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29out/150

7 maneiras de chamar a atencao de seus clientes

Segundo a empresa Nutty Bavarian, 9 em cada 10 clientes relatam que, ao pensar na marca, a primeira coisa que têm em mente é o aroma de suas castanhas, facilmente notado por quem passa pelos quiosques da rede. A assinatura olfativa da empresa foi a estratégia utilizada para se diferenciar em meio à infinidade de elementos que impactam alguém que caminha pelos corredores de um shopping center.

Essa marca registrada nasceu de um processo rotineiro na preparação do produto. “Não é uma coisa que a gente usou no começo como marketing. É um cheiro natural do processo em que torramos as castanhas com nossa fórmula à base de canela. Hoje em dia, com as pessoas olhando sem parar para as telas dos celulares, encontramos no aroma uma maneira de atrair os clientes”, afirma Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian, empresa que chegou ao Brasil há 20 anos e deve faturar R$ 51 milhões em 2015.

Práticas como essa estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, segundo o consultor do Sebrae São Paulo Gustavo Carrer. “O marketing sensorial está sendo muito explorado no varejo em diversos segmentos. As empresas identificaram que quando você trabalha com mais de um sentido a chance de se destacar é muito maior”, afirma.

Especialista no assunto, Carrer dá dicas sobre como fisgar os clientes utilizando técnicas tradicionais de vitrinismo, além das novas tendências de marketing sensorial. Confira:

1. Na vitrine, menos é mais

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A seleção dos produtos expostos em uma vitrine é o primeiro cuidado a ser tomado. “Quando você coloca muitas opções de produtos, o cliente pode ter dificuldade de fazer uma leitura rápida”, afirma o consultor.

2. Misture produtos de diferentes preços

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Em uma época de crise, o recomendado é exibir um mix de produtos que deve ir desde lançamentos até peças com valores mais acessíveis. “Além de romper a barreira natural de o cliente ter que entrar na loja para conhecer todo o cardápio de produtos, a iniciativa pode quebrar a ideia errada que algumas vitrines constroem de que a loja em questão contêm apenas itens de valor elevado”.

3. Ajude o cliente a se ver com o produto

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Uma alternativa para tentar dialogar com o cliente é utilizar elementos na vitrine que o ajudem a visualizar-se consumindo o produto em questão. Com uma cenografia simples, é possível contar uma história em que o cliente seja o personagem principal. “Quando alguém vê a vitrine de uma loja de roupas, por exemplo, ele imagina uma ocasião em que esteja utilizando aquela roupa. Alguns objetos podem ajudar a construir essa projeção”, diz.

4. Vá além do som ambiente
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Marcas norte-americanas como Hoolister e Aeropostale utilizam como som ambiente uma seleção de músicas feita a partir das preferências de seu público. Fugindo do convencional, Carrer dá outro exemplo de estímulo auditivo a ser utilizado. “Ano passado estava passando por uma calçada na Alemanha e ouvi um canto de pássaros muito agradável. Quando olhei pra cima, percebi os alto falantes que direcionavam o som para a calçada e faziam com que os pedestres parassem bem em frente a uma vitrine. É automático: quem passa pela loja faz uma associação da marca com esse som agradável”.
5.  Aposte nas assinaturas olfativas

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Na mesma linha da Nutty Bavarian, empresas estão seguindo uma tendência que vai além da aromatização do ambiente. Marcas têm desenvolvido perfumes especificamente para suas lojas com a intenção de que, ao sentir aquele aroma, os clientes rapidamente se lembrem da empresa, como um cartão de visitas.

6. Explore o tato e o paladar

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Para empresas do ramo alimentício, a degustação aparece como uma boa alternativa para fisgar os clientes. No segmento de moda e de calçados, é interessante expor o produto de uma maneira que o cliente tenha uma interação tátil, sentindo a textura e o peso dos objetos.

7. Faça o cliente pensar fora da telinha

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Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Ao invés de disputar a atenção dos clientes com a tela do celular, faça com que sua empresa esteja lá também. “Através de alguns softwares e soluções tecnológicas, já é possível rastrear a geolocalização de um cliente previamente cadastro em seu sistema. Ao identificar que ele está nas redondezas, entre em contato pela ferramenta de mensagens mais imediata. É a oportunidade, por exemplo, de oferecer um vale-compras ou alguma vantagem do tipo para este cliente”, afirma o consultor.

 

Fonte : http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/10/7-maneiras-de-chamar-atencao-de-seus-clientes.html

26out/150

Concorrencia… Ameaca ou referencia?

Leader of competition. Concept. 3d illustration.

 

É inegável que, por várias vezes, a concorrência nos causa certos desconfortos.

Seja pelo fato de uma nova empresa atuar na nossa região, ações arrojadas de concorrentes já existentes, enfim, motivos é o que não nos faltam para ficarmos atentos em relação aos concorrentes.

Mas você já parou para pensar em como a concorrência pode nos ser útil?

Não estou falando só dos velhos jargões, do tipo: “Ah, obrigado aos meus concorrentes que me fazem acordar mais cedo”, “me fazem ser melhor a cada dia”, o que é também válido.

Quero dizer, o quanto a nossa concorrência, além dos benefícios citados acima, pode nos auxiliar, e até mesmo servir de referência em como sermos melhores e, se necessário, mudar a rota.

Imaginemos que você tem um concorrente tecnicamente “quase perfeito”.

Uma das saídas pode ser você “humanizar” mais seu atendimento.

Uma panificadora concorrente que faz o melhor pão francês da cidade: procure chegar o mais perto possível da qualidade do pão francês dela, mas busque, por exemplo, produzir o melhor pão doce.

Resumindo: já que você sabe ser impossível viver sem concorrentes, ao invés de enxergá-los como ameaça, pense em como criar diferenciais competitivos sobre os pontos fracos deles.

Mas lembre-se, divulgue da melhor maneira possível esses diferenciais, sem, é claro, falar mal da concorrência.

 

Não permita que sua mente seja seu maior concorrente.

 

Fonte : http://blog.reval.net/concorrencia-ameaca-ou-referencia/#.Vi4nkberTIV

23out/150

7 verdades sobre a felicidade que voce precisa saber

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Como multiplicar sorrisos?

É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Navegue pelas imagens para conferir algumas verdades libertadoras.

1. Boa parte da felicidade depende só de você

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Enquanto 50% da forma como vivenciamos a felicidade têm origem genética e 10% estão ligados ao ambiente, 40% dependem diretamente do estilo de vida que adotamos. Ou seja: das escolhas que fazemos. Se a saúde e a boa forma não foram suficientes para motivá-lo a adotar uma atividade física regular, faça isso por seu bem-estar emocional. Outra decisão acertada é garantir que na agenda haja tempo para a família, os amigos e o ócio.

2. Mais dinheiro não significa necessariamente mais felicidade

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A relação dinheiro x bem-estar existe. Contudo, uma vez satisfeitas as necessidades gerais - alimentação, moradia, segurança, saúde, conforto -, o capital parece ter pouco a contribuir com a reserva de felicidade. Uma pesquisa recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que para 69% dos brasileiros de todas as classes sociais é mais importante ter tempo para a família que ganhar mais. E o que dizer dos ganhadores da loteria? Estudo das Universidades de Massachusetts e Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que um grupo de sortudos ganhadores e outro de paraplégicos experimentavam níveis de felicidade similares, passado um ano do fato que mudou suas vidas.

3. Seu cérebro é um scanner, sintonize-o no positivo

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A Mayo Clinic, um dos centros de pesquisa mais respeitados do mundo, tem investido pesado em investigações sobre felicidade. Sorte a nossa, que podemos ter acesso a evidências de que embora o cérebro humano tenha se mantido focado nas experiências negativas com o objetivo de sobreviver às ameaças, hoje podemos fazer a opção por ver o mundo por um prisma positivo. Após um período de exercícios específicos, o cérebro aprende a escolher a felicidade em detrimento do sofrimento.

4. Pessoas gratas são mais felizes

Gratidão

O exercício da gratidão é capaz de oferecer benefícios físicos, sociais e emocionais. Dr. Robert Emmons, pesquisador e professor da Universidade da Califórnia, comprovou os efeitos positivos de sentir-se grato em diferentes estudos. Em um deles, verificou que o reconhecimento cotidiano de situações às quais somos gratos pode tornar-nos até 25% mais felizes. A gratidão reduz ainda uma série de emoções tóxicas, como a inveja, o ressentimento e o arrependimento. A propósito: reconhecer diariamente aspectos positivos é uma das ferramentas para que o cérebro passe a escanear a vida de maneira mais positiva.

5. Pessoas felizes vivem mais

Young people jumping on Mission Beach, San Diego, California, USA

Os níveis de satisfação com a vida são proporcionalmente inversos aos níveis de estresse. E o estresse, entre outros, compromete a resposta do sistema imunológico. De acordo com uma ampla pesquisa da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, ser otimista na meia idade pode somar bons 7,5 anos à expectativa de vida. Se os otimistas se estressam? Sim, claro. Contudo, são capazes de retomar rapidamente a um estado mental e físico positivo.

6. Felicidade é contagiante

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A positividade tem caráter ressonante - e isso também tem sido especulado e comprovado nos laboratórios. Pessoas que conseguem alcançar um estado de fluidez (flow) na vida são capazes de exercer importante influência em seus núcleos familiares e sociais. São capazes de contaminar com saúde suas relações.

7. Repense a forma como consome

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O consumismo pode funcionar como um supressor de felicidade, ao contrário do que muitos acreditam. Prefira experiências a bens materiais - viagens, por exemplo, são usualmente relacionadas a emoções positivas. E mais: experimentos científicos mostram que pessoas que gastam com os outros são mais felizes que aquelas para quem o dinheiro é exclusivamente para uso pessoal.É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Confira algumas verdades libertadoras.

 

fonte : http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/7-verdades-sobre-a-felicidade-que-voce-precisa-saber#8

 

21out/150

5 tipos de cliente que enlouquecem ate o melhor vendedor

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São Paulo – Em épocas de pouca venda, nenhum cliente pode ser jogado fora, correto? Depende. Se sua equipe está se desdobrando e, mesmo assim, o lucro nunca chega, talvez seja a hora de olhar melhor para suas vendas e ver quais delas trazem maior retorno.

Essa priorização é importante porque os pequenos empreendedores não costumam ter uma grande equipe de vendas. “Às vezes, é melhor você selecionar um cliente, mas que será bem atingido. Com essa venda, você proporciona um valor agregado, que é o atendimento, e ganha referências”, explica Mário Rodrigues, diretor do IBVendas. Por exemplo, se você tem um pequeno restaurante e recebe 200 pessoas, haverá um atendimento ruim e muitos nunca mais voltarão. Se você atender poucos de uma forma eficiente, quem não conseguiu entrar saberá que tentar na próxima vez é uma boa pedida.

Porém, essa dificuldade em atender diferentes consumidores pode ser uma deficiência da sua equipe de vendas (o que diferencia um vendedor profissional de um amador?). “Cada vez mais, o empreendedor deve capacitar seus funcionários para atender diversos clientes. Na maioria das vezes, as equipes são mal preparadas e isso gera uma rotulação do consumidor como exigente”, alerta Tonini Júnior, especialista em atendimento e vendas da Práxis.

Essa espécie de preconceito também é ressaltada pelo especialista em vendas Marcelo Ortega. “Um grande erro é julgar o cliente e levá-lo até certo tipo de produto, sem fazer uma boa entrevista de vendas. Esse julgamento pela aparência impede a construção de uma grande venda. Você não fala em termos que o motivem a adquirir o produto ou serviço do seu negócio, porque não foi além do ‘posso ajudar?’”.

Mas tem como, durante a conversa, identificar quais são os clientes que podem exigir muito da sua equipe e render pouco? Veja, a seguir, como identificar cinco tipos de compradores que geram uma dor de cabeça nos que vendem seu produto ou serviço - e o que fazer diante dessa situação:

1. O que sempre pede um desconto

É comum que consumidores negociem um preço melhor na hora de comprar. Porém, saiba que esse é um sinal de que seu produto ou serviço não está sendo reconhecido como algo de valor, que traz um benefício. Por isso, mesmo que você se desdobre para atender esse cliente, ainda há chance de ele sair reclamando. Afinal, ele não é o seu público-alvo.

O que fazer? Segundo Rodrigues, esse é um tipo de cliente que não deve ser atendido, porque ele não tem sinergia com seu negócio e pode se transformar em um detrator da marca na primeira insatisfação. “Os clientes que mais tomam seu tempo e mais dão trabalho costumam ser os que geram menor rentabilidade. Eles pedem coisas fora do padrão, mas não valorizam seu esforço”, explica. “Foque no cliente que sabe consumir, pode pagar e dá o devido retorno à sua empresa”.

Se você está vendendo um bem maior, como um imóvel ou um carro, Ortega recomenda fazer perguntas sobre a forma de pagamento e o tempo em que esse dinheiro será entregue. Caso seu comércio seja mais simples, é preciso tentar validar o valor do seu produto ou serviço, convencendo até mesmo quem não teria como pagar aquele preço. “Com um bom atendimento, talvez ele irá comprar mais de um produto, mesmo que contraia uma dívida. O preço não vira mais uma questão”, afirma o especialista.

2. O sabe-tudo

Um típico cliente que exige maior preparação são os que conhecem muito bem o que querem comprar. Eles sabem muito sobre o produto ou serviço – às vezes, até mais do que os próprios vendedores, que ficam com receio na hora de atendê-lo e acabam com uma venda frustrada.

O que fazer? Segundo Tonini Júnior, esse é um tipo de cliente que exige um lado mais técnico do vendedor. Na hora da conversa, reforce características específicas do produto, já que seu consumidor leva essas especificidades em consideração. Mas, para que seu vendedor saiba do que está falando, é preciso ter investido em treinamento anteriormente.

3. O que adora conversar

Oposto ao cliente sabe-tudo, este tipo de consumidor é carente de informação mais técnica. Eles gostam muito de falar e dão exemplos e opiniões pessoais. Para os vendedores que não possuem paciência e resiliência, essa pode ser uma negociação desafiadora e que leva muito tempo.

O que fazer? Na hora da conversa, fale como o produto ou serviço pode ser útil especificamente para aquele cliente, pensando no lado mais pessoal, recomenda Tonini Júnior. “A apresentação deve ser baseada em benefícios, o que essa pessoa ganhará com isso. É importante, por isso, saber mais hábitos de vida e de consumo do cliente”. Isso pode acelerar a venda, porque o discurso fica mais focado no seu consumidor.

4. O que vai na sua loja, mas já se decidiu por outra

Alguns consumidores já fecharam um acordo, mas vão na sua empresa apenas para ver se a cotação do produto ou do serviço está na média do mercado. Esse é um cliente que dá trabalho pedindo informações, mas que não irá comprar: apenas faz uma “consultoria gratuita” no seu negócio.

O que fazer? Para saber se esse consumidor está lá apenas para saber seu preço, Rodrigues recomenda fazer perguntas, procurando entender o motivo pelo qual o cliente quer comprar. “Quando ele não responde e insiste em sonegar informação, já sei que ele quer informações apenas para comparar. Ele não deixa você acertar a real necessidade dele”.

Por isso, Ortega recomenda que a marca deve se dedicar mais ao cliente antigo do que o que está orientado apenas pelo valor (veja por que esse pós-venda dos consumidores fiéis é tão importante assim). “Esse último tipo de cliente não abre espaço para que você entendê-lo antes de atendê-lo. Priorize seus consumidores que sabem que o preço não é o único ponto da sua proposta”, aconselha.

5. Os maus pagadores

Os clientes inadimplentes não poderiam ficar de fora dessa lista. Mas é preciso diferenciar aquele inadimplente que está com um problema momentâneo (e irá cumprir suas obrigações assim que possível) daquele que compra já sabendo que não irá pagar. “Esses não são clientes. São pessoas que agem de má fé, mau pagador por intenção”, explica Rodrigues.

O que fazer? Se você negocia com empresas, a solução é simples, explica Ortega: consulte o estado financeiro desse parceiro em entidades como empresas de crédito. Mas, se você vende direto para o consumidor final (em uma loja, por exemplo), a situação fica mais complicada. Já Rodrigues recomenda trabalhar com formas mais seguras de pagamento, como a garantia do cartão de crédito. Ou seja: nada de pegar cheques ou emitir boletos se os inadimplentes rondam seu negócio. Outro conselho é cultivar um cadastro de clientes: mesmo que isso não previna um inadimplente recente, impede a volta dos mais antigos.

 

Fonte : http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-tipos-de-cliente-que-enlouquecem-ate-o-melhor-vendedor

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