BLOG GERANDO DEMANDA
1fev/160

Cinco dicas para uma lista de tarefas que voce realmente consiga seguir

Organização é uma qualidade essencial para o sucesso e crescimento de um negócio. Fazer uma lista de tarefas diariamente ajuda a não deixar nada para trás e ser mais produtivo. O problema é quando são tantas atividades que fica difícil conseguir riscar os itens dela.

Se esse é o seu problema, o site The List Producer (http://zip.net/bxsNz3 - endereço encurtado e seguro) elaborou cinco dicas que podem ajudá-lo na hora de fazer a lista e realizar as atividades:

1 - Seja específico

seja especifico

É possível que sua lista não esteja específica o bastante. Em vez de escrever "responder e-mails", coloque "responder para fulano sobre a festa". Isso faz com que a ação seja mais simples, dando uma sensação de dever cumprido ao poder riscá-la da lista.

2 - Priorize

prioridades

Revise os itens da lista e veja o que precisa ser feito primeiro. Selecione essas atividades mais urgentes e coloque em uma lista separada.

3 - Seja realista

seja realista

É preciso avaliar se as tarefas da lista são possíveis de ser cumpridas, ou estará fadado ao fracasso antes mesmo de começar as atividades.

4 - Divida

Hands and puzzle isolated on white background

Se a tarefa é muito grande ou trabalhosa, a divida em pedaços menores e faça um pouco por dia. Fazer listas menores aumenta a sensação de estar conseguindo realizá-la.

5 - Delegue

delegue

Ter muitas atividades pode significar que não está conseguindo delegá-las de forma adequada. Será que você precisa fazer tudo ou tem alguém que pode ajudar?

 

Fonte : http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2016/01/27/cinco-dicas-para-uma-lista-de-tarefas-que-voce-realmente-consiga-seguir.htm

 

7abr/150

No trabalho, nem sempre os fins justificam os meios

a-importancia-da-etica-e-honestidade-na-imagem-de-uma-empresa

 

Por : Eugênio Mussak, da VOCÊ S/A

Um jogador que corre com a bola em direção ao gol está cumprindo seu ofício. Está justificando seu salário, fazendo jus ao amor dos torcedores. O outro time sabe disso e tem a obrigação de detê-lo, de impedir o exercício de sua habilidade.

Assim é o futebol, a beleza da arte de jogar, a metáfora da vida, na qual às vezes se vence, às vezes se perde, e que exige planejamento, treino exaustivo e equilíbrio emocional.

Um gol é sempre motivo de comemoração. Ele é o caminho para a vitória, para a classificação, para o título. No entanto, há gols que deveriam ser lamentados.

Ao perceber um adversário contundido, um jogador coloca a bola para fora para permitir o atendimento ao colega. Quando, finalmente, a redonda é reposta, o jogador que parecia machucado a recebe, em boas condições, para surpresa geral. Passa por zagueiros e, sem nenhum esforço, mete a bola na rede. Ele faz o gol. Um gol maldito.

A maioria dos jogadores e torcedores não consegue esconder o constrangimento. Os locutores esportivos anunciam o feito sem nenhum entusiasmo. Um chega a dizer: “Que vergonha...”. Está criada uma discussão que, com frequência, acontece no mundo das empresas, dos negócios e das carreiras, onde há metas (gols) a ser atingidas e onde parece que vale tudo para sua conclusão. Será? Vejamos.

Aquele jogador não desobedeceu nenhuma regra e trouxe benefícios para seu time. Ele recebeu a bola de forma legal, dentro do campo, no tempo regulamentar e fez o gol. A regra é clara.

O problema é que o jogo não é regido só por regras, mas também por valores. As regras dizem o que podemos ou não fazer. Os valores dizem o que devemos ou não fazer. O falso jogador machucado pode ter feito o gol, mas não deveria tê-lo feito. Ao simular contusão, onde ficaram a ética e o fair play, tão importantes para que continuemos a amar o futebol?

Partindo da metáfora futebolística e inspirado nas leis da robótica de Asimov, ouso propor três leis para empresas e carreiras longevas. Primeira: o funcionário deve respeitar os valores da empresa.

Segunda: o funcionário deve obedecer as regras, desde que isso não contrarie a primeira lei. Terceira: o funcionário deve dar lucro à empresa, desde que isso não contrarie a segunda e a primeira lei. Senão... gol contra!

28abr/140

4 dicas para ter um bom ambiente de trabalho

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Comandar um grupo de pessoas pode ser uma tarefa complicada muitas vezes. Existem personalidades diferentes e, em algum momento, elas podem entrar em conflito, o que irá afetar o ambiente de trabalho na sua empresa, e pode gerar consequências no rendimento dos colaboradores.

De acordo com um artigo publicado no Small Business Trends, é igualmente importante para a empresa, os colaboradores e o gestor, que todo o grupo se mantenha motivado e saiba trabalhar em conjunto, e existem quatro passos que podem ajudar a conseguir isso.

1) Tenha reuniões

Muitas reuniões são consideradas uma grande perda de tempo. Inclusive, já aconselhamos anteriormente a controlar essa prática. Contudo, isso não significa que você deve acabar com elas. Uma reunião para atualizar seus colaboradores da situação da empresa, e integrar diferentes equipes continua sendo uma ótima ideia.

2) Recompense performance; não cargos

O trabalho de quem está em uma hierarquia mais baixa é tão importante para uma empresa quanto o dos líderes de equipe. Premiar o esforço ao invés da posição dentro da companhia é justamente o que irá impedir que essas pessoas percam a motivação e continuem produtivas.

3) Faça o trabalho ser divertido

Quando as pessoas estão felizes, elas rendem mais. É claro que não estamos sugerindo transformar sua empresa em um parque de diversões, mas algumas atividades inusitadas podem ser muito bem vindas para melhorar o ambiente de trabalho.

4) Converse com o seu pessoal

Não são só as reuniões com toda a equipe que irão ser eficientes. Tente, algumas vezes, ter conversas diretas com os membros do seu time, separadamente. Deixá-los a vontade para te procurar também é uma ótima ideia.

 

Fonte : http://blog.runrun.it/4-dicas-para-ter-um-bom-ambiente-de-trabalho-2/

24mar/140

A arte escrita em seus e-mails

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Autor: Edilson Menezes

A urgência corporativa exigiu que as pessoas se comunicassem primordialmente por e-mail, correio eletrônico interno e programas similares.

É dinâmico, evita que os emissores tenham de se levantar da cadeira e ir em direção aos receptores, quando próximos, já que vivemos tempos nos quais a pessoa envia e-mail para o vizinho de mesa.

É prático e furta a necessidade de viagens e reuniões interestaduais dispendiosas.

É abrangente, já que possibilita enviar de maneira simultânea o mesmo recado para um grupo de pessoas.

As vantagens acabam por aí. Os profissionais que priorizam suas tarefas com o recurso escrito não dispõem do benefício presencial e se desejam que o recado seja compreendido, terão de zelar pela arte escrita.

Quem recebe textos, interpreta com base em cinco questões que merecem arte, para que você tenha resultados promissores.

1) Seus próprios valores – se discordam da autoria neste alto quesito neurológico, as pessoas já começam a ler o texto com relativa aversão;

2) Suas crenças – se o leitor (a) entende, por exemplo, que uma empresa depende de motivação entre as pessoas, mas o comunicador se posiciona rotineiramente afirmando que um bom sistema é o que a mantém forte, este conflito será inconscientemente considerado durante a leitura dos diversos textos trocados;

3) O humor momentâneo – o time do coração pode ter perdido na noite anterior, assim como pode ter acontecido uma briga naquela manhã com a pessoa amada. É impossível afirmar que os aspectos pessoais não interferem na leitura de textos, no julgamento do conteúdo e na decisão direta dos receptores;

4) O interesse pelo assunto discutido – quando leitores são submetidos ao contato com um assunto que não gostam, mas que ainda assim devem resolver (situação comumente observada nas empresas) a má vontade, embora implícita, existirá;

5) O grau de afeição que sente pelo emissor – se a pessoa não gosta de quem escreveu o texto, ela não conseguirá procurar boas novas. O seu cérebro vai vasculhar cada linha, buscando um defeito, uma brecha ou uma chance de dissentir.

Esta reação é natural, inconsciente e inerente ao ser humano, que privado das chances de olhar nos olhos do emissor e sondar se há em sua argumentação verdade, boa intenção, agregação, positivismo e brilhantismo, transfere esta análise para o texto.

Compreende agora por que há tanto ruído de comunicação nas relações, principalmente profissionais? Sente por que as pessoas brigam tanto através do e-mail e de outras ferramentas eletrônicas de comunicação?

Quero propor com este artigo um fim para os dias de clima ruim nas empresas, através da flexibilidade que você pode inserir na arte escrita. Identifique, portanto, qual é o seu estilo e também como se comportam neste assunto os amigos do trabalho. Além de melhorar seu estilo, você vai entender algo impressionante: é possível conviver melhor eletronicamente, desde que se respeite o estilo alheio, formado por razões que eventualmente até a própria pessoa desconhece. Vamos aos estilos:

Prolixo – é o estilo identificado quando vemos um nome na caixa de entrada do e-mail e pensamos: “lá vem texto daquele chato”. As pessoas querem falar difícil e explicar com exagerados detalhes. O texto fica cansativo e ninguém gosta de ler. Para incutir arte nos textos de pessoas com tal estilo, basta primar pela simplicidade. Eis um exemplo:

SIMPLES

Infelizmente, tivemos queda nas vendas deste mês e proponho uma reunião urgente para discutir o tema. Que tal hoje as 14h30m? Obrigado!

PROLIXO

Com muito descontentamento, venho informar que embora o mercado esteja sofrendo uma crise generalizada e isso não o justifique, diversas empresas sofreram queda nas vendas. A nossa não foi uma exceção. Todos devem se esforçar para que este cenário mude imediatamente, pois nossos concorrentes já devem ter se articulado para melhorar, enquanto nós ainda não fizemos nada. Proponho uma reunião urgente. Afinal, muitas cabeças reunidas pensam melhor que uma e com certeza vamos encontrar uma solução para este entrave. Espero que todos estejam disponíveis para discutir o tema e de minha parte, me coloco a disposição hoje as 14h30m, desde que não atrapalhe a sua rotina. Obrigado!

Percebe? Muitas pessoas desenvolveram o hábito de adiantar por e-mail tudo o que querem dizer pessoalmente e esta prática é o que faz as pessoas dizerem, depois do encontro:

Qual foi o objetivo desta reunião? O chefe não disse nada além do e-mail que nos enviou pela manhã!

Excessivamente objetivo – Algumas pessoas são consideradas “secas”, rudes por seus textos. Normalmente, não o fazem por mal. São pragmáticas demais ou avessas ao romantismo. Repare que o comportamento social não se diferencia da arte escrita. Se a pessoa não tem o hábito de dizer “bom dia”, seus e-mails também seguem a premissa comportamental. Para incutir arte a este estilo, é fundamental que exista mais envolvimento com as pessoas, mais calor humano.

“Nós escrevemos o que sentimos e não sentir nada enquanto criamos, é o que condena algumas pessoas a trabalhar mecanicamente, desprovidas de prazer”.

Um e-mail não é apenas um mero texto. É uma troca energética de ideias e argumentações. Do lado de lá, o receptor pode respeitar a praticidade que marca o estilo do emissor, mas ele espera o mínimo de amabilidade. Eis um exemplo:

EXCESSIVAMENTE OBJETIVO

Aguardo o relatório hoje! Obrigado, João.

PRÁTICO

Bom dia! Por gentileza providencie o relatório que combinamos para hoje. Obrigado, João.

É o mesmo pedido, apenas mais gentil. Repare que não alterei o estilo prático de João. Eu não tenho este direito. Apenas inseri um tom respeitoso que deve ser inseparável da essência humana, a favor dos bons relacionamentos.

Agora basta!

Existem outros estilos e mencionarei cada um deles no livro que estou escrevendo, mas neste artigo, usarei a frenagem aqui, em busca da congruência, para não ser prolixo.

Caso você tenha se identificado com um dos estilos, já tem as dicas para melhorar e se reconheceu amigos de trabalho com tais comportamentos sobre a arte escrita, discretamente compartilhe com eles este texto. De uma forma ou de outra, as relações entre vocês haverão de melhorar.

A escolha, como sempre, é apenas sua!

Fonte: A arte escrita em seus e-mails | Portal Carreira & Sucesso

21fev/140

7 dicas pra ter um bom relacionamento no trabalho

Quando o assunto é sucesso, postura profissional e boa relação com os colegas no ambiente de trabalho são aspectos fundamentais. Como a maioria das pessoas passa mais tempo na empresa do que em casa, com os amigos e a família, ter um bom relacionamento com todos aqueles que nos cercam é essencial para a nossa vida. De acordo com a psicóloga e consultora de treinamento e desenvolvimento, Meiry Kamia, atitudes simples como cumprimentar os colegas, trabalhar com bom humor e ter iniciativa – podem transformar positivamente o ambiente e tornar o dia a dia muito mais produtivo.

Confira sete dicas da especialista que podem ajudar na sua carreira:

1. CUMPRIMENTE AS PESSOAS.

Quem não gosta de ser recebido com um sorriso e um sonoro “bom dia”? Muitas pessoas, por chegarem cansadas, com sono, não percebem que não cumprimentam os colegas. Olhar nos olhos significa reconhecer as pessoas como seres humanos. Cumprimentá-las é um sinal de respeito, pois mostra que você as reconhece como seus semelhantes e mantém o caminho aberto para o contato. Não cumprimentar significa ignorar a presença do colega, e isso fecha qualquer tentativa de contato.

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2. TRABALHE COM BOM HUMOR.

Um sorriso traz leveza para qualquer ambiente de trabalho. É muito bom trabalhar com pessoas bem humoradas porque estão sempre sorrindo e são mais otimistas. O sorriso é um cartão de visitas que mostra que você está disposto e aberto ao contato humano. Uma cara fechada denuncia uma pessoa que não quer interagir, ou que está nervoso com alguma coisa, e isso, naturalmente, afasta as pessoas. Muitas vezes, o dia a dia do trabalho e as preocupações fazem com que as pessoas se esqueçam de sorrir, e as pessoas não percebem que elas mesmas acabam “contaminando” o ambiente com seu mau humor e preocupações.

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3. ACEITE AS DIFERENÇAS.

O grande problema dos relacionamentos reside nas diferenças. É difícil aceitar pessoas que pensam e se comportam diferentes de nós. Procure aceitar que as pessoas são diferentes porque possuem histórias de vida, valores e culturas diferentes e por isso podem enxergar o mundo de um jeito diferente do seu. Aprenda a se colocar no lugar dos outros e compreender seus pontos de vistas. Compreender o outro significa não julgá-lo, e aceita-lo mesmo quando ele não concorda com o seu ponto de vista.

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4. OFEREÇA AJUDA.

Tenha iniciativa. Se você perceber que um colega seu está com dificuldade e você pode ajuda-lo, não pense duas vezes! Ofereça ajuda! Aja com os outros da mesma forma como você gostaria que as pessoas agissem com você. É muito bom poder construir um ambiente de trabalho em que as pessoas colaboram umas com as outras. Então, comece por você!

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5. FIQUE LONGE DAS FOFOCAS. 

A fofoca muitas vezes contamina o ambiente de trabalho. Não faça parte de conversas que fazem comentários maldosos com relação a colegas de trabalho. Caso alguma informação chegue até você, pare e pense: “se você passar essa informação adiante as consequências serão positivas ou negativas?”, “isso melhorará ou piorará o ambiente de trabalho?”. Se a informação não for ajudar então não passe adiante. Deixe que a informação morra com você.

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6. TENHA UMA POSTURA MADURA. 

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Evite melindres, ou ficar na posição de vítima. Caso o seu departamento ou você mesmo tiver que enfrentar algum problema, faça-o de forma madura, sem chiliques, sem chororôs, sem buscar outros culpados. Baseie-se na realidade e foque na resolução dos problemas. É muito ruim trabalhar com pessoas emocionalmente imaturas.

7. SAIBA RECEBER E DAR FEEDBACKS.

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Para construir um bom relacionamento é preciso fazer ajustes, por isso saber dar e receber feedbacks é fundamental. Para alguns, receber feedbacks é mais difícil porque somos resistentes à críticas, por isso ele se torna um grande desafio. Reconhecer com humildade que é preciso melhorar em alguns aspectos é muito importante e fundamental para construir relacionamentos baseados na confiança. Saber dar feedbacks também é uma habilidade difícil pois poucos sabem como fazê-lo de forma assertiva e objetiva, de forma a promover o crescimento das pessoas. Mas a confiança advinda do hábito do feedback é base forte para bons relacionamentos e parcerias de trabalho.

Fonte : https://blog.99jobs.com/7-dicas-pra-ter-um-bom-relacionamento-no-trabalho/

3fev/140

Atendimento ao cliente – Clientes internos

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É fácil reconhecer clientes externos. Algumas vezes, porém, é difícil identificar os clientes dentro da própria organização. Pode ser que você não os veja. Talvez não saiba de modo exato o que acontece com seu trabalho depois que ele sai da sua mesa. Quem sabe, as mesmas pessoas que você serve também o atendam. Em uma empresa, o relacionamento entre o profissional de atendimento e o cliente pode mudara toda hora.

Dica: Em sua empresa, todo colaborador que se beneficia do seu trabalho é seu cliente - portanto, seu cliente é aquele que sofre quando seu desempenho é fraco. Pense no dia que você faltou. Quem foi afetado por isso em sua equipe? Aquela pessoa é seu cliente interno.

Se, por exemplo, sua função for anotar pedidos no call-center, você está atendendo diretamente clientes externos, mas também os internos. Quem centraliza essas solicitações? O que acontece quando faltam informações importantes nessas requisições ou quando há erro no processo de armazenamento desses dados? O impacto do que você faz ou deixa de fazer afeta tanto os clientes externos, que podem não receber a encomenda, quanto os clientes internos, pois eles precisarão lidar com a reclamação quando for constatado que o produto não chegou ao consumidor.

Dica: Quando identificar os clientes, fale com eles sobre o que apreciam e não apreciam no atendimento prestado por você. Use esse feedback para melhorar a qualidade do seu trabalho.

Os clientes estão em toda parte, tanto dentro quanto fora da empresa. Sua tarefa é identificá-los, saber do que precisam e como lhes oferecer isso. Ao executar essas ações de um modo que maximize a satisfação deles, você estará criando o sentimento de trabalho em equipe e de camaradagem que faz com que as empresas prosperem.

Fonte: Livro Atendimento Nota 10 : http://sucesso.powerminas.com/category/atendimento-ao-cliente/

9dez/130

Ex-capitao do Bope e consultor do “Tropa de Elite” da 10 dicas de lideranca

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Paulo Storani, 51, foi capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) do Rio de Janeiro de 1994 a 1999, o que lhe rendeu a função de consultor dos filmes "Tropa de Elite" 1 e 2.

Mestre em antropologia, pós-graduado em administração pública e em gestão de recursos humanos, hoje ele dá palestras sobre como construir equipes de alto desempenho baseado nos métodos de treinamento do Bope.

O Bope é uma tropa de elite da polícia do Rio de Janeiro, chamada em situações em que os pelotões normais da PM não conseguem resolver o conflito. Por causa da dificuldade, cada trabalho do Bope sempre é chamado internamente de missão.

"Os momentos de crise exigem mais da gente. Missão exige sacrifício. Transforme seus objetivos em missões para alcançá-los", declara Storani.

Veja as dicas do ex-capitão do Bope para formar um time qualificado e bem-sucedido na sua empresa:

1 – Seja transparente e objetivo: explique claramente qual é o trabalho e deixe que as pessoas decidam se querem participar dele ou não.

2 – Mostre o valor do trabalho: apenas enxergando o valor daquela tarefa é que as pessoas vão se dedicar o suficiente para alcançar os resultados desejados.

3 – Tenha voluntários: Storani diz que todos os membros do Bope são voluntários. Eles correm mais riscos no seu trabalho e não recebem a mais por isso. Ele acredita que voluntários se dedicam mais, pois estão ali porque querem, ou seja, veem o valor do trabalho ou se identificam de alguma maneira com a causa. Isso aumenta o comprometimento.

4 – Faça uma seleção rígida: escolha os funcionários por sua qualidade técnica, experiência e, principalmente, pela determinação. Ela fará com que a equipe coloque as ações em prática.

5 – Prepare a equipe: mobilize e capacite seus funcionários. Defina o papel e a importância de cada um, exaltando o time. "Se tiver alguém desmotivado, ele puxa os outros para baixo. Da mesma forma, se tiver alguém interessado apenas em fazer sua parte, ele pode passar por cima de outros para isso, desestabilizando a equipe", declara Storani.

6 – Faça um planejamento: elabore um plano de ação para atingir o resultado esperado para a missão. Tenha estratégias e táticas.

7 – Tenha um plano B: Storani diz que o plano ideal dificilmente é executado, geralmente por limitações de tempo e financeiras. Por isso, tenha caminhos alternativos que levem ao objetivo.

8 – Execute o plano com excelência: o ex-capitão do Bope define excelência como "o melhor desempenho, com máxima segurança e mínimo esforço, ou seja, sem desperdício".

9 – Tenha um padrão de qualidade: o padrão de qualidade não deve ser baseado no melhor integrante da equipe e, sim, no pior. Afinal, se ele faz parte da equipe, deve ser considerado.

10 – Avalie resultados e aprenda: confirme as ações positivas e corrija as que deram errado. Storani diz que, no treinamento, há um tanque de água gelada para onde os soldados vão quando fazem alguma atividade errada. "Lá, eles têm duas opções: pedir para sair do Bope ou voltar para a atividade, correndo o risco de retornarem ao tanque se errarem de novo. O que parece uma punição é, na verdade, uma superação, pois quando saem do tanque molhados e gelados, eles se dedicam com muito mais energia para a missão", afirma.

fonte : http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2013/11/21/ex-capitao-do-bope-e-consultor-do-tropa-de-elite-da-10-dicas-de-lideranca.htm#fotoNav=1

28nov/131

9 dicas para trabalhar em equipe

1. Seja paciente

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Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal “cada cabeça uma sentença”. Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

2. Aceite as ideias dos outros

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As vezes é difícil aceitar ideias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a idéia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objetivo comum que o grupo pretende alcançar.

3. Não critique os colegas

nao critique

As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipe. Avalie as ideias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as ideias, nunca a pessoa.

4. Saiba dividir

dividir

Ao trabalhar em equipe, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

5. Trabalhe

trabalhe

Não é por trabalhar em equipe que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

6. Seja participativo e solidário

participativo

Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

7. Dialogue

dialogo

Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

8. Planeje

planeje

Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipe seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

9. Evite cair no “pensamento de grupo”

trabalho em grupo

Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogêneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a idéia de que pode errar.

fonte: Brasil Escola / http://blog.99jobs.com/9-dicas-para-trabalhar-em-equipe/

 

6ago/130

Visao

visao

As pessoas podem criar coisas poderosas e grandes. Como pode criar desgraça e destruição. Então, o que precisamos fazer é criar uma imagem. Não pode ser uma imagem de dias difíceis do passado. Tem que ser imagens do futuro. E quando digo que você precisa sonhar você precisa visualizar. Crie uma imagem da casa que você quer morar, crie uma imagem do lugar onde você quer trabalhar. Crie uma imagem do carro que você comprar.

Você sabe qual é a diferença entre ilusão e visão?

Ilusão é aquilo que você imagina e nunca se tornará realidade.

Visão é aquilo que você imagina na sua mente e se tornará realidade.

Vou dar um exemplo. Se uma pessoa não tem uma casa na praia, mas deseja muito tê-la, ela tem que visualizar a sua futura casa com riqueza de detalhes. Quatro quartos, varanda, piscina. Isso é visão ou ilusão? A diferença está nos planos que você faz. Se você visualiza algo na sua mente e não tem planos para trazer a existência, será uma ilusão e nunca uma visão.

Você já foi visitar a casa de alguém e sua sala estava cheia de fotos? Tem fotos de quando era pequeno, da adolescência, do casamento, dos lugares que visitou. Tem casa que tem foto do casal ao lado da torre Eiffel na França, com a estátua da liberdade nos USA, tem foto das pirâmides no Egito.

Você entra na casa e a medida que vai caminhando sabe onde ele esteve, você sabe onde ele está, mas você não sabe para onde ele irá. Se um dia você for ao meu escritório, você verá cartazes, com meus objetivos de palestras, venda de produtos. Tem até uma montagem com uma foto minha num especial que saiu na exame, onde eu estou entre os melhores palestrantes do Brasil, ou seja, onde eu vou estar, daqui a cinco, dez, vinte anos. Esses são os meus planos, a minha visão do futuro.

Qual a sua VISÃO para a sua vida, seus negócios, sua profissão?

Prof. Menegatti

Fonte : http://www.menegatti.srv.br/index.php/artigos/artigos-anteriores/1209-visao

17jul/130

Saiba o que fazer depois de cometer um erro no ambiente de trabalho

como-lidar-com-erros-no-trabalho-noticias

Um dia você percebe que, por falta de atenção, conhecimento ou experiência, cometeu um grande erro no trabalho. Em poucos minutos, começa a suar frio, o coração dispara e bate aquele desespero. Se isso acaba de acontecer, tenha calma: você não é o primeiro nem será o último a falhar no ambiente corporativo.

"Só não erra quem não faz. Realmente não dá para acertar o tempo todo, ainda mais nos dias de hoje, em que os profissionais são multitarefas, exigem mais de si mesmos e são cada vez mais cobrados pela equipe, clientes e superiores", diz Viviane Gonzalez, diretora da Business Partners Consulting.

A consultora diz que atitudes desastrosas podem trazer consequências ainda piores e gerar até uma demissão. Para Viviane, nessas horas o desespero deve ser deixado de lado e o melhor a fazer é tentar compreender quais motivos levaram ao erro e qual é a extensão dos danos que ele causou.

Em seguida, é preciso procurar o seu superior imediato e assumir de forma matura a responsabilidade pela falha. "A humildade para falar produz efeitos positivos no meio de uma situação ruim", diz Viviane. E ela destaca: esconder o erro só adia as consequências.  A dica vale inclusive para reuniões, já que um problema pode ajudar toda a equipe a aprender e a refletir sobre as posturas e os processos adotados.

Depois de uma boa conversa, outro passo importante é propor uma saída para tentar minimizar as consequências da falha. Além disso, aprenda com o erro e adote medidas preventivas para reduzir as chances de falhar novamente. "É normal errar, mas viver errando com certeza pode arruinar uma carreira", finaliza.

http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2013/06/04/saiba-o-que-fazer-depois-de-cometer-um-erro-no-ambiente-de-trabalho.htm