, evite construções do tipo “Adorei a ideia, mas será que podemos adaptá-la?”. Quando se fala “mas”, o interlocutor desconsidera o elogio e fixa a atenção na crítica.

O melhor é construir frases unidas pela conjunção “e”. “Adorei a ideia e acho que uma abordagem diferente seria mais eficaz”, por exemplo. Esse artifício faz com que a outra pessoa ouça seu ponto com mais tranquilidade.

11 Não fique na defensiva

Vários problemas de comunicação poderiam ser evitados se os profissionais não ficassem na defensiva. Adote uma postura assertiva. Faça perguntas para explorar as diferenças de pontos de vista. “À medida que as defesas diminuem, a capacidade de compreender argumentos aumenta”, diz Vera Martins, da consultoria Assertiva.

12 Saiba ficar em silêncio

Ficar calado pode ser muito útil. O silêncio permite a quem escuta ganhar tempo para processar o que foi dito e a organizar os pensamentos antes de uma resposta apressada. “Ficar em silêncio não significa entrar mudo e sair calado, mas suspender a fala por alguns momentos para proporcionar reflexão”, diz Reinaldo Polito.

13 Pratique a empatia

A diversidade de pontos de vista é enorme porque todo mundo tem os próprios valores e influências que moldam o jeito de enxergar o mundo. Por isso, a melhor maneira de se fazer entender é tentar se colocar no lugar do outro para imaginar como determinada informação será encarada. “Pense em como gostaria de ser tratado se estivesse no lugar do outro”, diz Reinaldo Polito.

Fonte: Matéria originalmente publicada na Revista VOCÊ S/A, no dia 21 de agosto de 2014.

Link original: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/195/noticias/13-solucoes-para-melhorar-a-comunicacao

15set/140

Como comecar a vender?

 

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Como começar a vender é a dúvida que muitas pessoas se fazem todos os dias e hoje falaremos sobre isso, mas antes…

Bem vindo à profissão que fará com que seus dias não sejam monótonos, que vai te motivar e que fará com que você comece a vender não o seu tempo, mas o seu desempenho e receber boas comissões, ou, bem vindo ao pior pesadelo de uma pessoa… Neste artigo vou lhe mostrar como tornar esta a sua profissão de seus sonhos e não algo que vai lhe tirar o sono!

Tentarei ser gentil e amável durante todo o texto, mas deixei um “puxão de orelha” para quem não está muito interessado em resolver os seus problemas e só procura uma pílula mágica, sei que não é seu caso, certo?

O que é ser vendedor hoje em dia?

Antigamente os jovens que não estavam preparados para o mercado eram empurrados para as funções de vendas, os que se desempenhavam bem, cresciam! Os que não tinham tão bom desempenho ou eram empurrados pra fora da área ou saiam. Naquela época era simples, mas hoje é um pouco diferente.

Atualmente os vendedores são a força de qualquer empresa, pois a concorrência é maior e todos os
empresários querem ganhar esta guerra declarada que existe! A concorrência não é apenas local é mundial! A internet trouxe opções que nossos pais e avós jamais sonhariam, até mesmo nós (Eu) quando mais novo, não imaginava este mundo de vendas como acontece hoje.

E isso é ótimo! E não, eu não estou louco.

A concorrência é ótima para quem está preparado, empresas que estão aptas para este novo jogo, preparam seus fuzileiros (nós vendedores), com o que há de mais moderno em relação a treinamentos de produtos e de vendas.

Nunca houve tanto congressos, convenções, workshops, cursos e palestras sobre o tema vendas. Os livros sobre a área e os estudos sobre o comportamento de clientes agora surgem numa avalanche de conhecimento, e há ainda a internet que tem muito material sobre vendas como o próprio www.blogdicasdevendas.com. Nunca nós vendedores, fomos tão bem armados.

O problema acontece quando você não se prepara, não se atualiza, não se arma. Então, bem vindo ao jogo, meu amigo serei, por hora, o soldado a seu lado e vou lhe passar táticas para se preparar melhor já que faz tempo que estou nesse campo!

Conheça detalhadamente os dados técnicos de seus produtos, saiba o que é, o que faz, pra que serve, tudo mesmo.
Depois de descobrir tudo o que te disse acima, pense em qual a vantagem que este produto traz a seus clientes, quais são os benefícios? [Depois leia mais sobre benefícios aqui]

Entenda as regras externas da sua empresa, como funcionam os contratos, pagamentos, devoluções, lembre que você é a ponte entre empresa-cliente.

Entenda as regras internas da sua empresa, quem é quem, quem manda no que, a quem você deve oficialmente se reportar e a quem você deve se reportar extraoficialmente.

Entenda o seu mercado, quem são os adversários que mais irão lhe causar aborrecimento e conheça também os produtos deles.

DICA -> Para ficar realmente um vendedor fera, descubra as falhas dos produtos que eles vendem e saiba onde os seus produtos são superiores.
#Caso tenha dúvidas sobre como fazer isso, aproveite e se inscreva no Projeto de Excelência em Vendas!

Habilidades e Características

Há habilidades que todo bom vendedor possui então não se preocupe se, no começo, você não as tiver completamente, mas saiba quais são e trace um plano para alcança-las.

Autoconfiança:

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Não há bom vendedor sem esta habilidade. A autoconfiança pode vir de três formas:

o Tempo: Você já faz tanto tempo uma atividade que nem pensa mais sobre ela, apenas a faz, é como nadar ou dirigir, no começo é uma apreensão, depois uma sensação de reconhecimento e depois virou moleza.

o Estudo e Ação: Estudar qualquer atividade, mas estudar mesmo, não apenas ler, faz com que você aprenda mais rápido e adquira a confiança e domínio de técnicas muito mais rápido. Quer dominar um mercado, estude-o. Técnicas de vendas, estude-as. O departamento comercial sua empresa, estude-o. Depois que estudou, haja! Parta pra ação! Estudo sem ação é perda de tempo.

o Falta de interesse: Sim, por incrível que pareça a falta de interesse geram um tipo de confiança, um tipo RUIM de confiança, pois a pessoa para de se importar com os resultados e só quando nos importamos é que temos receio de errar!

o Então, para resumir ESTUDE E PARTA PRA AÇÃO!

Comunicação:

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Comunicar não é falar, comunicar é fazer com que o cliente entenda CLA-RA-MEN-TE o seu ponto de vista.

o Em uma comunicação temos: emissor [quem comunica]/ receptor [quem recebe]/ canal [por onde nos comunicamos, pode ser conversa pessoal, telefone, e-mail, Skype ou até gestos...]

o Depois temos a mensagem[aquilo que quer se comunicar], esta mensagem sai codificada por você, passa pelo canal escolhido e chega ao cliente que a descodifica. E aí que mora o problema, quando codificamos de um modo e o cliente descodifica de outro acontece uma falha ou quando há um ruído[algo que atrapalha a comunicação]. Vou dar um exemplo:

João, nosso amigo vendedor que trabalha com vendas de sistemas de alta-performance, desenvolveu um sistema muito bom, algo que seria uma inovação. Aí na reunião de vendas ele disse ao seu cliente: “Jorge, esse novo sistema vai ser uma paulada pro seu sistema”. Olha o problema que o João criou, Jorge agora não sabe se paulada é algo bom ou algo ruim…e só essa parada que o Jorge precisa fazer para analisar o que foi dito, faz com que ele possa perder toda a empolgação da venda!
Outro exemplo em tempos modernos é o vendedor que gosta de escrever e-mails em maiúsculos e o cliente entende como gritos.
o Quando falamos de ruídos, vale tudo que atrapalha a comunicação, erros de português, termos desconhecidos, uma palavra fora de contexto e até o chiado no telefone.

o E como saber se a comunicação foi bem sucedida, com a decodificação realizada com êxito e sem ruídos? COM UM FEEDBACK [pedido ou observado]. Fazendo um acompanhamento do cliente e percebendo suas expressões faciais, suas próximas perguntas, seu estado [se está em alerta ou se está distraído] Tudo isto nos dá indícios de uma comunicação bem sucedida!

Vontade!

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o A força de vontade opera milagres e mudanças incríveis! Quanto mais nos dedicamos com vontade e persistência, mais resultados temos! Porém é preciso ter a “vontade inteligente”! A Vontade inteligente é aquela que supera nosso ego ou comodismo e mira em nosso ganho, no nosso objetivo, é mais do que querer, é estar disposto a recomeçar TUDO se for necessário para cumprir bem a “missão”.

o Sabe aquele vendedor que não desiste do cliente até que ele feche ou aquele que tenta uma reunião a mais para buscar o fechamento do cliente difícil, isto é a vontade inteligente!

o Teste rápido de vontade inteligente, volte ao começo do texto e comece a anotar tudo que for importante para seu aprendizado e comece a executar imediatamente, conforme o item autoconfiança-estudo e ação.

Se você fez, parabéns!
Se não fez, lembre-se que estudo sem prática é perda de tempo.
Há pontos importantes que não falamos, porém este artigo ficou grande demais então iremos escrever em outras oportunidades, ok?

Deixe abaixo o seu comentário, se gostou compartilhe em seu Face ou Twitter e principalmente, seja bem vindo a esta profissão!

Sucesso e muitas vendas!

André Cia.

 

Fonte : http://blogdicasdevendas.com/como-comecar-a-vender/

Categorias: Vendas Sem Comentários
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Como a sua linguagem corporal pode te ajudar a ser um lider melhor

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Inspire fuuundo e expire… Encoste as costas na poltrona, repouse os pés firmes no chão (ou naquele bom apoio ergonômico) e as mãos espalmadas para baixo sobre a sua mesa. Pronto! Agora podemos começar. Desde a sua postura ao se sentar para uma reunião até a frequência com que você olha nos olhos de colaboradores e clientes, a maneira como você se comunica com seu corpo diz mais do que sua voz é capaz. Mais do que o que você diz, a maneira como diz é capaz de influenciar clientes, motivar colaboradores e melhorar a produtividade da sua equipe. Reuni aqui oito dicas para você revigorar a sua linguagem corporal – e, talvez, até sua relação com seu corpo. Projete mais credibilidade e mais carisma e apresente suas ideias com mais impacto, a partir de agora:

1. Para se sentir confiante, lembre-se do poder

Antes de entrar na sala de reunião, relembre um sucesso do passado que te enche de orgulho e confiança. Lembre-se de sua sensação de poder e certeza, de como você parecia e soava. Incline-se para trás com as mãos atrás da cabeça e os pés erguidos (cena de filme mesmo) ou fique de pé, com as pernas esticadas e abra os braços. Isso estimula a produção de testosterona, o hormônio ligado ao poder e dominação em mulheres e homens, e ainda reduz o cortisol, hormônio do estresse.

 

2. Para transmitir confianca, fale mais baixo

Ficar de pé e ocupar o espaço ao seu redor são meios de te deixar no domínio da discussão, mais à vontade para expressar sua opinião. Mas nem sempre você consegue estar presente e, por isso, sua voz também deve ser observada. Antes de um discurso ou telefonema importante, pause para exercitar suas cordas vocais. Depois, quando afirmar a sua opinião, comece em uma nota, suba o tom ao longo da frase e baixe de volta no final, e você parecerá mais convincente.

 

3. Para ganhar colaboracao, mostre que esta ouvindo

Tão valoroso quanto ouvir as pessoas é fazê-las saber que você está ouvindo. Então, evite a tentação de conferir suas notificações ou as horas enquanto eles falam. Em vez disso, concentre-se naqueles que estão falando, girando sua cabeça e tronco para olhá-los diretamente. O contato olhos nos olhos não deve ser incômodo, e você pode alternar entre olhos, o topo do nariz e a boca de quem fala. Você também pode se inclinar levemente na direção da pessoa e balançar a cabeça em sinal afirmativo se desejar mostrar que está atento.

 

4. Para concordar, espelhe a postura e as expressoes

Quando clientes ou colegas de trabalho inconscientemente imitam sua linguagem corporal, é a sua maneira de dizer não verbalmente que gostam ou concordam com você. Sendo assim, você pode espelhar outras pessoas com o propósito de construir um relacionamento baseado na mutualidade. Comece por observar os gestos faciais e corporais da pessoa e, em seguida, sutilmente deixe seu corpo assumir expressões e posturas semelhantes. Isso fará com que a outra pessoa se sinta compreendida e aceita.

 

5. Para incentivar o entrosamento com alguem, de espaço

Um estudo do Income Center for Trade Shows mostrou que as pessoas se tornam mais abertas e propensas a se lembrar de você se vocês apertarem as mãos – em todos os tipos de situação. Além do mais, para incentivar a participação, tire tudo o que bloqueia a sua visão ou cria uma barreira entre você e o resto da equipe. Ao tomar o cafezinho da tarde, e se você estiver em pé, saiba que pode criar uma barreira ao segurar a xícara na altura do peito. Ou, se sentado, cruzar os braços sobre a mesa, de modo a criar um obstáculo entre você e os demais.

 

6. Para estimular bons sentimentos, sorria

Um bom e gratuito sorriso não só te põe pra cima como também diz a quem está à sua volta que você é acessível e cooperativo. Quando você sorri para alguém, quase sempre sorriem de volta. E, como as expressões faciais desencadeiam sentimentos correspondentes, o sorriso que você recebe de volta também beneficia o estado emocional da outra pessoa.

 

7. Para melhorar a memoria, descruze bracos e pernas

Os renomados pesquisadores da linguagem corporal Allan e Barbara Peaserelataram uma descoberta fascinante em um de seus estudos. Quando um grupo de voluntários assistiu a uma palestra sentado com os braços e pernas descruzados, eles se recordaram de 38% a mais do que o grupo que participou da mesma aula mas se sentou com os braços e pernas cruzados. Por isso, se você vir seu público exibindo uma linguagem de corpo defensiva, mude de tática e faça uma pausa, ou os convide a se mover e não tente prosseguir até que seus corpos se abram.

 

8. Para incrementar seu discurso, use as maos

Pelo fato de o gesto estar completamente ligado à fala, gesticular enquanto discursa pode potencializar o pensamento, ajudando a formar pensamentos mais claros e a formular frases mais impactantes. Prefira gestos abertos, sempre abaixo da linha do queixo. Usando gestos de braços abertos, e mostrando as palmas das suas mãos, você exprime que não tem nada a esconder. São sinais silenciosos de credibilidade e sinceridade. Uma boa técnica, recorrente no gestuário de grandes executivos, políticos e palestrantes, é aproximar as duas mãos, tocando-se nas pontas dos dedos sem relar as palmas. Um gesto de calma que passa segurança aos ouvintes.

 

Fonte : http://blog.runrun.it/como-sua-linguagem-corporal-pode-te-ajudar-ser-um-lider-melhor/

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Especialista adverte: preco baixo nao fideliza cliente

Preço é diferencial para atrair clientes, mas por si só não fideliza. Empresas que escolhem ter preço baixo como único atrativo correm o risco de ter prejuízo é grande

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Redação Lyderis

Muitos empresários entendem que, praticando preços baixos, terão clientes fiéis. Na verdade, segundo o especialista Marcelo Cristiano Gonçalves, sócio-diretor da Marka Fidelização e Relacionamento, acreditar neste conceito é errado. “As estratégias de fidelização devem se basear em outros aspectos: oferecer um bom atendimento, um produto ou serviço de qualidade e uma experiência de compra agradável é mais eficaz para incentivar o cliente a voltar à empresa ou à loja na próxima compra do que apenas oferecer preços baixos”, diz.

É por esta razão que um programa de fidelização se baseia em incentivos para que o cliente volte mais uma vez à loja – sem exigir que o diferencial daquele negócio seja o preço. “Este incentivo pode ser um desconto ou a geração de pontos que podem ser trocados por produtos. O importante é que ofertar algo que seja realmente atrativo para o cliente, algo que ele dê valor”, completa o especialista.

E o preço baixo? - Ainda que seja um fator que atrai efetivamente consumidores, pode ser uma prática que prejudica a empresa em longo prazo dependendo da forma como é aplicada. Manter preços sempre baixos sem um volume de vendas que sustente essa estratégia pode levar as empresas a ter prejuízos e até mesmo chegar à falência.

“Para manter preços baixos, é preciso concentrar as vendas pela Internet ou pelo telefone, ter poucas lojas físicas e um volume de vendas tão alto que justifique a baixa margem de lucro, algo que nem todas as empresas de varejo podem alcançar”, ilustra Gonçalves.

Várias vendas para o mesmo cliente – Em tempos de grande concorrência e disputa por clientes, um programa de fidelização e relacionamento pode ajudar o varejista a fazer várias vendas para o mesmo cliente, para manter o equilíbrio dos negócios.

Segundo o especialista, são quatro os passos para fidelizar os clientes:

1- Cadastrar os dados do cliente;

2- Entender seus hábitos (frequência, gasto por compra, identificação de inativos);

3- Pesquisar as razões dos clientes que não voltam a comprar;

4- Entender os pontos fortes da empresa, a partir dos relatos de clientes fiéis.

“É melhor investir tempo trabalhando o cadastro de clientes do que perder tempo fazendo manobras para baixar os preços, deixando-os mais atrativos que os da concorrência”, defende o especialista. Com essas informações, é possível minimizar os pontos fracos da empresa, fortalecer os diferenciais positivos e não depender apenas do preço como diferencial competitivo”, avalia Gonçalves.

 

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/marketing/3438-especialista-adverte-preco-baixo-nao-fideliza-cliente

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Como lidar com um consumidor cada vez mais bem informado e consciente de seus direitos

Veja cinco dicas para adequar o atendimento da sua empresa a esse novo perfil de consumidor

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Redação Lyderis

As mudanças sociais e econômicas pelas quais o Brasil passou nos últimos anos já se refletem no comportamento de consumo. Com mais acesso à tecnologia, o consumidor está cada vez mais informado sobre seus direitos e consequentemente mais exigente. Os altos índices de insatisfação com os serviços de atendimento ao consumidor refletem bem essa realidade.

Se, por um lado, o aumento no consumo é positivo para as empresas, por outro, o crescimento acelerado encontrou como obstáculo: a falta de investimento em serviço especializado e atendimento de qualidade para sustentar essa expansão. E se não há estrutura para manter os clientes felizes, tampouco existem áreas estruturadas para atender aos consumidores insatisfeitos.

"Agências reguladoras e de proteção ao consumo tornaram-se praticamente contact centers, pois muitas empresas só começam a se movimentar para solucionar seus problemas quando o consumidor aciona uma dessas entidades", explica Phelipe Alvarez, diretor Comercial e de Marketing da Intervalor Holding.

Nesse panorama, a Novigo, unidade do Grupo Intervalor voltada para a automação de processos de negócio, apresenta algumas dicas para que empresas de todos os portes possam se adequar a esse novo perfil de consumidor.

Invista em sua equipe: Uma equipe bem treinada é fator primordial para um atendimento bem sucedido. Além do conhecimento aprofundado dos produtos e serviços da empresa, é muito importante que os colaboradores estejam a par de questões legais e principalmente, saibam conduzir o contato de forma que os conflitos sejam resolvidos e o cliente fique satisfeito.

Nunca deixe um cliente sem resposta: Independente do tamanho da empresa, é imprescindível que o cliente receba um retorno sobre sua solicitação ou reclamação. O cumprimento de prazos para envio da resposta é igualmente importante, ainda que o setor em que a empresa atua não tenha regulamentação específica para essas questões.

"O gerenciamento das expectativas do cliente é algo que deve ser levado em consideração ao escolher meios e horários para o atendimento. Mesmo que não exista uma resposta imediata para a questão do cliente, é importante que os atendimentos sejam feitos de forma rápida e que o consumidor seja informado em relação ao que está acontecendo em seu caso", afirma Alvarez.

Atente-se para os prazos legais: O acesso à informação faz de todo cliente um fiscal em potencial e este é mais um motivo para estar atento aos prazos estabelecidos por lei e cumpri-los rigorosamente. Além de preservar a imagem da empresa, evitam-se problemas e até mesmo penalidades junto aos órgãos regulamentadores.

Tenha uma comunicação multicanal: Hoje, o consumidor quer escolher o meio e o horário que mais lhe convém para entrar em contato com a empresa. O tradicional atendimento por telefone não é mais suficiente. Oferecer canais alternativos, como atendimento por SMS ou até mesmo por WhatsApp pode representar uma grande vantagem na avaliação do cliente.

Utilize as ferramentas corretas para gerir demandas: O grande problema das áreas responsáveis por atendimento e resolução de demandas dos clientes reside em processos internos mal estruturados e "gaps" de comunicação entre áreas chave na organização. Pode parecer pouco, mas quando há uma contagem regressiva para cumprimento de prazo, um e-mail não lido ou um gestor não notificado são detalhes que podem fazer toda a diferença. Nesse cenário, a tecnologia pode ser a resposta para ajudar as empresas a sobreviver nesse novo panorama de relações de consumo. 

 

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/3442-como-lidar-com-um-consumidor-cada-vez-mais-bem-informado-e-consciente-de-seus-direitos