BLOG GERANDO DEMANDA
25fev/150

Virou chefe e nao sabe como agir com a equipe? Siga 4 passos de transicao

Ser chefe não é fácil. Assumir um cargo de liderança pode trazer grandes benefícios, mas responsabilidades ainda maiores. Encarar o cargo pela primeira vez, como toda mudança, exige cuidado especial.

"Quando um profissional aceita um cargo de gerência, os relacionamentos pessoais anteriores têm de ser movidos para um nível diferente", afirma Balvinder Powar, especialista em liderança e professor da IE Business School, escola de negócios de Madri, na Espanha. "Você não é mais um colega para sua equipe, e suas funções mudaram."

Por mais que um profissional tenha se preparado a vida toda para assumir um cargo de chefia, a nova posição pede mudanças na postura que têm de ser trabalhadas no dia a dia.

Para a consultora de carreiras Waleska Farias, autora do livro "O Líder Integral", o gestor fala pela empresa e tem de aprender a impôr limites, mas sem destratar ou ser rude para fazer valer sua autoridade.

Segundo Farias, que desenvolveu um programa para acelerar a formação de novos líderes, a honestidade também deve ser prioridade para criar vínculos com seus funcionários. "A equipe pode até perdoar falhas ou o fato de o chefe não saber determinado assunto ou procedimento. Mas ela não vai tolerar mentiras".

Confira dicas dos especialistas para quem se tornou chefe pela primeira vez na carreira.

1. SEJA AMIGO, MAS IMPONHA LIMITES

oportunista-chefe-promocao-1386273571325_615x300

Virar chefe exige atenção aos relacionamentos antigos. O colega, que pode até ser um amigo, agora vai cumprir suas ordens. Nesse caso, a comunicação é vital.

"Eu recomendaria conversar com cada pessoa da equipe individualmente, para que eles falem como se sentem", diz Balvinder Powar. "Foque na expectativa de ambos e deixe todas as questões claras, evitando falar sobre fofoca ou assuntos subjetivos".

"O profissional tem de ter consciência de que, como gestor, agora fala pela empresa. Por isso, deve impôr limites", afirma Waleska Farias.

2. EVITE A INVEJA

autoestima-inveja-competicao-trabalho-executiva-1319628383763_615x300

É natural que mais de um funcionário seja cotado para a mesma posição, quando uma vaga de gerência é aberta na empresa. Saber como contornar a frustração dos que não conseguiram é tarefa do novo líder.

"Chame o colega para um almoço ou um café. Deixe claro, dizendo que vocês dois queriam aquela posição da mesma maneira e tinham competência para isso, mas uma amizade ou parceria não pode acabar por isso", afirma Waleska Farias. "Ser claro e honesto é importantíssimo. O silêncio é a pior medida, porque os 'fantasmas' crescem".

Powar afirma que o ideal é ser objetivo para evitar conflitos pessoais. "Fale objetivamente o porquê de ter sido escolhido e que essa é uma oportunidade para toda a equipe. Também seja aberto para receber comentários. Uma boa ferramenta é a empatia. Pergunte à outra pessoa como ela lidaria com a situação".

3. NÃO MUDE SUA PERSONALIDADE, MAS SE ADAPTE

transtorno-bipolar-psicose-maniaco-depressiva-alteracao-de-humor-tristeza-e-alegria-instabilidade-emocional-duas-caras-falsidade-transtorno-mental-1383764484153_615x300

Um funcionário brincalhão deve virar um chefe muito sério? Segundo os especialistas, não é necessário mudar. O melhor é manter sua personalidade, mas se adaptando às novas exgências do cargo. "Seus funcionários terão que entender que algumas brincadeiras não cabem em certas situações, como na frente de clientes, por exemplo".

O mesmo vale para um profissional muito sério ou fechado, já que um líder precisa ser comunicativo.

"Uma parte importante de ser um líder é ser autêntico. Na primeira conversa, ele deve posicionar como pretende lidar com o cargo e fazer os outros entenderem que não mudou, apenas as circunstâncias", afirma Powar.

4. PROCURE UM MENTOR

chefe-trabalho-escritorio-reuniao-1409168661765_615x300

Por mais preparado que esteja, um novo cargo sempre pode trazer insegurança.

"Autoconfiança é subjetiva. Cada um vai aprender a lidar com isso. Pode ser em terapia, coaching ou mesmo sozinho", afirma Waleska Farias. Ela afirma que uma boa tática é procurar alguém que já tenha passado pela mesma experiência para ser seu mentor.

Para evitar insegurança, também é importante lembrar que, se agora ocupa um cargo de liderança, é porque outros gerentes acharam que estava pronto para a posição, afirma Powar.

 

Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2015/01/30/virou-chefe-e-nao-sabe-como-agir-com-a-equipe-siga-4-passos-de-transicao.htm

23fev/150

Como definir prioridades quando tudo e urgente

Com estruturas mais enxutas nas empresas, decisões que precisam ser tomadas assim que o novo ano começa e pendências do ano anterior, os profissionais se perdem em um mar de tarefas em que tudo parece urgente. Aí surge a dúvida (e o desespero): como priorizar quando tudo parece prioridade?

Por receber demandas e pressão de todos os lados, as pessoas não conseguem entender o que é importante de fato. “Muita gente aceita as prioridades alheias, achando que vai dar conta de tudo”, diz Andrea Piscitelli, professora da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo, e consultora de gestão de pessoas.

O resultado é que, muitas vezes, as demandas que teriam maior importância na rotina do executivo ou da empresa são deixadas de lado. “Com as tarefas também se aplica o Princípio de Pareto, em que 20% das atividades são responsáveis por 80% dos resultados”, afirma o professor Paulo Campos, do Insper. “Saber encontrar esses 20% é fundamental.” Aprenda, a seguir, o que você precisa fazer para estabelecer prioridades e conseguir entregar suas metas.

Escolha um método

metodo

O primeiro passo para lidar com prioridades é organizá-las. Shane O’Grady, de 33 anos, diretor de tecnologia da Love Mondays, empresa que reúne avaliações de empresas feitas por funcionários, de São Paulo, criou uma metodologia para gerenciar os projetos que ele e sua equipe desenvolvem. “

Fizemos um misto de dois modelos”, afirma Shane. Um deles é o Scrum, que envolve a realização contínua de feedbacks, e o Kanban, usado em fábricas para sinalizar as etapas do fluxo de produção.

Compartilhe a agenda 

calendar

Sempre que  alguém da equipe de Sebastian Guzman, de 36 anos, consultor de programas de melhorias na Bosch, fabricante de peças automotivas, de São Paulo, quer marcar uma reunião, não precisa interrompê-lo para descobrir quando  estará disponível. “Deixo minha agenda aberta para que saibam quando estou sobrecarregado”, afirma Sebastian.

O ideal é que toda a equipe compartilhe seus compromissos. Assim, os chefes veem quem tem mais ou menos disponibilidade para lidar com eles.

 

Invente uma urgência

urgente

Prazos confortáveis atrapalham a conclusão de tarefas. Isso ocorre porque o ser humano calcula mal o tempo que perde numa atividade e acha que precisará de menos tempo do que o necessário.

O truque é eliminar a ilusão de agenda tranquila. Antes de decidir o que fazer primeiro, pense quais tarefas escolheria se tivesse metade do tempo disponível. Ou, se tivesse de trabalhar só 2 horas por dia. Os selecionados serão os compromissos mais importantes.

Peça ajuda

ajuda

A mente humana nem sempre é confiável quando o assunto é definir prioridades. “Damos um peso maior às atividades em que nos sentimos confortáveis”, diz Andrea, da FIA.

Outras tarefas que também precisariam receber atenção são deixadas de lado. Essa situação ocorre frequentemente quando a pessoa está muito envolvida em algum projeto.

O melhor é pedir ajuda a alguém que não tenha a mesma rotina, mas que entenda bem sua função. Essa pessoa terá um olhar imparcial sobre o que é importante.

 

Enxergue com clareza 

clareza

Diante de um emaranhado de tarefas, muitas vezes fica difícil hierarquizar prioridades. Por isso, conseguir ter uma visão do todo é um dos passos mais importantes.

A agenda não deve ser encarada como uma simples lista de compromissos, mas como uma ferramenta que permita visualizar o conjunto de atividades.

Para lidar com esse desafio de ter uma visão melhor das pendências, Shane, da Love Mondays, colocou em seu escritório um quadro com post-its coloridos, em que consegue ver com precisão o status das tarefas que ele e sua equipe têm pela frente. “Conforme cada etapa do projeto evolui, mudamos o post-it de posição nesse quadro”, diz Shane.

Uma rápida olhada ajuda a descobrir quais tarefas estão mais adiantadas e quais precisam de atenção extra.

 

Entenda a empresa

cultura organizacional

Para estabelecer prioridades, é necessário ter clareza sobre as metas da empresa ou da área. “Especialmente em ambientes mais dinâmicos, em que novas demandas surgem, o profissional tem de trabalhar olhando para a estratégia”, diz Paulo, do Insper.

É o que faz Sebastian, da Bosch. “Saber o que a empresa quer e precisa naquele momento é um dos aspectos que mais levo em conta”, diz ele.

A principal maneira de conseguir ter essa noção clara é perguntar ao chefe. Confira com ele se as prioridades que vêm sendo adotadas realmente são as tarefas mais importantes para o negócio.

Aprenda a recusar

dicas-dizer-nao-trabalho-noticias

Quando a vontade de agradar chefes e colegas fala mais alto do que a preocupação com a agenda, o resultado são tarefas em excesso. “O que é importante para os outros nem sempre é para nós”, diz Andrea, da FIA.

Antes de aceitar uma nova tarefa, analise sua agenda. Se achar que o pedido vai atravancar outros projetos mais importantes sem trazer um resultado compensatório, a melhor saída é negociar um prazo diferente ou, em último caso, encontrar uma forma de recusar a missão.

 

Fonte : http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/199/noticias/como-definir-prioridades-quando-tudo-e-urgente

19fev/150

Fidelizacao de clientes: 5 dicas essenciais para encantar o comprador

Fidelizar_clientes

Se tivéssemos que eleger a maior riqueza dentro de uma empresa, independentemente de seu porte ou segmento, não pensaríamos duas vezes: o cliente fiel. Segundo Steve Denning, autor de The Secret Language of Leadership, empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes, ou no que ele denomina “encantamento de clientes”, garantem um exército de porta-vozes para sua marca. Esses clientes, com seu potencial de engajamento, funcionam como um núcleo de atração para novos compradores, e disseminam a boa imagem da marca.

Mais que isso, estima-se que manter um cliente fiel pode ser até cinco vezes mais barato que conquistar um novo, sendo que eles chegam a responder por até 65% de todas as vendas de uma empresa. Mas, afinal, como fidelizar clientes? Entenda neste post por que é tão importante investir na fidelização de clientes e confira como fazer isso com cinco dicas essenciais para encantar o comprador.

Satisfação versus fidelização

Ok, sua empresa oferece os melhores produtos e serviços e, por isso, está sempre atraindo novos olhares. Mas saiba que isso não é suficiente. Em um mercado cada vez mais concorrido, não há produto ou serviço bom o bastante que não possa ser copiado e ou melhorado. Mais do que qualidade na entrega, para fidelizar clientes é preciso ultrapassar os limites da satisfação pessoal do comprador.

Se, por um lado, um bom produto ou serviço abre portas, atrai o interesse e te coloca na briga de mercado, por outro, ele não é o suficiente para garantir que aquele cliente jamais ceda às tentações da concorrência. Este “encantamento” é um trabalho de médio a longo prazo e que inclui, além da qualidade do que se oferece, uma estratégia capaz de construir um vínculo afetivo entre a marca e o cliente. Veja a seguir 5 dicas para a fidelização de clientes:

1 – Atenda o cliente como ele gostaria de ser atendido

Comece encarando o atendimento como um diferencial. Ele é, talvez, o diferencial menos perene dentro de uma empresa, já que “quase” todo o resto pode ser reproduzido pela concorrência. Assim, ter — e manter — um bom atendimento é o primeiro passo para encantar clientes.

Mas, afinal, o que é um bom atendimento? Para Steve Denning, o atendimento diferenciado começa quando a equipe de vendas é treinada para atender o cliente como ELE gostaria de ser atendido. Uma boa equipe de vendas não insiste no atendimento (ou produto/serviço) que acha que é o melhor para o cliente. Ela capta os sinais dados pelo futuro comprador e embarca nas suas preferências e necessidades. Até mesmo o tipo de abordagem (mais ou menos agressiva), é definida de acordo com as respostas do cliente. Para isso, além de muita sensibilidade, o vendedor precisa saber calar seus pensamentos, ouvir e se colocar no lugar de quem está comprando.

2 – Direcione o foco para o cliente certo

Antes de gastar suas energias tentando abraçar o mundo, saiba que para fidelizar clientes é preciso manter o foco no público certo. Somente direcionando as ações estratégicas de sua empresa para as pessoas certas será possível garantir um atendimento de qualidade.

Quem são seus clientes em potencial? Onde eles estão? O que eles estão buscando? O que eles esperam dos seus produtos ou serviços? Saber responder a essas perguntas é fundamental para direcionar sua estratégia de negócio (e de marketing) para o público certo e garantir a fidelização de clientes. Não adianta pensar que é possível oferecer a todos os nichos o melhor atendimento do mercado. Não há produto ou serviço que agrade a todos.

3 – Fidelize clientes com a teoria da pirâmide invertida

Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo, e para ele são destinados os maiores esforços dentro de uma empresa. Abaixo estão os vendedores e todos os que lidam diretamente com o cliente e, por fim, os líderes e gestores, aos quais cabe todo o suporte necessário para sustentação deste sistema.

A imagem descrita mostra o papel dos clientes dentro de uma empresa que visa a fidelização: eles são o motivo que justifica todo o trabalho. Aqui o foco não é o produto, nem os processos internos, mas sim o cliente. Vendedores, líderes e gestores se posicionam como o pivô que sustenta toda a estratégia de atendimento. Isso significa, na prática, uma cultura empresarial do bom atendimento, que além de visar o relacionamento de qualidade com cada cliente, reconhece o valor de ferramentas como SAC, ouvidoria, pesquisa de mercado, segmentação em marketing, entre outros.

4 – Para clientes fiéis, dê tratamento VIP

Se os clientes fiéis podem responder por até 65% de todo o faturamento de sua empresa, eles merecem, no mínimo, um tratamento diferenciado. Para isso, invista em ações de relacionamento como newsletters exclusivas, cupons de desconto e vantagens de um clube de fidelidade.

Para esse clientes, vale antecipar lançamentos e ofertas e investir em conteúdo personalizado. Lembre-se de que eles são o maior capital de sua empresa.

5 – Monitore, sempre

Toda ação voltada para a fidelização de clientes (seja uma campanha de e-mail marketing, ou o lançamento de um conteúdo exclusivo) pode — e deve! — ser monitorada. Para isso, conte com um bom CRM (Customer Relationship Management) e uma equipe focada em resultados. O monitoramento permite a otimização constante de sua estratégia e, a partir dos resultados de cada investida, você pode reunir cada vez mais informações relevantes sobre seu público-alvo, suas preferências de abordagem e necessidades. Encare esse processo como um ciclo virtuoso: quanto mais você monitora, mais conhece seu público e maior é a sua capacidade de criar estratégias para fidelizar clientes.

Pronto para dar o primeiro passo? Comece treinando sua equipe de vendas para um atendimento de excelência, reforçando junto aos funcionários valores e práticas de como ouvir o cliente para entender como ele deseja ser atendido, qual a abordagem mais eficiente para cada perfil, quem são os clientes foco dentro da empresa e como cativá-los em um processo contínuo que não se encerra na venda. Reforce essa estratégia e veja o processo de fidelização de clientes realmente acontecer!

Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/fidelizacao-de-clientes/?utm_content=11778318&utm_medium=social&utm_source=facebook

Categorias: Vendas Sem Comentários
13fev/150

O QUE FAZER QUANDO O CLIENTE DIZ: – TA CARO!

Olha que super dica ...

Fonte : https://www.youtube.com/watch?v=alyA9jSs750

 

Categorias: Vendas Sem Comentários
10fev/150

Veja como fazer uma “venda perfeita”

venda_perfeita

 

É necessário investir no trato social, na comunicação com o cliente, para se conquistar a venda perfeita. Entenda como funciona este processo

Por Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

Todas as profissões possuem rotinas de trabalho, seguidas dia após dia e que fazem os profissionais agirem de maneira automática. Com o vendedor isso não é diferente, principalmente por conta das metas a serem alcançadas.

É comum o profissional dessa área ficar preso aos números, pensando no que vai fazer para alavancar suas vendas, em quais estratégias utilizará para atender mais clientes e vender o máximo que puder. Esta não é uma atitude ruim, porém pode ser posta em prática de uma maneira não eficiente.

O processo de negociação é, acima de tudo, um passo a passo para um relacionamento repleto de benefícios e duradouro. O profissional não deve se deixar “enrijecer” pela rotina, muito menos se tornar frio e automático. É necessário investir no trato social, na comunicação com o cliente, para se conquistar a venda perfeita, continuar humano, com capacidade de perceber as necessidades do outro e com o conhecimento para atendê-las.

O vendedor que atende o máximo de clientes em um único dia, que conclui vendas em cinco minutos, fazendo com que o comprador saia rapidamente, obtém bons números. Isso é ótimo, mas não basta. É preciso também obter um resultado melhor para o futuro, ou seja, um cliente fidelizado.

Para evitar esse tipo de situação e ajudar na construção de um relacionamento com o cliente, trago quatro dicas essenciais:

1 – Comunicação - O profissional deve ser articulado, se expressar bem, de maneira clara e objetiva. É ainda mais importante saber escutar, captar o que ele precisa e, muitas vezes, servir de divã e utilizar da empatia. O cliente quer mais do que gastar dinheiro e comprar uma “coisa”, ele quer adquirir uma solução para o seu problema ou necessidade e um vendedor que não sabe se comunicar corretamente, não consegue perceber esse detalhe. Outra ação efetiva é saber todas as características, benefícios, custos e detalhes do produto/serviço que está oferecendo, afinal, o comprador não leva algo que o próprio vendedor desconhece.

2 – Aproximação – Deve ser feita com simpatia, prontidão e deixando o cliente à vontade. O vendedor não pode ser frio, a venda é um processo de relacionamento, o comprador não é apenas um número. É necessário investir na qualidade do atendimento, para cativar uma clientela de qualidade, que sempre volta e traz novas necessidades e novos compradores consigo.

3 – Ação – O vendedor quando entra em ação deve ser persistente, porém, não insistente. É importante assumir a negociação, controlar completamente o processo e direcionar a conversa com o cliente. O profissional não deve desistir na primeira negativa, 80% das vendas acontecem entre o quinto e décimo segundo contato. No entanto, é importante saber a hora de recuar, a estratégia pode ajudar a garantir oportunidades futuras.

4 – Conquista – Fidelizar o cliente é sempre o momento mais delicado. Quando o comprador fica satisfeito com o atendimento, é criada uma imagem positiva do processo de compra e da empresa. É necessário oferecer no pós-venda o mesmo atendimento e assistência que foi dispensando durante a venda, para conquistar a constância e lealdade do comprador.

 

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/gestao-de-rh/3786-veja-como-fazer-uma-venda-perfeita

6fev/150

Como vender melhor – mesmo que voce odeie fazer isso

Como-vender-mais

Não é todo mundo que gosta de vender. Alguns empreendedores dizem até que odeiam fazer isso. O problema é que essa é uma atividade muito importante para o empreendedor. Em coluna publicada no site da Inc., o consultor Geoffrey James afirma: “Se você odeia vender, nunca será bom nisso – o que significa receita perdida ou, nos piores casos, falência”.

Segundo James, para deixar de odiar o ato de vender, é essencial que haja uma mudança de atitude. É preciso ter vontade de superar essa aversão e passar a lidar bem com a situação. Para ajudar os menos interessados em vender, o consultor dá algumas dicas.

De acordo com James, muitas pessoas não se interessam pelas vendas por acreditarem em alguns clichês que deturpam o principal objetivo de uma venda – deixar seu cliente satisfeito. Uma dessas crenças, por exemplo, é que, para vender produtos, é necessário manipular as pessoas para que comprem algo, mesmo que elas não o queiram. Também é comum pensar que o processo é inconveniente, pois os vendedores devem ser insistentes, telefonando e lotando a caixa de e-mails dos seus clientes.

O primeiro passo é deixar tais mitos de lado e pensar em vender produtos sob outra perspectiva: na verdade, o principal objetivo de um vendedor é ajudar um cliente a comprar algo de que ele precisa. Se as pessoas realmente quiserem seu produto, você não precisará manipular nem ser inconveniente com ninguém. Outra dica é pensar na venda como algo que o fará conhecer pessoas novas e aprender novos argumentos. Ter curiosidade faz com que a motivação que estava faltando apareça naturalmente.

Por fim, James afirma que a habilidade para vender seu produto é adquirida com uma boa dose de persistência: quanto mais você se empenhar nas suas vendas, melhor será o seu desempenho.  Depois de algum tempo, a tarefa de vender será como andar de bicicleta – fácil e natural. E divertida também.

 

Fonte : http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2014/11/como-vender-melhor-mesmo-que-voce-odeie-fazer-isso.html

Categorias: Vendas Sem Comentários
5fev/150

10 dicas simples para lidar com a procrastinacao no trabalho

procrastinação

 

Sempre que você estiver procrastinando no trabalho, leia essas 10 dicas:

  1. Liste todas as tarefas que você tem em mente em uma única caixa de entrada. Não deixe bilhetinhos, post-its e papéis espalhados pela mesa do trabalho, em casa ou no carro. Centralize em um só lugar.  Por pior que esteja a situação, você sabe que naquele único lugar está tudo o que você precisa fazer
  2. Use suas listas continuamente e confie nelas. Se você acompanhar sempre direitinho, elas serão sua melhor fonte de informação sobre o que você precisa fazer
  3. Certifique-se de que tem tudo o que precisa para começar a trabalhar nas tarefas pendentes. Muitas vezes, procrastinamos alguma ação porque existe um passo simples, porém chato, antes. Você pode adiar uma revisão, por exemplo, porque ainda precisa baixar o arquivo do e-mail. Pode parecer simples, mas muitas pessoas adiam algo assim somente por causa dessa pequena tarefa anterior.
  4. Garanta que sua lista de tarefas tenha tarefas, e não lembretes como “amanhã fulano enviará relatório X”. Isso não é tarefa. tarefa é o que você fará com o relatório depois que recebê-lo.
  5. Quando finalizar uma reunião, pergunte quais são os próximos passos. Se você for o(a) mediador(a), defina você quais serão esses passos. Nunca saia de uma reunião sem essas definições, senão de nada terá adiantado a reunião.
  6. Pare de anotar na agenda tarefas para fazer no dia de hoje, de amanhã e por aí vai. Tarefas devem entrar na agenda somente quando realmente for necessário. Por exemplo: você precisa arrumar a sua mala até um dia antes de viajar, impreterivelmente! Não existe situação mais frustrante que estabelecer um dia para determinada tarefa (que não precisava de data certa) e ter que ficar jogando a coitada de um dia para o outro, porque nunca consegue cumprir seus prazos. E tem um motivo: esses prazos não são reais! Então pare de estabelecê-los. Colocando prazos somente no que realmente precisa de prazos, você passa a confiar mais no seu sistema. Se alguma tarefa está naquele dia em questão, é porque realmente precisa ser feita naquele dia e em nenhum outro.
  7. Sempre que não conseguir dar andamento a uma tarefa, desmembre-a em tarefas menores.
  8. Se uma tarefa levar menos de dois minutos para ser feita, faça imediatamente. Não adie o que for rápido, pois essa pequena tarefa pode brecar todo o resto.
  9. Revise suas listas de tarefas semanalmente. Não precisa revisar todos os dias, assim como não pode passar mais de uma semana sem revê-las. A ideia é não perder tempo com isso assim como não deixar faltar nada.
  10. Sempre reveja seus objetivos de longo, médio e curto prazo para ter perspectiva. Às vezes, para trazer a motivação de voltam tudo o que precisamos é de uma visão mais abrangente. Faça isso!

Eu ia colocar como item 11. Não acessar as redes sociais, mas como eu sei que ninguém aqui faz isso durante o trabalho, não precisei.

escrito por 

Fonte : http://vidaorganizada.com/categoria/gestao-do-tempo/lidando-com-a-procrastinacao/

3fev/150

25 tendencias de consumo e das marcas em 2015

O que vem por aí

São Paulo - O que 2015 reserva em termos de tendências e caminhos para asmarcas, o mercado e o consumo?

Um estudo da JWTIntelligence (braço de inteligência da agência de publicidade J. Walter Thompson) traz algumas dessas respostas.

O relatório "The Future 100: Trends and Change to Watch in 2015", que você vê com exclusividade em EXAME.com, mostra o que vem por aí.

Uma ótima oportunidade para ter novas ideias e pensar em novos negócios e ações.

 

1. Crianças conectadas

crianças-facebook

Nos EUA, 3 entre 4 crianças de até oito anos têm acesso a smartphones ou tablets. No Reino Unido, 93% dos pais deixam seus filhos pequenos usarem os dispositivos.

Está claro que as crianças estão conectadas digitalmente. Novos brinquedos e serviços devem seguir essa tendência. Elas estão famintas por tecnologia.

Aliás, a geração com menos de 10 anos tende a ter mais familiaridade com tendências tecnológicas que os adolescentes que vieram imediatamente antes deles.

 

2. Design inteligente

design

 

Alguns chamam de "Fenômeno do Pinterest": aumenta a tendência ao design inteligente, a preocupação com o design de alto nível, com produtos funcionais.

De pequenas lojas a grandes comércios, novos visuais estão sendo adotados. A "cara" do produto ou da embalagem interessa mais.

O fato é que os millenials se preocupam com o bom design de um produto tanto quanto suas reverberações éticas e suas questões sustentáveis.

 

3. Marcas como experiências

absolut-inn

 

O experimentalismo atinge o mainstream e os consumidores ficam mais sofisticados. As marcas precisam suar mais para impressionar os seus consumidores.

Entram em cena as experiências em lojas e outros espaços: teatro, arte, gastronomia, sinestesia.

Os consumidores querem novas experiências que tragam inspirações e ideias. Eles estão mais abertos a testes, querem sair da zona de conforto.

Em Hong Kong, Nadim Abbas criou um espaço em colaboração com a Absolut: um bunker cyberpunk de concreto cheio de metal e escuridão, perfeito para performances estranhas e novas experiências.

Em Nova York, um espaço chamado "Escape the Room" que literalmente desafiava as pessoas a tentarem escapar daquela sala - achando objetos ocultos, passagens secretas e resolvendo quebra-cabeças.

 

4. Celebridades como parceiras de negócios

blake-lively

As celebridades estão deixando de ser apenas "um rosto da marca" para se tornarem parceiras de negócios. Exemplos recentes: Gwyneth Paltrow e Blake Lively.

Os famosos não estão mais vendendo um tempo para serem "garotos-propaganda". Estão, sim, aprendendo a monetizar a sua influência.

Colaboram com a criação, aparecem em campanhas, revelam produtos nas mídias sociais.

Exemplos: Diageo criou o Haig Club, um uísque, junto com David Beckham. Beyoncé fechou uma parceria 50-50 com a Topshop em uma linha de produtos.

 

5. Beleza sul-coreana

ano-novo-seul

O novo fenômeno do mercado de beleza é a Coreia do Sul.

As exportações do país na área chegaram a 1,04 bilhão de dólares em 2013. EUA e Europa estão de olho. Urban Outfitters, por exemplo, tem o maior estoque de produtos coreanos de beleza nos EUA.

O grande acesso à Internet na Coreia no Sul e na região (como Japão) ajuda a difundir novas ideias e espalhar a influência dos produtos coreanos.

 

6. Fugindo do estresse

stress

O impacto do uso pesado de tecnologia e dos trabalhos estressantes é uma preocupação crescente. Estudo do YSL Beauté, por exemplo, mostra que passar muito tempo na frente de uma tela de iPad ou notebook causa envelhecimento precoce.

As marcas estão, portanto, de olho em novos produtos de beleza que driblem esse estresse e seu impacto na saúde das pessoas.

L'Oreal, Avon e outras pensam em produtos específicos quando aparecem notícias como "Por conta do estresse, mulheres estão perdendo o cabelo já na faixa dos 20 anos".

 

7. Novo boom da beleza

beleza

A terceira idade é um mercado para as marcas de cosméticos e beleza. Espere por mais marcas que focam nessa faixa etária.

Mulheres acima dos 60 e 70 anos se interessam mais por beleza, fugindo dos estereótipos. Elas continuam ativas - trabalhando, consumindo.

Marcas de beleza devem focar seus esforços para criar produtos para a pele da terceira idade, buscando rejuvenescimento.

 

8. Comércio do Terceiro Setor

terceiro setor

Uma terceira via do comércio. Novos modelos de comércio não veem caridade e lucro como coisas separadas.

A terceira via combina o bem social com vendas e marketing. Essas empresas caem no gosto dos millenials, que têm tendência a pesar questões éticas em suas decisões de consumo.

Marcas éticas e sustentáveis ganham pontos com as novas gerações. Empresas com valores claros também largam na frente.

O comércio "1 por 1" (compre um, dê um) também é uma tendência. Por exemplo: uma marca de café sustentável que, para cada pacote vendido, fornece uma semana de água para uma comunidade necessitada.

 

 

9. Marcas que fazem

brands

Fazer no lugar de falar. É a tendência para as marcas, que devem se preocupar mais em botar a mão na massa -  e deixar que naturalmente as pessoas falem disso nas redes sociais - como estratégia de marketing em vez de se prender apenas em um discurso tautológico.

Ativismo, inovação, filantropia, novos projetos com os consumidores: tudo isso para inspirar novos conteúdos de marketing, agregar valor à marca.

Em vez de falar de si mesmo, falar sobre os outros, fazer com e pelos outros. As mídias sociais farão o resto do trabalho.

 

10. O eu como marca

me-brands

"Me Brands": o eu como marca.

Millenials estão deixando de ser apenas consumidores para se desenvolverem eles mesmo como marcas - fazendo curadoria de sua imagem online, se monetizando via mídias sociais e produzindo conteúdos. Também estão usando novas plataformas para se tornarem microempreendedores.

As marcas também veem a necessidade de personalização dos produtos.

Em Glasgow, a cervejaria Drygate convidou pessoas a criarem suas próprias marcas e aromas. Já a Pernod Ricard criou o projeto "Our/Vodka", convidando consumidores de Berlim e Detroit a criarem versões locais.

 

11. Vegan Chic

NaCozinha-Hamburger-Vegetar

O mundo vegetariano e vegano está crescendo. As marcas que não aproveitarem essa onda ficarão para trás.

A comida saudável e "responsável" (do ponto do vista social e ambiental) deixou de ser marginal para ser de massa.

Por conta da onda vegana, principalmente entre os millenials, há um boom de restaurantes veganos/vegetarianos. Aliado a isso, comida de alta qualidade, padrão gourmet.

Uma visão "flexível" também está em alta: pessoas que só comem, por exemplo, carne uma vez por semana, para diminuírem sua "pegada ambiental".

 

12. A era do 'agora'

galeria-felicidade-compra

A filosofia "viva o presente" influencia marcas e consumidores. A sociedade valoriza mais a felicidade, a paz interior, a espiritualidade.

Os jovens estão de olho no conceito de espiritualidade, apesar de viverem um dia a dia mais "agnóstico". Eles buscam significados mais profundos em suas vidas.

As marcas já estão de olho nisso, aliando espiritualidade e fitness, por exemplo.

 

13. Nicho das marcas esportivas

bikes-NY

As marcas esportivas estão mais focadas e especializadas em um segmento. Determinada empresa foca em apenas um esporte e investe pesado na investigação para criar produtos premium.

Estão ficando mais sérias também, levando o esporte mais a sério, buscando expertise e alinhamento com os profissionais de alta performance.

Ao se tornarem especialistas, atingem um público específico e se conectam a entusiastas genuínos.

Exemplos: Rapha, marca para ciclistas profissionais; Bowndling, para aventureiros.

 

14. A Renascença do surfe

gabriel-medina

O surfe vive uma época de "Renascimento", com a cultura do esporte sendo difundida como filosofia de vida.

Pessoas adotam o surfe como prática de relaxamento, contato com a natureza, espiritualidade. Uma forma de meditação.

Nos anos 2000, o surfe decaiu junto com os grandes campeões australianos. Com o boom do Vale do Silício e da Califórnia, a cultura do surfe local renasceu. Junto, no mundo todo. No Brasil, Gabriel Medina é o melhor exemplo.

Exemplo: Fintan Gillespie, chefe do Google, criou em 2014 o Surf Summit, que atrai investidores, empreendedores e surfistas profissionais.

As marcas também estão de olho: basta ver o último comercial da Chanel para o Chanel nº5, que trazia uma Gisele Bündchen surfista.

 

15. A voz das mulheres no mercado

mulheres no mercado

Marcas de luxo sob influência das mulheres.

Tradicionalmente, se voltaram para os homens. Agora, se adaptam para falar com as mulheres mais sofisticadas - com poder, voz e influência.

No segmento de luxo e em outros, o poder econômico delas aumenta. Exemplos:

- Estudo do Boston Consulting Group projeta para 2028 que as mulheres controlarão 75% das despesas discricionárias ao redor do mundo.

- Já o BCG calcula uma renda mundial feminina de 18 trilhões de dólares em 2018.

- Nos países em desenvolvimento, a renda das mulheres cresce em média 8,1%. Dos homens, 5,8%.

 

16. Novas fronteiras para o e-commerce

e-commerce_460-jpg

Em um mundo onde pode se comprar com apenas o apertar de um botão ou a verificação da digital do seu dedo, alguns segmentos ainda não se inseriram totalmente no e-commerce.

É o caso do segmento de luxo. Grifes não vendem online, mas 72% dos consumidores dizem que não teriam limite de gastos ao comprar em um aplicativo, segundo pesquisa do Luxury Institute.

40% das marcas de luxo ainda não estão na web. Algo precisa atrai-las.

Já há bons exemplos: Saks Fifth Avenue e Net-a-Porter são casos de outlets online.

E-commerce, em 2015, está sendo descrito como a "nova China" para o mercado de luxo: ou seja, a mais nova grande oportunidade de se fazer dinheiro, muito dinheiro. Ele tem potencial para injetar mais 43 bilhões de dólares a esse segmento até 2020.

 

17. A massificação do luxo

consumo

Marcas buscam aquele espaço entre o luxo e o popular.

O mercado chinês e asiático para as marcas de luxo enfraqueceu, mas há espaço para as marcas chamadas "masstige", que unem a produção massiva aos nomes de grife, aos selos de qualidade.

Grifes europeias como Louis Vuitton e Gucci conseguiram se encaixar mais no mercado chinês que marcas contemporâneas americanas, por exemplo. Há, portanto, um nicho a ser explorado.

 

18. Marcas e arte

art

Marcas de fast fashion não podem ser mais apenas "baratas" ou "estilosas". Elas precisam ser inteligentes, refletindo a crescente sofisticação do consumidor e de suas expectativas.

Há tempos as marcas de luxo se ligaram ao mundo das artes. Cabe aos mercados populares, agora, fazer o mesmo - buscando pontos de criatividade e cultura com seu público.

Exemplos: GAP criou lojas-conceito em Londres e Nova York; H&M colaborou com Jeff Koons em 2014.

 

19. Lojas físicas

amazon

Primeiro, as lojas físicas criaram seus espaços online. Agora, as lojas que nasceram online criam o seu espaço físico.

É o caso da Amazon. Ela sabe que, apesar dos consumidores comprarem cada vez mais online, eles ainda querem ir até uma loja. A marca abriu um espaço imenso em Nova York recentemente.

 

20. Nichos, mais nichos

Geração_Y

Os consumidores buscam cada vez mais nichos. Os jovens se interessam mais por marcas "independentes" e "artesanais".

Marcas globais estão de olho na tendência para criar "sub-marcas", selos específicos para os millenials, por exemplo.

A PepsiCo lançou, por exemplo, a "Caleb's Kola", feita de cana-de-açúcar e sementes de cola. Já o Starbucks lançou o "Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room", destinado aos grandes apreciadores.

 

21. Entretenimento e compras

entretenimento

As coisas vão se misturar mais: entretenimento, comércio, games, conteúdo, publicidade. É uma convergência.

Um produto cultural difundido via internet conectado ao e-commerce.

Exemplo: seguindo o modelo da Netflix, a Amazon decide criar suas próprias séries.

 

22. Neutralidade

neutralidade

A era das "não-marcas". Do "não-gênero". Das roupas "sem-estação".

Ao mesmo tempo em que há um hiper-individualismo, uma tendência dos consumidores de buscarem nichos, há uma força contrária de neutralidade.

Uma mistura de mudanças climáticas, mídias sociais, igualdade de gênero, hiper-influência das marcas e globalização resulta nisso. No mundo da moda, caem as barreiras entre gêneros e estações do ano.

Os consumidores também promovem o caminho contrário: não é marca que cria a roupa e diz com eles devem se vestir. São eles, agora, que dizem o que querem vestir - e assim a marca faz o seu trabalho.

 

23. Briga de gigantes

alibaba

Dois gigantes brigam e trocam de território: Amazon e Alibaba.

De um lado, Alibaba quer ganhar a confiança dos americanos. Do outro, os chineses podem migrar para as ofertas da Amazon.

As influências já começaram: Alibaba abriu seu IPO em Wall Street. Já a Amazon fez campanha para criar um novo buzz entre os chineses: um tal de "Black Friday".

 

24. Conceito de grupo

apple

As marcas se ligam mais às lojas conceituais, à curadoria a partir do gosto do consumidor.

Crescimento de lojas no formato "revista": em constante troca de espaços, formatos e ofertas. Assim, impressionam os millenials, que buscam nicho, personalismo, valores "artesanais".

 

25. Foco nos aeroportos

Aeroporto_Internacional_de_Hong_Kong

Em um mundo mais globalizado, onde as viagens internacionais são cada vez mais comuns e fáceis, os aeroportos são um ponto-chave para os consumidores e as marcas.

As pessoas querem encontrar, ali, gastronomia, arte, marcas globais. É o espaço ideal para restaurantes, grifes, galerias.

Exemplo: o chef Heston Blumenthal criou o Perfectionists’ Café no Aeroporto de Heathrow (Londres).

Aeroportos também são novos monumentos para a arquitetura: cada vez maiores, mais artísticos e sofisticados.

Exemplo: a Cidade do México está reformando o seu aeroporto em um projeto de 8,5 bilhões de dólares que conta com design do britânico Norman Foster.

 

Fonte : http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/25-tendencias-de-consumo-e-das-marcas-em-2015

2fev/150

As 5 frases proibidas para qualquer vendedor!

palavras probidas

Tudo o que transmitimos para o exterior diz muito sobre o nosso estado físico e mental. Se estamos a sorrir e bem dispostos, é sinal de que grande parte dos aspetos da nossa vida estão num bom caminho. Por outro lado, se estamos mal apresentados e com mau humor é sinal que algo está mal. Salvo raras excepções, é assim que acontece.

Porém, o processo contrário também é verdadeiro. Ou seja, se andar sorridente e repleto de energia mesmo quando algo na sua vida não está a 100%, a possibilidade dessa situação mudar é muito maior. Não é a solução para o problema, mas pode ser o impulso inicial necessário.

No dia-a-dia dos vendedores isso também acontece. Se o profissional não estiver sorridente, o cliente acabará por sentir isso e os seus resultados não são tão positivos. Para ajudá-lo, separamos as cinco frases proibidas para qualquer vendedor. Confira!

 

“Estamos em crise”

Que o mercado está mais parado e que as empresas estão a investir menos, já todos sabemos. Mas também é verdade que existem empresas que estão a investir, a comprar novos produtos e a conseguir resultados excelentes. A sua função enquanto vendedor não é reclamar da crise mas sim procurar oportunidades e realçar quem está a ter sucesso nesta altura desafiante!

 

“Só recebo o não como resposta”
Se isso está a acontecer consigo, perfeito! Significa que está mais perto de ouvir um sim e que pode aprender com esse não. Não fique desmoralizado com a resposta. Agora chegou o momento de ter uma atitude positiva e trabalhar o máximo que puder para chegar ao sim.

 

“Isso é impossível”
Acreditar à partida que algo é impossível é um travão enorme para o sucesso. Claro que deve existir uma análise inicial, mas grande parte das pessoas que diz que é impossível está a colocar um travão enorme na sua evolução e na possibilidade de realizar coisas extraordinárias. Pense duas vezes antes de dizer que algo é impossível!

 

“Não consigo reuniões com clientes!”
Conseguir que o seu cliente invista algum tempo com você não é fácil. Porém, é necessário saber criar a necessidade no cliente. Dizer que não consegue reuniões é uma decisão definitiva para um problema passageiro. Tente descobrir o motivo disso estar acontecendo!

 

“É impossível de lidar com este cliente”

Não existem clientes impossíveis. No máximo, existem clientes difíceis de lidar. Se tem um cliente que causa maiores dificuldades do que os outros veja isso como algo positivo! Afinal de contas esse cliente quer comprar o seu produto e não o produto dos seus concorrentes. E isso é muito bom! Agora, cabe ao vendedor perceber o que pode fazer para satisfazer as necessidades desse cliente mais exigente.

 

Fonte : http://www.sucessoemvendas.pt/blog/as-5-frases-proibidas-para-qualquer-vendedor/

 

Categorias: Vendas Sem Comentários