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20nov/140

Dicas da especialista: 5 passos para deixar sua loja mais atrativa aos consumidores

A aparência da loja é responsável por 83% das decisões de compra. Veja como melhorar o seu estabelecimento

conceito

Redação Lyderis

Segundo pesquisa divulgada pela POPAI (Point of Purchase Advertising International) Brasil em 2014, a aparência da loja é responsável por 83% das decisões de compra. Refletir no espaço comercial a identidade da marca é uma das características que valorizam o ambiente. Para deixar o negócio atraente ao consumidor, a arquiteta Priscila Nunes, sócia-fundadora da Project Plan, listou cinco dicas:

1. Vitrines causam a primeira impressão
Ter uma loja em que a vitrine acumula poeira e é mal organizada reduz as chances de venda. “A primeira coisa que o cliente vê é a vitrine, por isso a dica é usar o espaço com cautela, sem expor produtos demais”, afirma Priscila. Se a entrada é pequena, a preferência deve ser dada ao acesso dos clientes, ampliando a porta de entrada e transformando o interior da loja em uma grande vitrine.

2. Acabamento e decoração refletem a identidade da marca
Antes de decidir quais materiais de acabamento e objetos decorativos serão utilizados na loja, é importante considerar o produto que será vendido, o perfil do cliente e a identidade da marca. “Uma empresa que trabalha com artigos e serviços de baixo custo, por exemplo, deve abusar de formicas e madeira. Já para quem atua em um segmento sofisticado são indicados materiais nobres como mármore e granito, combinando com elementos leves como o vidro e o aço inox”, exemplifica Priscila.

3. Dosar as cores evita erros de combinação
Erros muito comuns em se tratando de cores são: utilizar tons fortes, divergentes da marca e aplicá-los em espaços fechados. “A dica é mesclar cores neutras – como branco, cinza e bege – com as que representam a identidade da marca. Deve-se ponderar na utilização dos tons fortes para não diminuir os espaços”, explica a arquiteta da Project Plan.

4. A organização dos produtos amplia o espaço
Corredores apertados, produtos empilhados e ambiente desorganizado são alguns dos problemas mais frequentes em lojas de varejo. Segundo Priscila, mais importante que encher as prateleiras e vitrines é oferecer um ambiente confortável aos clientes e funcionários. “A circulação deve ser pensada para que as pessoas transitem tranquilamente sem ficar esbarrando nas coisas e sentindo-se oprimidas”, recomenda.

5. Lojas confortáveis vendem mais
Ter um espaço comercial projetado para o conforto dos consumidores traz mais seriedade à marca e aumenta as chances de concluir a venda. Fatores como climatização, iluminação, acessibilidade, lugares para sentar e os tradicionais cafezinho e água valorizam o ambiente. Os banheiros, além de respeitarem normas da vigilância sanitária, devem ser projetados para facilitar sua limpeza e manutenção, transmitindo sempre aspecto de novo.

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/marketing/3663-dicas-da-especialista-5-passos-para-deixar-sua-loja-mais-atrativa-aos-consumidores

6nov/140

5 dicas essenciais para a gestao financeira de um pequeno negocio

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A administração ineficiente das finanças é uma das principais razões de falência das empresas nos dois primeiros anos de vida; saber formar preço de produto também é fundamental

Redação Lyderis

As finanças empresariais são uma das áreas mais críticas de se gerenciar em um pequeno negócio. Fazer o controle financeiro de uma empresa não é uma tarefa simples, mas pode ser menos complicada se você seguir um planejamento adequado.

Conheça agora cinco dicas essenciais para a gestão financeira da sua loja:

Separe as despesas da empresa das despesas pessoais

A primeira coisa a se fazer ao ter um pequeno negócio é abrir uma conta bancária empresarial. Além de ter vantagens que vão além das possibilidades de uma conta corrente de pessoa física, você garante organização e controle do seu fluxo de caixa.

E como ficam os seus recebimentos? Pois bem, é preciso definir um pró-labore para você, ou seja, um salário. Sim, o dono da empresa também recebe um salário! Deixe a participação nos lucros para ser divida com os seus funcionários ao final de cada ano, ou ser reservada para eventuais investimentos ou despesas.

Contabilize tudo que entra e tudo que sai

O fluxo de caixa é o controle de entradas e saídas do seu pequeno negócio e deve ser tão detalhado quanto possível. Liste as despesas fixas como contas de água, luz, telefone, entre outras, e as despesas variáveis, ou seja, aquelas relacionadas ao produto ou serviço que você oferece, está diretamente ligada ao lucro do seu negócio.

Faça um controle de contas a receber, que são os pagamentos de seus clientes. Para as vendas a prazo, realize uma projeção dos recebimentos, especificando mês a mês o que você tem a receber.

Calcule o preço do seu produto corretamente

A formação do preço de venda é crucial para que você mantenha seu negócio sustentável ao longo do tempo. Preços abaixo do mercado podem fazer sua empresa perder a lucratividade e colocam em risco a credibilidade dos seus produtos, enquanto preços acima do mercado podem deixar os seus produtos estocados nas prateleiras, sem vendas.

Como estipular o preço

Para fazer a formação de preço correta, você tem basicamente três opções:

Formação de preço sobre lucro: nesta categoria você define qual é o custo de produção do seu produto, (adiciona-se os custos administrativos sobre ele também), e soma-se a margem de lucro desejada para o seu negócio.

Formação de preço de acordo com o mercado: aqui você pesquisa qual é o preço praticado pela sua concorrência e estabelece o preço do seu produto. É uma metodologia arriscada, pois pode ser que o seu custo de produção seja maior ou menor que o do concorrente, e você saia perdendo no mercado.

Formação de preço sobre valor percebido: esta opção consiste em estabelecer o preço do seu produto de acordo com o valor percebido pelo seu cliente. É preciso antes de mais nada, calcular os custos operacionais do produto e ter a percepção de quanto o seu cliente pagaria por aquele bem.

Busque o ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio é o momento em que todas as suas despesas são cobertas pelas suas receitas, ou seja, sua empresa passa a ser sustentável, pagando sozinha tudo o que gasta. A partir deste momento, a medida que as suas receitas crescem, você passa a lucrar com o seu negócio.

Utilize uma ferramenta para controlar suas finanças

Ao invés de passar horas e horas analisando planilhas de controle financeiro, invista em uma ferramenta que automatize processos e dê relatórios valiosos de acompanhamento e performance financeira.

Um bom software de gestão financeira pode te ajudar nos seus principais controles e planejamentos, contribuindo para a tomada de decisão no seu negócio e otimizando o seu tempo.

Fonte: ZeroPaper, gerenciador financeiro online e gratuito.

http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/credito-e-financas/3657-5-dicas-essenciais-para-a-gestao-financeira-de-um-pequeno-negocio

4nov/140

TESTE: Voce escuta direito? Ou so ouve bem?

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Autor: Rosangela Souza

Você já deve ter ouvido falar em ruídos e barreiras da comunicação. Mas e você, tem escuta ativa, sabe ouvir as pessoas?

Neste mês, minha proposta é que você se analise e compartilhe este teste com outras pessoas, para que elas também pensem sobre este assunto.

Saber escutar é fundamental para você se diferenciar em sua carreira, qualquer que seja ela: de médico a professor, de executivo a engenheiro. Habilidade obrigatória caso seja um líder ou queira ser.

Elaborei um Teste de Escuta Ativa, com base nas teorias e na minha experiência de empresária. Faça o teste e depois confira sua pontuação. Espero que seja útil para a sua autoanálise.

Quando me comunico verbalmente com alguém:
1) Observo a linguagem não-verbal do interlocutor: tom de voz, movimento do corpo, olhar e todos os sinais. Percebo quando a pessoa está triste, quando fica feliz porque algo deu errado, quando fica apavorada quando erra – tudo sem precisar de palavras para perceber.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

2) Quando ouço alguém, sei que primeiramente devo qualificar o que a pessoa está dizendo, fazendo perguntas, demonstrando interesse pelo que ela está falando e não contando as minhas estórias ou estórias de pessoas que eu conheço.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

3) Observo a minha linguagem não-verbal: se estou falando com a pessoa sem virar meu corpo para ela, sem olhá-la, se estou atento ao celular/tela do computador, ou com a cabeça baixa. Quero demonstrar, através dos meus gestos, que me interesso pela pessoa.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

4) Sei que cada pessoa é movida por algo: status, poder, dinheiro, ser amado, segurança, família, uma causa, realizar a tarefa etc. Consigo identificar no discurso de alguém suas principais necessidades e motivações, e compreendo que elas moldam o jeito de ver, falar e fazer coisas.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

5) Sei quais são meus preconceitos. Sei que costumo odiar nos outros o que odeio em mim, então tento mudar este sentimento, tento entender que as pessoas são diferentes e que isso é ótimo. Trabalho diariamente para eliminar meus preconceitos, crenças e verdades cristalizadas.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

6) Quando percebo que alguém quer desabafar, sei que devo repetir um pouco do que ela está falando, para que ela se ouça. Exemplo: Ela: “Nunca ninguém me ajuda”. Você: “Você está dizendo que nunca mesmo? Ninguém mesmo? De vez em quando alguém ajuda? O João não ajuda você?” Sem crítica, só fazendo com que a pessoa retire o exagero, fruto do cansaço físico e emocional.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

7) Reconheço que meus sentimentos podem contaminar a minha percepção sobre as pessoas. Entendo que se sou competitivo ou se tenho inveja, sou mais crítico com quem é excelente (por medo de ser superado) . Se estou inseguro, intensifico a crítica a quem tem baixa performance, só para me sentir melhor.

( ) Sempre ( ) Quase sempre ( ) Às vezes ( ) Nunca

 

Atribua 3 pontos para cada “sempre” que colocou. 2 pontos para o “quase sempre”. 1 ponto para “às vezes” e 0 para “nunca”. Some tudo.

21 pontos – sua escuta ativa é excelente. Parabéns! Ajude outras pessoas a desenvolverem esta competência

17 a 20 pontos = você tem ótima escuta ativa, apenas desenvolva os comportamentos cuja pontuação foi abaixo de 3, para internalizá-los

13 a 16 pontos = você tem boa escuta ativa, verifique os comportamentos que precisa desenvolver e incorpore-os

09 a 12 pontos = você tem escuta ativa razoável, pois há comportamentos que precisam ser mudados por você – já sabe quais são? Anote-os e monitore-se diariamente

05 a 08 pontos = sua escuta ativa é insatisfatória. Provavelmente está muito auto-centrado, quer contar sua estória ou julga demais. Busque as causas e mude.

Verifique todos os comportamentos com pontuação baixa e faça seu plano de ação individual

Abaixo de 05 pontos = talvez nunca deva ter ouvido falar sobre este tema. A partir de hoje, coloque a lista de comportamentos ao seu lado e exercite muito: em casa, no trabalho e com os amigos.

 

Fonte: TESTE: Você escuta direito? Ou só ouve bem? | Portal Carreira & Sucesso

3nov/140

Marketing promocional em papelarias: promotores e acoes bem feitas sao decisivos no volta as aulas

Fabricantes e varejistas terão que unir forças e criatividade para influenciar pais e crianças, diz especialista

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Por Mariana Parizotto

No ano passado, uma papelaria de São Paulo, a Femapel, fez uma ação que rendeu grandes resultados no volta às aulas. A loja usou como isca para atrair pais e crianças e alavancar as vendas dos produtos licenciados, a visita de personagens. A divulgação era feita via Facebook . A Branca de Neve foi uma das licenças que encabeçaram a campanha “Volta às Aulas dos Sonhos”.

A iniciativa, que partiu da papelaria e contou com a colaboração de alguns fornecedores parceiros, nada mais é do que marketing promocional no ponto de venda. É o tipo de ação que tem ganhado cada vez mais espaço nas estratégias das empresas, já que os consumidores estão cada vez mais analíticos, experimentadores e propensos às novidades. Entre tantas opções, tantas coisas iguais, fabricantes e varejistas terão que unir forças e criatividade para influenciar a decisão de compra do cliente.

“Em tempos de muita concorrência entre empresas para se destacarem em seus respectivos mercados, ações no ponto de venda se tornam cada vez mais estratégicas. É comprovado, por meio inclusive de pesquisas feitas junto ao consumidor, a importância da experiência no ponto de venda. Aqui, vale ressaltar, a forma como a empresa aborda seus consumidores, as ações idealizadas para cada tipo de produto, o ambiente, as promoções, concursos, degustações, brindes”, explica Bruna Fanucchi de Michelli, sócia diretora da empresa Task Trade. A consultora atua há mais de 22 anos no mercado de marketing promocional, atendendo gigantes como Bunge e Brasil Kirin.

Segundo ela, no caso do segmento de papelarias, que lida em grande parte com o público infantil, o marketing promocional tem uma grande relevância, pois as crianças são grandes consumidoras e acabam induzindo os pais à compra. “Se o produto estiver sendo exposto de maneira atrativa, a criança terá acesso junto aos pais no momento da compra. E mesmo em lojas com áreas pequenas, é possível criar ações bem interessantes, com abordagem de promotores, materiais bem elaborados. Tudo tem que ser pensando, inclusive pelo fornecedor, para não poluir a loja”, enfatiza a especialista.

Para os lojistas que já estão planejando as vendas do volta ás aulas 2015, Bruna ressalta que o ponto de venda deve oferecer produtos que aliem preço e qualidade, “entretanto, material escolar é uma categoria que os pais pesquisam muito, então se o lojista tiver promotores,demonstrações, brindes, um incentivo a mais para a compra, é quase certo que a venda será efetivada, ou seja, dificilmente os pais falaram ‘depois a gente volta’”. A dica é de ouro, garante a especialista.

 

Fonte: http://www.lyderis.com.br/papelarias/3595-marketing-promocional-em-papelarias-promotores-e-acoes-bem-feitas-sao-decisivos-no-volta-as-aulas