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29out/150

7 maneiras de chamar a atencao de seus clientes

Segundo a empresa Nutty Bavarian, 9 em cada 10 clientes relatam que, ao pensar na marca, a primeira coisa que têm em mente é o aroma de suas castanhas, facilmente notado por quem passa pelos quiosques da rede. A assinatura olfativa da empresa foi a estratégia utilizada para se diferenciar em meio à infinidade de elementos que impactam alguém que caminha pelos corredores de um shopping center.

Essa marca registrada nasceu de um processo rotineiro na preparação do produto. “Não é uma coisa que a gente usou no começo como marketing. É um cheiro natural do processo em que torramos as castanhas com nossa fórmula à base de canela. Hoje em dia, com as pessoas olhando sem parar para as telas dos celulares, encontramos no aroma uma maneira de atrair os clientes”, afirma Adriana Auriemo, diretora da Nutty Bavarian, empresa que chegou ao Brasil há 20 anos e deve faturar R$ 51 milhões em 2015.

Práticas como essa estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, segundo o consultor do Sebrae São Paulo Gustavo Carrer. “O marketing sensorial está sendo muito explorado no varejo em diversos segmentos. As empresas identificaram que quando você trabalha com mais de um sentido a chance de se destacar é muito maior”, afirma.

Especialista no assunto, Carrer dá dicas sobre como fisgar os clientes utilizando técnicas tradicionais de vitrinismo, além das novas tendências de marketing sensorial. Confira:

1. Na vitrine, menos é mais

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A seleção dos produtos expostos em uma vitrine é o primeiro cuidado a ser tomado. “Quando você coloca muitas opções de produtos, o cliente pode ter dificuldade de fazer uma leitura rápida”, afirma o consultor.

2. Misture produtos de diferentes preços

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Em uma época de crise, o recomendado é exibir um mix de produtos que deve ir desde lançamentos até peças com valores mais acessíveis. “Além de romper a barreira natural de o cliente ter que entrar na loja para conhecer todo o cardápio de produtos, a iniciativa pode quebrar a ideia errada que algumas vitrines constroem de que a loja em questão contêm apenas itens de valor elevado”.

3. Ajude o cliente a se ver com o produto

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Uma alternativa para tentar dialogar com o cliente é utilizar elementos na vitrine que o ajudem a visualizar-se consumindo o produto em questão. Com uma cenografia simples, é possível contar uma história em que o cliente seja o personagem principal. “Quando alguém vê a vitrine de uma loja de roupas, por exemplo, ele imagina uma ocasião em que esteja utilizando aquela roupa. Alguns objetos podem ajudar a construir essa projeção”, diz.

4. Vá além do som ambiente
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Marcas norte-americanas como Hoolister e Aeropostale utilizam como som ambiente uma seleção de músicas feita a partir das preferências de seu público. Fugindo do convencional, Carrer dá outro exemplo de estímulo auditivo a ser utilizado. “Ano passado estava passando por uma calçada na Alemanha e ouvi um canto de pássaros muito agradável. Quando olhei pra cima, percebi os alto falantes que direcionavam o som para a calçada e faziam com que os pedestres parassem bem em frente a uma vitrine. É automático: quem passa pela loja faz uma associação da marca com esse som agradável”.
5.  Aposte nas assinaturas olfativas

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Na mesma linha da Nutty Bavarian, empresas estão seguindo uma tendência que vai além da aromatização do ambiente. Marcas têm desenvolvido perfumes especificamente para suas lojas com a intenção de que, ao sentir aquele aroma, os clientes rapidamente se lembrem da empresa, como um cartão de visitas.

6. Explore o tato e o paladar

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Para empresas do ramo alimentício, a degustação aparece como uma boa alternativa para fisgar os clientes. No segmento de moda e de calçados, é interessante expor o produto de uma maneira que o cliente tenha uma interação tátil, sentindo a textura e o peso dos objetos.

7. Faça o cliente pensar fora da telinha

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Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Ao invés de disputar a atenção dos clientes com a tela do celular, faça com que sua empresa esteja lá também. “Através de alguns softwares e soluções tecnológicas, já é possível rastrear a geolocalização de um cliente previamente cadastro em seu sistema. Ao identificar que ele está nas redondezas, entre em contato pela ferramenta de mensagens mais imediata. É a oportunidade, por exemplo, de oferecer um vale-compras ou alguma vantagem do tipo para este cliente”, afirma o consultor.

 

Fonte : http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/10/7-maneiras-de-chamar-atencao-de-seus-clientes.html

14mai/150

6 maneiras baratas de conquistar clientes

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São Paulo - O que fazer quando você precisa atrair e fidelizar clientes, mas não tem dinheiro suficiente para investir em uma divulgação pesada? Atualmente, é possível elaborar estratégias de marketing para a sua pequena empresa sem precisar de muito recurso.

O primeiro passo é investir na preparação. "O empreendedor deve planejar com carinho essa abordagem, fazer de maneira correta, transparente e ética. A velocidade com que as informações circulam é absurda. Em poucas horas, a reputação de uma empresa pode acabar", alerta Bento Alves da Costa Filho, coordenador do MBA em Marketing e Varejo do Ibmec/DF.

Leticia Menegon, coordenadora da Incubadora de Negócios ESPM, recomenda não gastar vela boa com santo ruim. Ou seja, nada de adotar sempre a mesmaestratégia. "O empreendedor tem que começar a perceber que têm grupos de clientes com necessidades similares. A partir daí, ele pode colocar em prática planos específicos de marketing e relacionamento", diz.

Um cuidado: não deposite todas as suas fichas em um modelo de divulgação, por melhor que ele seja. "Caso contrário, você deixa de abordar uma parte do mercado que poderia conhecer sua empresa e comprar de você", diz Beatriz Micheletto, consultora do Sebrae-SP.

Para colocar esses conselhos em prática, veja, a seguir, seis estratégias para conquistar seus clientes sem gastar muito:

1. Melhore a qualidade do seu produto

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A primeira dica é focar na qualidade do que você oferece. "Você naturalmente conquista um cliente tendo um bom produto ou serviço, além do atendimento. É muito difícil que seu cliente vá substituí-lo por outro fornecedor se você tiver um item de qualidade. Não só isso: ele também vai fazer a propaganda do seu negócio", diz Leticia.

2. Conheça seu cliente e faça bom uso das informações

conheça seu cliente

Uma boa forma de você começar a conquistar os clientes é entendendo o perfil deles, diz a professora da ESPM. Uma maneira barata de conhecê-los é simplesmente batendo um papo com a clientela, recomenda. Para Filho, um conceito para prestar atenção nessa estratégia é o de "estilo de vida": como o cliente gasta tempo e dinheiro.

Se você resolveu contatar possíveis clientes fora do local de negócio, é bom trabalhar no seu banco de dados. Segundo Beatriz, as pessoas não querem ser abordadas por empresas das quais elas nunca ouviram falar. Como exemplo, Filho cita o spam e as pop-ups, estratégias de comunicação que os clientes não costumam aprovar.

3. Invista em atendimento, durante e após a venda

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Para Beatriz, o grande diferencial hoje em dia é o atendimento. "O cliente até paga um pouco mais porque a empresa atende bem e oferece as coisas certas. É bom trabalhar com a pontualidade: o cliente veio procurar aquilo que ele quer", recomenda a consultora. Ou seja: nada de incentivar os vendedores a oferecerem sandálias se o cliente está buscando uma bota, por exemplo. Leticia endossa o conselho. "Você tem que preparar muito bem quem vai atender o cliente, se não for você mesmo".

Outro ponto é evitar deixar o cliente sem resposta após uma reclamação. "Nós estamos falando em relacionamento de médio e longo prazo, e ele pode se desgastar se as coisas não se resolverem. Não tem mágica: as boas empresas trabalham em cima de relacionamento. Ele exige investimento e dedicação, mas funciona", diz Filho. "Não deixe o cliente na mão. Isso é muito valorizado no mercado. A maioria dos empreendedores ainda não percebeu isso aqui no Brasil", declara Leticia.

4. Alie-se a outras empresas

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Segundo a professora da ESPM, fazer parcerias com empresas que possam angariar clientes para você é uma estratégia barata. Em alguns modelos de parceria, a empresa só tem um custo quando realmente fechar um negócio. Assim, você consegue atingir um público que você não atingia antes.

A consultora Beatriz cita outro exemplo de parceria: as promoções feitas com negócios complementares, que têm o mesmo público-alvo mas produtos diferentes. Por exemplo, uma loja de sapatos e outra de roupas podem fazer um folheto em parceria, o que diminui os custos para ambas e faz com que a divulgação aconteça nos dois ambientes.

5. Defina o raio de atuação da sua empresa 

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Uma pergunta que todo dono de negócio deve se fazer é a de quanto seus clientes estão dispostos a se deslocar para ir ao seu empreendimento. "Não fique gastando dinheiro com pessoas distantes do seu raio de atuação. O cliente só vai se deslocar se valer muito a pena, e sempre estará procurando substitutos próximos. Faça uma propaganda mais localizada - além de ser mais eficiente, os custos diminuem", aconselha Leticia.

6. A comunicação vai mal? Aja por conta própria

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Se você acha que seu negócio não está atraindo tantos clientes, considere a possibilidade de ter de se dedicar pessoalmente à comunicação e ao marketing. "É importante o próprio empreendedor garimpar informações. Ele precisa reservar tempo para isso. Às vezes, ele corre atrás de muita coisa, mas não se dedica a esse assunto, porque acha que o cliente vem sozinho. Ele precisa conhecê-lo, perguntar o que ele pensa. É um exercício obrigatório para os empreendedores", diz Filho.

 

Fonte :  http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-maneiras-baratas-de-conquistar-clientes

 

8mai/150

16 frases do marketing que vao te inspirar!

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Hoje vamos falar hoje sobre inovação, criatividade, motivação e marketing. Queremos te inspirar, te ajudar a ter ideias positivas, estimular seu pensamento crítico e intuitivo para que suas atividades de hoje tenham verdadeiro significado. Nós do marketing sabemos que criatividade, ter o pensamento fresco, a visão ampla e os sentidos receptivos são importantes para inovar e fazer a diferença nas nossas campanhas, na criação de conteúdo e nas nossas atividades de relacionamento, enfim, no nosso trabalho. Um grande profissional do marketing é acima de tudo uma pessoa extremamente criativa.

Por isso hoje resolvemos te dar um reforço emocional e selecionamos 16 frases do marketing ou do empreendedorismo que são importantes para entender o que realmente é ser um profissional do marketing de sucesso.

Às vezes uma frase é tão genuína e inteligente que vale mais do que grandes conversas. Então, leia com atenção cada uma dessas mensagens e encha-se de inspiração!

  1. “Marketing é a atividade humana dirigida a satisfazer necessidades e desejos através de um processo de troca.” Marcos Cobra
  1. “O marketing tradicional fala às pessoas. Conteúdo de marketing fala com eles.” – Doug Kessler
  1. “Eu percebi a importância de ter uma história, hoje é o que realmente separa as empresas. As pessoas não usam nossos sapatos, elas contam a nossa história.” – Blake Mycokie, CEO da Tom Shoes
  1. “A melhor maneira de persuadir as pessoas é com os ouvidos – ouvindo a elas.” – Dean Rusk, ex-secretário de Estado Americano
  1. “Marketing é uma guerra mental. São as ideias que estão na cabeça das pessoas que determinam se um produto terá sucesso ou não.” – Al Ries
  1. “Demora dias para se aprender marketing. Infelizmente, leva-se uma vida inteira para ser um mestre.” –Philip Kotler
  1. “Entre um bom marketing pessoal e a arrogância não passa um fio de cabelo.” – Victoria Bloch
  1. “Mesmo quando você está no mercado falando para toda a sua audiência ou apenas para a sua base de clientes, ainda assim você está falando com um único ser humano naquele momento. Preocupe-se menos sobre soar profissional e mais sobre como criar conteúdo notável com o qual outros seres humanos podem se relacionar.” – Ann Handley, diretora de conteúdo da MarketingProfs
  1. “A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho.”Peter Drucker
  1. “Eu penso 99 vezes, e nada descubro; eu deixo de pensar e mergulho num grande silêncio, e eis que a verdade me é revelada.”– Albert Einstein
  1. “Prestem atenção às ideias novas e interessantes que os outros usaram com sucesso e façam disso um hábito. A ideia de vocês precisa ser original só na adaptação ao problema que estiverem enfrentando.” –Thomas Édison
  1. “A melhor maneira de encontrar o seu cliente é ser encontrado por ele.” Conrado Adolpho
  1. “Conteúdo é de grande importância, mas não devemos subestimar o valor do estilo.”Maya Angelou
  2. “O Conteúdo é rei.” Bill Gates
  1. “O conteúdo não é rei. Se eu mandasse você para uma ilha deserta e desse a você a chance de levar seus amigos ou seus filmes, você escolheria seus amigos – se você escolhesse os filmes, chamaríamos você de sóciopata. Conversar é rei. Conteúdo é só algo para se falar sobre.” Cory Doctorow, blog Boing Boing
  1. “Seja você mesmo. Os outros já estão ocupados sendo outras pessoas.”– Oscar Wilde

Fonte : http://news.comschool.com.br/16-frases-do-marketing-que-vao-te-inspirar/?utm_source=facebook&utm_medium=cpc&utm_campaign=16+frases+do+marketing+que+vao+te+inspirar

10mar/150

O que o pequeno varejo deve fazer para crescer?

Comerciante precisa entender que é essencial investir em vendedores qualificados, visual merchandising e tecnologia no atendimento

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*Por Luis Henrique Stockler

O varejo não pode se dar ao luxo de tentar agradar o consumidor em apenas uma data no ano (15 de março – Dia do Consumidor), já que, atualmente, existem clientes cada vez mais exigentes, informados, cientes dos seus diretos e donos de suas decisões. Para fidelizar este consumidor, então, é preciso que todo e qualquer varejista faça a lição de casa, dentro do prazo e prestando bastante atenção a todos os detalhes.

Em primeiro lugar é preciso saber que preço não é tudo. Muitos empresários do pequeno ou médio porte não entendem porque o consumidor prefere o concorrente mesmo que este não ofereça os produtos mais baratos, apenas para citar um fator que pode influenciar na decisão de compra. Outros pontos, como o relacionamento com o cliente, o pós-venda e o visual merchandising, por exemplo, também são de extrema relevância, tendo de ser feitos de maneira integrada e planejada.

O branding - descrito por alguns autores como uma sensação, algo intangível - é justamente o conjunto destes esforços na construção da imagem da marca. A experiência sensorial que o cliente tem ao entrar na loja, a organização da vitrine e o atendimento são apenas parte de algo maior e muito mais importante e que se reflete na construção de uma cultura empresarial.

Além disso, a interação entre ponto de venda e consumidor é algo ainda pouco explorado, como a tecnologia, por exemplo, que já desponta seus benefícios em nível nacional, rompendo os limites de uma loja física, fazendo com que o varejista alcance crescimento em vendas, sem depender tanto do tamanho de seu PDV.

A interação é outro ponto interessante a ser observado. Alguns lojistas já se atentaram para esse chamariz e utilizam recursos que vão desde o touch screen até o escaneamento do corpo e das reações dos consumidores, passando por equipamentos com promotoras 3D que conversam com o cliente e ativações promocionais que criam sensações e experiências diferentes para o consumidor.

Obviamente que o uso destes artifícios modernos exige também um investimento, mas que não é alto se comparado ao que pode resultar: “caro é o que não vende”. Essa é uma frase que todo e qualquer empresário deve ter em mente na hora de decidir no que investir. A partir disso, deve-se monitorar e aprimorar. É como um site, que deve estar sempre recheado de novidades e assuntos de interesse para quem o visita.

Vale ressaltar que o uso de novas tecnologias não exclui a necessidade de pessoas. A humanização no atendimento é algo que nunca vai deixar de existir, pois o contato e a socialização são fundamentais para as pessoas e sem essa essência a experiência de compra não é completa.

O capital humano, aliás, é um grande gargalo para o varejo nacional. Este quesito precisa melhorar e começar a trabalhar de forma integrada com o backoffice, somando esforços ao branding, mas para que isso aconteça, a preocupação em criar e manter este conjunto favorável deve estar presente desde a seleção, formação e reciclagem dos funcionários. O despreparo faz com que, em muitos casos, afaste o consumidor, que não gosta de pessoas mal informadas.

Num mundo como o de hoje, com pessoas se tornando consumidores cada vez mais cedo e deixando de consumir cada vez mais tarde, não é possível que o varejo abra mão de trabalhar vários quesitos de forma integrada. O dever de casa tem como objetivo vender bem, que significa agradar o consumidor, para vender sempre. A experiência de compra deve ser positiva, para poder se concretizar em resultados para o varejista em repetidas oportunidades, pois, para o varejo, consumidor bom é consumidor que volta.

*Luis Henrique Stockler é sócio-diretor da ba}stockler consultoria especializada em varejo para mpmes e franquias.

 

Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/marketing/2254-o-que-o-pequeno-varejo-deve-fazer-para-crescer

3fev/150

25 tendencias de consumo e das marcas em 2015

O que vem por aí

São Paulo - O que 2015 reserva em termos de tendências e caminhos para asmarcas, o mercado e o consumo?

Um estudo da JWTIntelligence (braço de inteligência da agência de publicidade J. Walter Thompson) traz algumas dessas respostas.

O relatório "The Future 100: Trends and Change to Watch in 2015", que você vê com exclusividade em EXAME.com, mostra o que vem por aí.

Uma ótima oportunidade para ter novas ideias e pensar em novos negócios e ações.

 

1. Crianças conectadas

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Nos EUA, 3 entre 4 crianças de até oito anos têm acesso a smartphones ou tablets. No Reino Unido, 93% dos pais deixam seus filhos pequenos usarem os dispositivos.

Está claro que as crianças estão conectadas digitalmente. Novos brinquedos e serviços devem seguir essa tendência. Elas estão famintas por tecnologia.

Aliás, a geração com menos de 10 anos tende a ter mais familiaridade com tendências tecnológicas que os adolescentes que vieram imediatamente antes deles.

 

2. Design inteligente

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Alguns chamam de "Fenômeno do Pinterest": aumenta a tendência ao design inteligente, a preocupação com o design de alto nível, com produtos funcionais.

De pequenas lojas a grandes comércios, novos visuais estão sendo adotados. A "cara" do produto ou da embalagem interessa mais.

O fato é que os millenials se preocupam com o bom design de um produto tanto quanto suas reverberações éticas e suas questões sustentáveis.

 

3. Marcas como experiências

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O experimentalismo atinge o mainstream e os consumidores ficam mais sofisticados. As marcas precisam suar mais para impressionar os seus consumidores.

Entram em cena as experiências em lojas e outros espaços: teatro, arte, gastronomia, sinestesia.

Os consumidores querem novas experiências que tragam inspirações e ideias. Eles estão mais abertos a testes, querem sair da zona de conforto.

Em Hong Kong, Nadim Abbas criou um espaço em colaboração com a Absolut: um bunker cyberpunk de concreto cheio de metal e escuridão, perfeito para performances estranhas e novas experiências.

Em Nova York, um espaço chamado "Escape the Room" que literalmente desafiava as pessoas a tentarem escapar daquela sala - achando objetos ocultos, passagens secretas e resolvendo quebra-cabeças.

 

4. Celebridades como parceiras de negócios

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As celebridades estão deixando de ser apenas "um rosto da marca" para se tornarem parceiras de negócios. Exemplos recentes: Gwyneth Paltrow e Blake Lively.

Os famosos não estão mais vendendo um tempo para serem "garotos-propaganda". Estão, sim, aprendendo a monetizar a sua influência.

Colaboram com a criação, aparecem em campanhas, revelam produtos nas mídias sociais.

Exemplos: Diageo criou o Haig Club, um uísque, junto com David Beckham. Beyoncé fechou uma parceria 50-50 com a Topshop em uma linha de produtos.

 

5. Beleza sul-coreana

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O novo fenômeno do mercado de beleza é a Coreia do Sul.

As exportações do país na área chegaram a 1,04 bilhão de dólares em 2013. EUA e Europa estão de olho. Urban Outfitters, por exemplo, tem o maior estoque de produtos coreanos de beleza nos EUA.

O grande acesso à Internet na Coreia no Sul e na região (como Japão) ajuda a difundir novas ideias e espalhar a influência dos produtos coreanos.

 

6. Fugindo do estresse

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O impacto do uso pesado de tecnologia e dos trabalhos estressantes é uma preocupação crescente. Estudo do YSL Beauté, por exemplo, mostra que passar muito tempo na frente de uma tela de iPad ou notebook causa envelhecimento precoce.

As marcas estão, portanto, de olho em novos produtos de beleza que driblem esse estresse e seu impacto na saúde das pessoas.

L'Oreal, Avon e outras pensam em produtos específicos quando aparecem notícias como "Por conta do estresse, mulheres estão perdendo o cabelo já na faixa dos 20 anos".

 

7. Novo boom da beleza

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A terceira idade é um mercado para as marcas de cosméticos e beleza. Espere por mais marcas que focam nessa faixa etária.

Mulheres acima dos 60 e 70 anos se interessam mais por beleza, fugindo dos estereótipos. Elas continuam ativas - trabalhando, consumindo.

Marcas de beleza devem focar seus esforços para criar produtos para a pele da terceira idade, buscando rejuvenescimento.

 

8. Comércio do Terceiro Setor

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Uma terceira via do comércio. Novos modelos de comércio não veem caridade e lucro como coisas separadas.

A terceira via combina o bem social com vendas e marketing. Essas empresas caem no gosto dos millenials, que têm tendência a pesar questões éticas em suas decisões de consumo.

Marcas éticas e sustentáveis ganham pontos com as novas gerações. Empresas com valores claros também largam na frente.

O comércio "1 por 1" (compre um, dê um) também é uma tendência. Por exemplo: uma marca de café sustentável que, para cada pacote vendido, fornece uma semana de água para uma comunidade necessitada.

 

 

9. Marcas que fazem

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Fazer no lugar de falar. É a tendência para as marcas, que devem se preocupar mais em botar a mão na massa -  e deixar que naturalmente as pessoas falem disso nas redes sociais - como estratégia de marketing em vez de se prender apenas em um discurso tautológico.

Ativismo, inovação, filantropia, novos projetos com os consumidores: tudo isso para inspirar novos conteúdos de marketing, agregar valor à marca.

Em vez de falar de si mesmo, falar sobre os outros, fazer com e pelos outros. As mídias sociais farão o resto do trabalho.

 

10. O eu como marca

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"Me Brands": o eu como marca.

Millenials estão deixando de ser apenas consumidores para se desenvolverem eles mesmo como marcas - fazendo curadoria de sua imagem online, se monetizando via mídias sociais e produzindo conteúdos. Também estão usando novas plataformas para se tornarem microempreendedores.

As marcas também veem a necessidade de personalização dos produtos.

Em Glasgow, a cervejaria Drygate convidou pessoas a criarem suas próprias marcas e aromas. Já a Pernod Ricard criou o projeto "Our/Vodka", convidando consumidores de Berlim e Detroit a criarem versões locais.

 

11. Vegan Chic

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O mundo vegetariano e vegano está crescendo. As marcas que não aproveitarem essa onda ficarão para trás.

A comida saudável e "responsável" (do ponto do vista social e ambiental) deixou de ser marginal para ser de massa.

Por conta da onda vegana, principalmente entre os millenials, há um boom de restaurantes veganos/vegetarianos. Aliado a isso, comida de alta qualidade, padrão gourmet.

Uma visão "flexível" também está em alta: pessoas que só comem, por exemplo, carne uma vez por semana, para diminuírem sua "pegada ambiental".

 

12. A era do 'agora'

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A filosofia "viva o presente" influencia marcas e consumidores. A sociedade valoriza mais a felicidade, a paz interior, a espiritualidade.

Os jovens estão de olho no conceito de espiritualidade, apesar de viverem um dia a dia mais "agnóstico". Eles buscam significados mais profundos em suas vidas.

As marcas já estão de olho nisso, aliando espiritualidade e fitness, por exemplo.

 

13. Nicho das marcas esportivas

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As marcas esportivas estão mais focadas e especializadas em um segmento. Determinada empresa foca em apenas um esporte e investe pesado na investigação para criar produtos premium.

Estão ficando mais sérias também, levando o esporte mais a sério, buscando expertise e alinhamento com os profissionais de alta performance.

Ao se tornarem especialistas, atingem um público específico e se conectam a entusiastas genuínos.

Exemplos: Rapha, marca para ciclistas profissionais; Bowndling, para aventureiros.

 

14. A Renascença do surfe

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O surfe vive uma época de "Renascimento", com a cultura do esporte sendo difundida como filosofia de vida.

Pessoas adotam o surfe como prática de relaxamento, contato com a natureza, espiritualidade. Uma forma de meditação.

Nos anos 2000, o surfe decaiu junto com os grandes campeões australianos. Com o boom do Vale do Silício e da Califórnia, a cultura do surfe local renasceu. Junto, no mundo todo. No Brasil, Gabriel Medina é o melhor exemplo.

Exemplo: Fintan Gillespie, chefe do Google, criou em 2014 o Surf Summit, que atrai investidores, empreendedores e surfistas profissionais.

As marcas também estão de olho: basta ver o último comercial da Chanel para o Chanel nº5, que trazia uma Gisele Bündchen surfista.

 

15. A voz das mulheres no mercado

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Marcas de luxo sob influência das mulheres.

Tradicionalmente, se voltaram para os homens. Agora, se adaptam para falar com as mulheres mais sofisticadas - com poder, voz e influência.

No segmento de luxo e em outros, o poder econômico delas aumenta. Exemplos:

- Estudo do Boston Consulting Group projeta para 2028 que as mulheres controlarão 75% das despesas discricionárias ao redor do mundo.

- Já o BCG calcula uma renda mundial feminina de 18 trilhões de dólares em 2018.

- Nos países em desenvolvimento, a renda das mulheres cresce em média 8,1%. Dos homens, 5,8%.

 

16. Novas fronteiras para o e-commerce

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Em um mundo onde pode se comprar com apenas o apertar de um botão ou a verificação da digital do seu dedo, alguns segmentos ainda não se inseriram totalmente no e-commerce.

É o caso do segmento de luxo. Grifes não vendem online, mas 72% dos consumidores dizem que não teriam limite de gastos ao comprar em um aplicativo, segundo pesquisa do Luxury Institute.

40% das marcas de luxo ainda não estão na web. Algo precisa atrai-las.

Já há bons exemplos: Saks Fifth Avenue e Net-a-Porter são casos de outlets online.

E-commerce, em 2015, está sendo descrito como a "nova China" para o mercado de luxo: ou seja, a mais nova grande oportunidade de se fazer dinheiro, muito dinheiro. Ele tem potencial para injetar mais 43 bilhões de dólares a esse segmento até 2020.

 

17. A massificação do luxo

consumo

Marcas buscam aquele espaço entre o luxo e o popular.

O mercado chinês e asiático para as marcas de luxo enfraqueceu, mas há espaço para as marcas chamadas "masstige", que unem a produção massiva aos nomes de grife, aos selos de qualidade.

Grifes europeias como Louis Vuitton e Gucci conseguiram se encaixar mais no mercado chinês que marcas contemporâneas americanas, por exemplo. Há, portanto, um nicho a ser explorado.

 

18. Marcas e arte

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Marcas de fast fashion não podem ser mais apenas "baratas" ou "estilosas". Elas precisam ser inteligentes, refletindo a crescente sofisticação do consumidor e de suas expectativas.

Há tempos as marcas de luxo se ligaram ao mundo das artes. Cabe aos mercados populares, agora, fazer o mesmo - buscando pontos de criatividade e cultura com seu público.

Exemplos: GAP criou lojas-conceito em Londres e Nova York; H&M colaborou com Jeff Koons em 2014.

 

19. Lojas físicas

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Primeiro, as lojas físicas criaram seus espaços online. Agora, as lojas que nasceram online criam o seu espaço físico.

É o caso da Amazon. Ela sabe que, apesar dos consumidores comprarem cada vez mais online, eles ainda querem ir até uma loja. A marca abriu um espaço imenso em Nova York recentemente.

 

20. Nichos, mais nichos

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Os consumidores buscam cada vez mais nichos. Os jovens se interessam mais por marcas "independentes" e "artesanais".

Marcas globais estão de olho na tendência para criar "sub-marcas", selos específicos para os millenials, por exemplo.

A PepsiCo lançou, por exemplo, a "Caleb's Kola", feita de cana-de-açúcar e sementes de cola. Já o Starbucks lançou o "Starbucks Reserve Roastery and Tasting Room", destinado aos grandes apreciadores.

 

21. Entretenimento e compras

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As coisas vão se misturar mais: entretenimento, comércio, games, conteúdo, publicidade. É uma convergência.

Um produto cultural difundido via internet conectado ao e-commerce.

Exemplo: seguindo o modelo da Netflix, a Amazon decide criar suas próprias séries.

 

22. Neutralidade

neutralidade

A era das "não-marcas". Do "não-gênero". Das roupas "sem-estação".

Ao mesmo tempo em que há um hiper-individualismo, uma tendência dos consumidores de buscarem nichos, há uma força contrária de neutralidade.

Uma mistura de mudanças climáticas, mídias sociais, igualdade de gênero, hiper-influência das marcas e globalização resulta nisso. No mundo da moda, caem as barreiras entre gêneros e estações do ano.

Os consumidores também promovem o caminho contrário: não é marca que cria a roupa e diz com eles devem se vestir. São eles, agora, que dizem o que querem vestir - e assim a marca faz o seu trabalho.

 

23. Briga de gigantes

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Dois gigantes brigam e trocam de território: Amazon e Alibaba.

De um lado, Alibaba quer ganhar a confiança dos americanos. Do outro, os chineses podem migrar para as ofertas da Amazon.

As influências já começaram: Alibaba abriu seu IPO em Wall Street. Já a Amazon fez campanha para criar um novo buzz entre os chineses: um tal de "Black Friday".

 

24. Conceito de grupo

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As marcas se ligam mais às lojas conceituais, à curadoria a partir do gosto do consumidor.

Crescimento de lojas no formato "revista": em constante troca de espaços, formatos e ofertas. Assim, impressionam os millenials, que buscam nicho, personalismo, valores "artesanais".

 

25. Foco nos aeroportos

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Em um mundo mais globalizado, onde as viagens internacionais são cada vez mais comuns e fáceis, os aeroportos são um ponto-chave para os consumidores e as marcas.

As pessoas querem encontrar, ali, gastronomia, arte, marcas globais. É o espaço ideal para restaurantes, grifes, galerias.

Exemplo: o chef Heston Blumenthal criou o Perfectionists’ Café no Aeroporto de Heathrow (Londres).

Aeroportos também são novos monumentos para a arquitetura: cada vez maiores, mais artísticos e sofisticados.

Exemplo: a Cidade do México está reformando o seu aeroporto em um projeto de 8,5 bilhões de dólares que conta com design do britânico Norman Foster.

 

Fonte : http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/25-tendencias-de-consumo-e-das-marcas-em-2015

3nov/140

Marketing promocional em papelarias: promotores e acoes bem feitas sao decisivos no volta as aulas

Fabricantes e varejistas terão que unir forças e criatividade para influenciar pais e crianças, diz especialista

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Por Mariana Parizotto

No ano passado, uma papelaria de São Paulo, a Femapel, fez uma ação que rendeu grandes resultados no volta às aulas. A loja usou como isca para atrair pais e crianças e alavancar as vendas dos produtos licenciados, a visita de personagens. A divulgação era feita via Facebook . A Branca de Neve foi uma das licenças que encabeçaram a campanha “Volta às Aulas dos Sonhos”.

A iniciativa, que partiu da papelaria e contou com a colaboração de alguns fornecedores parceiros, nada mais é do que marketing promocional no ponto de venda. É o tipo de ação que tem ganhado cada vez mais espaço nas estratégias das empresas, já que os consumidores estão cada vez mais analíticos, experimentadores e propensos às novidades. Entre tantas opções, tantas coisas iguais, fabricantes e varejistas terão que unir forças e criatividade para influenciar a decisão de compra do cliente.

“Em tempos de muita concorrência entre empresas para se destacarem em seus respectivos mercados, ações no ponto de venda se tornam cada vez mais estratégicas. É comprovado, por meio inclusive de pesquisas feitas junto ao consumidor, a importância da experiência no ponto de venda. Aqui, vale ressaltar, a forma como a empresa aborda seus consumidores, as ações idealizadas para cada tipo de produto, o ambiente, as promoções, concursos, degustações, brindes”, explica Bruna Fanucchi de Michelli, sócia diretora da empresa Task Trade. A consultora atua há mais de 22 anos no mercado de marketing promocional, atendendo gigantes como Bunge e Brasil Kirin.

Segundo ela, no caso do segmento de papelarias, que lida em grande parte com o público infantil, o marketing promocional tem uma grande relevância, pois as crianças são grandes consumidoras e acabam induzindo os pais à compra. “Se o produto estiver sendo exposto de maneira atrativa, a criança terá acesso junto aos pais no momento da compra. E mesmo em lojas com áreas pequenas, é possível criar ações bem interessantes, com abordagem de promotores, materiais bem elaborados. Tudo tem que ser pensando, inclusive pelo fornecedor, para não poluir a loja”, enfatiza a especialista.

Para os lojistas que já estão planejando as vendas do volta ás aulas 2015, Bruna ressalta que o ponto de venda deve oferecer produtos que aliem preço e qualidade, “entretanto, material escolar é uma categoria que os pais pesquisam muito, então se o lojista tiver promotores,demonstrações, brindes, um incentivo a mais para a compra, é quase certo que a venda será efetivada, ou seja, dificilmente os pais falaram ‘depois a gente volta’”. A dica é de ouro, garante a especialista.

 

Fonte: http://www.lyderis.com.br/papelarias/3595-marketing-promocional-em-papelarias-promotores-e-acoes-bem-feitas-sao-decisivos-no-volta-as-aulas

29set/140

Marketing Olfativo

O Marketing Olfativo tem o objetivo de conquistar, consolidar e aumentar a simpatia pela empresa ou pelo produto. Isso acontece porque, quanto os clientes inspiram um perfume, as moléculas afetam o lado direito do cérebro, responsável pelas emoções.

 

 

Fonte : http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/videos-dicas/1416-marketing-olfativo

24set/140

O que e marketing: 15 dicas de como usa-lo na sua empresa

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O conhecimento sobre branding, marketing digital e posicionamento de marca pode te ajudar a alcançar melhores resultados. Aprenda com 15 dicas a estruturar sua estratégia de marketing.

O empreendedor que quer ter não apenas uma boa empresa, mas uma empresa de alto impacto, precisa ter em mente que o marketing pode ser a diferença entre o ótimo e o incrível. Por isso, a Endeavor selecionou 15 conteúdos com dicas dos melhores especialistas na área, para te ajudar a montar sua estratégia de marketing. Aprenda a estruturar sua equipe, criar uma estratégia de branding para ter o posicionamento que você deseja no mercado e entenda como explorar o marketing digital para alcançar melhores resultados online. Quanto maior o sonho, maior a disposição para enfrentar os obstáculos.

1. O que é marketing? - Se marketing não é propaganda, o que é então? Segundo Luiz Serafim, head de Marketing da 3M, a melhor forma de entender marketing é refletir sobre suas próprias experiências como consumidor.

2. Qual é o papel da área de marketing? - Aprenda 4 dicas sobre o papel da área de marketing e como envolvê-la na estratégia da sua empresa.

3. Como dimensionar o tamanho da equipe de marketing? - Descubra o tamanho ideal da sua equipe de marketing para ter um time com alta competência e visão estratégica.

4. Qual a diferença entre as equipes de marketing e de vendas e quando ocorre o casamento das duas? - O atrito entre áreas é um dos mais perigosos problemas que uma empresa pode enfrentar. Este artigo traz 3 formas de se reduzir esse conflito.

5. Como inserir a cultura de métricas na equipe de marketing? - Há pouca dúvida sobre isso: as métricas podem conduzir e melhorar a estratégia de marketing.

Branding & Posicionamento

6. O que é branding? - As ferramentas do marketing serão usadas com mais eficiência e menos custo quanto mais refinado e pensado for o conceito que as sustenta.

7. O empreendedor deve padronizar ou regionalizar a comunicação da marca? - Regionalizar é criar uma relação local sem perder a personalidade e identidade global da marca. Esse artigo traz um grande exemplo de sucesso de comunicação.

8. Como conversar com seu cliente no momento certo? - Guerra por atenção: o profissional de marketing 3.0 enfrenta muitos desafios na hora de atrair clientes, entenda quais são eles.

9. Do branding natural ao branding necessário - O branding é capaz de resgatar a essência empreendedora da sua empresa depois que você assume o papel de gestor.

Marketing Digital / Inbound Marketing

10. O que é SEO? - Como usar o SEO no seu negócio? A prática de SEO deve mudar bastante e o futuro será ao mesmo tempo desafiador e promissor.

11. Quais as melhores ferramentas de marketing digital? - Descubra 10 ferramentas de marketing online e as utilize para criar ou reinventar o seu negócio na internet.

12. Como saber o resultado gerado por cada ação de marketing? - Algumas pessoas usam as estatísticas assim como os bêbados usam os postes: mais para apoio do que para iluminação. Este artigo traz 8 programas para medir seus resultados em marketing.

13. Como criar uma estratégia de e-mail marketing? - Conheça os 3 principais pontos que podem garantir o sucesso da estratégia de e-mail marketing da sua empresa.

14. Quando vale a pena investir em links patrocinados? - Considerações de dois nerds de marketing digital obcecados por dados. Entenda como administrar campanhas e acompanhar as métricas relacionadas.

15. Como envolver a equipe de TI na estratégia de marketing digital? - É muito importante e mais vantajoso para as empresas ter estratégias de Marketing Digital que envolvem a equipe de Tecnologia.

Fonte : http://www.endeavor.org.br/artigos/marketing-vendas/marketing-direto/o-que-e-marketing-15-dicas-de-como-usa-lo-na-sua-empresa?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=BR_Conteudo_22.09.2014

6fev/140

Dicas de Vitrinismo e ambientacao que encantam os consumidores

Supervisora de Visual Merchandising da Imaginarium revela os truques de vitrinismo e ambientação que encantam os consumidores

Veja como montar uma vitrine temática eficiente para o período de compra de material escolar

Por Mariana Machado

Quando o assunto é decoração de vitrine e ambientação, poucos estabelecimentos conseguem encantar tanto o consumidor quanto a Imaginarium – rede de lojas de presentes, papelaria, moda e eletrônicos. Qual o grande truque? Mexer com as emoções humanas.

“As decisões de compra baseiam-se principalmente em emoções. Uma vitrine eficiente impacta visualmente seu público-alvo e valoriza os produtos de uma marca, gerando desejo e criando uma conexão entre a marca e o seu público”, explica Lucia Mondadori, supervisora de Visual Merchandising de toda a rede Imaginarium. Segundo a especialista, a vitrine – juntamente com a programação visual no interior da loja - é o melhor investimento em termos de custo x benefício que o varejista pode fazer, “estudos comprovam que um produto exposto na vitrine aumenta sua venda em pelo menos 30%, podendo chegar a 70% de incremento”, afirma ela.

Para fisgar o consumidor

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Para que a vitrine encante o consumidor a ponto de fazer entrá-lo na loja, ela precisa contar uma boa história através de cores, dos elementos gráficos e da iluminação. Cada produto exposto se comporta de maneira diferente, de acordo com a sua forma e função. Há produtos que necessitam ser expostos em painel, como um relógio de parede por exemplo, outros, mais volumosos, se comportam bem diretamente na base da Vitrine. O varejista também não pode esquecer que acabamento impecável e limpeza são fundamentais.

Outro ponto determinante, e um dos que mais geram dúvidas nos lojistas, é o mix de produtos para a composição da vitrine. “A seleção dos acessórios de vitrine e a criação do cenário dependem, antes de tudo, da escolha do mix de produtos para cada momento do mercado. Nas datas sazonais, como o Volta às Aulas, a procura por produtos temáticos é grande, portanto deve-se dar grande destaque a estas coleções. Outro motivo para o grande destaque é o caráter sazonal destes produtos, que encontrarão grande dificuldade em serem vendidos após o término das datas especiais”, alerta a especialista da Imaginarium.

Porém, as vitrines temáticas devem ser utilizadas num período certo. “O foco nos produtos temáticos deve ocorrer nas duas semanas anteriores à data sazonal, quando o público está ávido por este tipo de produto e sua venda, de fato, ocorre”, revela a supervisora.

Vitrine inteligente


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Alguns elementos nunca podem faltar na vitrine: novidades, promoções e produtos “iscas”.

“Em um mundo ávido por novidades, o destaque de lançamentos na Vitrine é essencial, demonstra a agilidade da loja em oferecer a seu público a principais tendências e inovações. Os produtos chamados “Isca” sempre têm lugar cativo na vitrine, pois são produtos que apresentam bom desempenho de vendas, e por isso atraem novos consumidores para a loja. O Promocionais também são importantíssimos, pois ajudam a renovar os estoques da loja, oferecendo compras de oportunidade”, afirma Lucia Mondadori.

Loja setorizada

Além das técnicas aplicadas nas vitrines, a Imaginarium – por meio de seu canal de comunicação com os franqueados – mostra diversas dicas e passo a passo para que todas as lojas tenham um padrão de excelência em visual merchandising (VM). Os franqueados por sua vez enviam fotos para que a equipe de marketing possa sugerir melhorias, sempre com o intuito de manter a mesma qualidade em toda a rede.

Como as lojas geralmente têm um espaço físico pequeno, os franqueados são orientados a setorizar a loja, como explica a especialista, “as lojas da Imaginarium são setorizadas por público-alvo, áreas que denominamos de “Estilos”. Possuímos, por exemplo, o Estilo da submarca “Muito Tudo” que visa atingir o público feminino adolescente, o Estilo “Utilitário” apresenta produtos mais neutros geralmente voltados para um público mais maduro. Os Estilos permitem que cada público-alvo permaneça mais tempo em determinada área da loja, onde seu interesse será naturalmente maior. Estas áreas de interesse também oferecem vantagens como a ‘compra casada’, pois os produtos expostos conversam entre si e apresentam grande chance ganhar o consumidor”, finaliza.

 Fonte : http://www.lyderis.com.br/dicas-e-negocios-hidden/marketing/2749-supervisora-de-visual-merchandising-da-imaginarium-revela-os-truques-de-vitrinismo-e-ambientacao-que-encantam-os-consumidores

24set/130

Gerando Demanda chega a Campo Grande com dois dias de evento e Rodada de Negocios

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Com o objetivo de sempre inovar e adaptar-se as novas tendências do mercado, o projeto Gerando Demanda pelo Conhecimento fará uma edição especial em Campo Grande – MS.

Pela primeira vez terá dois dias de programação. No primeiro dia 22/10 (terça-feira) teremos palestras e workshops para capacitação de sua equipe e sua carreira. Os participantes poderão escolher um ou mais períodos para assistir aos palestrantes do projeto. Os temas abordados propõem soluções e sugestões para você empresário e seus colaboradores suprirem as dificuldades profissionais e acrescentarem informações preciosas para sua formação pessoal e profissional. A programação completa e inscrições em http://www.gerandodemanda.com.br/evento_cg.html ou contato@gerandodemanda.com.br

No segundo dia, 23/10 (quarta-feira) das 14h às 20h, teremos rodadas de negócios e show room com exposição de produtos das empresas patrocinadoras. Neste dia será uma oportunidade para empresários e compradores da região realizar excelentes negócios com condições especiais de pagamento.

As palestras e exposição de produtos acontecem no Grand Park Hotel - Avenida Afonso Pena, 5282 – Campo Grande – MS nos dias 22 e 23 de outubro. O evento é gratuito e você poderá qualificar sua equipe e fazer ótimos negócios. Outras informações acesse www.gerandodemanda.com.br.

O projeto Gerando Demanda é uma realização da empresa CHTECH e tem como patrocinadores Procalc, Dello, PLUS Japan, Multilaser, Imex, Chamex, Foroni, BIC, PIMACO, Sheaffer, Libreria Editora, Francal Feiras, Staedtler e TRIS.

Gerando Demanda. Conhecimento que gera lucro!